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T’as vu ton carnet ? Il n’est même pas signé !

2. La saisie des absences, un geste discriminatoire

2.3 T’as vu ton carnet ? Il n’est même pas signé !

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Quanto ao conhecimento que os 140 inquiridos tinham da participação do Pastel de Tentúgal no concurso das 7 Maravilhas da Gastronomia Portuguesa, 56% respondeu afirmativamente, equivalendo a 78 indivíduos, 42% respondeu negativamente, correspondendo a 59 respostas e 2%, ou seja, 3 pessoas não responderam à questão efetuada (Gráfico 23).

Gráfico 23- Conhecimento da participação do Pastel de Tentúgal no Concurso das 7 Maravilhas

da Gastronomia Portuguesa

Fonte: Elaboração própria (2016)

Relativamente à nossa amostra de 140 indivíduos que respondeu ao inquérito, 61% deslocar-se-iam de propósito a Tentúgal para desgustar um pastel, 34 % não o faria, correspondendo a 85 e 48 inquiridos, respetivamente, tendo 5% não respondido ao solicitado, traduzindo-se essa opção em 7 respostas (Gráfico 24).

Gráfico 24- Deslocar-se-ia de propósito a Tentúgal para degustar um Pastel de Tentúgal

Fonte: Elaboração própria (2016)

SIM 56% NÃO 42%

Não responde 2%

Conhecimento da participação do Pastel de Tentúgal no concurso das 7 Maravilhas da Gastronomia Portuguesa

SIM 61 % NÃO 34%

Não responde 5%

Deslocar-se-ia de propósito a Tentúgal para degustar um pastel

119 Quando indagados se se deslocariam de propósito a Tentúgal para conhecer o processo de produção do pastel, 66%, ou seja, 92 dos inquiridos responderam afirmativamente e 33%, ou seja, 46 indivíduos não o faria, tendo 1%, com 2 indivíduos não respondido à pergunta (Gráfico 25).

Gráfico 25- Deslocar-se-ia de propósito a Tentúgal para conhecer o processo de produção do Pastel de Tentúgal

Fonte: Elaboração própria (2016)

1.2.- Análise dos dados obtidos pelo inquérito por entrevista

No recurso ao inquérito por entrevista, optou-se pela entrevista semiestruturada com questões abertas. Para Fortin et al. (2009), o investigador recorre a este tipo de entrevista quando necessita de obter mais informações particulares sobre o tema que está a estudar: “a entrevista semidirigida é principalmente utilizada nos estudos qualitativos, quando o investigador quer compreender a significação de um acontecimento ou de um fenómeno vividos pelos participantes” (Fortin et. al., 2009, p. 376-377). Para os referidos autores a questão traduz-se no elemento central da entrevista e “as questões abertas têm a vantagem de favorecer a livre expressão do pensamento e de permitir um exame aprofundado da resposta do participante” (Fortin

et al., 2009, p. 378). SIM 66% NÃO 33% Não responde 1%

Deslocar-se-ia de propósito a Tentúgal para conhecer o processo de produção do pastel

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No nosso estudo, foram delineados dois guiões de entrevistas (Anexos II e III), de acordo com o perfil das nossas entrevistadas, um dirigido à Presidente da Confraria da Doçaria Conventual de Tentúgal, e outro, à Diretora do Departamento de Operações Turísticas da Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal, conforme enunciámos no Capítulo I deste trabalho.

Segundo Guerra (2006, p. 53), na construção de um guião de entrevista “a questão mais importante é a clarificação dos objetivos e dimensões de análise que a entrevista comporta.” Desta forma, e apesar do objeto do estudo ser o mesmo, a orientação da entrevista foi diferente, tendo em conta as realidades em que se inserem as entrevistadas. No caso da entrevista à Diretora do Departamento das Operações Turísticas da ERTC, Entrevista 1 (E1), foi nosso objetivo primordial “Conhecer o contributo do Pastel de Tentúgal e da Confraria da Doçaria Conventual de Tentúgal para a atividade turística a nível local em Tentúgal e para o estudo do Turismo de Culinária em Portugal” (Anexo II). No caso da entrevista à Presidente da CDCT, Entrevista 2 (E2), foi nosso objetivo “Conhecer o contributo do Pastel de Tentúgal e da Confraria da Doçaria Conventual de Tentúgal para o estudo do Turismo de Culinária em Portugal” (Anexo III).

