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X . £
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u n e
/ M u l i ? ’ c t c
M. Deléglise, professeur au Collège de Sion, a eu une idée toute simple, une idée de génie. Il a fait jouer le soir par ses garçons et par de gra cieuses jeunes filles la féerie de Shakespeare sous les projecteurs dans le jardin public. Les bosquets, les arbres, le grand cadre de ciel et de montagne, comment t r o u v e r mieux ? Mais les jeux de lumière, les costumes, les apparitions, le poéti que mêlé au grotesque, le rire à l'émotion, M. Deléglise et ses aides
ont réussi cela à merveille. Les fail lis à demi éclairés ont pris cet as pect mystérieux et antique de la lé gende ; il en est sorti des fées, des lutins, qui courent encore. Peut-être les rencontrerons-nous un soir au coin d'une rue de Sion... En tout cas, M. Deléglise, lui, ne s'est pas en volé ; on le retrouve devant la pos te, et c'est un plaisir de serrer la main à quelqu'un qui a des idées neuves et qui les réalise.
T REIZE ET O IL E S P a r a î t le 10 d e c h a q u e m o is R É D A C T E U R E N C H E F B o j e n O l s o m m e r , S io n , a v e n u e d e la G a r e 10 A D M I N I S T R A T I O N E T I M P R E S S I O N I m p r i m e r i e P ill e t, M a r t i g n y R É G I E D E S A N N O N C E S I m p r i m e r i e P ill e t, M a r t i g n y , té l. 026 / 6 10 52 A B O N N E M E N T S S u is se : F r . 12.— ; é t r a n g e r : F r . 18.— L e n u m é r o : F r . 1.20 C o m p t e d e c h è q u e s I I c 4230, S io n
S O M M A I R E N° 7, juillet 1958 : Le Songe d ’une N uit d ’été. •— Les usines de Chippis ont cinquante ans. — Le sentim ent religieux au Lötschental. — C oncert spirituel à Valére. — L a Printze ou le jeu du caprice. — Potins valaisans. — E n famille avec M m° Zryd. — Les abricotiers sont chargés. — Vacances. — Par-delà les clochers. — La route du Rawyl. — Jean-Jacques Rousseau et le Valais. — Trois pages d ’actualité valaisanne. — Q uer du rch ’s Wallis.
C o u v e r t u r e :
Les usines de C h ip s ont cinquante ans
C ’est, en effet, le 13 juillet 1908 que l’aluminium
coula, pour la première fois, d ’un four de l’usine
neuve. Ainsi commençait une assez prodigieuse
aventure dont les effets prolongent au milieu de
nous leurs vertus bénéfiques.
Mais d ’abord, pourquoi Chippis
P
Pour quelles
raisons des industriels de la Suisse alémanique
avaient-ils choisi ce hameau inconnu, perdu dans
son isolement, à l’entrée peu avenante d ’une gor
ge P C ’est qu’à ce débouché de la Navizance,
Chippis offrait aux prospecteurs d ’heureuses pers
pectives du point de vue de l’énergie électrique.
D ’une part, le village se trouve à un point de
chute possible d ’une conduite forcée amenant les
eaux du val cl’Anniviers ; d ’autre part, il se situe
pareillement au bas de la déclivité de Finges, là
même où naturellement aboutirait un canal avec
chute courte mais massive dérivant les eaux du
fleuve dont la captation se ferait à la Souste. Ces
conditionnels sont devenus des réalités : Chippis
doit à sa situation géographique la chance qui lui
est échue.
Et pourquoi l’aluminium
P
Ce jeune métal, vers
la fin du siècle dernier, inaugurait une carrière
assez prodigieuse. En 1824, un savant danois,
Hans-Christian Orstecl, avait réussi à isoler l’alu
minium sous forme de poudre. A isoler, parce que
sous sa forme d ’oxyde dans la pierre d ’alun ou
d ’alumine, l’aluminium est extrêmement répandu
puisqu’il constitue le 7,3 °lo de l’écorce terrestre...
Mais c’est sous sa forme de bauxite qu’il offre
une exploitation relativement facile, et ce nom lui
vient cle la ville clés Baux, en Provence, ou des gi
sements importants avaient été découverts.
Orsted eut un imitateur en la personne de l’Al
lemand Wähler. A l’Exposition universelle de Pa
ris de 1855, on admire des barres d ’aluminium qui
firent la joie des élégantes puisque l’on pouvait
penser qu’on allait tirer des bijoux admirables de
cette matière brillante. Le procédé de fusion de
la poudre avait été mis au point par un Français,
Henri-Lucien Sainte-Claire Deville. Mais l’on était
loin encore de pouvoir réaliser une utilisation in
dustrielle du métal.
C’est à un physicien prussien, Bunsen, que l’on
doit la fabrication électrique de l’aluminium in
dustriel par Velectrolyse d ’un bain de chlorure
d ’alumine fondu et de sel marin. Paul Héroult, un
jeune savant français, mit le procédé au point en
partant de la cryolithe... C ette fois, on arrivait au
but.
C ’est cette découverte que V AI AG (Aluminium
Industrie Aktien-Gesellschaft) fondée en 1888 et
groupant de nombreux industriels suisses, allait
exploiter.
Les travaux commencèrent à Neuhausen. Dès
1890, Neuhausen produit du métal. Ce sont, à la
vérité, encore, des alliages
—et ces alliages se
révèlent décevants. En revanche, l’aluminium
montre chaque jour mieux qu’il répond à la con
fiance que l’on a mise en lui. Et c’est pour fabri-
quer de l’aluminium que les industriels de Neu
hausen cherchent des lieux favorables à l’installa
tion cl’usines filiales. Et c’est donc ainsi que l’on
en vint à Chippis.
