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Validation des fréquences de passage de poches

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Chapitre IV Simulations d'écoulements diphasiques avec et sans changement de phase

IV.2 V ALIDATION DU MODELE VOF POUR LE REGIME INTERMITTENT ADIABATIQUE

IV.2.3 Étude de la transition vers le régime intermittent

IV.2.3.3 Validation des fréquences de passage de poches

Por ser um fenômeno recente, poucos são os estudos que tratam da economia criativa e, consequentemente, um dos seus desdobramentos: a liderança criativa. No Brasil, pode-se destacar alguns trabalhos: Silva et al. (2016) realizaram um estudo bibliométrico dos artigos publicados nos anais do ENANPAD e no repositório SPELL do período de 2010 a 2015.

Como resultado, constatou-se uma evolução nas publicações apesar do número ínfimo de trabalho. As áreas correlatas que mais se destacaram nesta pesquisa foram empreendedorismo, políticas públicas e sistemas de informação. Outro trabalho pertinente foi o realizado por Oliveira et al. (2016). Nele, a economia criativa foi analisada por meio da produção científica brasileira em administração através do mapeamento bibliométrico nas bases ANPAD, CAPES E SPELL. Como conclusão, observa-se que, apesar da relevância do tema, a economia criativa encontra-se pouco explorada em pesquisas acadêmicas. Os principais termos encontrados foram inovação, produção cultural, impacto local e regional e empreendedorismo. A principal lacuna observada refere-se ao processo de institucionalização. Almeida, Teixeira e Luft (2014) realizaram o mapeamento da produção científica em periódicos nacionais e internacionais sobre o tema da economia criativa do período de 2000 a 2013. Os principais resultados foram: predominância de artigos nacionais e internacionais a partir de 2007 e uso da Teoria Crítica, da Teoria da Seminformação e da Teoria do Capital Criativo.

Em termos internacionais, um trabalho que merece destaque foi o realizado por Lazzeretti, Capone e Innocenti (2017). Seu objetivo foi investigar a estrutura intelectual da pesquisa em economia criativa com uma análise bibliométrica baseada em co-citação. Os principais resultados encontrados foram: campo novo, fragmentado e em desenvolvimento, determinação do final dos anos 90 como período inicial para as pesquisas internacionais em economia criativa e forte multidisciplinariedade. Além disso, observou-se que a economia criativa representa uma ferramenta estratégica, bem como um setor prioritário para emergir das crises.

Tendo como tema a liderança criativa, destacam-se dois trabalhos. No Brasil, Carvalhal e Muzzio (2015) procuraram analisar a liderança exercida por gestores da economia criativa, com vistas à liderança criativa. Como resultado, observou-se que os gestores da economia criativa ainda não exercem uma liderança criativa plena. Constatou-se, ainda que uma relação positiva entre liderança criativa e produtividade.

Internacionalmente, destaca-se o trabalho de Mainemelis, Kark e Epitropaki (2015). Nele os autores examinam os vários caminhos da pesquisa organizacional que relacionam criatividade e liderança. O objetivo principal é a discussão a respeito de uma estrutura multi- contexto para a liderança criativa. Essa pesquisa teve como um dos resultados principais a constatação de que o conceito de liderança criativa passou a receber maiores graus de atenção na literatura acadêmica e na comunidade de praticantes. O Quadro 3 apresenta, de forma sintética, os principais estudos empíricos anteriores sobre economia criativa e liderança criativa.

Quadro 3 – Estudos empíricos anteriores sobre economia criativa e liderança criativa

Autores (ano) Objetivo geral Metodologia Resultados

Lazzeretti, Capone e Innocenti, (2017) Investigar a estrutura intelectual da pesquisa em economia criativa com uma análise bibliométrica baseada em co-citação.

Análise Bibliométrica e de co- citação do banco de dados iso- Thomson Reuters Web of Science (wos)

Economia Criativa como campo novo, fragmentado e em desenvolvimento,

determinação do final dos anos 90 como período inicial para as pesquisas internacionais em economia criativa e forte multidisciplinariedade. Além disso, observou-se que a economia criativa representa uma ferramenta estratégica, bem como um setor prioritário para emergir das crises.

Oliveira et al. (2016) Analisar a Economia Criativa na produção científica brasileira em administração.

Mapeamento bibliométrico nas bases ANPAD, CAPES E SPELL.

A economia criativa encontra- se pouco explorada em pesquisas acadêmicas. Os principais termos encontrados foram inovação, produção cultural, impacto local e regional e empreendedorismo. A principal lacuna observada refere-se ao processo de institucionalização.

Silva et al. (2016)

Estudo bibliométrico dos artigos publicados nos anais do ENANPAD e no repositório SPELL

Estudo bibliométrico dos artigos publicados nos anais do ENANPAD e no repositório SPELL do período de 2010 a 2015.

Evolução nas publicações apesar do número ínfimo de trabalho. As áreas correlatas que mais se destacaram foram empreendedorismo, políticas públicas e sistemas de informação. Carvalhal e Muzzio (2015) Analisar a liderança exercida por gestores da economia criativa

Pesquisa de natureza qualitativa de caráter exploratório por meio de estudo de casos múltiplos. Foram realizadas entrevistas Semiestruturadas com três gestores da economia criativa na cidade do Recife-Pe.

Os gestores da economia criativa ainda não exercem uma liderança criativa plena. Constatou-se, ainda que uma relação positiva entre liderança criativa e produtividade. Mainemelis, Kark e Epitropaki (2015) Examinar os vários caminhos da pesquisa organizacional que relacionam criatividade e liderança.

Revisão sistemática, discussão teórica elaboração de uma estrutura multi-contexto de liderança criativa.

O conceito de liderança criativa passou a receber maiores graus de atenção na literatura acadêmica. Proposição de uma estrutura integrativa tripartida que sugere sua manisfestação através do processo de facilitação, direção ou integração. Almeida, Teixeira e Luft (2014) Mapeamento da produção científica em periódicos nacionais e internacionais sobre o tema da economia criativa O mapeamento da produção científica em periódicos nacionais e internacionais sobre o tema da economia criativa do período de 2000 a 2013.

Os principais resultados foram: predominância de artigos nacionais e internacionais a partir de 2007 e uso da teoria crítica, da seminformação e do capital criativo.

Fonte: Elaborado pelo autor (2019).

Conforme o Quadro 3, é possível observar o número limitado de estudos que tratam das temáticas supracitadas. Além disso, quando abordadas e com raras exceções, estas questões são

tratadas no sentido de entender o “estado da arte” desses fenômenos e não sua aplicação /organizacional e prática.

Diante disso, ao entender como essencial a compreensão da liderança criativa no contexto da economia criativa brasileira, este estudo diferencia-se por trazer a investigação de um dos mais promissores e importantes mercados criativos: o de jogos digitais. Cabe destacar, ainda, que este trabalho pode, sobretudo, auxiliar os líderes no gerenciamento de seus negócios, contribuindo de forma prática, para o entendimento dessa nova realidade onde formas tradicionais de gerenciamento organizacional não atendem às perspectivas das organizações e equipes baseadas na criatividade (MUZZIO, 2017; WILLIAMS; FOTI, 2011).

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