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Useless Grammar Symbols

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Equivalence of NFA with ∈-Moves to NFA Without ∈-Moves

Chapter 3: Context-Free Grammar and Syntax Analysis

3.2 CONTEXT-FREE GRAMMAR

3.2.5 Useless Grammar Symbols

Esta área de desempenho contempla quatro etapas que se interligam: a conceção, o planeamento, a realização e a avaliação. Toda a bagagem que transportamos da nossa formação, vivências e experiências são colocadas ao serviço destes procedimentos, respeitando a realidade factual e contextual do meio onde serão desenvolvidos e aplicados.

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22 4.1.1. Conceção

Podemos entender a conceção como a primeira tarefa/função do professor, onde esta assenta e pela qual é regulada. O docente vai regular a sua atuação partindo de pressupostos definidos nesta fase, como o reconhecimento dos programas curriculares, a análise contextual do meio envolvente da escola, e a definição do perfil geral dos alunos que frequentam a mesma. Mediante estas circunstâncias, define-se um conjunto de estratégias de intervenção, orientadas por objetivos pedagógicos, que respeitem os conteúdos programáticos e que visem a eficácia pedagógica no processo de educação e formação dos alunos nas aulas de EF.

Voltando à minha jornada pessoal, ainda a desfrutar do período de férias, um sentimento de ansiedade apoderou-se de mim, eram inúmeras as questões sem resposta, e eram elevadas as expetativas. Ansiava por saber qual a escola onde iria cumprir o estágio, qual a forma de trabalhar do professor cooperante, como seria o primeiro contacto com a turma, como seriam as aulas, um infindável leque de situações que poderia vir a experienciar. Conhecida a escola em que iria realizar o estágio, estabelecido o primeiro contacto com o professor cooperante e com o núcleo de estágio, antes da informação institucional ser oficializada, a ansiedade passou e fui apoderado por uma sensação de segurança e confiança em relação ao EP. Este sentimento de segurança e confiança tinha como alicerce a formação teórico-prática obtida ao longo dos últimos quatro anos, especialmente o trabalho desenvolvido no ano transato, que me permitiu aprofundar o conhecimento acerca do estado e do funcionamento do ensino, o que se revelou extremamente proveitoso e enriquecedor. Tenho de referir também a experiência de treino e relação profissional com outros atletas que me permitiu desenvolver ferramentas a nível da comunicação e na relação interpessoal.

Ainda na fase de conceção, a realização do Projeto de Formação Individual, permitiu-me perspetivar como se iriam desenrolar todas as atividades a desenvolver durante o estágio, perceber os objetivos a atingir, identificar

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possíveis dificuldades e traçar planos para colmatar as falhas. A realização do Projeto de Formação Individual levou-me a fazer uma autoanálise do “eu professor” identificando lacunas e dificuldades. Identificadas as dificuldades percebi que com muito trabalho e com a ajuda do professor cooperante, do professor orientador e dos meus colegas de estágio, as minhas falhas iriam ser superadas, e eu seria assim um melhor profissional. Este projeto acabou por ser o documento orientador de todo o estágio.

Como já foi dito, o professor cooperante contactou-me e a todos os colegas de estágio ainda antes de sermos informados pela faculdade, e fez questão de marcar uma reunião antes do início ano letivo. Nesta reunião, após as apresentações e outros formalismos, o professor voluntariou-se para ser nosso guia numa visita pela escola, de forma a conhecermos os “cantos à casa”. No caso particular do nosso núcleo, dois dos elementos já tinham sido alunos nesta escola enquanto eu, pela proximidade geográfica, conhecia também a instituição escolar. Dado isto, a função do professor cooperante e a nossa missão ficou um pouco facilitada, uma vez que, já conhecíamos minimamente as regras de funcionamento da escola, assim como o seu contexto envolvente. Numa outra reunião foi efetuada a análise minuciosa das normas de funcionamento institucionais e foi-nos facultada informação sobre os pontos mais relevantes do regulamento interno da escola. Nesse mesmo dia, fomos apresentados à comunidade escolar, e ficamos a conhecer as turmas com as quais iríamos trabalhar. A seleção das turmas foi aleatória. Selecionadas as turmas decidimos pôr as mãos no trabalho procurando reunir o máximo de informações relativas à turma, para conhecermos as suas caraterísticas a nível social e psicomotor. No meu caso particular, beneficiei do facto do professor cooperante ser o diretor da turma que me foi designada, facto que me permitiu ter acesso a um conjunto de informações mais específicas e pormenorizadas acerca dos meus alunos, nomeadamente em termos comportamentais, a nível do caráter, bem como, do domínio cognitivo e sócio-afetivo. Da conversa mantida com o professor pude depreender que eram alunos muito sociáveis, respeitadores, com bons hábitos e com bons níveis de aptidão física. A informação relativa aos meus alunos ficou completa aquando do