Il faut bien le redire, la position géographi
que de Chippis par rapport aux possibilités cl’ex-
ploitation cle l’énergie hydraulique fut détermi
nante. Pour le reste, il fallait construire de toutes
pièces une voie de chemin de fer, une route, deux
ponts sur le Rhône... Et tout était à créer, dans ce
petit village, en une époque où l’industrie n’avait
pas encore pris pied en Valais
—ou si peu qu’il
est vain cl’en parler. Rien ne découragea les pros
pecteurs. Et dès 1905, on se met au travail.
Si, pourtant, il existait déjà, à Ventrée des gor
ges de la Navizance, une petite usine électrique
de 50 chevaux qui livrait du courant à la ville de
Sierre. Les concessions délivrées à MM. Müller
et Zufferey passent en 1905 à un homme extrême
ment entreprenant : Adrien Palaz, ingénieur à
Lausanne. C ’est lui qui m et la vallée entière en ef
fervescence rachetant les concessions déjà accor
dées, mesurant d ’un coup d ’œil les perspectives
d ’un avenir magnifique. C ’est lui qui négocie au
nom de l’AIAG. Les travaux effectifs commen
çaient à la fin de 1905.
Ils commençaient un peu partout à la fois : à
Sierre, car il s’agissait de créer une voie de che
min de fer de dérivation ; à Chippis où le boule
versement est complet ; à Vissoie, car il faut cap
ter l'eau, l’amener par tunnel jusqu’au-dessus de
la plaine... On imagine l’étonnement des Valai-
sans devant cette irruption de l’or ! UAlmanach
du Valais de l’époque parle du « miracle » qui
se produit dans la région...
Beaucoup de paysans, pourtant, se méfient.
L ’industrie nous apportera de l’argent, sans dou
te ; mais combien de maux ? On sait que, vers
1860, on repoussait aussi loin que possible de
son village la voie de chemin de fer. On n’a pas
beaucoup changé d ’avis... C’est en cachette, par
fois, du témoignage même d ’un ouvrier du temps,
que les manœuvres se rendaient au chantier...
Le 13 juillet 1908, donc, eut lieu la première
coulée de métal. Il jaillissait de fours de 8000
ampères, ce qui était remarquable pour l’époque,
et l’usine montre encore conservés quelques-uns
de ces vénérables ancêtres. Aujourd’hui, il est
vrai, les fours les plus modernes en ont 110.000.
La misère voulut qu’au moment où l’alumi
nium paraissait à Chippis le marché de ce métal
se trouvât déjà encombré. Il fallut donc trouver
immédiatement une fabrication de remplacement.
Ce fut l’acide nitrique. Il rendit d’éminents ser
vices au pays pendant la guerre.
Il serait trop long, il va sans dire, de suivre ici
le destin des usines de Chippis à travers leurs
cinquante années d ’existence. Qu’il suffise cle re
marquer que l’entreprise n’a jamais cessé de se
développer. Le Rhône capté à La Souste allait
apporter un considérable appoint d ’énergie. Puis,
ce fut la captation de la Borgne à La Luette, sur
Saint-Martin, et la création de l’usine de Bramois.
En 1915, le premier programme des travaux était
ainsi accompli.
A la fin de la guerre 1914/1918, Chippis sem
ble au maximum de son développement. Il n’en
était rien. La création du bassin d ’accumulation
de l’Illsee lui ouvre de nouvelles perspectives.
Les directeurs voient juste quand ils supputent
des chances énormes pour Valuminium. Le déve
loppement de l’aviation, des engins de toutes sor
tes, ouvraient, en effet, de nouvelles perspectives.
Et la création de réservoirs d ’eau pour l’hiver per
mettait de parer à l’interruption massive du tra
vail en hiver.
Après l’Illsee ce fut le Haut-Rhône, dont les
travaux commençaient au milieu de la seconde
guerre mondiale (1943); enfin, Moiry... Aujour
d ’hui, le ravitaillement de l’usine en électricité est
donc assuré hiver comme été.
Le développement de l’usine elle-même alla de
pair avec l’extension de la production d ’énergie.
Chippis peut assurer aujourd’hui la production
annuelle de 30.000 tonnes d ’aluminium brut.
L a f l a m m e m o n t e b r u s q u e m e n t q u a n d o n p e r c e l a c r o û t e d ’a l u m i n e s u r le f o u r ( P h o to s R u p p e n , Sio n)
Elle a créé une usine de semi-fabriqués, les la
minoirs, une installation où se fabrique la poudre
d’aluminium, etc... Elle est équipée pour faire fa
ce aux mauvaises années...
Qui dira combien de millions Chippis aura dé
versé sur notre pays
?Notre agriculture a besoin
du complément de l’industrie. Depuis cinquante
ans, des milliers et des milliers d ’ouvriers ont
trouvé à Chippis l’argent dont ils ne pouvaient se
passer. Bénédiction, oui. Que cela n’aille pas sans
difficultés, la chose est bien évidente. Mais au
bilan, l’actif nous paraît largement supérieur aux
inconvénients.
