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Carnets philosophiques ; vol. 1, no 2, janvier 1952

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J a n v i e r 1952 7oi« I,:.'KO. z

/

AOU 6 I9Î9

BlBLlOTiÙQJE THÉOLOGIE - PHILOSOPHIE

Organe des E t u d i a n t s de l a Faculté de Philosophie da

(

(2)

GMNETS FKILOSûPrilQUES Janvier 1952. V o l . 1 , No. 2 Organe des Etudiants de l a Faculté de Philosophie

de

l'Université de Montréal.

D i r e c t e u r : L o r i s Racine Rédacteur en chef : Femand Gauthier A s s i s t a n t - D i r e c t e u r : Roland V e r r e t t e Rédacteur: Bertrand Rioux

SOMMAIRE COMPTES RENDUS:

Femand Gauthier C r i t i q u e de nos amoureux 3 Charles Thurber A propos de "Huis Clos" 6 Bertrand Rioux L e t t r e s aux hommes du Pape Côlestin V I

-Giovanni P a p i n i 7 G i l l e s Deraers Le s p i r i t u a l i s m e de Bergson 8

FWrTAISIES:

Jean-Louis Le Scouarnec Le rêve , 10

L u c i l e Durand Autodafé 12 Le c r i déserté .« 13

L o r i s Racine Après-midi d'automne 13 Quelle e s t l a t r i s t e s s e indécise lU

CULTURE CANADIENNE-FRéJJCAlSE:

L o r i s Racirfâ N o t i o n de c u l t u r e e t c u l t u r e

canadienne-française 15 Odilon Gagnon ,. Pour une pensée vraiment canadienne 18

Raymond Beaugrand-Champagne ... Aspects du mouvement i n t e l l e c t u e l

au Canada français 20 L o r i s Racine Poirr un théâtre canadien d'ejqjression

française 25 ENQUETES:

P i e r r e Charbonneau Réalité du surréalisme 28 Frère Hector-.'\ndrê,

de l ' I n s t r u c t i o n Chrétienne ... Philosophie de l a communication du s a v o i r , JL

Jean-Louis Le Scouamec Pour d e v e n i r i n t e l l i g e n t 3lt Jean-René Major La jeunesse québécoise devant l a

s i t u a t i o n i n t e r n a t i o n a l e 36

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CRITIQUE DS NOS AMOUREUX

Le 30 novembre dernier, LE QUARTIER LATIN consacrait deux pleines pages au problème de l'amour. Je me peimiets une c r i t i q u e très sommaire de c e r t a i n s a r -t i c l e s parus dans ce numéro de n o -t r e j o u r n a l o f f i c i e l .

Monsieur Marin, ou LITTRE CONTRE VEI'US: c e t a r t i c l e e s t une f a r c e , une sor-t e de sor-t o u r de f o r c e q u i se v e u sor-t sor-très s p i r i sor-t u e l , naia q u i n ' a b o u sor-t i sor-t qu'à vous dégoûter complètement. - En e f f e t , q u i peut se v a n t e r de connaître son Littré de mémoire? Quel audacieux peut prétendre à l a maîtrise t o t a l e de sa langue? Notre auteur décline sa compétence: "Or. ne maîtrise pas sa langue, n i â p l u s f o r t e r a i s o n c e l l e q u i peut l'employer l e p l u s . " I l aime f e u i l l e t e r l e d i c t i o n -n a i r e e t s'arrêter à tous l e s mots -nouveaux do-nt l e s défi-nitio-ns s'appelle-nt l e s unes l e s a u t r e s . E t vcilâ Monsieur Marin: "Je mords e t c e t t e f o l l e ronde m'emporte à t r a v e r s l e s paysages du voliane jusqu'à ce que j e tcanbe d'épuise--ment." - Je ne s u i s pas p u r i t a i n e t j e trouve l ' a r t i c l e de Monsieur Marin i g n o b l e .

Bo mê>ae que Monsieur Marin se r e f u s e l a maîtrise de l a langue française parce q u ' i l ne peut pas réciter son Littré par coeur, a i n s i i l prétend ne pas connaîtra LA F M Œ parce q u ' i l ne connaît pas TOUTES LES FfJffiES d'expérience vécue. - En bonne logi',jue (du moins selon l e s p r i n c i p e s d'vme l«»gique assez r e s p e c t a b l e ) , i l n'est p o u r t a n t pas nécessaire de f a i r e l e dénombrement comp l e t des comparticulières compour a t t e i n d r e l ' u n i v e r s e l l e , l a comp r o comp o s i t i o n u n i v e r s e l -l e ne s e r a i t p-lus a -l o r s qu'une p r o p o s i t i o n généra-le, assimi-lée â -l a forme de l a p r o p o s i t i o n particulière. Cependant, j e comprends l a logique de Monsieur Marin. H se réclanie, peut-être inconsciefntiient, du pragmatisme de John Dewey, l e q u e l n i e l ' u n i v e r s e l logique parce q u ' i l e s t toujom-s impossible de donner une énumération exhaustive cies cas p a r t i c u l i e r s .

.Jusqu'à ce^ qu'on se s o i t prouvé l e c o n t r a i r e , i l e s t peut-être alléchant de f e u i l l e t e r l e s femmes comme on l e f a i t d'un d i c t i o n n a i r e , même s i on d o i t , par i n t e r m i t t a n c e , tomber "d'épuisement".

DIaLOaUES SUR L'AMOUR: Marcel Dubé se complaît â nous envoûter dans l ' a t -mosphère douteuse d'un ca.fô. Js l e c i t e : "Tout e s t b l e u . Les v / a i t e r s , l a musi-que, l e s femmes, l e s hommes e t l e s t a b l e s . Des c l i e n t s i v r e s sont couchés par t e i v e . Mais dans un c o i n . . . " - I l y a là un garçon e t une f i l l e q u i s o u f f r e n t du mal e x i s t e n t i a l i s t e . L'incommianicabllité, Le garçon s o u f f r e de ne pouvoir pénétrer l'aimée, de ne s a v o i r oû e l l e e s t : "Ne rae d i r a s - t u jamais où t u vas?... Avec q u i ? " - On se s o u v i e n t a l o r s de Sartre q u i nous enseigne que l e j e u mené entre l e s deux amants e s t d ' o b t e n i r de l ' a u t r e c e t être q u ' i l s'est f a i t de nous: " I l s ' a g i t pour moi, de me f a i r e être en acquérant l a possibilité de prendre sur moi l e p o i n t de vue de l ' a u t r e " , ( c f L'être e t l e néant, p. i t 3 2 ) . Dans c e t t e p e r s p e c t i v e , l'amour e s t impossible e t l e s amants sont sans cesse renvoyés de l ' u n â l ' a u t r e , ne se r e t r o u v a n t jamais l ' u n dans l ' a u t e e . Incom-municabilité. En e x i . s t e n t i a l i s m e , c'est a l o r s l ' i s o l e m e n t , l e désespoir q u i mène au masochisme. Les amants ieviennent réciproquement des o b j e t s q u i

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s'of-â racevci.,: „..:... alessure l a p i n s iculouï. ,. , ; .. ;• -."-s

dialogue da îvfonsieur Dubé, on comprend ce reproche qu'adresse l a f i l l e axi gar-çon q u i v o u l a i t l a f r a p p e r , mais q u i n'a pas osés "Tu as eu t/Ort« Tu a u r a i s dû. Tu as manqué l e s e u l i n s t a n t oû t u pouvais m ' a t t e i n d r a . "

DIALOGUE AUX TMWS BARRAESS. NOUS avons là, ds Mademoiselle L u c i l l e Durand, un dialogue p l e i n d'émotion e t de vérité q u i évoque l'amour sévère et merveil-l e u x qu'avaient merveil-l e s c h e v a merveil-l i e r s du moyen âge pour merveil-l e u r s b e merveil-l merveil-l e s . - I merveil-l s ' a g i t d'un o r g u e i l l e u x g u e r r i e r q u i r e n t r e de campagne, s t q u i donne l ' i m p r e s s i o n d'être encore r a a p l i de sa victoire» I l r e t r o u v e sa dame en son château. Apr«3 l ' a -v o i r regardée comme un de ses o b j e t s , une s o r t e de possession, l e -voilà tout â coup commotionné par un s e n t t e e n t ( f a ' i l ne conaaâssait pas. D'es«fLav© q u ' e l l e était, sa dame e s t devenue â ses yeux une égale, une compagne t o u t e b e l l e . C'est l'amour q u i a ©u r a i s o n de l a brutalité du c h e v a l i e r : "Me v o i c i , e s c l a -ve d© tes yeux m g n i f i q u e s s soii? ma siaîtresse ex3.gearrte en ses ordres," ~ Mademoiselle Durand c r o i t peutêtre que l'homme du SSe siècle ressemble q u e l que T>su aux seigneurs de l'époque médiévale. E l l a a raison. Nous sommes t o u -j o u r s des hommes v i r i l s , de ces c h e v a l i e r s q u i sa rendent t o u -j o u r s devant " l e s yeux magnifiques". - Merci â L u c i l l e ÎXirand d ' a v o i r donné dans son cllaloguQ une fûtiias d ' a l l u r e typiquement férfîiniae, a l o r s que siîon e;<pérlence u n i v e r s i t a i -r e m'a p-rouvé que l e s étudiantes de l a montagne péchaient géné-ralement p a -r t -r o p de masculinité. La femme e s t l'égale de l'homme dans sa différence,

Monsieur Roger Nadeau nous donne "UNE DEFIÎ^'ITION DE L'AMOUR." I l nous aver-t i aver-t que c'esaver-t l a l e f r u i aver-t d'une expérience vécue: "L'amour, c'esaver-t l'avenaver-tijire excessive de deux êtres (généralement un hornm e t une femme...) j o u i s s a n t de l'unique e t c u l t i v a n t l e r a r e au s e i n du nombre e t de l'unifomité."

