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Volume en millilitres Fig. ïï - 4

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(Brookes e Powlson, 1981; Hedley et al., 1982)

A - DETERMINAÇÃO DO Pt NO NO RESÍDUO DE SOLO

1. SOLUÇÕES

MgCl2 167g/200 mL: Dissolver 167g de MgCl2.6H2O em 200 mL de agua. Adicionar agua

aos poucos enquanto o sal dissolve, para não ultrapassar o volume porque ele contém muita agua.

H2SO4 2,5 mol L-1: Adicionar, vagarosamente, 70 mL de H2SO4 conc. em um balão

volumétrico de 500 mL contendo 300 mL de água destilada. Deixar em repouso por 2 hs e após frio, completar o volume com água destilada.

NaOH 6,75 mol L-1: Pesar 270,00 g de NaOH para balão de 1000 mL e completar o volume com água destilada.

Solução Indicadora p-nitrofenol (0,25% / mL): Pesar 0,08g de p-nitrofenol para balão de 200 mL e completar o volume com água destilada.

Molibdato de Amônio: Pesar 20 g de molibdato de amônio para balão de 500 mL e completar o volume com água destilada.

Antimônio Tartarato de Potássio: Pesar 0,2728 g de antimônio tartarato de potássio para balão de 100 mL e completar o volume com água destilada.

Solução Mista: Solução A - Adicionar 400 mL de H2SO4 2,5 mol L-1, 120 mL de solução de

molibdato de amônio, 40 mL de solução de antimônio tartarato de potássio, em balão de 1000 mL, adicionar 300 mL de água destilada e misturar. Solução B - Pesar 4,224 g de ácido ascórbico e diluir com cerca de 300 mL de água destilada. Adicionar a solução B à solução A e completar o volume com água destilada.

2. EXTRAÇÃO

2.1. pesar 0,15 g de solo para tubo de digestão graduado de 50 mL; 2.2. adicionar 1 mL de MgCl2 167 g / 200 mL;

2.3. adicionar 5 mL de H2SO4 conc.;

2.4. colocar funil de refluxo no tubo de digestão; 2.5. aquecer por 2 horas no bloco digestor à 200°C;

2.6. desligar o bloco e deixar esfriar (30 min), adicionar 1 mL de H2O2 p.a. e agitar

imediatamente manualmente com cuidado;

2.7. aquecer por 1 hora no bloco digestor à 100°C; (ele estará a 150° C mas não tem problema)

2.8. adicionar 2 mL de H2O2 p.a. e agitar imediatamente manualmente com cuidado;

2.9. aquecer por 1 hora no bloco digestor à 100°C;

2.10. aquecer no bloco digestor à 150°C até não haver mais bolhas de H2O2 saindo do tubo (±

2,5 horas);

2.11. desligar o bloco digestor e deixar esfriar até o dia seguinte; 2.12. completar para 50 mL, agitando para homogeneizar;

2.13. deixar esfriar e transferir para “snap cap” de 100 mL filtrando em filtro de papel quantitativo faixa azul ou preta (transferir ± 35 mL, agitar, transferir o restante);

2.14. realizar o mesmo procedimento em tubo vazio (branco) gerando solução para uso na curva padrão e diluições;

3. DETERMINAÇÃO NO PLASMA

Tabela 1. Curva de calibração

Pontos da curva

Branco 1 2 3 4

Teor de P na solução (mg dm-3) 0 0, 1 0,2 0,4 0,6

Teor de P no solo (mg dm-3) 0 33 66 133 200

Obs.: diluição final de 50/0,15 (solo – solução) = 333,33 vezes

B - DETERMINAÇÃO DO P ORGÂNICO NO RESÍDUO DE SOLO

1. SOLUÇÕES:

H2SO4 2,0 mol L-1: Adicionar, vagarosamente, 111,11 mL de H2SO4 conc. em um Becker de

1000 mL contendo 700 mL de água destilada. Deixar em repouso por 2 hs e após frio, completar o volume com água destilada para balão volumétrico de 1000 mL

H2SO4 2,5 mol L-1: Adicionar, vagarosamente, 140 mL de H2SO4 conc. para Becker de 1000

mL contendo 700 mL de água destilada. Transferir para balão de 1000 mL e completar o volume com água destilada.

NaOH 4 mol L-1: Pesar 160,00 g de NaOH para balão de 1000 mL e completar o volume com água destilada.

Solução Indicadora p-nitrofenol (0,25% / mL): Pesar 0,08g de p-nitrofenol para balão de 200 mL e completar o volume com água destilada.

Molibdato de Amônio: Pesar 20 g de molibdato de amônio para balão de 500 mL e completar o volume com água destilada.

Antimônio Tartarato de Potássio: Pesar 0,2728 g de antimônio tartarato de potássio para balão de 100 mL e completar o volume com água destilada.