L e s e n tim e n t r e lig ie u x a u L ö ts c lie n ta i
L e L ö ts c h e n ta l e st u n e v allée c e r t a in e m e n t u n iq u e en Suisse, n o n s e u le m e n t a u p o in t d e v u e g é o g ra p h iq u e , m a is d a v a n t a g e e n c o re en ce q u i c o n c e rn e la m e n ta lité e t la v ie d e ses h a b ita n ts . Il n ’e st p a s n é c e ss a ire d e se r e p o r t e r trè s loin en a rriè re p o u r c o m p r e n d r e c o m m e n t a é té fo rm é e e t m a in te n u e au co u rs d es siècles l’a u to n o m ie d e ce p e t it p e u p le . H a b it é e sa v a ie n t se c o n te n te r d e p e u . D a n s son livre s u r le L ö ts c h e n ta l, l ’a b b é J e a n S ieg e n , p r i e u r d e K ip p el, n o te e n tr e a u tre s à ce su je t : « ... les L ö ts c h a rd s e n é ta ie n t ré d u its à p e u p rè s à le u rs seules resso u rces, les la ita g e s e t le p a in d e seigle. Alors, la b a s e a lim e n ta ire é t a it le « Spis », p a in et fro m a g e sec fa it à la m aison, d o n t o n se c o n te n ta it m ê m e en h i v e r « p o u r ro m p re le je û n e ». P o u rd e p u is l’é p o q u e ro m a in e , c e tte h a u te v a llé e a lp e s tre re s ta c o u p é e d u re s te d u m o n d e d u r a n t p lu s ie u rs m ois p a r a n n é e , cela j u s q u ’e n 1913, d a t e à la q u e lle f u t o u v e rt le tr a fic fe rro v ia ire p a r le tu n n e l d u L ö tsc h - b e rg .
D o n c, d e l’a u to m n e a u p rin te m p s — p é rio d e d e s a v a la n c h e s les p lu s te rrib le s et les p lu s m e u rtr iè re s ■— les L ö ts c h a rd s d e v a ie n t se su ffire à eux -m êm es. M a té rie lle m e n t, ils y a rr iv a ie n t g râ c e à le u rs tr o u p e a u x , à leurs c u ltu re s et à la chasse. S u b ie s et d u rs e n v e rs eu x -m êm es, ils le re p a s d e m id i, on c o n fe c tio n n a it u n p a in d e fa r in e d ’o rg e q u e l ’on arro sa it d e la it c h a u d p u is é p a r tous à m ê m e u n e la rg e é cu elle d e bois. L a v ia n d e n ’a p p a ra is s a it q u e les d im a n c h e s et les jo u rs d e fête... » S p iritu e lle m e n t, ils s u r e n t é g a le m e n t d o n n e r et c o n se rv e r le u r v a le u r aux choses essentielles. C ’e st d e n o u v e a u d a n s le livre d u p rie u r J. Sieg e n q u e n o u s tro u v o n s le p a ss a g e q u e voici : « L a foi c a th o liq u e a tr o u v é à L ö ts c h e n u n re m p a r t aussi fe rm e q u e les m o n ta g n e s q u i e n to u r e n t la vallée. L a d u r e v ie des m o n ta g n a rd s , le u rs tr a g iq u e s lu tte s c o n tr e u n e n a t u r e s o u v e n t b a r b a r e o n t in c lin é le u rs âm es sim ples v e rs la « a i n t e d e D ieu . Ils lui f o n t e n tiè re c o n fia n c e e t r e m e t t e n t le u r so rt à sa v o lo n té. L e u r p ié té n a ïv e s ’e x p ri
m e e x té rie u r e m e n t c h e z les h o m m es c o m m e ch ez les fem m es, d e faço n fo r t to u c h a n te ; elle e st d ’u n e sin c é rité rare, b ie n fa ite p o u r m é rite r le p lu s g r a n d re s p e c t. »
Sans cesse e n lu t te c o n tre les fo r ces d é c h a în é e s d e la n a t u r e — t e m p ê te s, to r re n ts im p é tu e u x , s é c h e re s se, a m as d e n eig e, a v a la n c h e s — les L ö ts c h a rd s o n t se n ti d e to u t te m p s le u r p e tite sse , le u r im p u is sa n c e . Ils o n t co m p ris q u e rien n e le u r é ta it po ssib le sans le secours d iv in . E t alors ils se s o n t confiés à D ie u av ec u n e foi to ta le ; d e nos jours, la m ê m e q u ’au trefo is. C ’e s t là le s e n ti m e n t ab so lu q u e l’o n re s se n t, q u a n d on a e u le p riv ilè g e d e v iv re q u e l q u e te m p s p a r m i c e tte p o p u la tio n e x trê m e m e n t a tta c h a n te . C e tte c o m m u n io n e n t r e eu x e t D ie u , ces h o m m e s e t ces fe m m e s la m a n if e s te n t à m a in te s o ccasions e t d a n s to u s les lieux d e le u r vallée. L a p lu s a n c ie n n e église — la p lu s im p o r ta n te aussi •— e st celle d e K ip p e l, d o n t le p r e m ie r é d ific e f u t c o n s tru it e n 1233. P a r la s u ite •— ainsi q u e ce f u t le cas p o u r p lu s ie u rs c h a p e lle s au ssi — elle f u t d é t r u ite à d if fé re n te s rep rises, so it p a r les é lé m e n ts n a tu re ls , so it p a r les h o m m e s q u i v o u la ie n t la re c o n s tru ire « p lu s b e lle q u ’a v a n t » ! P a r m i les p lu s a n c ie n n e s églises e t ch a p e lle s e n c o re in ta c te s d e n o s jo u rs, n o to n s : la c h a p e lle d u c im e tiè re d e K ip p e l (1565), la c h a p e lle d e K ü h - m a t t (1654), les c h a p e lle s d e G o p - p e n s te in , W e is s e n rie d e t R ie d (17e siècle), la c h a p e lle d ’E is t e n (1700), l'ég lise d e K ip p e l (1740). T o u te fo is, ce q u i e st fr a p p a n t, ce n e s o n t p a s s e u le m e n t ces té m o in s d u passé, m a is d a v a n t a g e e n c o re ceux d e m a in te n a n t, to u t au ssi n o m b re u x , to u t au ssi v iv a n ts e t b e a u x . C a r c ’e st e n eux q u e se m a n ife s te ré e lle m e n t le s e n tim e n t relig ieu x des h a b ita n t s d u L ö ts c h e n ta l. C ’est-à- d ire n o n p a s u n e s im p le tr a d itio n , u n c u lte d e s so u v en irs, d e s c o u t u m es s u b s is ta n t d ’u n lo in ta in p assé, e n u n m o t : u n folklore d o n t les ra c in e s n e s o n t p e u t- ê tr e p lu s trè s vivaces, r e s s e m b la n t e n q u e lq u e s o rte à des lé g e n d e s e t à des s y m boles. M ais, a u lie u d e c ela : u n
s e n tim e n t d u ra b le , u n e fo rc e vive, sin cère, p r o f o n d é m e n t a n c ré e d a n s le c œ u r et l ’â m e d e ces h o m m e s e t d e ces fem m es, c ro y a n ts p é n é tré s d e la T o u te - P u is s a n c e d e D ie u .