CJiand Roger d i t qus l'amoiir e s t une "AHMTURE", i l entend p a r lâ "que l a rencontre e s t alléatcir-e, e t l a l i a i s o n t o u j o u r s précaire." D'accord en seioua-litê.

Cette aventure e s t "EXCESSIVE"? - On sent lâ l a f a t i g u e , l'épiisement s u i t 1'orgasme: "les énergies y sont engagées à doses normalement impossibles â s o u t e n i r . " C'est malheureux.

L'aventure "DE DEUX ETRES", Mais qu'on s o i t t r o i s ou deux (Monsieur Nadeau sanble .s'opposer aisc t r i a n g u l a t i o n s q u i l u i p a r a i s s e n t ^îlcieuses), s i l e b u t visé e s t l a jouissance s e x u e l l e , l e nombre des complices p e u t devenir un f a c

-t e u r de sensa-tions n o u v e l l e s .

Nos deux êtres j o u i s s e n t "DE L'UNKjîJE". - On p a r l e i c i d'incommunicabilité e t da " l a classique a b e r r a t i o n des amoureux q u i prétendent â un amour encore non vécu", Js c r o i s que c'est cccpédiez' f a c i l e m e n t l a q u e s t i o n . S i on r e j e t t e "Ihmiqu©" en amour comme éléssent réel, comment peut-on l ' i n c l u r e dan,s l a dé-f i n i t i o n qu'on se dé-f a i t de celuî-ci, sinon comme l e comédien q u i accepte ds j o u e r l a f a r c e q u ' i l s a i t .

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• Mais quand. Monsieur Nadeau nous d i t que r :. êtres Cuj.-...i/ei;.x. -Lù v^ty-1 on l e sent déjà p l u s à l ' a i s e . Ce mot d i t mo. . •: "esthâtisrae v i t a l ? l u t t e c o n t r e l a r o u t i n e . . . " Je pense su nombre i n c a l c u l a b l e des e3q)érience.s e n s e i -gnées e t éditées q u i permettent aux arnsfats de se renouveler dans l e " r a r e " .

Ge " r a r e " s e r a i t cultivé "AU SEIN DU NOf.lBRL ET DE L'UNIFORMITE". - J'avoue ne pas b i e n s a i s i r ce que Monsieur Nadeau entend i c i . Je ne f a i s pas l e j o i n t des e x p l i c a t i o n s q u ' i l donne â propos de ce "ncœibre" e t de c e t t e "uniformité". Je r e n v o i e l e l e c t e u r au t e x t e de son a r t i c l e . Le sons q u ' i l donne a son "nom-b r e " m'échappe complètement; t a n d i s que j e -verrais dans l e s e x p l i c a t i o n s qu'.ll donne de "1'uniformi-té", c e l l e s plutôt de l a multiplicité des expériences avec des p a r t e n a i r e s différente. Quoi q u ' i l en s o i t , ces passages sont obscurs. L'obscurité en p a r e i l l e matière s e r t souvent à nous f a i r e avalër une f o u l e de choses.

Une t e l l e définition de l'amour exhale une t r o p f o r t e odeur de sensuali-bé. C'est l'appétit sexuel t o u r n a n t autour de sa p r o i e a f i n de l a s a i s i r ds tous côtés. L'homme q u i aime e s t a u t r e chose qu'une ventouse en quête d ' a p p l i c a t i o n . Je concède que l ' u n i o n s e x u e l l e e s t une fornaile d'esqaression ainourèuse. Recher-chée exclusivement, e l l e d e v i e n t une monstruosité. L'Mour -vrai v e u t nécessai-rement se dédoubler dans l ' e n f a n t . Au c o n t r a i r e , on y rencontre l'aventure de deux êtres q u i se cherchent lnsatiablem<;nt l ' u n dans l ' a u t r e . On n'y v o i t pas non p l u s , dans sa définition, que l e s amants u n i s s e n t l e u r s acti-vltés dans l a p o u r s u i t e d'un cer-tain idéal d i v i n ou humain. On a s s i s t e plutôt à des équipées b e s t i a l e s .

L'auteur s o i n de nous accorder l a liberté de <d.fférer d'opinion avec l u i : "Nul doute que c e t t e définition ne pourra être s a t i s f a i s a n t e pour tous. On pourra se r a p p e l e r q u ' e l l e n'a été fabriquée que pour mes besoins propres, q u i ne sont pas nécessairement l e s besoins de -bous.-' Heureusement. - ^vant de t e r m i n e r , j ' a i m e r a i s que l e l e c t e u r remarque b i e n l e mot "fabriquée" de l a der-nière c i t a t i o n que j ' a i f a i t e de l ' a r t i c l e de Monsieur Nadeau. Pourquoi? Parce que -tout simplement on nous d i t quelque p a r t , en p a r l a n t des définitions des philosophes: "...définir e s t une j o u i s s a n c e de l ' e s p r i t , e t en l a matière q u i nous occupe, i l importe do j o u i r de quelque manière..." A l o r s pourquoi nous a v o i r donné une définition de l'amour? Monsieur Nadeau n ' a u r a i t pas dû "con-c e n t u a l i s e r ses émotions" ( s i "con-c ) .

Connaissant personnellement Monsieur Nadeau, j e c r o i s que chez l u i l'amour e s t xme expérience vécue. Au l i e u de concep-baallser ses émotions s e x u e l l e s , un des phénomènes de son expérience vécue, i l a u r a i t pu nous donner une défi-n i t i o défi-n p l u s e x t e défi-n s i v e de l'amour.

Femand Gauthier

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A PROPOS DE "HUIS CLOS"

Un salon s t y l e Second B n p i r e , un bronze sur l a chendnée, un déserteur, une i n v e r t i e , une i n f a n t i c i d e : l ' e n f e r .

J ' a i l u "Huis Clos" i l y a deux ans, j ' a i trouvé que s'ét/ait désespérant. Je v i e n s de l e r e l i r e e t j ' y a l découvert un c e r t a i n optiïnisine q u i n'est pas voiHu par M, S a r t r e , j ' e n s u i s eûr. Nous avons i c i dans t o u t e sa cj-Tiautê l e problème de l a c o O T i n i c a t i o n des consciences e t de l'araour, l e problème de l ' a u t r e t e l que peut l e poser l ' a x i s t e n t i a l i s r a e atliée,

M. S a r t r e écrit quelque p a r t s "L'ho'vBBe moderne e s t s e u l " . Coinraent ae l e se-r a i t - i l pas apse-rès t se-r o i s siècles de " c o g i t o " ? L'hoise-rime modome e s t t e l l e t a e n t s e u l , t e l l e m e n t replié s^iir lui-même, s'or ses p e t i t e s expériences s t sur sa p h i l o s o p h i e p e r s o n n e l l e { ^ l ' i l l u i e a t impossible de coirniamiquer avec l e s

au-t r e s , de se f a i r e d€iis amis. I l n'a que des camarades, compagnons de au-t r a v a i l ou d© p l a i s i r q u i ne sont pour l u i que des i n s t r u m e n t s , des espèces de m i r o i r s qui l e réfletent e t l u i f o n t découvrir ca q u ' i l e s t . C'est par l e s autre.g que l'hoffiîne se connaît luimême. De ce f a i t l e s autres ne peuvent être q u ' i d e n t i fiés â l ' e n f e r . Qui m'assure q u ' i l s me élisent l a vérité? Peutêtre ne v e u l e n t -i l s que me n . a t t e r pour e n s u -i t e me r -i d -i c u l -i s e r . Peut-être exagêren-fc--ils mes défauts dans l e s e u l b u t de me t o r t u r e r , ds me v o i r s o u f f r i r . J ' e s s a i e r a i d© m'enfermer en moi-même. Je f e r a i coimne l e s héros de "Huis Clos", j ' i r a i a'as-s e o i r a'as-sur mon f a u t e u i l e t ne t e n t e r a i r a a'as-s de ccxnprendre mea'as-s a'as-semblablea'as-s. S i " l ' e n f e r , c'est l e s a u t r e s " , en me réfugiant dans l a s o l i t u d e , j e s e r a i t r a n s -porté au c i e l . Mais l a s o l i t u d e e s t i j n p o s s i b l e . M. S a r t r e l ' a biçn v u , Garcin t e n t e r a d ' a r r i v e r â une e n t e n t e avec Inès e t E s t e l l e , C'est l a bagarre q u i r e -prend : E s t e l l e veut se f a i r e aimer de G a r c i n , Inès s'y oppose e t Garcin avoue-r a avec désespoiavoue-r: ''Je ne peux pas t'aimeavoue-r quand e l l e nous v o i t " ,

Si seulement Inès n'était pas là, Garcin e t E s t e l l e p a r v i e n d r a i e n t â éprou-ver de l a qympathit; l'-on pour l ' a u t r e . C'est lâ une remarque cpe peut f a i r e l e l e c t e u r , mais dans l a réalité i l ne peut en être a i n s i . L'amour t e l que l ' e x -pose S a r t r e dans t i ates ses oeuvres n'est qu.«une s a t i s f a c t i o n égoiste, E s t e l l e ne désire po^s airaei , mnls être aimée. Garcin, l u i , ae veut qus l a d o a i j i a t i o n .

Bh moment d'espoir e s t s n t r e w pour Garcia. I l se précipite v e r s l a p o r t e . I l c r o i t qu'on l a l a i o u v r i r a . 11 pourra a i n s i se libérer, échapper â l a t o r -t u r e morale. I l pr-,..-fere l a -t o r -t u r e physique: "Plu-tô-t cen-t morsures, plu-tô-t l e f o u e t , l e v i t r i o l cme cette souffrance de tête, ce fantôme de souffrance q u i frôle, q u i caresse e t q u i ne f a i t jamais assez mal". La p o r t e s'o-avr-e. Inès c r i e : "Eh b i e n Gar;dn? a l l e z - v o u s en". Eh b i e n nonî Garcia x-este. I l a besoin des a u t r e s , d'Inès s u r t o u t a q u i i l a f a i t des confidences (ce q u ' i l f a u t se garder de f a i r e ) . I l l u i d i t s "T»imaginais-tu que j ' a l l a i s p a r t i r ? Je ne pou-v a i s pas t e laisse:;- i c i , ti-lcraphante apou-vec t o u t e s ces pensées q u i me concernent'" Que r e s t e ~ t - i l â f l i r e maintenant? L u t t e r l e s uns c e n t r e l e s a u t r e s , l u t t e r pour l'éternité. G-rein se lève e t d i t s "Eh b i e n , continuons".

