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LES ASPECTS THÉORIQUES

1. LES MÉDICAMENTS BCS II : UNE HYDROSOLUBILITÉ PROBLÉMATIQUE

1.1. La voie orale : source de variabilité de la réponse pharmaceutique

A análise dos processos inovadores de gestão que estão em desenvolvimento nas universidades que compõem o Sistema UAB, proposta nesta pesquisa, requer uma revisão conceitual dos principais elementos teóricos que serão trazidos para dar suporte a este estudo e tornar mais claro e sustentável do ponto de vista acadêmico. A primeira e indispensável reflexão incide sobre o contexto social em que estas universidades estão inseridas, considerando não apenas o seu entorno, mas a sociedade global da qual faz parte, vez que os avanços tecnológicos, especialmente no campo da informação e da comunicação constatados na sociedade, já classificada por alguns autores como sociedade em rede ou sociedade da informação, deverão ser discutidos e considerados como pano de fundo, razão pela qual poderão ser tomados sob o ponto de vista instrumental ou mesmo como motivação ou cenário propulsor das mudanças que nos levam a estas questões.

Neste sentido iniciamos as nossas reflexões pelas constatações das profundas mudanças que nós mesmos percebemos em nossa vida cotidiana. Na nossa geração, os nascidos dos anos 1950, constatamos o aparecimento e a disseminação das tecnologias que mais tiveram influências nas transformações sociais que vimos acontecer, em alguns momentos perplexos, às vezes incrédulos, mas necessariamente integrados às suas influências.

Muitas destas tecnologias eram embrionárias e foram se expandindo, aperfeiçoando e se tornando mais acessíveis, no decorrer da nossa infância e juventude, tais como o relógio digital, o rádio, o gravador de áudio, a televisão, as máquinas de fotografia, as filmadoras, os meios de transportes, o telefone, o

computador e, mais recentemente, o tablet, o smartphone, o GPS e a Internet, esta última muito recente e exponencialmente revolucionária.

Convivemos hoje com o fenômeno da convergência das mídias, constatamos a integração destas tecnologias e temos acesso, no nosso trabalho ou mesmo em casa, a dispositivos eletrônicos que se integram com outros, tornando-se utensílios de grande valia para a nossa convivência com o novo e com a revolução tecnológica, assim chamada por muitos autores.

Atribuo ao telefone celular um papel importante na representação desta realidade. Os aparelhos mais sofisticados desta geração convergente, já reúnem a maioria dos instrumentos modernos de informação e de comunicação, muitos deles com acesso à internet, correio eletrônico e redes sociais, além da conjugação de mídias diversas como a tv, o rádio, o GPS, o armazenamento de dados e telefonia, agendas eletrônicas, máquina fotográfica e filmadora, gravador de áudio, players de músicas e vídeos gravados, são funções facilmente encontradas.

Neste relato destacamos as tecnologias que podemos chamar de palmtop, ou seja, que estão à mão para serem transportadas e utilizadas diariamente por indivíduos. O exemplo dado do celular é emblemático, mas podemos constatar vários outros que nos saltam aos olhos e nos rodeiam, intervindo em nossas vidas diárias. As rápidas viagens de avião e de metrô, as medidas biométricas nos bancos e clínicas médicas, as identificações digitais nos acessos aos edifícios públicos, estádios e condomínios, os aparelhos domésticos carregados de tecnologias que os fazem mais funcionais, leves e destacados em seus designs, o acesso à internet sem fio em locais públicos e mais uma infinidade de recursos tecnológicos presentes ou remotos que interferem diretamente na vida em sociedade.

As comunicações on line, via Internet são dignas de destaque nesta análise das constatações dos avanços tecnológicos que estão ao alcance de um grande número de pessoas, incluídas na parcela da população que tem acesso aos bens e serviços que propiciam a sua utilização.