As entrevistas foram agendadas previamente por e-mail e foram efetuadas presencialmente, com recurso a gravação de som consentida, tendo a E1 ocorrido no dia 15 de abril de 2016, com a duração de 16 minutos e 2 segundos, sendo que a E2 teve lugar no dia 22 de maio de 2016, com a duração 45 minutos e 22 segundos. Posteriormente, recorreu-se à transcrição e à construção das sinopses das entrevistas de forma a analisar o seu conteúdo, de acordo com as categorias e objetivos específicos antecipadamente definidos. Para Guerra (2006, p. 73), “As sinopses são sínteses dos discursos que contêm a mensagem essencial da entrevista e são fiéis, inclusive na linguagem, ao que disseram os entrevistados. Trata-se portanto de material descritivo que, atentamente lido e sistematizado, identifica as temáticas e as problemáticas.”

Para Flick (2009), a análise qualitativa de conteúdo, inclui, basicamente, três técnicas: a síntese da análise de conteúdo, em que o material recolhido é parafraseado, os trechos menos relevantes são omitidos, e as paráfrases semelhantes são condensadas e resumidas; a análise explicativa do conteúdo, para o autor,

121 trabalha na direção oposta, ou seja, ela permite esclarecer partes mais difusas, ambíguas ou contraditórias do conteúdo em estudo; por fim, existe a técnica da análise estruturadora do conteúdo, mediante a qual se procuram tipos ou estruturas formais do material recolhido, de forma a descrevê-lo ou tipificá-lo com maior precisão (Flick, 2009).

Para Strauss & Corbin (2008, p. 114), “Categorias são conceitos, derivados dos dados, que representam os fenômenos” e segundo os autores, “O importante é lembrar que, uma vez que os conceitos comecem a se acumular, o analista deve começar o processo de agrupá-los ou de categorizá-los sob termos explicativos mais abstratos, ou seja, categorias” (Strauss & Corbin, 2008, p. 115), dividindo-o ainda, se for caso disso, em subcategorias.

Quanto a este tipo de recolha de dados, podemos ainda referir que as entrevistas foram realizadas havendo um contacto direto entre investigador e entrevistado e não houve recurso a nenhum programa informático no sentido de filtrar a informação obtida. Tal como já foi atrás mencionado, os meios utilizados de forma a sistematizar a informação recolhida foram o guião e a grelha de análise, com a respetiva categorização e codificação, conforme Anexos II a V.

Desta forma, passaremos à análise dos excertos considerados relevantes, de acordo com os objetivos traçados.

Relativamente à categoria dedicada à constituição da CDCT, a qual permitiu recolher informações sobre as suas origens e possibilitou verificar de que forma a Confraria atua no sentido de preservar e promover o património cultural material e imaterial de Tentúgal, extraímos a seguintes afirmações da Entrevistada 2, constantes das unidades de registos das respetivas grelhas de análise:

E2: “[…] para além do trabalho que era feito pela APT era necessário um trabalho diferente […] há cerca de 8 anos atrás o pastel precisava muito mais do que disso, precisava de um trabalho de recuperação da sua dignidade, de investigação histórica, que fizesse uma relação com o património e com a história de Tentúgal e precisava sobretudo que se percebesse que o Pastel de Tentúgal era de facto o símbolo cultural, económico e social de todo este vale.”

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“Em função disso, pensou-se em criar a Confraria, […] foram convidadas pessoas de Tentúgal, procurámos que houvesse uma representatividade de todos os pasteleiros que na altura tinham aderido ao Pastel de Tentúgal, depois também trouxemos pessoas de fora, […] um grupo bastante heterogéneo […]. A confraria pode ser de pessoas que gostam de Tentúgal […]. O que interessa é que o pastel as mobilize a serem dinâmicos e que possam fazer investigação, valorizar, recuperar e fazer várias coisas, e foi assim que se criou a confraria.”

“Percebeu-se que era preciso uma instituição que servisse como uma agência de

marketing, porque trabalhar para a certificação já estava a ser feito pela APT e esse

será sempre um papel seu.”

“A primeira vez que recuperámos uma tela do convento custou-nos 3800 euros.” “[…] já recuperámos outra tela do convento, já recuperámos a roda do convento, ajudamos na recuperação de uma das salas, que agora dá para ser a sala de reuniões, dá para conferências […] e vamos agora recuperar a Torre Medieval, que são 5000 euros de investimento […] e estamos a recuperar a nossa sede, com a ajuda do pessoal da confraria.”

No que toca à categoria que consistia em verificar o diálogo entre a ERTC e a CDCT, e tendo como objetivo específico a compreensão das suas interações, conseguimos os seguintes depoimentos, identificados como unidades de registo nas respetivas grelhas de análise:

E1: “Temos uma relação muito próxima com todas as confrarias, incluindo a CDCT […] quando não são eles a solicitar, somos nós que solicitamos a colaboração deles […], somos parceiros […] e eles são players fundamentais naquilo que é a estruturação do produto turístico […]”.