On me t r o u v e r a c e r t e s téméraire d ' a v o i r affirmé qu'en r e l i s a n t "Huis Clos" j ' y a i trouvé une lueur d ' e s p o i r . I l me r e s t e donc â m'expliquer.

C'est un f a i t ci'â c e r t e i n s moments de n o t r e v i e nous pouvons nous écrier en t o u t e sincérité-;; "L'enfer, c'est Ic^s a u t r e s " . Ne pouvons-nous pas l e f a i r e lorsque nous sous .2onc8nt«ms e t que quelqu'un v i e n t nous d i s t r a i r e , lorsque

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noua soufi^oiis e t que nous voyons l.es autres r i r e ? A chaque i n s t a n t de l a j o u r

-née, noue a u r i o n s r a i s o n de détestar l e s a u t r e s . Mais d'où v i e n t que nous ne l e f a i s o n s pas continuellement? C ' es t q u ' i l nous a r r i v e de nous o u b l i e r , q u ' i l nous a r r i v e , l o r s q u e nous sommes dans 1© malheur, de penser â ceux q u i sont p l u s malheureux que nous. Nous sympathisons. Nous venons â o u b l i e r n o t r e p r o -pre s o u f f r a n c e pour ne p l u s penser qu'à c e l l e des a u t x ^ s . Nous esss^ons de l e s consoler e t , l o r s q u e nous voyons que nous avons réussi â l e s soulager un oeu, nous somies heureux e t c'est a i n s i que naît l'amour. S i nous avons besoin des a u t r e s , ce n'est pas parce q i i ' i l s s o n t u n donné, un f a i t b r u t , mais parce

q u ' i l s nous a i d e n t â nous o u b l i e r , à o u b l i e r n o t r e s o u f f r a n c e , n o t r e m o r t . Même s i q u e l q u e f o i s l e s a u t r e s nous f o n t s o u f f r i r , l o r s q u e nous f a i s o n s 'm e f f o r t pour nous o u b l i e r , p e t i t à p e t i t noua transcendons c e t t e souffrance q u ' i l s nous a p p o r t e n t . Pour être heureux en société, i l ne f a u t pas nous enfermer dans no-t r e égoisme, mais s o r no-t i r de nous-mêmes. M. S a r no-t r e c r o i no-t que c e l a e s no-t inçiossi-b l e e t c'est p o u r q u o i , en r e l i s a n t "Huis C l o s " , j ' a i découvert que l a pièce

l a i s s a i t place â l ' e s p o i r ; en e f f e t , j e me s u i s ap«*rçu que t o u t ou presque t o u t y était a r t i f i c i e l , vus l e s préjugés de M. S a r t r e .

Devant l ' a u t r e nous avons donc l e c h o i x e n t r e deux a l t e r n a t i v e s ; ou nous enfermer dans n o t r e égoisme ( c ' e s t ce que f o n t l e s héros de S a r t r e même quand i l s e s s a i e n t de communiquer. Cette p o s i t i o n ne p e u t êts'e c o n t i n u e l l e sans quoi e l l e dervient a r t i f i c i e l l e ) e t être plongés en e n f e r , ou s o r t i r de nous-^ntraes, nous o u b l i e r , nous e n d u r c i r â l a s o u f f r a n c e que nous apportent l e s a u t r e s , a i -mer même c e t t e s o u f f r a n c e , nous y délecter a f i n de l a dépasser e t d'être éle-vés jusqu'au c i e l p a r l ' e s p o i r qu'engendre l'amour véritable. N'est-ce pas dans ce sens que l e C h r i s t nous dOTsande d'aimer même nos enn^aisî

Clîarles ïhurber

LETTRES àm. nmm DU PAPE CELESTIK vï - GIOVANMI P/IPBÏI

"G<rf3ien de ceuix q u i l i s a n t ces l e t t r e s , s'exclameront à v o i x haute ou dans l e s e c r e t do l e u r coeurs " E n f i n i " E n f i n , ces choses-lâ q u ' i l e s t s i i m p o r t a n t que l e monde a c t u e l entende, e n f i n , e l l e s o n t été d i t e s . . . " écrit M. Marcel

Brlon dans l a préface. E n f i n v o i c i une grande âme de l a lignée des Bloy,

Ber-nanos, M a r i t a i n e t Claudel q u i ouvrent l e s écluses d'or de son coeur OK>ressé d'une immense charité pour en l a i s s e r c o u l e r l e s f l o t s pressés e t l e s l a v e s brûlantes d'un f e u dévorant d'amour. Quels accents sublimes, q u e l l e chaleur i r r a d i a n t e , q u e l l e angoisse d i v i n e , q u e l l e langue chargée de t o u t e l a poésie de l a création e t de l a rédemptionl

E n f i n v o i c i l a f o l i e , l a v r a i e f o l i e du c a t h o l i c i s m e : un homme découvre â ses semblables son Srae décliirée p a r l e s d e r n i e r s spasmes d'une humanité

se t o r d de douleixr dans l'épouvante d'un cataclysme u n i v e r s e l e t p o u r t a n t p a i -s i b l e en -son Dieu q u i l a f a -s c i n e e t l'entraîne dan-s l e -s profondeur-s inénarra-b l e s de son mystère i n f i n i . Un homme ose c o n f r o n t e r l e Dieu q u ' i l adore à ge-noux e t q u ' i l alî!» comme son Père, comme l e s e u l Père des hcamnes, avec c e t t e pauvre humanité en g u e n i l l e s q u i chemine s i douloureusement â t r a v e r s l e s âges e t q u i a t t e i n t a u j o u r d ' h u i au f ^ t e de ses malheurs, avec c e t t e E g l i s e OÙ p u l -l u -l e n t -l a vermine, -l a -lâcheté -l a p -l u s i n v r a i s e m b -l a b -l e e t -l e s t r a h i s o n s -l e s p -l u s ^ m i q u e s . E t i l l e f a i t v i c t o r i e u s e m e n t non â cause de ses p a r o l e s , de preuves

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a p o d i c t i q u e s , de syllogismes po-ussiéreux dont se gaussent b i e n des théologiens, mais â cause d'un s o u f f l e pi-ophétique, du témoignage d'une v i e q u i s ' e n f l e de

toutes l e s v o i x de l a C r o i x e t du C i e l , Cette f o l i e q u i l e doirD.ne, comme i l v o u d r a i t l a communiquer â tous l e s hoiranes, â tous l e s chrétiens e t p r i n c i p a l e -ment à tous l e s prêtres e t â tous l e s r e l i g i e u x souvent s i i r r e s p o n s a b l e s du

s a l u t du monde q u i , p o u r t a n t , l e u r a été confié à un t i t r e s i élevé. Soyez un . peu p l u s fous de v o t r e C h r i s t , de c e t t e Vérité q u i e s t l i e . "Ne savea-vôus qpie seule l a f o l i e , l a f o l i e de l a Ci'oix, peut ramener l e s honimea â l a sagesse." p. k3 ~ Ce&sez donc de vous prévaloir du C h r i s t pour c o n s t r u i r e un système a r -chi-fcectonique du monde. Cela, c'est du surplus q u i présuppose l a plongée absur-de dans l a f o i . N'évincez pas l a C r o i x au p r o f i t absur-de v o t r e .optimisme béat, char-n e l s t temporel dochar-nt l e s hommes char-ne v e u l e char-n t pas. Ne r e s t e z pas exigoués dachar-ns uchar-ne vanité h o r r i b l e . Souffrez i m peu p l u s du mal dans l e monde au nom du C h r i s t qui n'est pas reçu, au r i s q u e de f a i r e c r o i r e que vous ne connaissez pas assez l e s preuves de s a i h t Thomas. F a i t e s à Dieu, l'honneur de 3 o u . f f r i r dans v o t r e f o i en des temps aussi barbares cù l a p a i x du coeur ne peut descendre que de l'Es-p r i t Consolateur e t non d'un arrangement r a t i o n n e l de questions e t de rél'Es-ponses. Ressentez, avec P a p i n i , ce mystère d'iniquité e t vous aurez chance de vous dé-p o u i l l e r de vous-mêmes e t d ' a t t e i n d r e a i n s i à c e t t e sérénité que ne t r o u b l e pas l a tempête. ,

Ce l i v r e niagnJ.fiqus, comme j a i l l i du coté du C h r i s t sur l a C r o i x , e s t appe-lé â régénérer nos pauvx'es âmes e t à l e s a s p i r e r vers l e s ânes du p l u s p u r hé-roisme r e l i g i e u x . I l e s t appelé à démasquer l e s i m i t a t e u r s du C h r i s t chez tous ceux q u i v i v e n t de L u i e t spécialement chez ses prêtres, â i n v i t e r l e s hommes â chanter l a g l o i r e de Dieu dans tous l e s cantons de l a science e t à entrepren-dre l a réintégration du genre humain dans l e c h r i s t i a n i s m e , à démarquer l e s responsabilités de chacun de nous dans c e t t e oeuvre de s a l u t c o l l e c t i f , " j e vous l e d i s à vous a u s s i , e t l e d i r a i jusqu'à mon d e r n i e r s o u f f l a : l e s hommes doviendront tous chrétiens ou périront épouvantablement." p . 77.