C ’e s t p o u r q u o i n o u s a tta c h o n s u n e v a le u r to u t e p a rtic u liè r e à ces p re u v e s d ’u n e foi a g issa n te q u e sont, d a n s les v illages e t au lo n g d e s s e n tiers q u i m è n e n t d u fo n d d e la v a l lée au x p lu s h a u ts a lp a g e s, les c h a p elles d e K u m m e n a lp e t d e W iler, c o n stru ite s e n 1952, celle d e F a l- d u m a lp d a t a n t d e 1922, e t ces croix d re s sé e s e n p le in ciel — l’im m e n s e croix d e K ip p e l e t celle a n c r é e e n p le in ro c a u s o m m e t d u B ie tsc h h o rn — sans o u b lie r les h u m b le s o ra to i res q u i n o u s a t te n d e n t , fixés a u r o c h e r, ju s q u e s u r les p istes les p lu s a b r u p t e s d e ce p a y s q u i a c o n serv é sa b e a u t é p rim itiv e .
L ö ts c h e n ta l : v a llé e b é n ie — v a l lé e h e u r e u s e e t belle, su r le sol ro cailleu x d e la q u e lle les h o m m e s o n t su m a in te n ir in ta c te le u r c ro y a n ce e n n o tr e C ré a te u r. J e a n V a n n ie r.
CONCERT SPIRITUEL
( P h o to G y g e r , A d e l b o d e n ) a^ T /a fè
ere
Par ce dim anche ensoleillé, les portes séculaires de l’église de Valére se sont ouvertes devant le flot des fidèles et des mélomanes. Le chœ ur de Radio-Berne, conduit par M. W alter Furrer, l’orchestre de chambre, sous la direction de M. Théo Hug, et une pléiade de solistes donnaient un concert de m usique ancienne dans ce merveilleux sanctuaire. Les sons graves des plus vieilles orgues connues se sont répandues sous les voûtes de l’église. Les œuvres choisies répondaient parfaitem ent au cadre de Valére. Elles réveillaient pour la prem ière fois depuis long temps les échos de cette vieille église. Le m otet « H odie completi sunt », de G. Gabrieli, et « O lacrimae fideles », de J.-B. Lulli, pour chœur, soli et orchestre, furent les plus heureux moments du concert. Le manuscrit de Lulli, Florentin de naissance, a été retrouvé p ar Radio-Berne dans les archives de la Bibliothèque nationale à Paris. Ce fut un régal pour
les auditeurs les plus difficiles. L. B.
I
J ea n -J a cq u es R o u s s e a u
et le V alais
J e a n - J a c q u e s R o u sse a u tra v a illa it, e n 1744, à l’a m b a s sa d e d e F r a n c e à V en ise e n q u a lité d e s e c ré ta ire . M ais il n e t a r d a p a s à se q u e re lle r a v e c le c o m te d e M on- ta ig u , son s u p é rie u r, e t à q u it te r son e m p lo i, à p e u p rè s d é m u n i d ’a rg e n t. Il sollicite à ses am is les m o y e n s n é c e ss a ire s à so n r e t o u r à Paris. Il lo n g e le la c M a je u r, p a ss e le S im p lo n , a p rè s a v o ir visité D o m o d o sso la, a r r i ve à S ion u n c e rta in jo u r d e s e p te m b r e 1744.
Il s’in stalle d a n s la se u le a u b e r g e d e l’e n d ro it, le L io n d ’O r, q u i ré c è le é g a le m e n t les so u v e n irs d e G œ th e e t C h a te a u b r ia n d , W a g n e r e t L a m a r tin e , M u s set e t N o d ie r, e t d o n t l’im m e u b le su b siste e n c o re d e no s jo u rs sous l’e n s e ig n e d e C a fé d u G ra n d -P o n t.
Je a n - J a c q u e s é ta it alors u n je u n e c o n v e n a b le , tim i d e et g a u c h e , a u v is a g e é c la iré p a r u n m e rv e ille u x r e g a r d h u m id e , à la d é m a r c h e le n te e t aisée, m ais san s c é lé b rité . S on s é jo u r d a n s n o tr e c a p ita le a d o n c p u p a s s e r q u a s i in a p e rç u .