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preenchimento das fichas individuais. Com os dados obtidos a partir destas fichas pude complementar a informação já reunida sobre os meus alunos, em particular, com informação referente a problemas de saúde, aspeto fundamental a considerar na nossa intervenção. Importa referir que esta ficha individual foi concebida pelo núcleo, onde foram combinadas e formuladas um conjunto de questões no sentido de recolher um conjunto de dados relevantes para nos auxiliarem na nossa atuação. Dadas as limitações que um problema de saúde pode ter na prática de exercício físico, fomos muito minuciosos na recolha de informação médica. Preenchidas as fichas individuais constatei que tinha dois alunos asmáticos e outros dois com alergias. Constatado esse facto, perguntei sobre a autorização médica para a prática das aulas de EF, sendo que os quatro alunos estavam devidamente autorizados pelo médico a realizar as aulas de EF com alguns cuidados que me foram transmitidos. Os restantes alunos eram saudáveis não apresentando quaisquer limitação à prática das aulas de EF.

Indubitavelmente o reunir destas informações foi extremamente pertinente, servindo como suporte para todo o planeamento e adequação do processo de ensino-aprendizagem à realidade e às limitações encontradas.

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25 4.1.2. Planeamento

O programa de EF aplicado na escola resulta da análise aos programas nacionais por parte de todos os professores do subdepartamento, que após análise e algumas adaptações definiram a Planificação Anual de EF. Neste planeamento constam todas as modalidades a abordar durante o ano letivo, em cada um dos períodos, para cada ano de escolaridade. São também definidas o número aulas previstas. Contudo, o número de aulas e a ordem de lecionação das Unidades Temáticas (UT) ficam ao critério dos professores, tendo em consideração as condições climatéricas, a disponibilidade dos espaços físicos e do material necessário para a realização das aulas. O professor cooperante facultou desde logo o programa de EF para o ensino secundário definido pelo subdepartamento, elemento de extrema importância para o delineamento do planeamento anual da minha turma - 12ºC. No caso particular do 12º ano de escolaridade e da escola, são os alunos que moldam o programa às suas preferências no que se refere aos desportos coletivos. Como modalidades obrigatórias são impostas o atletismo e a dança, ficando ao critério dos alunos a opção sobre duas modalidades coletivas e uma outra individual definida no programa. Como modalidades coletivas, os alunos, optaram pelo futsal e pelo voleibol, a nível individual escolheram a natação. Outra particularidade é que este conjunto de modalidades foram lecionadas durante todo ano letivo à exceção de dança. Pessoalmente concordei com estas escolhas e achei pertinentes os moldes em que se desenvolveram esta planificação, possibilitando uma abordagem mais consistente das modalidades e permitindo seguir uma lógica mais estruturada e sequencial dos conteúdos programáticos. O plano definido permitiu aos alunos terem um período mais prolongado para assimilarem e consolidarem as aprendizagens, o que lhes permitiu atingir níveis mais elevados de desempenho. Pude comprovar esta premissa através dos resultados em crescendo dos alunos, de período para período, ao longo do ano letivo. Contudo, admito os riscos que a mesma pode incorrer, sobretudo gerar um clima de monotonia e desmotivação nos alunos. De modo a evitar a monotonia é imprescindível planear e promover, para os

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alunos, aprendizagens desafiantes e motivadoras, as quais requerem um trabalho de casa profundo e minucioso. Para tal, em muito contribuiu a adoção da minha parte do Modelo de Educação Desportiva (MED) para conferir às aulas esse caráter tão essencial.