Bertraiîd Rioux

LE SPIRITUALISME DE BERGSON

I l semble étrange, au moins c u r i e u x , de v o i r une p h i l o s o p h i e de l a r a i s o n r e j e t e r l ' i n t e l l i g e n c e . Cette .répudiation étonnerait moins s i Bergson ne cher-c h a i t pas â l u i s u b s t i t u e r l a sensibilité, l ' i n s t i n cher-c t , l ' i n t u i t i o n cher-comme cher-cicher-cé- cicé-rone de l ' e s p r i t .

L ' I n t u i t i o n , pour l ' a u t e u r de "L'évolution créatrice", e s t une espèce de conscience chez l'être humain; une conscience q u i p a c t i s e avec l a n a t u r e . Du-r a n t que l ' e s p Du-r i t s u b i t l a séduction des sens, l ' i n t e l l i g e n c e , comme ce maîtDu-re qui se f i e sur l ' i n t e l l i g e n c e de son domestique, p a r t en voyage dans un p a r f a i t état d ' e s p r i t . Cette absence s u f f i t à l a nature pour a t t i r e r l'âme, pour l ' a p -préhender avec l e s armes mêmes du chef de l a maison. La s i i r p l e appréhension f a i t l ' o f f i c e de p o l l e n , l a nature de c o r o l l e e t l'âme d ' a b e i l l e en quête de n o u r r i t u r e t e r r e s t r e .

La p h i l o s o p h i e de Bergson r i s q u e t e l l e un duel e n t r e l ' e s p r i t e t l ' i n t e l -l i g e n c e , e n t r e -l a s a i s i e immédiate des. choses e t -l'ana-lyse i n t e -l -l i g e n t i e -l -l e de ces choses? Voilà l a c l e f du problème q u i , à f o r c e d ' o u v r i r l e s portes de l a

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difficulté, a p r i s l e t o i i r d'un passe-partout. Prenons un exemple. S i nous com-parions l'âme du poste avec l ' i n t e l l i g e n c e du savant, qu'y a u r a i t - i l au départ, s i n o n un mqjivement de b a s c u l e I Regardons de près. L ' a r t i s t e e s t à l'affût de l a nature avec son âme pour antenne, l e savant e s t au guet du phéncmêne n a t u -r e l avec son i n s t -r u m e n t pou-r -r a d a -r . L'un e n -r i c h i t , l ' a u t -r e dépouille; l e s d»<SiX s'escriment mais non avec l e même f l e u r e t , dans un même "garde à vous". L'ar-t i s L'ar-t e r e s L'ar-t e jeune, frémissanL'ar-t e L'ar-t vague; l e savanL'ar-t e s L'ar-t devenu v i e u x , émoussé e t r i g o u r e u x . Le poète v o l a t i s e des expériences, l e u r donne l a ferme q u a l i t a -t i v e du f e u , du s o u f f l e , de l ' i m a g i n a -t i o n . Le " s c i e n -t i s -t e " e n r e g i s -t r e des f a i -t s expérimentaux, l e u r i n o c u l e l a forme q u a n t i t a t i v e en un sens, du résultat, dè l a s t a t i s t i q u e , de l ' i n t e l l i g e n c e . .Pour Bergson, r a p p e l o n s - l e , l a science e s t un système, un schéma que l ' i n t e l l i g e n c e édifie. C'est sur des données s c i e n

-t i f i q i x e s que l'hcome e s -t conçu e -t i l se. présen-te comme un vas-te réseau, une cour de t r i a g e où convergent l e s r a i l s entrecroisés du physique e t du p s y c h i -que. L ' a r t i s t e au c o n t r a i r e ne r e n i e pas t o u t ce matériel, ce nécessaire, mcds observe l'homme, l a nature comme un p o i n t de f u i t e dans un t a b l e a u . C'est-à-d i r e par l a l i g n e i m p e r c e p t i b l e C'est-à-du fonC'est-à-d où se r a t t a c h e n t C'est-à-dans une harmonie discrète l e s ombres e t l e s autres ligaments du d e s s i n . Le savant a l o r s analyse e t l ' a i ' t i s t e synthétianalyse. Vôilà ce q u i crée sur t e r r e l e s deux grandes c l a s -ses mentales q u i se d i v i s e n t e t sa complètent; d'un côté l e s lôductifs, de l ' a u t r e , l e s i n d u e t i f s . Au fond i l s f o n t peut-être l a même chose mais n'ont pas l e même p o i n t de départ e t n ' a r r i v e n t pas à des s o l u t i o n s analogues.

Le monde de l ' i n t e l l i g e n c e , pour l e ohilosophe p a r i s i e n , e s t f r o i d , caté-gorique; l e monde s p i r i t u e l , suave e t nuancé. Le premier crève de sécheresse, l e second se n o i e de d i l e c t i o n . L'un cherche son être, l ' a u t r e , sa p e r f e c t i o n .

A ce compta, l a science progresse, s'agrandit démesurément e t r i s q u e de passer

à côté de l ' o b j e t ^ q u ' e l l e étudie, l'Homme. "La réalité, d i t M a r i t a i n , se con-çoit de deux manières: l'une e f f l e u r e l'être sans l e pénétrer, c'est l e sens du q u a n t i t a t i f . L'autre l e pénètre e t en conçoit son intelligibilité; c'est l a n o t i o n ontologique e t c'est c e t t e intelligibilité d»où l ' o n t i r e une imma-térialité de l'être q u i permettra de s a i s i r l e s p i r i t u e l " .

Après ce q u i z , i l r e s t e a. nous demander l a q u e l l e des deux conceptions est l a m e i l l e u r e . S i on m'accorde une v o i x au c h a p i t r e , j e répondrai b i e n modeste-ment: aucune. S a i s i r l'immatérialité des êtres e s t l e privilège des dieux; parce nue c e t t e quintessence, p a r f o i s s a i s i e par une f o r t e acuité i n t u i t i v e ,

ne sera jamais réductible e t ne sera que l e vêtement s p i r i t u e l de l'être, non îa c a r n a t i o n ontologique p r o p r e .

I l ne s'ensuit pas que Bergson s o i t né pour r i e n . Sa p h i l o s o p h i e a apporté au monde une nouvelle v i s i o n e t sa d o c t r i n e f u t un rempart c o n t r e l a vague montante du scientisme du XIXe siècle. La p h i l o s o p h i e de Bergson s'est envolée

lar l a fenêtre du l a b o r a t o i r e e t nous a porté â p l e i n e s a i l e s vers l e s sphères non moins concrètes du s p i r i t u a l i s m e .

Gj.lles Demers

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F A N T A I S I E S

LE RE¥S

I l y a pour chaque âme un s o i r pour l e songe, une heure pour l e rêve, u n moment pour l e désir. Pour l e désir de s'évader l o i n du monde aux c o n f i n s de l a t e r r e où l e monde n'est pas v i l a i n , oû l e v i l a i n a d i s p a r u du monde.

E t depuis, c e t t e âme ^rlt l e songe de ce s o i r , l e rêve de c e t t e heure, l e dé- , s i r de ce moment. E l l e a créé sas propres a i l e s , s'est mise â v o l e r comme un jeune oiseau sur l e s a i l e s du v e n t , s'est ennivi'ée d ' a i r pxir, de v e r t i g e , de f o l l e liberté e t un j o u r . . . s'est abattue quelque p a r t sur un cap immense où régnait l e s i l e n c e v i d e de l a n a t u r e , de l a mer méditant des f u r e u r s dans l e s e i n de ses ondes retenues.

Les songes o n t p a r f o i s des dimensions s i vastes q u ' i l s f e r a i e n t pencher l a t e r r e s ' i l s venaient à se poser dessus. Les rêves p o r t e n t des masques e t se découvrent très peu ou seulement a l a f i n comme ces châtelains q u i après l e c a r -naval enlèvent l e l o u p de v e l o u r s ou de s a t i n n o i r devant l a marquise p a r f o i s ennuyée de r e v o i r l e s t r a i t s humains de Casanova. Comme i l s étaient beaux, élégants, légers ces beaux messieurs, r i v a l i s a n t de grâce, de prestance, ces i n -connus, ces demi-dieux derrière l e s q u e l s se c a c h a i t un simple m o r t e l .

A i n s i l e rêve surpasse l a réalité. C'est un opium que l ' o n aime à prendre. Une t r a h i s o n où,l'on accepte d'être trompé. C'est un beau mensonge q u ' i l f a u t se r a c o n t e r l e s o i r sous l ' a b a t - j o u r , à s o i , aux p e t i t s e n f a n t s , aux a l e n t o u r s . Le rêve e s t nécessaire. Par l u i , on c u e i l l e des s o u r i r e s , on verse des larmes. Par l u i , on v o i t làbas un pays immense où l ' o n place une p e t i t e chaumière p l e i -ne de couleurs e t de c h a l e u r ; u-ne mer i n f i n i e où l ' o n vogue, tête nue, main à l a b a r r e , vers l e s p o r t s coquets e t chatoyants d'un v a s t a O r i e n t .

Une v i e de rêve e s t une p o r t e â deux b a t t a n t s d'or ouverte sur l ' i n f i n i . E l l e e s t un p e t i t chemin sans f i n l e l o n g duquel on alltuiie sur chaque réalité un flambeau, sur chaque t r i s t e s s e , une étincelle d'amour e t de beauté.

Ne craignons pas de rêver. C'est une évasion où l ' o n puise des f o r c e s n o u v e l -l e s . Ce n'est pas une -lâcheté. I -l f a u t c r a i n d r e seu-lement -l e rêve ne devien-ne n o t r e maître. Bnbarqué sur son e s q u i f f r a g i l e , i l se peut que nous a t t e i g n i o n s des r i v e s confuses où l e rêve s. perdu ses l i e n s t e r r e s t r e s e t que lâ, nous nous réveillions un matin avec l a f o l l e envie de h a f r l e s hommes, de m a u d i r e l a v i e , l e monde e n t i e r e t d® r e s t e r t o u t e une v i e l a p r o i e d'une c r u e l l e déception.