A Sion, R o u sse a u p u is e la rg e m e n t d a n s la b o u rse, à lu i g é n é r e u s e m e n t o ffe rte , d e M . d e C h a ig n o n , ré s i d e n t fra n ç a is, m a n g e e t s’e n iv re à sa ta b le . O n n e sait a u ju s te c o m b ie n d e jo u rs il v é c u t e n V alais. D a n s la « N o u v e lle H é lo ïse », S a in t-P re u x p a s s e u n e q u in z a in e d e n u its à Sion. E t S a in t-P re u x , n o u s le sav o n s, c ’e s t p lu s ou m o in s R o u sse a u . O n ig n o r e to u te fo is les p a r ties d u V alais q u ’il visita, m a is n o u s p o u v o n s a d m e tt r e q u e so n séjo u r e n te rre v a la is a n n e lui f u t fo r t a g r é a b le e t q u e l’a u s té rité , c o m b ie n s y m p a th iq u e , d e ses h a b i ta n t s m a r q u a p r o f o n d é m e n t so n h y p e rs e n sib ilité .
C ’e s t p rè s d e P aris, c h e z la d é lic a te M me d e L a L iv e d ’E p in e y , q u e R o u sse a u ré d ig e , d è s 1756, la « N o u v e lle H é lo ïse » d o n t u n e e x q u is e d ig re ssio n c h a n t e le V alais.
A u p a r a v a n t, e n 1754, il e n t r e p r e n d u n e p r o m e n a d e su r le L é m a n en c o m p a g n ie d e s D e lu c , ses am is. Il ac c o ste , a ff irm e -t-o n , d a n s la ré g io n d u B o u v e re t e t n o te d a n s son c a r n e t p e rs o n n e l : « M a r d i 24 s e p te m b r e 1754 : C o u c h é à Bex. D în é à P isse-V ach e. C o u c h é à S a in t-M a u ric e . D în é à A igle. »
C e la laisse s u p p o s e r in é v ita b le m e n t u n d e u x iè m e jo u r e n V alais e t c e d ’a u t a n t p lu s q u e , dix a n s p lu s ta rd , u n d e ses am is q u i f it le v o y a g e a v e c lui, l’e x c e l le n t é c riv a in J e a n - A n d ré D e lu c , n o ta it d a n s u n e le ttr e a d re s sé e à sa c o u sin e M a rie D esv o isin s : « J e a n - J a c q u e s n o u s q u itta d u 23 a u 24 s e p te m b r e 54. A V illen eu v e, il n o u s re jo ig n it. »
Il e st d o n c fo r t p o ssib le, m a lg ré la ré tic e n c e d e c e rta in s b io g r a p h e s à c e t é g a rd , q u ’il a it visité, e n so litaire , a u te r m e d ’u n e fu g u e , u n e se c o n d e fois n o tr e c a n to n . L ’itin é ra ire , p o u r t a n t, d é m e n t q u e lq u e p e u le fait. M ais R o u sse a u a fo r t b ie n p u , à d e ss e in o u p a r in a d v e rta n c e , se t r o m p e r e n d a t a n t les é ta p e s d e ses p é ré g rin a tio n s .
D è s sa p a ru tio n , la « N o u v e lle H é lo ïse », m a lg ré les sem o n ces c ritiq u e s d e s g ra n d s d e l’é p o q u e : V ol ta ire , d ’A le m b e rt e t D id e ro t, c o n n u t u n succès e x tr a o rd in a ir e q u i d é p a s s a ceux, in é g a lé s j u s q u ’alors, d e C o rn e ille e t d e R a c in e av ec le « C id » e t « A n d ro m a - q u e ». O n v iv a it d e s n u its b la n c h e s s u r ces m e rv e il leuses c o n fid e n c e s o ù R o u sse a u é ta le u n e sen sib ilité m a la d iv e , ig n o r é e ju s q u e -là .
B ien sûr, à n o tr e é p o q u e , il e st d ifficile d e p a r c o u rir ces c o n fid e n c e s s e n tim e n ta le s sans u n e f o r te d o se d e c o u ra g e o u d e co m p assio n . L e s a v e u x d e S aint- P reu x e t d e la d o u c e Ju lie so n t d é s u e ts e t o u tra n c ie rs. L e u r b a v a r d a g e p ro lix e e st r e n d u p é n ib le p a r d ’im p a r d o n n a b le s lo n g u e u rs, p a r des d ig ressio n s to u ffu e s e t in v ra is e m b la b le s. L e s passio n s p o u v a i e n t e n c o re s’y a b r e u v e r ju s q u ’à la s a tié té , celles d ’a u j o u r d ’hu i, re p u e s d e ro m a n tis m e , tr o u v e n t e n ce liv re u n m iro ir tr o u b le e t vieillot. L ’h o m m e s e n tim e n ta l d u X V I I I e siècle est m o r t a v e c la v e n u e d u ro m a n réaliste.
L a « N o u v e lle H é lo ïs e » fo iso n n e d e dig ressio n s sem ées p a r l’a u t e u r a u g ré d e sa fa n ta is ie , p e u t- ê tr e p o u r e n p a s s io n n e r la le c tu re . D e l ’u n e d ’elles e s t n é e , c o m m e u n e lu m iè re à l’é c la t fé e r iq u e , la « L e t t r e d u V alais », v in g t-tro is iè m e d u livre, e t l’u n d es p lu s b e a u x c h a n ts q u e le ro m a n tis m e a it ja m a is p ro d u it. « A p e in e ai-je e m p lo y é h u i t jo u rs à p a r c o u r ir u n p ay s (le V alais) q u i d e m a n d e r a it des a n n é e s d ’o b s e r v a tio n », é c rit R o u sse a u sous les tra its d e S ain t-P re u x .