Todavia, ao longo dos três períodos surgiram alguns imprevistos que vieram condicionar o cumprimento integral das UT, nomeadamente, com a “subtração” de aulas para a realização de testes intermédios, visitas de estudo, palestras e atividades da escola. Aliado a isso, havia as requisições nas piscinas municipais para as aulas de natação, que tinham de ser cumpridas e respeitadas, uma vez que todas as datas foram definidas no início ano letivo. Durante o segundo período, estavam planificadas duas aulas de dança que acabaram por não se realizar, devido ao facto de uma delas coincidir com a realização do teste intermédio de português e a outra com a participação numa palestra referente à temática “Tráfico de Seres Humanos”. Houve a tentativa de compensar estas perdas, mas pelos motivos acima já referidos, pela estruturação das outras UT e pela articulação dos espaços e do material com os outros professores não foi possível. Outras situações semelhantes verificaram-se com as outras UT, mas pela sua extensão tornou-se mais fácil efetuar esses reajustes.

Estando ciente que estas situações inesperadas podem surgir, devemos tentar sempre precaver, para ganhar “tempo e espaço” para resolvê-las da forma mais oportuna. Apesar destas situações específicas ultrapassarem as minhas competências, gostaria de ter dado outra solução ao caso. Contudo, analisada a situação com o Professor José Cruz, primeiramente, e de seguida, debatida em conjunto com a turma, optamos não repor as aulas pois iriam comprometer as restantes planificações e alterar as sequências metodológicas das restantes UT.

A planificação anual da turma acabou por seguida com sucesso, embora em casos pontuais sofresse algumas alterações faces aos imprevistos que foram acima relatados. Sempre que fui obrigado a fazer reajustes os mesmos foram devidamente justificados.

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Por seu turno, a construção das Unidades Temáticas foi baseada nos níveis de desempenho demonstrados pelos alunos na avaliação diagnóstica de cada modalidade. Mediante o que foi demonstrado e após uma cuidada análise, é que foram definidos e estruturados os conteúdos a lecionar bem como os objetivos pretendidos para o final de cada UT. Bento (2003), defende que as mesmas devem apresentar aos professores e alunos etapas claras e bem distintas de ensino e aprendizagem. É oportuno referir que esta tarefa contou sempre com a importante ajuda do PC e dos meus colegas. Aquando do planeamento anual, procuramos desde logo uma equidade entre o número de aulas para cada modalidade, quer a nível das individuais quer a nível das coletivas. Na planificação das UT isso foi respeitado de forma a possibilitar aos alunos uma igualdade de oportunidades. Outro aspeto que tive em consideração foi a alternância das UT ao longo das semanas durante o ano letivo. Procurei de semana a semana alternar as modalidades de forma a manter os níveis de motivação dos alunos sempre elevados. Esta programação tornava as aulas menos saturantes e gerava nos alunos grande entusiasmo e expetativa face às modalidades.

Todo este planeamento foi seguido, respeitando o roulement, a rotatividade pelos espaços. Desde o início do ano letivo ficou instituído, que todas as quartas-feiras de quinze em quinze dias, teríamos aulas de natação e que nos restantes dias, mediante o espaço disponível, alternaríamos as restantes UT. O objetivo de cumprir essa programação foi atingido sem problemas, alternando os espaços com os outros professores sempre que necessário. Isto só foi possível dada a grande flexibilidade existente entre todos os professores, em função das necessidades de cada um.

Relativamente à lecionação das modalidades, em todas seguimos a metodologia da base para o topo. Em todas elas foram utilizados “traços” do MED sendo que no segundo e terceiro períodos nas modalidades de voleibol e futsal o mesmo foi adotado na sua essência.