Partons simplement d'une mouche q u i v o l e au p l a f o n d , d'une f l e u r q u i pousse près du p e r r o n , de l a flèche lumineuse d'un rayon, que s a i s - j e ? A i n s i n o t r e rêve n ' i r a pas chevaucher des espaces e t m u l t i p l i e r en nous de f o l l e s e x c i t a -t i o n s au p o i n -t de r i s q u e r dans une heure d'envol, une v i e d'absence.

Ohl rêve que t a f i g u r e e s t fraîche Qus t o n corps e s t souple e t beau.

Laisse-moi prendre une heur® t a calèche, •

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Lfc ï'ëve e s t une étoile que l ' o n rei-ù-cle j.e-sorr, qu'on appej.io nar son nom - t qu'on f i x e comme dans un grand m i r o i r , pour se g r i s e r d ' i l l u s i o n . Un titi-roir reflète l e s formes e t l e rêve n'a pas de forme. S ' i l a v a i t un p r o f i l , on per-d r a i t goût per-de l e regarper-der e t l ' o n ne s e r a i t pas a u s s i hanté per-de l ' l n f 5 . n i . I l pa-raît b i e n en être un rayon. Quand on l'examine, i l échappe au regard* un peu comme l a fenme, n'est-ce pas, q u i ne donne à l'ho une que l'envers du raystéref. le dessus d'une réalité.

Le rêve e s t un h a l o de fumée, un parfum dissimulé qu'on v o i t peu, qu'on sent t o u j o u r s mais qu'on ne s a i s i t Jamais.

P a r f o i s l e rêve se cache derrière un b a i s e r , q u e l q u e f o i s i l e x i s t e 'KX dou-b l u r e de l a réalité; p l u s souvent i l apparaît quand l ' e s p r i t e s t adou-bsent, quand l e subconscient v e i l l e comme une lampe isolée dans I s sombre velouté d'un grand d o r t o i r de couvent.

Alors l e rêve avance aux heures calmes où l a n u i t s'allonge, où l e s i l e n c e s'assoupit; i l s'approche â pas f e n t e s près des p e t i t s l i t s blancs e t dépose sur chaque e n f a n t pour l e lendemain, e t peutêtre pour l a v i e , des cenck'es l u -mineuses de bonheur, de f i n e s poussières étincelantes de j o i e e t de beauté.

I l regarde autour de l u i , de peur d'être suï*pris, e t s i personne ne l e v o i t , i l se g l i s s e à nos côtés e t cause doucement à n o t r e i m a g i n a t i o n éveillée, des splendeurs d'im monde nijuvèau.

Le î'êve se f a i t tantôt mignon comme l e s nains de Blanchs-Neige, tantôt ma-jestoeux comme un mas'-if d'or; mais sitôt devenu l ' o b j e t qu'on reconnaît, i l se v o l a t i s e dans un to'xt* de magie i n e x p l i c a b l e , se métamorphose en an caressant visage de jeune f i l l e , en un beau héros. Tout â coup, i l s ' e n f u i t , on l e perd dans l a f o u l a de nos souvenirs; l a femme s'évanouit, l'homme disparaît... On ouvre l a paupière pour l e chercher des ysmc; on no trouve que quelques f i l o n s de n o i r , quelques s e r p e n t i n s de ténèbres q u i g l i s s e n t en se repliant devant l ' a u -be montante.

Eevi.endra-t-il demain s'envelopper encore dans l a f r a n g e de nos couvertes f l e u r i e s , dormir avec nous s u r nos o r e i l l e r s blancs? Qui s a i t ? I l ne f a u t pas l ' a t t e n d r e , n i essayer un j o u r de l e surprendre e t n i s'asseoir de longues heu-res en j a q u e t t e de n u i t sur l a marche de l ' e s c a l i e r comme s i nous soupçonnions l'arrivée de quelqu'un, d'un Inconnu qu'on a à peine rencontré un s o i r . I l f a u t s'assoupir, l e rêve e s t un f i e r c a v a l i e r q u i nous promet tout ce que l ' o n v e u t , à c o n d i t i o n de ne pas l e t r a h i r .

I l ne donne Jamais rendez-vous, i l n'en t i e n t aucun; i l v i e n t souvent s i nous i SfflSii^s fidèles â sa l o i , c e l l e de fermer l e s yeux, de l e s o u v r i r à l ' i n -térieur de nous-mêmes e t d'espérer.

Demandons-lui seulement de se montrer quelquefois â 1'horizon comme cette étoile que l ' o n regarde l e s o i r , qu'on a p p e l l e par son nom e t qu'on f i x e a i n s i qu'un m i r o i r pour se g r i s e r d ' i l l u s i o n . * .

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AUTODAFE E l l e m'est donc parvenue

avec sa douzaine de d o i g t s évidente e t son t i e r s - o e i l sournois

e t sa gorge édentée e t son coeur êvidê

Réponse à l ' a p p e l hautement projeté par un farouche incontrôle:

excessive balance au fléau penchant anaaalie du poids

monstre e t ma Raison. Ses deux ongles de t r o p

o n t perforé mes laimders précieux ©n f l e u v e de monnaie courante e t son r e g a r d h o r r i b l e . . .

Je s u i s raarquée â c e t t e e f f i g i e ©t de p l u s

aspirée dans son s p a t i a l s o u r i r e Les bras de son coeur...

Oh J e u l

Odieux de quel insane tambour Mais Je l a veux l a désire l a veux

Je s u i s l a ménade q u ' e l l e s'occupe â rasscaiibler . . . l a h a i s mais l'invoque e t l a r e t i e n s

Qu'elle se dérobe. Non pas. Une seule f o i s m'ayant t r o p v i s i t a a . E t pour Jamais logée. Absence t u m'habites b i e n

e t j e c u e i l l e â l a mesure de l ' e f f l e u r e m e n t t a s o l i t u d e monEtrueus©

ventouse â mes artères e t protêl© à mes c h a r n i e r s Aigde sourdine sans f o n d a t i o n s L ' a f f r e affinée d'une promesse â (xmjposer sans cesse

Elargissement de ma propre Présence â re-Présenter.

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L2 CRI DESERTS

V o i c i c e l u i q u i v i e n t au n<an du Seigneur. Je vous reconnais Délégué sans nom. Paravent de l a puissance extrême. P o r t e - v o i x de l a pensée t y r a n n i q u e .

Je savais l e s i l l u s i o n s défendues aux prétendants du v r a i . J'écoutais l e message nu. Essayant de l e s o r t i r du r a n g ,

• A i - j e entendu l e son s u b s t a n t i e l ? Que f u t mon verbe l e mien? 0 Délégué sans nom v o i c i v e n i r l e temps de v o t r e allégeance l a vôtre.

V o i c i v e n i r l e tençjs de mon impuissance, 0 Te2*re des hommes faussement étalée inaccessible à q u i l e s deux pieds dessus éprouve l'inébranlable r o c .

V o i c i v e n i r l'irœinence du téariDignagej d i e u j e rêve e t p o u r t a n t : dévoré du d e v o i r j e v a i s immobile â l a p e r t e de l ' o u l e intérieure.

L u c i l e Durand

APRES-MIDI D'AUTOÎINE Le c i e l gi'is t r i s t e m e n t

l a i s s e s u i n t e r une lumière pâle e t teintée de b l e u ; l ' a i r au goût pénétrant

inç>riJBe au visage sa morsure p e r s i s t a n t e . Les nuages étirés e t alangais

se traînent en longs mibans l a i t e u x ;

l e s dernières f e u i l l e s , pétrifiées e t j a u n i e s , p l a n e n t doucement sur 1© s o u f f l e , mourantes. Un oiseau p a r f o i s , comme un j e t ,

marque l e j o u r de son p o i n t r a p i d e ,

La nature passive s'abandonne â l'engourdissement f i n a l ; chaque chose s'éteint baJ-gnée dans un s o l e i l t i m i d e . Tout e s t calme, t o u t repose;

l e s êtres v i v e n t un soînmeil l u c i d e . L'ennui s'abaisse e t se pose

sur l'âme perdue dans une rêverie morbide.

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QUELLE EST Ui TRISTESSE INDECISE... C ^ e l l e e s t l a t r i s t e s s e indécise,

La t r i s t e s s e morne e t fade q u i m»écoeur©| Pourquoi l e dégoût q u i m'oppresse

Et pose sa g r i f f e sur raon coeur? La v i e e s t inouïe e t i n f e c t e . Les îemnes sont traîtresses. Les amours v i d e s ;

( ^ e l l e e s t l a t r i s t e s s e morne e t fa.de q u i m'ecoeure.. Les hornœas sont amorphes.

Et f o n t des i d o l e s avec de l a boue. E t se v a u t r e n t dans l e u r s i d o l e s ; Quel e s t ce dégoût q u i m'oppresse... L'amour, c'est l a t r i s t e s s e en germe. C'est l a femme q u i s'évade.

C'est l'âme q u i s® v i d e .

Et c e t t e g r i f f e q u i se pose s u r mon coeur...

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C U L T U R E C A N A D I E N N E - F R A N Ç A I S E

NOTION DE CULTURE ET CULTURE GANADIEÎ'JNE-FRaNCAlSE

n nous est pratiquement impossible aujourd'hui d'ouvrir l a page littérai-r e d'un j o u littérai-r n a l ou d'une littérai-revue sans c y i ' i l y s o i t q u e s t i o n fie l a c u l t u littérai-r e cana-dienne-française. On en p a r l e , on en d i s c u t e , on en met même l ' e x i s t e n c e en doute... La c u l t u r e canadienne-française e x i s t e - t - ^ l l e i-ésllement? Avant de chercher une réponse à c e t t e q u e s t i o n , ne s e r a i t - i l pas nécessaire, e t l a cho-se a u r a i t pu être p r o f i t a b l e â beaucoup de nos hommes de l e t t r e s qui cho-se sont intéressés tm pr©bl<kîO, de déterminer, dans l a mesure du p o s s i b l e , ce en cpxoi c o n s i s t e réellement l a c u l t u r e d'un peuple ou d'une n a t i o n .