E t p lu s loin, les im a g e s id é a lisé e s d e n o s sites se s u c c è d e n t e t se re s s e m b le n t to u te s p a r u n m ê m e t h è m e m u s ic a l : « J e gravissais le n te m e n t e t à p ie d des s e n tie rs assez ru d e s , c o n d u it p a r u n h o m m e q u e j ’avais p ris p o u r ê t r e m o n g u id e e t d a n s le q u e l, d u r a n t to u te la ro u te , j ’ai tr o u v é p lu tô t u n a m i q u ’u n m e rc e n a ire . J e vo u la is rê v e r e t j ’e n étais to u jo u rs d é t o u r n é p a r q u e l q u e s p e c ta c le in a tte n d u . T a n tô t d e h a u te s e t b ru y a n t e s c a sc a d e s m ’in o n d a ie n t d e le u r ép ais b ro u il la rd . T a n t ô t u n to r r e n t é te rn e l o u v ra it à m es cô tés u n a b îm e d o n t les y e u x n ’o s a ie n t so n d e r la p ro f o n d e u r. Q u e lq u e fo is, je m e p e rd a is d a n s l ’o b s c u rité d ’u n bois to u ffu . Q u e lq u e fo is, e n s o r ta n t d ’u n g o u ffre, u n e a g ré a b le p ra irie ré jo u is s a it to u t à c o u p m es reg a rd s. U n m é la n g e é t o n n a n t d e la n a tu r e sa u v a g e e t d e la n a t u r e c u ltiv é e m o n tr a i t p a r t o u t la m a in d es h o m m e s où l’on e û t c ru q u ’ils n ’a v a i e n t ja m a is p é n é t r é : à cô té d ’u n e c a v e rn e on tr o u v a it d e s m a iso n s ; o n v o y a it des p a m p r e s secs où l’o n n ’e û t c h e rc h é q u e d es ro n ces, d es v ig n e s d a n s d e s te rre s é b o u lées, d ’e x cellen ts fru its su r des ro ch ers, e t d e s c h a m p s d a n s les p ré c ip ic e s . » D a n s le p a y s a g e , R o u sse a u g o û ta it s u r to u t la p u r e t é d e l’air q u i m u a it ses ra n c œ u r s e n d e b o n n e s h u m e u rs. Il m e tta it, p a r rê v e o u fa n ta is ie , d a n s nos c o n tré e s en ric h ie s p a r son g én ie, les fr u its les p lu s d iffé re n ts,
les o iseaux les p lu s f a n ta s tiq u e s : « I m a g in e z la v a rié té , la g r a n d e u r , la b e a u t é d e m ille é to n n a n ts s p e c ta c le s ; le p la isir d e n e v oir a u t o u r d e soi q u e des o b je ts to u t n o u v e a u x , des o iseaux é tra n g e s , d e s p la n te s b iz a rre s e t in c o n n u e s, d ’o b s e r v e r e n q u e l q u e so rte u n e a u tr e n a tu r e , e t d e se tr o u v e r d a n s u n n o u v e a u m o n d e . »
L a sim p lic ité p ro v e r b ia le d u p a y s a n v a la isa n , son sens d e l’h o s p ita lité d é sin té re ssé e , o n t tiré d e sa p lu m e d ’ex q u is c o u p le ts : « Q u a n d j ’arriv ais le soir d a n s u n h a m e a u , c h a c u n v e n a it a v e c t a n t d ’e m p re s s e m e n t m ’o ffrir sa m a iso n q u e j’étais e m b a rra s s é d u choix ; e t celu i q u i o b te n a it m a p r é f é r e n c e e n p a ra is s a it si c o n te n t q u e la p r e m iè r e fois je p ris c e tte a r d e u r p o u r d e l’a v id ité . M ais je fu s b ie n é to n n é q u a n d , a p rè s e n av o ir u sé c h e z m o n h ô te à p e u p rè s c o m m e a u c a b a ret, il re f u s a le le n d e m a in m o n a rg e n t, s’o ff e n s a n t m ê m e d e m a p ro p o s itio n , e t il e n a p a r t o u t é té d e m ê m e. »
N os b o n s vins le c o u rtis è re n t aussi e n a ig u is a n t son v e rb e e t ses a p p é tits . « E n e ffe t, j ’a v o u e q u e le b o n v in m e p a r a î t u n e e x c e lle n te chose, e t q u e je n e hais p o in t à m ’e n é g a y e r, p o u r v u q u ’on n e m ’y fo rc e p a s. » E t q u e lq u e s lig n es p lu s loin : « J e m ’en iv rais d o n c p a r re c o n n a is s a n c e ; e t n e p o u v a n t p a y e r m o n é c o t d e m a b o u rs e , je le p a y a is d e m a raison. »
A c c o rd o n s e n c o re à R o u sse a u , lors d e son séjour à Sion, q u e lq u e s a v e n tu re s g a la n te s, p r o b a b le m e n t e sq u issées d a n s l’u n d e ces m a g n ifiq u e s e n d ro its : « T o u s les a rb re s q u e je re n c o n tra is vous p r ê t a ie n t le u r o m b re , to u s les g azo n s vous s e r v a ie n t d e siège. »
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Des S é d u n o is e s o n t c e r ta in e m e n t d û é m o u v o ir sa m a s c u lin ité : « J ’o p p o sais q u e lq u e fo is e n s o u r ia n t les g ra n d e s b a r b e s e t l’a ir gro ssier des co n v iv es a u t e in t é b lo u is s a n t d e ces je u n e s b e a u t é s tim id es, q u ’u n m o t fa isa it ro u g ir, e t n e r e n d a i t q u e p lu s a g ré a b le s. »
L e V alais n e se r e c o n n a ît p a s, e t n e s’e s t ja m ais r e c o n n u , d a n s les d e s c r ip tio n s d e R o u sseau . M ais d ’in n o m b r a b le s écriv ain s, sa v a n ts, p o litic ie n s e t m é c è n e s, sous les in v ite s p o é tiq u e s d e J e a n - J a c q u e s , so n t v en u s, e n d ’in te rm in a b le s p ro cessio n s, c h e rc h e r, re c h e r c h e r en n o s te rre s, en nos sites, les im ag es id é alisées d u g r a n d p h ilo so p h e .