Ácido Ascórbico 0,1 mol L-1: Pesar 1,76 g de ácido ascórbico para balão de 100 mL e completar o volume com água destilada. Preparar esta solução imediatamente antes de usá-la. Solução Mista: Solução A - Adicionar 200 mL de H2SO4 2,5 mol L-1, 60 mL de solução de

molibdato de amônio, 20 mL de solução de antimônio tartarato de potássio, em balão de 1000 mL, adicionar 300 mL de água destilada e misturar. Solução B - Pesar 2,112 g de ácido ascórbico e dissolver com cerca de 150 mL de água destilada. Adicionar a solução B à solução A e completar o volume com água destilada.

2. EXTRAÇÃO:

2.1. Pesar 0,5 g de solo em duplicata: Conjunto A para cadinho de porcelana e o Conjunto B para tubo de centrífuga;

2.2. Levar o Conjunto A para mufla e ignificar a 550 °C por 1,5 hora (elevar a temperatura gradualmente);

2.3. Transferir o solo ignificado para tubo de centrífuga e adicionar 25 mL de H2SO4 2,0 mol L-1;

2.4. Adicionar 25 mL de H2SO4 2,0 mol L-1 ao Conjunto B;

2.5. Agitar os conjuntos A e B por 16 horas em agitador horizontal à 220 rpm; 2.6. Centrifugar à 25000 g por 10 min a 0° C;

2.7. Reservar o sobrenadante para análise de Pi e Pt;

2.8. A leitura proveniente do solo ignificado dá o teor de P total e do não ignificado dá o teor de P inorgânico. O P orgânico é dado pela diferença: P orgânico = P total – P inorgânico

4. DETERMINAÇÃO NO PLASMA

Tabela 1. Curva de calibração

Pontos da curva

Branco 1 2 3 4

Teor de P na solução (mg dm-3) 0 0, 5 1 2 4

APÊNDICE J: AMOSTRAGEM, SEPARAÇÃO E QUANTIFICAÇÃO DE RAÍZES NO SOLO

1. AMOSTRAGEM

1.1. retirar material vegetal da superfície do solo;

1.2. com trado específico, retirar amostras de solo e transferir para saco plástico, recortando com tesoura as raízes que ficarem para fora do anel e colocando no saco da amostra da camada inferior;

1.3. as amostras coletadas na entre-linha são retiradas tendo trado no limite de 1/4 do espaçamento da cultura. Assim, para a soja a amostra foi tomada a 12,5 cm (50/4) da linha e no milho a 25 cm (80/4).

1.4. fechar bem o saco e armazenar em câmara fria (4° C) por no máximo 7 dias até determinar umidade.

2. DETERMINAÇAO DE UMIDADE

2.1. aferir a tara de copinhos de alumínio e colocá-los em ordem numa bandeja; 2.2. retirar os sacos da câmara fria, abrir e pesar;

2.3. homogeneizar o solo com a água retida na superfície interna do saco e transferir aproximadamente 30 g de solo nos copinhos de alumínio, tomando cuidado para não pegar raízes (± 3 cachimbadas de 10 cm3);

2.4. colocar os copinhos de alumínio em estufa a 108° C até atingir peso constante (2 dias); 2.5. pesar o solo seco;

3. SEPARAÇAO DAS RAÍZES DO SOLO

3.1. colocar o solo em balde de 20 litros, diluindo em água e homogeneizando manualmente; 3.2. passar material do balde em peneira de 0,5 mm cuidando para não derramar o solo

depositado no fundo do balde;

3.3. despejar material da peneira para vasilha com água para retirar materiais grosseiros que não são raízes;

3.4. passar material da vasilha em peneira de 0,5 mm;

3.5. colocar o material retido na peneira de 0,5 mm em saco plástico e armazenar em geladeira a (4° C) por até 1 mês.

4. LIMPEZA DAS RAÍZES

4.1. retirar o material da geladeira;

4.2. transferir o material para vasilha, colocar água e retirar contaminantes (palha, carvão etc.) com pinça;

4.3. passar material da vasilha em peneira de 0,5 mm;

4.4. colocar o material retido na peneira de 0,5 mm em papel toalha para retirar excesso de umidade e picar para homogeneizar;

4.5. coletar uma amostra (quantidade que preencha uma folha A4) e colocar em snap-cap de 100 mL contendo solução solução de álcool etílico 30% em geladeira, podendo ser acondicionado por até 6 meses;

4.6. colocar o restante do material em saco de papel e levar para estufa a 60 ° C até atingir peso constante;

4.7. retirar material da estufa e pesar matéria seca de raízes;

5. QUANTIFICAÇÃO DAS RAÍZES

5.1. colorir a alíquota de raízes mantida em solução alcoólica com cloreto de pararosanilina (violeta de genciana) 5 g L-1;

5.2. Após 24 horas retiras as raízes da solução e secar ao ar em papel de germinação; 5.3. Espalhar com pinça as raízes secas em folha transparente e escanear;

5.4. Secar em estufa a 60 ° C até atingir peso constante e pesar matéria seca de raízes;

5.5. Trabalhar as imagens digitais com utilização do software computacional SIARCS® 3.0 (Jorge et al. 1996), utilizando o filtro “threshold > seleção ordenada”, que permite que se faça a seleção das cores que representam o objeto em análise, com nível de seleção de oito linhas completas deste filtro.

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