Consultons t o u t d'abord l ' o p i n i o n des philosophes. Non --as que j e cuti sidè-r e l e u sidè-r s idées comme définitives; i l s ne semblent pas t o u j o u sidè-r s s'entendsidè-re tsidè-rès b i e n e n t r e eux, e t s ' i l s o n t d r o i t à l e u r s différences d ' o p i n i o n , l i b r e à^nous de l e s interprêter dans l e sens q u i nous semble l e p l u s près d ' a t t e i n d r e â l a vérité. Je c i t e en premier l i e u M. André J . K r a e s l n s k i : "La c u l t u r e embrasse t o u t ce q u i d'une façon quelconque d o i t son existence à l'activité créatrice de l'homme. On p e u t l a définir comme l'ensemble des résultats du t r a v a i l

créa-t e u r de l'homme - créa-t r a v a i l v i s a n créa-t au développemencréa-t de ses faculcréa-tés s p i r i créa-t u e l l e s e t de sa capacité physique, à l a maîtrise de soi-maême e t â l a domination de l a n a t u r e , e t v i s a n t a u s s i à l u i f a i r e adopter une a t t i t u d e conforme â ses ten-dances e t à ses idéaux par r a p p o r t à l a réalité, à l a v i e comprise dans son sens l e p l u s l a r g e , e t p a r r a p p o r t aux hommes p a r t i c i p a n t â c e t t e v i e . E l l e em-brasse donc aussi b i e n l a p h i l o s o p h i e , l a r e l i g i o n , l'éthique, l a littérature, l ' h i s t o i r e , l ' a r t , que l e s sciences exactes, l e s sciences n a t u r e l l e s , e t -bous l e s a u t r e s domaines ayant pour b u t s o i t l a connaissance de l'home e t de son h i s t o i r e , s o i t l a réalité q u i en e s t indépendante. En d'autres termes, l a c u l

-t u r e peu-t ê-tre définie corne l'ensemble des résul-ta-ts ob-tenus p a r l e -t r a v a i l créateur de l'homme v i s a n t â réaliser l'idéal de l a vérité, du b i e n e t du beau, p u i s q u ' e f f e c t i v m e n t tous l e s e f f o r t s de l'homme tendent à ces t r o i s idéaux." ( 1 ) Et M. Jacques M a r i t a i n : " I l apparaît- a i n s i que l a c u l t u r e e s t n a t u r e l l e à l'hc«a-me au mêl'hc«a-me sens que l e t r a v a i l de l a r a i s o n e t des v e r t u s , dont e l l e e s t l e

f r u i t e t l'accomplissement t e r r e s t r e ; e l l e répond au voeu f o n c i e r de l a nature humaine, mais e l l e e s t l'oeuvre de l ' e s p r i t e t de l a liberté a j o u t a n t l e u r e f -f o r t à c e l u i de l a n a t u r e . " M. Lalande: " C u l t u r e , Au sens l e p l u s étroit, e t l e p l u s v o i s i n de sens matéiiel, développement (ou résultat du développement) de c e r t a i n e s facultés, de l ' e s p r i t e t du corps, par un e x e r c i c e approprié." M. ïlo-r l a n Znaniecki: "Nous employons l e mot " c u l t u ïlo-r e " pouïlo-r désigneïlo-r t o u t e s l e s oeu-vres de l'activité consca.ente, y coiTtpris l e s m o d i f i c a t i o n s psychologiques q u i n a i s s e n t p l u s ou moins spontanément des actes conscients d'une personne ou de groupes de personnes. " C u l t u r e " s'oppose à "nature"." M. Zdzislaw D e b i c k i ;

"Sans aucun doute nous serrerons l a vérité de p l u s près, s i nous admettons que l a n o t i o n de " c u l t u r e " a une base s p i r i t u e l l e , mais que l e s f a c t e u r s matériels y e n t r e n t a u s s i , q u i prennent une apparence a b s t r a i t e en r a i s o n de l e u r s r a p -p o r t s constants avec l'hcrarae e t q u i -p e m ^ n t e x c i t e r en l u i des émotions -p l u s nobles que l e s émotions o r d i n a i r e s q u i ne dépassent pas l e niveau de l'utilité,

"Dans l'éveil de t e l l e s émotions l e temps e s t un élément nécessaire, "La n o t i o n de temps e s t inséparablement u n i e à l a n o t i o n de " c u l t u r e " . (1) André J. Krzesinski - La c u l t u r e moderne e s t - e l l e en péril? Ed. Fides,

Montréal, 19hh' Toutes l e s c i t a t i o n s suivantes sont tirées du prunier

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"Dans ce t e m e auquel l e raot p o l o n a i s "uprawa" ( a c t i o n de c u l t i v e r ) c o r r e s -pond très exactement, e s t impliquée l'idée de t r a v a i l e t p a r conséquent l'idée de temps, puisque l a temps e s t i n d i s p e n s a b l e â l'achèvement de n'importe quel genre de t r a v a i l .

"Sans ce t r a v a i l dans l e temps, sans un l a b e u r comparable â c e l u i du c u l t i v a t e u r q u i met l e s o l en état avant l a saison des s e m a i l l e s , sème l e g r a i n , v e i l -l e sur -l a germination e t f a i t -l a moisson, i -l n'y a pas e t i -l ne peut y a v o i r de c u l t u r e dans l e v r a i sens du mot.

"La c u l t u r e , p i r conséquent, n'est pas m i I o n du c i e l ; i l e s t p l u s v r a i de d i r e que chaque n a t i o n d o i t y t r a v a i l l e r lentement à t r a v e r s une I c n ^ e s u i t e de siècles, e t que l a c u l t u r e ne s'élève que lentement jusqu'à une p l e i n e ccxa-préhension de l a v i e e t de son b u t . "

Essayons maintenant de préciser, selon l e s données que nous venons de v o i r , q u e l l e p o u r r a i t être l a n o t i o n d'une c u l t u r e proprement n a t i o n a l e . Selon M. K r z e s i n s k i , l a c u l t u r e e s t "l'ensanble des résultats du travaJJL créateur de l'hartme"; q u ' i l me s o i t p e m i s d'ajouter que c e t t e c u l t u r e sera nécessairement

spécifiée p a r l e s c o n d i t i o n s dans l e s q u e l l e s l'homae a c c o i a p l i t son t r a v a i l . I l y a l a c u l t u r e , concept u n i v e r s e l , e t i l y a l e s c u l t u r e s françaises, i t a -l i e n n e s ou â-l-l®îiandes.,. S i ces diverses c u -l t u r e s sont rée-l-lement différentes, c'est p a r l'environnement daiîs l e q u e l l e s n a t i o n s françaises, i t a l i e n n e s ou allemandes o n t travaillé q u ' e l l e s l e s o n t . M. D e b i c k i nous d i t que " l a n o t i o n de temps e s t inséparableirient u n i e à l a n o t i o n de " c u l t u r e " . " Poussons un peu p l u s l o i n c e t t e pensée e t a f f i r m o n s qu'une c u l t u r e n a t i o n a l e e s t Ijjysltée dans l e temps e t dans l'espace, l e l i e u , e t c e l a implique l e pays proprement d i t ,

son aspect, son s o l , son c l i r i i a t , sas richesses n a t u r e l l e s . Je ne v o u d r a i s pas f a i r e preuve de déterminisme, mais s i une c e r t a i n e c u l t u r e peut s ' i d e n t i f i e r , i i f a u t chercher l a source de c e t t e i d e n t i f i c a t i o n en des f a c t e u r s extérieurs, La n o t i o n d'"homme" p a r exenple e s t l a même pour tous l e s peuples, pour tous l e s c o n t i n e n t s . Tous' l a s honirees sont également homes. Hais dès que nous pas-sons à l a n o t i o n d'homme individué dans l e Françazls, l ' i l l e m a n d ou l ' I t a l i e n , nous obtenons quelque chose de complètement différent. Nous f a i s o n s e n t r e r en l i g n e de compte l e s o l , l e s ancêtres, l ' h i s t o i r e , l e s t r a d i t i o n s , l a littérat u r e , l ' a r littérat de l a n a littérat i o n donlittérat c e littérat i n d i v i d u f a i littérat p a r littérat i e , e n f i n littérat o u littérat ce q u i p e r -met à un Français de différer d'un Allemand ou d'un I t a l i e n . E t j e c r o i s que l ' o n peut a f f i r m e r lamêm chose de l a c u l t u r e , La c u l t u r e , c'est un peu comme l'essence d'une n a t i o n , c'est ce q u i l u i permet d'être "ce q u ' e l l e e s t e t non pas une a u t r e . " Cette c u l t u r e i m p l i q u e donc t o u t ce q u i a pu former c e t t e es-sence, c e t t e âme de l a n a t i o n . E t t o u t d'abord, l e l i e u , l e pays lui-même: l e paysan des steppes de l a Russie ne t r a v a i l l e pas dans l e s mêmes c o n d i t i o n s que c e l u i des p l a i n e s de l a L o i r e , L ' h i s t o i i ' e , c a r Bonaparte e t l a guerre de I87O ont certainement laissé l e u r marque sur l a c u l t u r e française en forçant l a n a t i o n â s'adapter â de n o u v e l l e s c o n d i t i o n s | nous pouvons encore i n c l u i ' e dans c e t t e n o t i o n d ' h i s t o i r e c e l l e de l a t r a d i t i o n , de ces habitudes d ' a g i r , de t r a -v a i l l e r q u i o n t été transmises de père en f i l s e t q u i se perpétuent encore au-j o u r d ' h u i , q u e l que s o i t l e changement des techniques. E t , pour c i t e r encore une f o i s M. K r z e s i n s k i , l a c u l t u r e "embrasse donc a u s s i b i e n l a p h i l o s o p h i e , l a r e l i g i o n , l'étMque, l a littérature, l ' h i s t o i r e , l ' a r t , que l e s sciences exactes..." La c u l t u r e , c'est l ' a r t e t l a littérature, mais c'est b i e n l o i n de n'être qae c e l a , conmie semblent l e prétendre certa3.ns de nos asthèt-es cana-diens-If-ançais. La c u l t u r e e s t un peu t o u t ce q u i nous ferra© dans nos entités propres de nationaux, de p ^ s différents, ce q u i fa3.t cpe nous différons de nos