“[…] até porque o presidente da ERTC é confrade de todas as Confrarias da região […] e todas as iniciativas da CDCT são comunicadas […]”.

“[…] sempre que nos enviam dados […] existe uma articulação […], uma orientação nesse sentido [...]”.

123 E2: “Temos uma relação boa, institucional com a ERTC. A ERTC tem patrocinado a impressão dos livros e nesse aspeto é muito bom, se calhar poderia ser feito um pouquinho mais, mas é normal, quer dizer, se calhar a ERTC está centrada nas grandes instituições, e nós somos pequeninos.”

“Não enviamos as iniciativas da CDCT para o site da ERTC […], mas se calhar deveríamos.”

No que concerne à imagem que a ERTC detem da CDCT, nomeadamente no que diz respeito às atividades que a mesma realiza, e que contribuem para a dinamização do Turismo de Culinária, correspondendo às subcategorias que evidenciam a relevância dessas atividades para a atividade turística e para o Turismo de Culinária, extraímos as seguintes declarações:

E1: “[…] a CDCT procura ir além daquilo que é a sua especialidade para aproveitar os elementos históricos diferenciadores do território e que estão diretamente ligados a história do Pastel de Tentúgal para evidenciar esses marcos históricos [...] a Confraria fez renascer práticas, usos e costumes, romarias, que já tinham caído no esquecimento e foram reanimados graças a esta atividade muito concertada com a população, [...] o envolvimento de muitas mulheres, que nesta área faz a diferença, pois é um envolvimento muito sentido [...]. Tentúgal tem muito disso, as obreiras são as mulheres.”

E2: “É uma tarefa difícil de enumerar, porque confesso que ao longo destes anos foram tantas as coisas que a CDCT fez e tão diversificadas, que tenho muita dificuldade em enumerá-las.”

“[...] conseguimos mostrar que Tentúgal tem nome, que Tentúgal tem história, tem cultura e que Tentúgal pode atrair, fizemos as feiras da doçaria, fizemos os concertos, atividades como conferências, colóquios [...] conseguimos por Tentúgal num outro patamar.”

“[...] quem fez de Tentúgal o que a vila é atualmente, foi de facto a Confraria, pois trazia imensa gente para as feiras de doçarias e atividades culturais, que a certa

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altura deixámos de fazer em Tentúgal e passámos a fazer fora. Destaco todas essas inúmeras atividades culturais que nos desgastaram e que, a certa altura, percebemos que não era o nosso caminho [...] era muito desgastante, fazer todo o trabalho de início, de montar e divulgar uma atividade, o marketing [...] mas realmente foi extraordinário, pois realmente conseguimos fazer aquilo que ainda ninguém tinha feito em relação ao pastel, [...] o que eu acho que foi mais importante foi o institucionalizarmos o Pastel de Tentúgal [...] o Pastel afirmou-se [...], nós conseguimos trazer as pessoas para Tentúgal e isso é uma grande mudança [...].”

No que toca, às subcategorias da deteção de mecanismos de identificação do perfil do visitante das atividades da CDCT e da capacidade da Confraria em atrair turistas nacionais e estrangeiros vejamos os fragmentos que transcrevemos:

E1: “[...] os dados que vamos tendo são aqueles que a Confraria nos vai dando [...].”

“Há Confrarias [...] depois nós vamos aos lugares, e se queremos comer um prato daquele produto não conseguimos.”

“Tentúgal tem essa sorte, pois podemo-nos deslocar e motivar e propor um roteiro turístico incluindo Tentúgal, pois nós sabemos que podemos mostrar o património de Tentúgal, o material e o imaterial, e que há sempre uma degustação com o melhor pastel, fresco, feito na hora... por isso para nós, Turismo do Centro, é uma mais valia [...].”

“O Pastel de Tentúgal é uma marca [...] é um marco da nossa região [...] provavelmente a maior parte das pessoas que pára em Tentúgal é por causa do pastel.”

“[...] pois nós temos um território tão pequeno, embora seja extenso, para nós, mas não deixa de ser pequeno aos olhos do turista internacional, por isso o que nós precisamos é de estruturar produto turístico [...] para vender como um todo [...].”

E2: “Não fazemos nenhum registo na CDCT dos participantes nas atividades [...] mas deveríamos fazer, até mesmo para memória futura, até porque há muita gente que quer informação [...] confesso que aí falhamos.”

125 “O participante nas iniciativas da Confraria é muito diversificado, desde o pobre ao rico, desde o culto à senhora que não sabe ler nem escrever, mas que chora da mesma maneira quando ouve a história do convento [...]. É muito heterogéneo de todos os pontos de vista, classe etária, profissão, por isso era de facto bom identificar e criar uma base de dados que permitisse essa identificação.”