Em determinados momentos, estas unidades sofreram algumas alterações, ora pelos impeditivos já referidos anteriormente, ora por se

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mostrarem desajustadas face à resposta dos alunos, conforme podemos observar no exemplo a seguir:

“…os princípios de jogo de cobertura defensiva e ofensiva foram alvo de avaliação sumativa, no entanto, a sua percentagem de contribuição para a nota final foi muito reduzida. Perante isto iremos continuar a trabalhar os mesmos no 2º período para que estes sejam assimilados de uma forma mais consistente e sejam aprimorados gradualmente. Contudo, no próximo momento de avaliação a sua percentagem de contribuição para a nota final logicamente será maior.”

(Justificação UT de Futsal)

Na construção das UT admito a minha dificuldade sobretudo a nível da seleção dos conteúdos, pois pairava sempre a dúvida se estaria a ser demasiado otimista face às capacidades dos alunos ou por contrário pessimista. No entanto, com o auxílio do PC e também dos meus colegas chegamos à conclusão que esta dúvida iria sempre permanecer, mas como estes planeamentos são meramente orientadores e guias de aprendizagem estão sempre passíveis a alterações e reajustes face a imprevistos e às respostas dos alunos. A realização deste planeamento revelou-se extremamente enriquecedora, sobretudo a nível da minha capacidade de observação, análise e interpretação e consequentemente de decisão sobre o que era mais pertinente e oportuno para a minha turma em geral e para os alunos em particular.

Chegamos ao último nível do planeamento, os Planos de Aula. Estes assumiram-se como a maior preocupação desde a primeira até à última aula do ano letivo, não só pela sua elaboração mas também pela estruturação e sequenciação do que ia ser realizado. De acordo com Bento (2003), a aula não é apenas a unidade organizativa essencial, mas sobretudo, a unidade pedagógica do processo de ensino. O ser minucioso, o refletir do plano de aula, dos exercícios, da sequência e progressão das situações de aprendizagem foi uma constante em cada aula planeada, ser criativo, planear aulas motivantes e atrativas foi o meu princípio. Tudo isto imperou uma pesquisa, uma análise e uma reflexão permanente para permitir aos alunos aprendizagens mais efetivas. O meu modo cuidadoso e perfecionista de realizar as coisas, levou-

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me a pensar e a ponderar cada situação de aprendizagem, a sua sequência e progressão lógica e a prevenir a possível falha ou erro com um plano alternativo. Neste âmbito, foi muito importante considerar as reflexões das aulas anteriores na construção do plano de aula seguinte, de forma a identificar os erros e prevenir a sua repetição, como por exemplo:

“Como também me foi sugerido pelo professor Rolim, para os alunos com mais dificuldades em vez da referida situação, organizei uma situação de passe e condução pois para os referidos alunos é muito mais proveitoso para a sua evolução.” (Reflexão Aula 29)

“Por sua vez, na situação de jogo, optei por reduzir a complexidade face às aulas anteriores, pretendi reduzir o número de jogadores, “alargar” o espaço de jogo para que todos interviessem mais vezes sobre a bola, o que foi conseguido com sucesso. A situação de aprendizagem revelou-se muito ajustada acabando por funcionar muito bem. Por outro lado, variei a forma de jogo que venho utilizando e os alunos deram uma boa resposta.” (Reflexão Aula 30)

No planeamento das aulas vários fatores têm de ser levados em conta, nomeadamente, os conteúdos programáticos, a adaptabilidade das situações de aprendizagem aos níveis de desempenho dos alunos (para promover o seu desenvolvimento), os espaços e o material disponível, bem como as condições climatéricas que se fazem sentir. Não menos importante, surge o processo reflexivo inerente a esta construção. A reflexão sobre a prática assume papel fulcral em todo este processo, é através deste meio que vamos identificando as nossas lacunas e delineamos estratégias para as suprir, o mesmo permite-nos um desenvolvimento profissional sustentado. As confrontações de várias índoles a que os professores estão sujeitos requerem um reunir de ferramentas consistente para lhes fazer frente, sendo a reflexão o veículo para fazer essa análise e estruturar as melhores respostas. De acordo com Cunha (2008), esta diversidade e complexidade exigem do professor um conhecimento científico e técnico, profundo e rigoroso, além da sua capacidade de questionamento, de análise, de reflexão e de resolução de problemas, impondo-se,