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îisins dans n o t r e manière d ' a g i r e t de penser. La c u l t u r e , c'est l ' h i s t o i r e des l u t t e s que nous avons accœaplies en commun avec nos compatriotes, c'est l a langue, l a r e l i g i o n , l e s t r a d i t i o n s que nous avons hérité de nos ancêtres, c'est l a t e c l i n i q u e , l e s méthodes de t r a v a i l , c'est a u s s i c e t t e mentalité, c e t t e f a -çon de penser q u i e s t l e résultat des siècles. Car t o u t e s ces choses aujourd'hui i n f l u e n t directement s u r n o t r e " t r a v a i l créateur", e l l e s m o d i f i e n t n o t r e maniè-r e d'êtmaniè-re e t d ' a g i maniè-r , de "cmaniè-réemaniè-r". E t ce que nous cmaniè-réons d e v i e n t lui-même avec l e temps p a r t i e de c e t t e c u l t u r e e t i n f l u e n c e r a demain l e s actes e t l e s méthodes, l e t r a v a i l de nos f i l s . La c u l t u r e e s t l e résultat acquis du t r a v a i l créateur de l'homme e t aussi une disponibilité à créer, un "ce p a r q u o i " e t un "conanent" nous créerons.

Ces quelques n o t i o n s éclaircies, devons-nous encore nous poser l a question à s a v o i r s ' i l e x i s t e réellement une c u l t u r e canadienne-française? Je c r o i s que l e problàne n ' e x i s t e p l u s . Nous avons n o t r e h i s t o i r e , n o t r e r e l i g i o n q u i joue un s i grand rôle dans n o t r e v i e q u o t i d i e n n e , nous avons t o u t e c e t t e t r a d i t i o n des l u t t e s pour l a survivance, l u t t e s pour conserver justement c e t t e c u l t u r e canadienne e t française q u i e s t l a nôtre. L u t t e s non seulement c o n t r e l ' a s s i m i l a t i o n à l a majorité a n g l a i s e , mais aussi l u t t e s des pramiers te'3Ç)3 de l a c o l o -n i e , l u t t a s de c o l o -n i s a t e u r s , d'éva-ngélisateurs, l u t t e s co-ntre l a forêt, co-ntre l e s éléments, l u t t e s pour l a survivance t o u t c o u r t . I l r e s t e encore en nous au-j o u r d ' h u i un peu de ces p i o n n i e r s des teîTÇ)s au-j a d i s cpzi l a b o u r a i e n t l e u r t e r r e l e f u s i l à l'épaule, un peu de ces a v e n t u r i e r s q u i découvrirent un c o n t i n e n t . Tout c e l a i n f l u e s u r n o t r e manière d ' a g i r , de t r a v a i l l e r , de créer. Tout c e l a nous donne une personnalité b i e n â nous, c a r on ne l a peut r e t r o u v e r de l a même f a -çon n u l l e p a r t a i l l e u r s . C e r t a i n s o n t v o u l u a f f i r m e r que nous étions simplement de c u l t u r e française e t que l a c u l t u r e canadienne-française n ' e x i s t a i t pas. Pour être capables d'admettre une p a r e i l l e hypothèse, i l f a u d r a i t supprimer t r o i s siècles d ' h i s t o i r e , e t c e l a n'est guère p o s s i b l e . Par c o n t r e , t o u t ce q u i s'est ajouté à l a c u l t u r e française depuis l e XVIIe siècle ne f a i t pas p a r t i e de l a nôtre. A ce racmientlà, nous n'étions p l u s Français, nous étions Canadiens. E v i -demment, t o u t e l a c u l t u r e française d'avant l a f o n d a t i o n de l a c o l o n i e e s t nô-t r e au même nô-t i nô-t r e q u ' e l l e e s nô-t c e l l e du Français, mais depuis, nos desnô-tinées o n nô-t s u i v i des chemins différents, e t b i e n que l a c u l t u r e canadienne-française doive énormément â l a c u l t u r e française, e l l e e x i s t e cependant par elle-Hmême, e l l e a uae entité p r o p r e , une existence que l ' o n ne p e u t l u i r e f u s e r .

n est v r a i que cette c u l t u r e n'a guère ew de manifestations extérieures j u s -qu'à présent; t o u t de même, i l se p r o d u i t actuellement un éveil dans n o t r e mon-de i n t e l l e c t u e l : nos écrivains o n t commencé mon-de p r o d u i r e mon-des oeuvres mon-de qualité, nous avons 'quelques p e i n t r e s dignes ds ce nom e t j e c r e i s sincèrement qu'avec l e s années, c e t t e extériorisation de n o t r e c u l t u r e continuera de s ' a f f i r m e r . Si nous attendons encore nos chefsd'oeuvre, nous pouvons l e f a i r e avec o p t i m i s -me: n o t r e c u l t u r e e x i s t e , e l l e e x i s t e comme n o t r e essence, comme ce q u i nous f a i t Canadiens français; l a disponibilité e s t là, l e s oeuvres v i e n d r o n t .

L o r i s Racine

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POUR UNE PEI;!SEE VRAII&NT CAH/iDÏENNE

Lorsqu'un Français p a r l e de son pays, lorsqu'un Américain mentionne l e s U.S.A. e t qu'un /inglais d i s c u t e de l'Empire, nous. Canadiens, r e s t o n s t o u j o u r s un r3u étonnés de l a chaleur e t de l a vie que recouvrent l e s mots France, E t a t s lAîis e t A n g l e t e r r e chez nos i n t e r l o c u t e u r s . I l s p o u r r a i e n t nous t e n i r l e s d i s -cours l e s p l u s v i d e s de sens que nous a u r i o n s t o u t de même l ' i m p r e s s i o n que ces messieurs sont l e s représentants, i n d i g n e s ou non, c e l a importe peu i c i , de t r o i s grandes races e t que l a simple mention du nom de l e u r pays l e s f a i t v i b r e r jusque dans l'âme. S t p l u s t a r d , nous nous rappelons a v o i r rencontré un Français, tin Américain ou un A n g l a i s .

Les Canadiens ne sont pas s i fortunés. I l y a b i e n quelque p a r t <ians l e . monde des gens q u i se souviennent vaguement du Canada en pensant â nos s o l d a t s , à nos bancs de neige ou à nos "polices montées", mais q u ' i l s se disent que c e t homme rencontré un j o u r ou l ' a u t r e était un Canadien q u i l e u r a f a i t connaître l e Canada e t l e s Canadiens, ma f o l , c'est assez r a r e , s e m b l e - t - i l , e t c'est malheureux.

I n u t i l e de nous d^nander q u i e s t responsable de c e t état de choses. Nous l e sommes, c'est entendu. Nous l e sommes parce que nous n'avons pas de pensée v r a i -ment canadienne. La majorité des c i t o y e n s de noti'e pays sont ou des Canadiens a n g l a i s , ou des Canadiens français... ou des Canadiens américains; ceux q u i r e s t a n t e t q u i v o u d r a i e n t être Canadiens t o u t simplement ne se s e n t e n t pas chez eux. U s .se débattent dans une atmosphère raréfiée où i l s menacent d'ét o u f f e r . I l s e s s a i e n d'ét de sem )r l e bon g r a i n , mais i l s c u l d'ét i v e n d'ét dans une d'ét o u n -dra où r i e n ne pousse.

A p a r t quelques réalistes q u i e s s a i e n t de tendre l a perche à l e u r s frères Ofui se n o i e n t dans une mer d ' i l l u s i o n s e t de rêves, l e peuple canadien e s t d'une immobilité e f f a r a n t e . I l y a b i e n quelque mouvement au Canada; i l y a l a r e l i g i o n , l a p o l i t i q u e , l ' i n d u s t r i e , l a raachlne, i l y a l ' a p p e l au t r a v a i l â h u i t heures du m a t i n , i l y a l ' e s p r i t de c l o c h e r , l e n a t i o n a l i s m e , que per-sonne ne ooîiiprend d ' a i l l e u r s s t o u t c e l a e s t mû p a r wa automatisme q u i f e r a i t pâlir d'inefficacité l e p l u s p a r f a i t r o b o t . Le peuple canadien e s t mobile de coips seulement. I l e x i s t e dans l'irréalisme cie sa c u l t u r e e t i l n'est angoissé que p a r ses contàugences de posicicns, de f a m i l l e e t de c i i r i s t i a n i s m e p e t i t -bourgeois. Q u ' i l v i v e su Québec ou dans l a Colombie-Britannique, i l c r o u p i t â l'ombre d'un c l o c h e r r e l i g i e u x ou d'une secte p o l i t i q u e . Le Canadien e x i s t e e t i l ïje se demande pas pourquoi. I l ne panse pas. E t i l ne se connaîtra jamais lui-même e t ne se f e r a jamais connaîtra â l'étranger a u s s i longtemps'qu'il n'y aura pas chez nous une réelle pensée canadienne.

Immobile, indécis e t emprisonné dans l e vase c l o s de l'irréalisme e t du con-formisme, l e peuple canadien n'est t o u t de mêiTie pas perdu parce c p i ' i l a pour l u i l a jeunesse e t l e devenir; i l a s u r t o u t quelques chefs q u i l u i enseigneront coïïiment a t t e i n d r e â l a îmaturité qui s'affinne par l'ouverture de s o i â l ' u n i -vers e t p a r l e r e j e t de 1 «égocentrisite adolescent. I l s l u i apprendront q u ' i l a cessé dêtre un peuple de p i o n n i e r s , que ses t e r r e s sont essouchées e t q u ' i l n'a qu'à r e t o i i r n e r l'humus pour o b t e n i r l e p a i n q u i n o u r r i t tous l e s hommes e t qui peut a u s s i l e s u n i r .