“[...] neste momento é o boca-a- boca, que continua a funcionar, são os bloggers que vêm cá, é o aparecermos em revistas, e há pessoas que vêm. Esta semana esteve cá um grupo de jornalistas alemães”.

Quanto à categoria dedicada ao Pastel de Tentúgal e ao seu enquadramento no Turismo de Culinária em Portugal, cujas subcategorias em análise passam pela estratégia de promoção existente por parte da ERTC e da CDCT, relativamente à atividade turística em Tentúgal, ao Pastel de Tentúgal e divulgação das ações desta última em relação ao mesmo, e pela possível organização de itinerários especificamente dedicados a Tentúgal e/ou ao processo de confeição, selecionámos as seguintes unidades de registo:

E1: “O Pastel aparece sempre na nossa comunicação [...] aqui a Confraria destaca-se e acaba por ter via verde para comunicar e reagir com ERTC, porque tem um produto que nos serve de âncora e nos ajuda a desenvolver esta oferta de produtos a nível territorial [...] eles necessitam de nós para alavancar o produto e nós precisamos deles porque nos ajudar a estruturar o produto [...] o Pastel de Tentúgal destacou-se pela sua qualidade, pelo seu modus faciente, é pela sua referência porque o Pastel de Tentúgal leva-nos às raízes históricas de Tentúgal, do convento, ao património cultural material e imaterial, de Tentúgal, do município de Montemor e da região centro[...]. A região centro tem 100 municípios e é nosso objetivo alavancar os recursos turísticos no seu todo.”

“[...] pedem-nos para nós traçarmos um circuito cultural, em função do tempo que têm, e acaba sempre incluir Tentúgal. A degustação do Pastel de Tentúgal é obrigatória, não há evento nenhum da Turismo do Centro que não envolva o Pastel de Tentúgal [...] está sempre presente, quer nas nossas rotas, quer nos nossos roteiros, quer na mostra do turismo gastronómico regional.”

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E2: “[...] poderá acontecer se houver maior conivência entre as câmaras municipais e se as pessoas souberem trabalhar em conjunto [...] Eu tenho tentado, com a Figueira já estou a trabalhar com o Ecomuseu, com Coimbra não consigo [...]. Nós tentamos funcionar em rede, sempre que eu posso arranjo uma maneira de ter uma ligação qualquer a outro sítio. É pena cada um puxar só para si e não olhar para o lado.”

“As pessoas vêm a Tentúgal ver como se faz o Pastel, e quando saem daqui levam 10 séculos de história na bagagem!” E o facto de nós ligarmos sempre toda a história do pastel a tudo aquilo que é a história de Tentúgal é o que fascina as pessoas.”

“Vamos alargar as visitas a outros pontos, por isso mais do que isto é impossível fazer, tendo em conta que é tudo voluntariado [...].”

“ As pessoas que voltam a Tentúgal são pessoas que querem repetir a visita ao processo do Pastel [...] embora comece a notar que, ultimamente, já começam a querer também ir lá acima ao convento, [...] mas o pastel tem de ser mesmo, ou seja, tem todos os ingredientes, tem misticismo, tem o saber-fazer que é único no mundo.”

“Até a Confraria ter aparecido, a receita do pastel não se mostrava, a primeira vez que eu disse isso aos meus colegas, disseram-me: ‘a menina vai desgraçar a nossa vida, olhe que isso é o segredo, não pode mostrar’ [...], mas eu disse que se as pessoas virem como se faz [...] dizem a ‘eu nunca imaginei…dá tanto trabalho’ e, por isso, querem mostrar a outras pessoas e quantas mais pessoas vierem melhor para todos.”

Por último, podemos referir o que as entrevistadas consideram pertinente salientar no âmbito das entrevistas efetuadas:

E1: “[…] é pertinente este tipo de estudos […] este tipo informação, de tratamento, de preservação, de perpetuação no fundo da nossa história, do nosso legado cultural é fundamental e ajuda às entidades que estão no território a fundamentar e a valorizar a sua comunicação, quanto mais conhecimento tivermos melhor e mais fácil se torna vender um produto turístico […] e quase todos os municípios querem ter um produto pelo qual procuram ser conhecidos.”

127 E2: “[…] presido à Confraria desde 2010 […] fui Presidente da Assembleia Geral até depois ter passado para a Direção. Até então era o Sr. José Craveiro, que se incompatibilizou com a direção atual”.

“Quando eu vou falar do trabalho das confrarias, apresento sempre Tentúgal como um caso de sucesso, porque a verdade é que nós não fazemos um trabalho organizado de angariação de turistas, porque se fizéssemos tínhamos sempre casa cheia.”

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CAPÍTULO V- CONCLUSÕES DO ESTUDO E PROPOSTA