H é la s ! le V alais d e R o u sse a u est p lu s u n e c ré a tion d e son g é n ie q u ’u n re fle t d e son o b se rv a tio n . M ais la « N o u v e lle H é lo ïse » a p p o r ta à la litté r a tu r e u n iv e rse lle la p re m iè r e p ie rre , l’u n e des p lu s solides, d u r o m a n tis m e d o n t C h a te a u b r ia n d a lla it ê tre le p è re e t l’a n im a te u r.
G œ t h e n ’a u r a it ja m a is é c rit s u r n o tr e c a n to n s’il n ’a v a it lu R o u sseau . E t c o m b ie n d ’a u tre s c h a n tè r e n t le V alais, b a ig n é s p a r les d o u c e s e t te n d re s co u leu rs d e celui q u i d it u n jo u r e n c o n t e m p l a n t n o s m o n t a g n es e t nos c o te a u x : « ... ce s p e c ta c le a je n e sais q u o i d e m a g iq u e , d e su r n a tu re l, q u i ra v it l’e s p r it e t les sens ; on o u b lie to u t, o n s ’o u b lie soi-m êm e, o n n e sait p lu s o ù l’o n est. »
ou te jeu du capzice
N e lui dem ande pas si l’image que tu suis au gré de son courant est réelle et semblable à celle que tu rêves, dans le cercle ininterrompu de ta pensée ; ne lui dem ande pas si ses yeux sont vrai m ent ces chemins bordés de ciel qui vont où Dieu les m ène, avec leur re merciement quotidien et leur simple miracle d ’exister.
Rivière fantasque, qui se veut à chaque instant une autre !
E n cette m inute de tranquille appa rence, elle te répondra oui, prenant la pierre à témoin, et sa courbe suivante effacera l’image.
Où es-tu, âme de ma pensée, toi qui devais porter la terre jusqu’au-delà d ’elle-m êm e P
La rivière a changé de couleur. Tes regrets ne l’influenceront pas. Les ri vières n’appartiennent à personne, et celle-ci moins que toute autre, m êm e si parfois l’image que tu aimes se des sine plus tangible, dans cette eau qui soudain s’allanguit d ’un désir de pa resse.
Où es-tu, form e achevée de mon rê ve, reflet de m a mémoire au plus loin tain du tem ps P
Un délire d ’écum e fait tournoyer ta terre.
T u te croiras victime d ’un sortilège. Les suppositions les plus folles assail leront ton esprit. Tes pas, sur le sen tier, te feront l’effet d ’un glas.
Où es-tu, om bre claire et très douce, née de ma solitude ?
T u l’imagineras aux prises avec les forces ténébreuses des gouffres souter rains. Une éclipse de soleil frappera ton regard, tu ne verras q u ’une hydre féroce, prête à te dévorer, et ta pen sée jetée dans le pêle-mêle des flots perdra le fil de son existence.
Où es-tu, double de mon silence P L ’onde, à nouveau primesautière, joue à dérober l’hom m e à lui-même.
Tu ne sauras plus au juste qui tu es, et ce n ’est pas le vent qui t’en redon nera le souvenir. Le vent est entré dans le jeu de l’eau... Mais ce pont sans histoire et sans âge, ne connaissant que la rive q u ’il quitte et celle qui l’attend, te rappellera peut-être l’été de ta chanson.
D e l’autre côté c’est Noveli, l’alpe riante où la lumière m êm e paraît nou velle. N ’était-ce pas là q u ’habitait la fé e de la clarté ? Il suffisait de tou cher un pan de sa robe à l heure ou le premier rayon descend sur l alpe, pour q u ’aussitôt l’âme se sente libérée de ses fantômes. C ette fé e enseignait que la joie était à l’origine de la créa tion du m onde, et que tout pouvait être sauvé par la joie.
T u passeras ce petit pont. L ’appel d un cor t’arrivera de plus haut. Dans ce pays où toute résonance est profon de, tu comprendras que rien, non plus, n’est privé de signification.
T u marcheras encore un peu. L e ro se intense des rhododendrons te fera fête, tu te croiras en pleine ferveur d ’un chant d ’amour. Un pâtre te croi sera peut-être qui te saluera au passa ge, pour la fraternité de ton sourire. Peut-être ne rencontreras-tu personne, hormis la présence invisible de cette fée ancienne dont les doigts continuent de tracer dans l’espace les lettres joyeu ses de « N oveli ».
Un silence d ’eau calme te redira ton bonheur.
Te voici enfin, forme d ’aucune f i gure mortelle, au regard étonné de re paraître.
Tu voudras la saisir, cherchant pour l’y enfermer l’ovale d ’un miroir, mais déjà la rivière coule vers d ’autre m o ments. A utant de retours à ce qui fut. Puis ces forêts qui l’attendent où les
arbres se disputeront l’aveu le plus d u rable de sa diversité. Plus bas encore, ces hameaux où sa voix confondue à celle des fontaines, emportera jus q u ’aux nuages le babil frais des filles, dans la blancheur du linge étendu au soleil.
Une chapelle du chemin t’ouvrira sa porte. Là-bas le bruit de l’eau... Mais bientôt ta prière fera que tu l’oublies. L ’onde capricieuse pourra bien disper ser l’image qui t’est chère, tu la re trouveras au fond de toi sous le nom d'espérance.
/.