Seule l ' h a b i t u d e de l a réflexion développera chez l e peuple canadien l ' e s -p r i t nécessaire â l a création d'une mentalité vraiment canadienne. E t j ' e s t i m e

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aboîîdaJiBTient l e s matériaiXK q u i s e r v i. r o n t à l a f o r i r t a t i o n d'une t e l l e mentalités Comment s'y p r e n d r o n t - i l s ? Les méthodes sont a u s s i nombreuses q u ' i l y d ' e s p r i t s différents pour l e s concevoir. Je suggère i c i c e l l e de l a c o n s t r u c t i o n avec . d e s t r u c t i o n au préalable. D e s t r u c t i o n , â l a douce, des mythes e t n o u v e l l e

cons-t r u c cons-t i o n s u r des bases s o l i d e s . Sur cons-tes réalicons-tés h i s cons-t o r i q u e s , p o l i cons-t i q u e s e cons-t humaines. Sur des v a l e u r s q u i peuvent e x i s t e r hors de l ' i m a g i n a t i o n .

La chasse aux mythes s'impose d'abord. I l f a u t à t o u t p r i x s o r t i r du passé, v i v r e e t penser dans l e présent e t établir l e s cadres de demain. Nos v r a i s chefs l e savent. I l s réalisent que l e s v i e i l l e s légendes nous minent dans l'âme, que l e véritable réalisme nous commande de l a i s s e r à l ' h i s t o i r e l e s rengaines du temps passé, l e s idéaux d'adolescent, l e s imageries du type " H i s t o i r e du Cana-da" de l'école n r i m a i r e e t l e s haines séculaires. I l e s t i d d i c u l e pour nous de p l e u r e r s u r n o t r e g l o r i e u x passé, s u r nos l u t t e s e t sur t o u t e s ces h i s t o i r e s de l a même essence s i nous nous en f a i s o n s un complexe e t ne pouvons nous en s e r v i r pour v i v r e l e présent e t c o n s t r u i r e l ' a v e n i r . i \ i n s i en e s t - i l du r e s t e , de nos compatriotes d ' o r i g i n e a n g l a i s e q u i se lamentent s u r l e défunt p u i s s a n t lîhipire. Estce que l ' e s s e n t i e l n'est pas plutôt ce que nous sommes, en p u i s -sance b i e n entendu, e t s u r t o u t , ce que nous deviendrons?

Les cendres de l'irréalisme, des i l l u s i o n s e t du rêve b i e n semées aux qua-t r e v e n qua-t s , nos chefs p o u r r o n qua-t a l o r s commencer à m e qua-t qua-t r e en b r a n l e l ' e s p r i qua-t des Canadiens, commencer à l e s h a b i t u e r à réfléchir d'abord s u r l e concret e t l ' i m -médiat, e n s u i t e sur l e s v a l e u r s e s s e n t i e l l e s e t déclancher a i n s i un mouvement vers une pensée vraiment canadienne.

I l y a l e c o n c r e t au p o i n t de vue h i s t o r i q u e ; l ' i i i s t o i r e n ' e x i s t e que com-me e x p l i c a t i o n du présent, e t e l l e d o i t être enseignée de façon t e l l e q u ' e l l e puisse permettre aux deux groupes ethniques de se comprendre, de réaliser l a nécessité des deux langues o f f i c i e l l e s , de nos gouvernements p r o v i n c i a u x e t fédéral, de concevoir e n f i n un mode de v i e e t un système des v a l e u r s q u i s o i e n t réellement canadiens. La t r a g i q u e s c i s s i o n q u i e x i s t e actuellement au pays

t r o u v e son o r i g i n e dans un enseignement inadéquat de l ' h i s t o i r e e t dans une v i e p o l i t i q u e mal ccanprise.

Nos chefs auront à r e f a i r e l a mentalité p o l i t i q u e du Canada. I l s devront créer un goût pour c e t t e science, l a montrer sous un j o u r nouveau, mettre en évidence sa réelle v a l e u r pour l a création d'une pensée canadienne, définir l e s critères de fédéralisme e t d'autonomie des provinces deux termes a u j o u r d'hui exploités sans scrupules par c e r t a i n s p o l i t i c i e n s , apporter du b i l i n -guisme dans l e s discussions p a r l e m e n t a i r e s , b r e f , f a i r e comprendre son impor-tance dans l ' h i s t o i r e de l a n a t i o n .

'Quand l ' h i s t o i r e e t l a p o l i t i q u e s e r o n t connues e t quand e l l e s s e r v i r o n t à i n s t r u i r e au l i e u d ' e n r i c h i r , quand l ' a r t de penser sera devenu une réalité v i v a n t e e t b i e n établie chez l e peuple canadien, c e l i i i - c i p o u r r a peut-être par-v e n i r à une conception p l u s s p i r i t u e l l e de son humanité. I l t r o u par-v e r a ces par- va-l e u r s immuabva-les e s s e n t i e va-l va-l e s â tous va-l e s peupva-les e t pourra s'engager sur va-l e s voies d'un canadianisme e t d'un u n i v o i s a l i s m e . La Pensée Canadienne u n i r a l e s Canadiens de l a v e r t e vallée d'Annapolis aux gigantesques Rocheuses; l e s i l l u -sions e t l e s rêves c o l l e c t i f s d'une n a t i o n disparaîtront, e t c e l l e - c i apporte-r a un j o u apporte-r sa p a apporte-r t aux gapporte-rands mouvements de pensée q u i caapporte-ractéapporte-risent l e monde a c t u e l .

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ASPECTS DU MOUVMEI^T INTELLECTUEL AU CANADA FRANÇAIS ( l )

I l iae s e r a i t certes impossible de t r a i t e r en quelques pages un s u j e t a u s s i vaste que c e l u i que .ie rae propose d'exposer, s i j e ne rae p e r m e t t a i s quelques d i s t i n c t i c n s i m p o r t a n t e s , e t s u r t o u t s i j e ne l a i s s a i s toi.aber t o u t e i n t e n t i o n ' de vues profondeur.

Tout d'abord, no'bons que l e mouvement i n t e l l e c t u e l au Canada anime ceux grou-pes ethniques d ' o r i g i n e s f o r t différentes, l''un évoluant dans une atmosphère

anglo-saxonne, l ' a u t r e dans une at?.: jphèr© française. Ce dédoublement auginentant les p e r s p e c t i v e s , j e ne p u i s vraiment pas m'attarder â décrire l'évolution ce l a brancha classée comme anglo-saxonne quoique c e l l e - c i ne s c i t pas sans a v o i r c e r t a i n e s i n f l u e n c e s sur l a branciie française; en e f f e t , l a c u l t i i r e d'expression anglo-saxoiuae représente l e s deux t i e r s de l a p o p u l a t i o n canadienne, ses t r o i s noyaux ss t r o u v a n t â Toronto, Vancouver e t Montréal, ce q u i l u i donne une Im- . portance remarquable. Ce deimier noyau, s ' u n i t f o r t e m e n t , dans l e s douiaines de

l a p e i n t u r e e t de l a rnisiquo, au mouvement canadien-français dont i l reçoit beaucoup p l u s d'impulsions q u ' i l ae l u i en donne.

Pour sa p a r t , l e mouvement i n t e l l e c t u e l a ' i n s p i r a t i o n française présente un intérêt saris cesse g r a n d i s s a n t , s u r t o u t depuis l a f i n de l a g u e r r e , e t c e l a dans presque tous l e s domaines. Les seuls domaines q u i échappent â l'élément français sont ceux de l a p o l i t i q u e , du génie e t du commerce où l a présence des i n t e l l e c t a e l s canadiens-français n'est vraiment pas ce q u ' e l l e a e v r s i t S t r e . I l f a u d r a i t lâ des hooiines de v a l e u r en p l u s grand nombre, des hoimaes q u i p u i s -sent s t a b i l i s e r l a f o r c e grandissante du canadien d ' o r i g i n e française dans l e s différ.'ntes régions du Canada.

Ce mouvement i n t e l l e c t u e l d'expression française e s t s u r t o u t concentré dans l a province de Québec oû h a b i t e n t l e s sept huitièmes de l a p o p u l a t i o n canadien-ne-française,. Or i l y a plus de t r o i s m i l l i o n s e t demi de canadiens-français dans c e t t e province e t l e t i e r s se concentre dans l e s l i m i t e s ou .Les environs iiiffiiêdiats de .îontréal, ce q u i f a i t de c e t t e v i l l e l e c e n t r e l e p l u s i m p o r t a n t de développant i n t e l l e c t u e l canadien.

Lepuis quelques années, un nombre encore r e s t r e i n t mais grandi.ssant da p r o f e s s i o n n e l s , d ' u n i v e r s i t a i r e s , de chercheurs e t de savante de d i s c i p l i n a s d i -verses consacrent l e u r v i e à des tâches in'bellectuelles; des a r t i s t e s , e t des littérateurs, moins nombreux, oonLaencent à p r o d u i r e des oeuvras de v a l e u r . I l s e r a i t c e r t e s f o r t intéressant de i.asser en revue ces a i v e r s groupes, mais nous devrons aborder se'lement l e s littérateurs e t ceux q u i en dépendent.

Je d i s a i s p l u s haut que Montréal e s t l e c e n t r e français l e p l u s i m p o r t a n t , , Deux autres grands centres français, Québec e t Gttava partagent l e s e f f o r t s

(1) Notre confrère a déjà publié c e t a r t i c l e en 19ii9, dans l a revue "Témoigna-ges" des bénédictins de L a - r i e r r e - q u i - V i r e , France. Cet a r t i c l e s'adresse donc â des non-canadiens. Quelques mises au p o i n t en changent à peine l e contenu. Cf. "Témoignages", AXIIe c a h i e r , j u i l l e t 19it9,

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