Segundo o Comitê Gestor da Internet Brasil (CGI), a chamada rede mundial de computadores

tecnológicas que estamos vivendo e na medida em que ela se torna elemento crítico e onipresente na visa social contemporânea é inevitável que produza impactos significativos de natureza social, cultural, comportamental, econômica e política. (SÃO PAULO, 2014, p. 32)

Na nona edição da sua pesquisa sobre o uso da Internet no Brasil, a CGI registrou que "em 2013, quase a metade dos domicílios brasileiros possuía computador (49%), enquanto 43% tinham acesso à Internet, correspondendo a 27,2 milhões em números absolutos" (SÃO PAULO, 2014, p.33). Na mesma pesquisa, observa-se que, pela primeira vez, a proporção de usuários de Internet ultrapassa a metade da população brasileira, chegando a 51% - o que corresponde a 85,9 milhões de pessoas.

Outro dado interessante sobre o acesso à tecnologia no Brasil, contido nesta pesquisa da CGI (SÃO PAULO, 2014), se refere à utilização do telefone celular, inclusive para acessar a Internet, sendo apontado nesta pesquisa que em 2013, 143 milhões de brasileiros acima de 10 anos de idade usavam este dispositivo, representando 85% da população nesta faixa etária. Notou-se ainda, como uma tendência irreversível da mobilidade, ou seja, do uso de dispositivos móveis como recursos para acesso às novas tecnologias, um crescimento no uso de tablets e notebooks. Do total de 36,6 milhões de domicílios (49%) com computador, 57% possuíam laptops e notebooks e 12% possuíam tablets.

Esses dados, vale ressaltar, não representam uma universalização no uso destes equipamentos no País e, longe disso, ainda revelam profundas desigualdades, regionais, entre as faixas etárias e as classes sociais. Por exemplo, o acesso à Internet na classe A é de 98%, enquanto nas classes D e E, apenas 8%. Nas áreas urbanas o acesso à Internet é de 48% e nas zonas rurais é de 15% e entre as faixas etárias, o maior percentual de acesso está entre os usuários entre os 16 e os 24 anos com 77%, enquanto apenas 11% dos usuários com mais de 60 anos têm acesso à Internet (SÃO PAULO, 2014).

Desde 2005, quando iniciaram as pesquisas sobre o uso das tecnologias da informação e comunicação e do acesso à Internet, observa-se ano a ano um crescimento exponencial destes números, e o entendimento destes cenários torna- se uma atividade estratégica para avaliação de políticas públicas e para a

construção do conhecimento científico.

Para este crescente grupo de usuários, existe hoje uma variedade de programas gratuitos que permitem às pessoas se comunicarem com imagem e voz de qualquer parte do mundo, onde se tenha acesso à Internet, fazendo contatos ponto a ponto, duas pessoas, ou multiponto envolvendo grupos maiores. Estes programas já são utilizados por parentes e amigos que estão afastados geograficamente, reduzindo as distâncias entre eles, e também por empresas, permitindo que reuniões, antes realizáveis apenas com deslocamentos físicos, possam ser feitas com os seus participantes em locais diversos no mesmo país ou em pontos distantes em qualquer lugar do mundo.

Ressalte-se que no setor empresarial brasileiro já se constatou, nesta pesquisa de 2013, que 97% utilizaram computadores e 96% acessaram a Internet. Esta realidade, diferente da pesquisa domiciliar, mostra uma quase universalização do acesso ao computador e à Internet neste segmento (SÃO PAULO, 2014).

No nosso dia a dia, hoje, temos à mão os aplicativos, que são soluções desenvolvidas por indivíduos que dominam as técnicas e habilidades de programação e podem ser difundidas na rede de computadores, gratuitos ou pagos, e são utilizados para uma grande quantidade de atividades cotidianas, que vão desde saber se o voo vai sair e chegar no horário marcado, acompanhar as condições do trânsito, saber da previsão do tempo, fazer anotações, escanear documentos, procurar endereços e obter mapas de localização dos mesmos, além de outras coisas como afinar um instrumento musical e fazer partituras.