( P h o to P e r r e t , L a C h a u x - d e - F o n d s ) L a P r i n t z e a u - d e s s o u s d e N e n d a z
^j)ûiins oalaisans
Lettre à mon ami Fabien, Valaisan émigré
Mon cher,
Il est temps que je vienne t ’entretenir de l’événem ent du mois, je dirais m êm e de l’année p o u r ne point parler du siècle. Le tunnel du G rand-Saint-B em ard d o n t je t ’en tretenais dans m a d ernière missive, a trouvé grâce devant un P arlem ent valaisan unanime.
Oui, m on cher, unanim e ! Si paradoxal que cela te puisse paraître, il n ’y a pas eu d ’opposants. Ils étaient donc bien médisants ceux q u i — et j ’en étais —- prévoyaient des escarmouches et de violentes diatribes.
Il est vrai q u ’ici com me ailleurs a joué la loi des équi libres. Il a fallu p rom ettre beaucoup dans le Haut-Valais p o u r em porter son adhésion. Il y e u t des « favorablem ent contre », des « défavorablem ent p o u r » et des convaincus.
E n politique, cependant, c’est le résultat qui compte. E t il est là, à la portée de mains. L e Valais va investir trois millions dans cette œ uvre et sans doute son attitude aidera à convaincre les hésitants d u canton d e V aud et de la ville d e Lausanne q u i vont devoir p ren d re une décision analogue. E t qui sait si je ne pourrai pas, cet autom ne déjà, t ’annoncer qu e trax et camions rem plissent d e leurs bruits infernaux le cirque de la C antine-de-Proz ?
A propos de bruits, sais-tu q u ’on voit d ’un mauvais œil le bois de F inges devenir une place d ’exercice p o u r ces joujoux dangereux achetés en vue d ’un e guerre éventuelle et q u ’on appelle tanks ?
Comme dans toutes les régions de Suisse, on pense q u ’ils doivent aller ailleurs, je prévois q ue nos soldats, d ’ici peu, iront s’entraîner au m aniem ent de ces engins décidém ent peu esthétiques dans l’u n des nombreux pays amis de notre Helvétie n eutre et pacifique. Seulement voilà, à titre de réciprocité, on risque de nous dem ander égalem ent u n jour le m êm e service. E t là, notre hospitalité traditionnelle sera mise à rude épreuve.
Pour l’instant un appel est lancé à l’endroit du gouver nem ent mis de la sorte en face d ’u n problèm e cornélien. Que Berne nous envoie ses subsides et garde ses chars blindés ! Tel sera probablem ent le dénouem ent de cette crise.
P ar bonheur, nous avons d ’autres raisons de nous réjouir. Ainsi les principales organisations économ iques du pays ont tenu leurs assises dans cette am biance euphori que q u i est b ie n propre à notre peuple naturellem ent gai q uand il n ’est pas entraîné p ar cette inquiétude de com m ande sans laquelle les hommes ont de la peine à se faire p rendre au sérieux.
Ainsi les gens du tourisme, les hôteliers, les promoteurs de la m arche à p ie d et les propagateurs de nos vins et de nos fruits se sont to u r à tour réunis. Ils ont adopté de volumineux rapports et pris d e vibrantes résolutions. Ils se sont plongés dans les statistiques et se sont congratulés m utuellem ent des brillants résultats obtenus. T out cela en attendant de copieux banquets ou de frugales collations, selon les possibilités de chaque groupem ent.
F a it à relever, l’Office de p ro pagande p o u r nos vins a tenu son assemblée p eu après celle de la Ligue valaisanne
d ’action antialcoolique. Cela a perm is à certaines person nalités d ’assister aux deux manifestations et d ’apporter leur appui aux deux institutions. Qui oserait prétendre q u ’elles visent des buts opposés ? H onni soit qui m al y pense.
Très rem arqué fut égalem ent le rassemblement des éclai reurs valaisans qui choisirent la bise de Martigny pour m ettre à l’épreuve la résistance de leurs tentes. H eureuse jeunesse à la recherche de l’inconfort et de l’insouciance ! L a jeunesse est d ’ailleurs aujourd’hui comblée p a r d ’au tres distractions. N ’a-t-on pas vu u n bataillon d ’enfants em portés un beau jour p ar la locomotive « Valais » mise récem m ent en circulation pour nous rappeler que les che mins de fer suisses appartiennent au peuple suisse ?
Mais un des passe-temps les plus agréables qui puisse se trouver est encore bien, en cette saison, d ’aller se placer au passage d ’un train de fraises se dirigeant vers nos C on fédérés. Il laisse derrière lui un parfum caractéristique propre à soutenir la propagande entreprise e n faveur de cette baie délicate. L ’un d e ces trains est m êm e sorti des rails dernièrem ent, quelque p a rt e n Suisse allem ande, et cela a donné la plus gigantesque m arm elade q u ’on ait jamais connue. T out le m onde ne l’a cependant pas ap p ré ciée avec le mêm e enthousiasme.
La saison, je te l’ai déjà dit, s’annonce assez propice pour nos agriculteurs. C ’est to u t juste si l’on ne nous en fait pas grief dans certains milieux, à telle enseigne que les sphères dirigeantes de nos organisations doivent s’em ployer à faire adm ettre q u ’une année où il n e gèle pas n ’est pas nécessairement une calamité. O n se b at quelque p eu à propos des prix que d ’aucuns voudraient « populai res » ! Il fau t entendre p ar là que l’on ne craint rien de plus que de voir les paysans se rattrap er des mauvaises récoltes.
Mais au m om ent où je t’écris ces lignes, tout risque de bien finir p o u r nos abricots, attendus avec im patience p ar ceux qui savent e n savourer le goût délicieux. E t si l’eau t’en vient à la bouche, entreprends en Valais ce voyage depuis longtemps promis. T u y trouveras de joyeuses et délectables occasions d ’occuper tes loisirs.