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necessariamente, um novo conceito de professor – o professor reflexivo. Assevera também, que cada professor deverá ter a capacidade de desenvolver o seu próprio quadro interpretativo sobre o ato educativo, resultante de uma reflexão sistemática e fundamentada acerca do significado das experiências da prática e das técnicas educativas baseadas na investigação.

Ao longo deste ano de estágio a minha atuação foi sempre guiada e sustentada pela reflexão permanente. O meu processo reflexivo teve como base as aulas lecionadas, as aulas observadas, assim como, todo o conjunto de pesquisas e revisões da literatura efetuadas. Esta postura reflexiva permitiu- me identificar lacunas e erros e avançar com estratégias para os ultrapassar, permitiu-me, de igual modo, potenciar as minhas capacidades tornando-me um profissional mais capaz e com mais bagagem para o futuro.

Finalmente gostaria de ressalvar que todas as exigências e obrigações que o estágio me proporcionou a nível de planeamento e tudo que lhe estava inerente me possibilitaram uma evolução muito positiva.

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31 4.1.3. Realização

Ultrapassadas as importantes fases de conceção e de planeamento é chegado o momento de colocar em prática tudo que foi estruturado e planeado. Contudo, esta transferência nem sempre ocorre da forma prevista dado estarmos sempre vulneráveis a imprevistos que de algum modo condicionam o nosso trabalho. E por vezes, em determinadas situações tudo o que pensava ser o mais correto e mais ajustado revela-se impreciso e desenquadrado. É perante estas situações que a capacidade adaptativa, caraterística dos professores de EF, deve fazer a diferença e dar resposta à complexidade de todo processo educativo.

Apesar de iniciar estágio com uma curta experiência de liderança enquanto treinador de futebol e com a experiência da prática pedagógica do ano anterior, os momentos antes da primeira aula foram de ansiedade e de nervosismo. No entanto, tirando partido do facto do PC ser o diretor da turma pelo qual eu fiquei responsável, tive a possibilidade de estabelecer um primeiro contacto com a minha turma logo no primeiro dia de aulas, na reunião de apresentação das turmas. Nessa reunião, o professor José Cruz apresentou- me à turma e logo de seguida tive oportunidade de desempenhar o meu papel de professor, auxiliando o professor José Cruz, no decorrer da aula de apresentação, durante a qual foram tratadas todas as burocracias caraterísticas de cada início de ano letivo. Apesar do nervoso miudinho inicial, à medida que fui conversando e interagindo com os alunos, foi se instalando a acalmia e tudo se desenrolou naturalmente.

Superado este primeiro impacto, parti mais sereno e mais confiante para a aula de apresentação de EF, já com uma primeira impressão da turma. Aí, naturalmente, a interação com os alunos foi maior e todos fizeram uma apresentação mais detalhada, foi um dos momentos mais marcantes do meu estágio, a minha primeira aula, aquela que tanto ansiava. Terminadas as apresentações, chegou a hora de dar início a lecionação dos conteúdos programáticos da disciplina. Logo numa das aulas iniciais o PC corrigiu dois

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aspetos na minha atuação, respeitantes à minha colocação no espaço da aula e a importância de percorrer/controlar todo espaço. Ciente da importância destes aspetos empenhei-me desde logo em corrigir a minha postura e a minha ação.

“Para além disso, tive a preocupação de “percorrer” todo o espaço da aula passando por todos os grupos, sempre com o intuito de corrigir os erros e emitir feedbacks sobre a prestação dos alunos. Foi um aspeto que dei especial ênfase, uma vez que, numa aula passada por ter descorado um pouco a minha atenção sobre “o meu espaço” de aula, acabei por perder um pouco o controlo

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