No texto publicado no ano de 2013, no III Colóquio Luso-Brasileiro de Educação a Distância e e-learning, Okada (2013) apresentou uma imagem muito representativa deste avanço nas tecnologias da informação e comunicação que nos referimos, afirmando:

Com os rápidos avanços tecnológicos, o espaço virtual tem sido cada vez mais utilizado pelos indivíduos e pelas organizações para registrar, reorganizar, reconstruir e compartilhar seus dados, informações e conhecimentos. (OKADA, 2013, p.178)

diversas redes sociais e outros ambientes na Internet, como um indicativo da grandiosidade destes números.

Figura 01 –Um minuto na Internet

Fonte: Okada, 2013.

Podem ser vistos, na imagem, números impressionantes, tais como os seis milhões de visualizações que ocorrem no Facebook, seis milhões e meio de usuários do twiter, cinco milhões e duzentos mil integrantes da Rede Linked In, os duzentos e quatro milhões de email enviados, um milhão e cem mil visualizações de vídeos no Youtube, entre outras ações que indicam os números de interações que ocorrem na rede mundial de computadores por minuto.

Ainda nesta constatação dos avanços tecnológicos que estão ao alcance das nossas mãos e aguçam todos os nossos sentidos, destacamos o novo meio de armazenar e acessar informações na “nuvem”. A tecnologia assim denominada cloud computing, traduzida como computação em nuvem, vem sendo amplamente difundida, está ao alcance do indivíduo e representam um avanço significativo nesta área. Através desta tecnologia, as informações antes armazenadas em dispositivos

fixos nos próprios computadores de mesas ou portáteis ou em dispositivos móveis como memórias externas, pendrives, CD-ROM, DVD, todos sucessores dos disquetes, podem ser transferidas para estes espaços chamados também de HD virtual, e recuperadas em qualquer lugar onde o indivíduo tenha acesso à internet e um dispositivo para fazê-lo. Este dispositivo pode ser um computador de mesa, notebook ou computador portátil, o tablet e até mesmo o celular.

Perguntamo-nos de onde vem tudo isso e que tecnologias são essas que não param de avançar e se diversificar, surpreendendo-nos e ampliando as nossas possibilidades de tirar delas o melhor proveito?

Alguns autores se dedicam a extensas análises sobre este fenômeno e fazem esforços para descrevê-lo e explicitá-lo. Destacamos entre estes o espanhol Manuel Castells (1999), que publicou a trilogia “A Era da Informação”, obra que representa um dos maiores esforços da sociologia contemporânea em busca da análise da dinâmica social e econômica, ajudando-nos a compreender as intensas mudanças que experimenta a sociedade em nossos dias.

Buscamos em Castells (1999) as reflexões para uma breve descrição e análise deste contexto, que ele chama de revolução da tecnologia da informação. No entanto, para ampliar e fazer contrapontos, recorreremos a outros autores, tais como Levy (1999), Santos (2000), Barbero (2001) etc., sempre procurando trazer deles as constatações que possam no auxiliar na compreensão do fenômeno que estamos analisando nesta pesquisa, qual seja a gestão colaborativa em rede na universidade. O ponto de partida para esta discussão requer esclarecermos dois conceitos básicos: revolução e tecnologia. Sobre revolução, Castells (2000, p.49) nos diz que

A história da vida é uma série de situações estáveis, pontuadas em intervalos raros por eventos importantes que ocorrem com grande rapidez e ajudam a estabelecer a próxima era estável.

O autor afirma que desde o final do século vinte estamos vivendo um desses intervalos da história da humanidade que se caracteriza pela “[...] transformação da nossa cultura material pelos mecanismos de um novo paradigma tecnológico que se organiza em torna tecnologia da informação” (idem, p. 49).

Sobre a tecnologia, Castells (2000) recorre a Harvey Brooks e Daniel Bell e junta-se a eles para dizer que tecnologia é “[...] o uso de conhecimentos científicos para especificar as vias de se fazerem as coisas de uma maneira reproduzível” (idem, p. 49). Ele inclui entre as tecnologias da informação o conjunto convergente de tecnologias em microeletrônica, computação (software e hardware), telecomunicações/radiodifusão e optoeletrônica, além da engenharia genética.

Para justificar a importância destas mudanças e caracterizar seu efeito revolucionário sobre a sociedade, Castells (2000) faz referência a outro período da história que foi a Revolução Industrial iniciada no século XVIII. Neste identifica as novas fontes de energia como o motor a vapor, a eletricidade, os combustíveis fósseis e a energia nuclear como base das importantes transformações experimentadas pela “sociedade industrial”. Segundo o autor, este período representou um padrão de descontinuidade nas bases materiais da economia, sociedade e cultura.

Quanto à revolução da tecnologia da informação ele diz que

O que caracteriza a atual revolução tecnológica não é a centralidade de conhecimentos e informação, mas a aplicação desses conhecimentos e dessa informação para a geração de conhecimentos e de dispositivos de processamento/comunicação da informação, em um ciclo de realimentação cumulativo entre a inovação e seu uso (CASTELLS, 2000, p. 50).

A este fenômeno, Castells, citando Kranzberg e Pursell, atribui a característica da penetrabilidade, “[...] ou seja, a sua penetração em todos os domínios das atividades humanas, não como fonte exógena de impacto, mas como tecido em que esta atividade é exercida” (KRANZBERG; PURSELL apud CASTELLS, 2000, p. 49).

Ele afirma ainda que “[...] em outras palavras, são voltadas para o processo, além de induzir novos produtos” (CASTELLS, 2000, p. 50).

Estas constatações foram amplamente exemplificadas no início deste capítulo com a descrição feita da presença das tecnologias no nosso cotidiano, corroboramos, portanto, essas assertivas que apontam para a existência de uma revolução que transforma a vida em sociedade, as formas de produção e uso de bens e serviços destas novas tecnologias e nos sentimos partícipes/protagonistas

deste cenário.

Sobre as tecnologias, especialmente as da comunicação e informação, Castells (2000) ilustra seus argumentos ao afirmar que elas passaram por três estágios distintos, até chegar à sua atual configuração revolucionária. Citando Rosemberg, afirma que, nos dois primeiros estágios, o progresso da inovação tecnológica baseou-se em aprender usando, mas, no terceiro estágio, “[...] os usuários aprenderam a tecnologia fazendo, o que acabou resultando na reconfiguração das redes e na descoberta de novas aplicações” (CASTELLS, 2000, p. 51).

Este encurtamento do espaço/tempo entre a produção e uso das tecnologias modificou o paradigma tecnológico à medida que os usuários não as têm apenas como ferramentas a serem aplicadas, mas como processos a serem desenvolvidos, assumindo o controle, aproximando e confundindo os papéis de usuários e produtores e tornando a mente humana, pela primeira vez na história, uma força direta de produção, não apenas um elemento decisivo no sistema produtivo como na era industrial (CASTELLS, 2000).

Neste texto não será apresentado um sumário histórico das revoluções que antecederam esta que estamos descrevendo, apesar de reconhecermos que foram todas elas os alicerces desta última, tendo criado as bases do conhecimento científico humano para permitir que nossos contemporâneos alcançassem os êxitos hoje constatados. Faremos, contudo, um breve histórico desta era da informação, buscando ainda em Castells (2000, p. 59):

[...] os principais eixos da transformação tecnológica em geração/processamento/transmissão da informação, colocando-os na sequência que se deslocou rumo à formação de um novo paradigma sociotécnico.

Como dito, a invenção do telefone (BELL, 1876), do rádio (MARCONI, 1898) e da válvula a vácuo (DE FOREST, 1906) e tantas outras que poderiam ser citadas neste apanhado, são reconhecidas por Castells como antecessores industriais e científicos das tecnologias da informação com base em microeletrônica. Até a década de 1960 do século XX, o transistor (1947) e o circuito integrado (1957),

acompanhados dos avanços em seus processos de produção com a utilização de novos materiais como o silício, o aumento da sua capacidade de processamento e a redução vertiginosa no preço de fabricação, preparam as bases para invenção em 1971, por Ted Hoff, do microprocessador, que é o computador em um único chip.

Segue-se uma história de rápido desenvolvimento desta tecnologia ancorado em princípios como o aumento da capacidade de processamento, a miniaturização e redução dos preços que permitiram a popularização do computador pessoal e sua utilização cada vez maior em máquinas e utensílios de uso diário, tais como lavadoras, fornos de micro-ondas, automóveis, telefones e tantos outros.

Estes avanços nos materiais de fabricação e na sua capacidade de processamento dos chips (circuitos eletrônicos) permitiram um aumento exponencial da capacidade dos microcomputadores e propiciaram as bases para o salto seguinte, a microeletrônica, que Castells (2000, p. 61) classifica como “uma revolução dentro da revolução”.

Em 1975, o engenheiro Ed Roberts construiu uma caixa de computação, um objeto primitivo, em forma de um computador de pequena escala com um microprocessador. Este invento foi a base para o desenvolvimento dos computadores pessoais (PC) pela Apple e em seguida pela IMB. Sua difusão foi viabilizada com a junção a outra invenção, o software operacional adaptado para os PC, pelos jovens desistentes de Harvard, Bill Gates e Paul Allen, que perceberam o potencial desta tecnologia e fundaram, no Vale do Silício (EUA), a Microsoft, líder mundial em venda de software e programas operacionais.

Outro avanço significativo nesta evolução histórica das tecnologias da informação ocorreu na década de 1980, quando os computadores passaram a ser utilizados em rede, criando a possibilidade de aumentar a capacidade de processamento, a memória e permitindo o uso compartilhado e interativo dos dados antes centralizados nos grandes computadores.

Complementando este quadro de desenvolvimento das bases tecnológicas materiais desta revolução, os avanços das telecomunicações com a combinação das tecnologias de “nós” (roteadores e comutadores eletrônicos) e novas conexões (tecnologias de transmissão), aliadas ao desenvolvimento de novos materiais como a fibra ótica, aumentando a capacidade das linhas de transmissão, ocorreu em 1969,

desenvolvida pela Agência de Projetos de Pesquisa Avançada do Departamento de Defesa do EUA (ARPA), a criação de uma rede eletrônica de comunicação que se desenvolveu nos anos seguintes, vindo a se tornar a Internet, a rede das redes, cuja expansão por todo o mundo modificou extraordinariamente a vida no planeta.

[...] embora a forma de organização social em redes tenha existido em outros tempos e espaços, o novo paradigma da tecnologia da informação fornece a base material para a sua expansão penetrante em toda a estrutura social (CASTELLS, 2000, p. 495).

A expressão sociedade em rede, que aparece na tessitura desta trilogia sobre a “era da informação” defendida por Castells (2000), delineia-se nesta afirmativa acima, apontando a potencialização de uma organização social, que tecnicamente já poderia ser vista no passado como uma morfologia de rede, tendo em vista as possibilidades de conexões e de movimentação dos fluxos de informações decorrentes da revolução das tecnologias.

[...] redes constituem a nova morfologia social das nossas sociedades, e a difusão da lógica de redes modifica de forma substancial a operação e os resultados dos processos produtivos e de experiência, poder e cultura (CASTELLS, 2000, p. 497).

Nesta síntese da evolução histórica dos avanços tecnológicos que suportam a nova forma de organização social, apresentamos as bases das nossas reflexões sobre os temas teóricos cujo referencial será utilizado para a realização das nossas análises sobre a realidade pesquisada, bem como para nortear a proposta de gestão a ser construída.

2.2 A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO