Article 1. Pouvoir adjudicateur, autres intervenants et remise des offres
1.2 Type de pouvoir adjudicateur
Índice
Lista de manuais 03
Categorias de análise 04
Anexo 1 - Plano das ideologias 07
Anexo 2 – Plano da Operacionalização 35
Categoria Língua Materna 35
Categoria Tradução 63
Lista de manuais
7º ano 8º ano 9º ano
En Avant 7 En Avant 8 En Avant 9
Prêt-à-Parler 7 Prêt-à-Parler 8 Prêt-à-Parler 9
Kestudi 7 Kestudi 8 Kestudi 9
Génial 7 Génial 8 Génial 9
Si facile 7 Si facile 8 Si facile 9
Club des Mots 7 Club des Mots 8 Club des Mots 9
Clop-clop 7 A Plein Gaz 8 A Plein Gaz 9
Français. Com 7 Français. Com 8
Bizutages 7 Je bosse 8
10º ano 11º ano
Bleu Blanc Rouge 10 Bleu Blanc Rouge 11
Anti-Sèche 10, formação geral Anti-Sèche 11
Anti-Sèche 10, formação específica Manège 11, iniciação
Flexible Manège 10, iniciação
Categorias de análise
Plano das ideologias
Categoria Repertório: Definimos a categoria Repertório como toda a informação que programas e manuais transmitem sobre linguagens e variedades linguísticas que o aprendente possui, independentemente de ter ou não realizado a aprendizagem das mesmas em contexto escolar; linguagens e variedades linguísticas que o aprendente convoca e gere para aprender uma nova língua e/ou para comunicar em função das situações;
Categoria Transferência: Definimos a categoria Transferência como toda a informação que programas e manuais veiculam sobre a capacidade do aprendente relacionar informação nova, com esquemas e estruturas preexistentes, no contexto da aprendizagem das línguas. Transferir será utilizar saberes comunicativos, linguísticos e culturais de uma ou várias línguas para aprender outra(s), no contexto da aprendizagem da(s) língua(s);
Categoria Atitudes em relação às línguas e culturas: Definimos a categoria Atitudes em relação às línguas e culturas como toda a informação que programas e manuais exprimem sobre atitudes relativamente às línguas e culturas. Incluem-se nesta categoria o modo como se posicionam e perspectivam as línguas e culturas, por exemplo, através de atitudes de abertura, receptividade, compreensão, respeito pela diversidade e diferença, etc. Esta categoria abrange igualmente a recolha de informação que caracterize a competência intercultural dos sujeitos, isto é, a sua atitude relativamente à outras línguas e culturas, por exemplo, a sua capacidade para interpretar e avaliar culturas com distanciamento crítico, sem exercer juízos de valor, suspendendo representações sobre os Outros;
Categoria Uso das línguas: Através da categoria Uso das línguas, pretendemos identificar que objectivo(s) norteia(m) o ensino/aprendizagem das línguas do ponto de vista dos programas e manuais, isto é, em termos práticos, o que se pretende que o aluno seja capaz de realizar com as línguas ao longo da sua aprendizagem, por exemplo, reflectir sobre o funcionamento das línguas, comunicar, pesquisar informação, etc.
Categorias de análise
Plano da operacionalização
Categoria Língua Materna - esta categoria destina-se a analisar em que termos se explicita o contributo da LM para o ensino/ aprendizagem de FLE.
- Reflexão sobre o funcionamento das línguas – recolha de informação sobre o recurso à LM para reflectir sobre o funcionamento das línguas ou para clarificar o seu funcionamento através de exemplos em Português;
- Compreensão – recolha de informação sobre o recurso à LM para verificar se a compreensão dos enunciados, textos, imagens, etc. foi realizada;
- Reflexão sobre atitudes e valores – recolha de informação sobre o recurso à LM para reflectir, interpretar, comparar ou avaliar atitudes, valores, comportamentos, hábitos, estereótipos inerentes às culturas e ao Outro, mas também inerentes à sua própria cultura e a si próprio;
- Pesquisa sobre línguas e culturas – recolha de informação em LM (dicionários, enciclopédias, inquéritos, Internet, etc.) que poderá vir a ser utilizada para realizar uma tarefa, em Francês ou em Português, ou que servirá para alargar os conhecimentos dos alunos.
- Avaliação – recolha de informação sobre o recurso à LM para avaliar o desempenho do aluno em termos de atitudes e comportamentos na sala de aula, métodos de trabalho ou de estudo, competências trabalhadas, etc.
- Semantização – recolha de informação sobre a explicitação ou a explicação de um significado, em Português, de uma palavra ou expressão francesa; - Gestão – recolha de informação sobre o recurso à LM para gerir tarefas de aprendizagem e organizar o manual.
Categoria Tradução - esta categoria destina-se a recolher informação sobre a tradução. As subcategorias de análise organizam-se em função dos objectivos da tradução.
- Tradução lexical – recolha de exercícios de tradução, cujo objectivo consiste em trabalhar o funcionamento das línguas pelo contraste, destacando as relações de semelhança (transparência) ou de diferenciação das línguas em presença;
- Tradução morfossintáctica – recolha de exercícios, cujo objectivo é consciencializar o aluno do funcionamento morfossintáctico das línguas, através de exercícios que promovam uma reflexão sobre os recursos gramaticais e o seu funcionamento, de exercícios que conduzam à mecanização ou que
- Tradução semântica - recolha de exercícios de tradução que visem promover a explicitação do sentido de palavras, expressões ou textos. Realiza uma função instrumental, ou seja, trata-se de uma estratégia, para facilitar a percepção do sentido;
- Tradução avaliativa – recolha de exercícios de tradução que pretendam verificar se foi apreendido ou percebido o sentido de palavras, expressões ou textos. Este tipo de tradução ocorre, por exemplo, no final do texto para avaliar se determinada estrutura foi entendida. Apoia a verificação da assimilação do léxico, a correcção da ortografia, etc.;
- Tradução interpretativa – recolha de exercícios, cujo objectivo consiste em traduzir textos. Trata-se de apreender o sentido do texto para o reproduzir, por escrito ou oralmente, em Português, respeitando a intenção comunicativa do texto de origem, treinando por esta via a expressão escrita em LM.
Categoria Plurilinguismo - o objectivo desta categoria consiste em verificar se os manuais contemplam, no ensino/aprendizagem do FLE, o recurso a outras línguas, além do Português, bem como o que se propõem realizar no que toca a outras culturas. Em suma, uma vez que o papel da LM já foi objecto de análise, interessa-nos agora analisar o lugar das outras línguas e culturas na aprendizagem do Francês.
- Compreensão das línguas e culturas – recolha de informação sobre actividades que requeiram para a sua realização a mobilização de várias línguas; - Pesquisa sobre línguas e culturas – recolha de informação sobre actividades que solicitem a busca de (ou que transmitam) informação, conhecimentos
sobre outras línguas ou culturas, ou que servirá para alargar os conhecimentos dos alunos;
- Contactos com outras línguas e culturas – recolha de informação sobre actividades que requeiram um contacto efectivo com pessoas de outras culturas (por exemplo, comunicar num chat, escrever uma carta par alunos estrangeiros, etc. );
- Reflexão sobre atitudes e valores – recolha de informação sobre actividades que solicitem uma reflexão, interpretação, comparação ou uma avaliação de atitudes, valores, comportamentos, hábitos, estereótipos, etc. inerentes às culturas e ao Outro, mas também inerentes à sua própria cultura e a si próprio.
Anexo 1 - Plano das ideologias
Partindo do critério temático Língua Materna, Tradução e plurilinguismo, transcrevemos dos programas e manuais, os textos que se focalizam nas línguas. Depois, por redução de ideias, categorizámos as unidades de registo na coluna da direita, ou seja, procurámos informação que pudéssemos incluir nas categorias Repertório, Transferência, Atitudes em relação às línguas e culturas e Uso das línguas.
Programas Unidades de registo Categorização
Programas
Francês: Língua II, Volume I
- « A elaboração dos programas de Línguas Estrangeiras Modernas inscreve-se num quadro da Reforma Curricular que implica o alargamento da escolaridade básica para nove anos; atende, por outro lado, ao facto de que uma crescente mobilidade de pessoas e bens no espaço comunitário cria novas motivações para o conhecimento de línguas estrangeiras. Tal elaboração procura, assim, adequar os programas a um público mais vasto e heterogéneo, cujas necessidades e expectativas se inserem numa sociedade pluricultural em constante mudança. A aprendizagem de uma língua estrangeira é condicionada pela forma como o aluno adquiriu a sua língua materna – através dela criou hábitos de pensamento que se manifestaram no seu comportamento linguístico, isto é, aprendeu e construiu uma forma de estar na vida. Se é verdade que a língua estrangeira vai implicar uma maneira diferente de perspectivar a realidade, porque filtrada através de um novo sistema linguístico, a língua materna continuará a ser sempre um ponto de referência ao longo de todo o processo de aprendizagem de uma língua » (p. 297).
- Repertório: LM é o sistema de referência do processo de ensino/aprendizagem; é o sistema de referência em termos de atitudes, de comportamentos, de forma de estar na vida ... - Transferência: processos de transferência da LM para LE; a aprendizagem da LE é condicionada pela forma como o aluno adquiriu a LM
Currículo nacional do Ensino Básico Competên - cias
- « À saída da educação básica, o aluno deverá ser capaz de: (...) (4) Usar línguas estrangeiras para comunicar adequadamente em situações do quotidiano e para apropriação da informação » (p. 15) - « Compreender textos orais e escritos em línguas estrangeiras para diversificação das fontes dos saberes
culturais, científicos, e tecnológicos;
- Interagir, oralmente e por escrito, em línguas estrangeiras, para alargar e consolidar relacionamentos com interlocutores/parceiros estrangeiros;
- Comunicar no quotidiano: dimensão pragmática da língua
- Apropriar-se de informação - Compreender textos orais e escritos - Aceder a saberes diversificados (culturais,
- Usar a informação sobre culturas estrangeiras disponibilizadas pelo meio envolvente e, particularmente, pelos media, com vista à realização de trocas interculturais;
- auto-avaliar os desempenhos linguísticos em línguas estrangeiras quanto à adequação e eficácia»(p. 20). - « Acções a desenvolver por cada professor:
- organizar actividades cooperativas de aprendizagem em situações de interacção entre diversas línguas e culturas;
- Promover a realização de projectos em que seja necessário utilizar línguas estrangeiras » (p. 20).
- Interagir com interlocutores estrangeiros - Realizar trocas interculturais
- Avaliar o seu desempenho linguístico - Colaborar em situações interactivas entre
diversas línguas e culturas
- Participar em projectos em que seja necessário usar línguas Currículo nacional do Ensino Básico Competên -cias Essenciais LEs
- « Na introdução dos programas enunciam-se duas circunstâncias que se reflectiram na sua elaboração: um público mais vasto e heterogéneo decorrente do alargamento da escolaridade básica e crescente mobilidade de pessoas no espaço comunitário implicam uma resposta a necessidades e expectativas de uma sociedade pluricultural em constante mudança. Neste contexto, torna-se necessário perspectivar a aprendizagem de línguas como a construção de uma competência plurilingue e pluricultural nos termos em que é formulada no Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas: Designar-se-á por competência plurilingue e pluricultural a competência para comunicar pela linguagem e para interagir culturalmente de um actor social que possui, em graus diversos, o domínio de várias línguas e a experiência de várias culturas. A opção essencial é considerar que não se trata de sobreposição ou justaposição de competências distintas, mas antes da existência de uma competência complexa, isto é, compósita, mas una enquanto repertório disponível.
- O desenvolvimento desta competência requer uma gestão articulada dos programas de várias línguas. Assim, o presente documento visa favorecer uma perspectiva integradora da aprendizagem das línguas na educação básica já que, no domínio das competências específicas, as similitudes se sobrepõem às especificidades. Conhecimentos, capacidades e atitudes são integrados na formulação destas competências que compreendem aspectos não meramente cognitivos mas também de natureza metacognitiva, afectiva e social.
- Este desejável percurso no sentido da interacção é aqui perspectivado em função de três parâmetros essenciais: 1) Uso e aprendizagem das línguas; 2) Perfis de saída, desempenhos esperados no final da educação básica e processos de aprendizagem; 3) Percursos de aprendizagem. » (p. 39)
- « Uso e aprendizagem das línguas: Tornar-se competente em línguas significa apropriar-se de um conjunto de conhecimentos que relevam da língua, enquanto saber organizado, e da cultura dos povos que a
- Transferência: a aprendizagem é a construção da competência plurilingue e pluricultural - Repertório: constituído por linguagens, várias
línguas e várias experiências culturais; heterogéneo, complexo, compósito, uno - Transferência: a competência plurilingue e
pluricultural pressupõe uma gestão das várias línguas do currículo, isto é, prevê a rentabilização de competências de umas para outras línguas porque, nas línguas, as analogias são superiores às especificidades
- Repertório: constituído por conhecimentos, atitudes e capacidades. A sua natureza é metacognitiva, afectiva e social.
- Alargar o repertório: usar e aprender várias línguas
- Apropriar-se de saberes sobre línguas e culturas - Rentabilizar o repertório em situações de
comunicação
utilizam, enquanto expressão da sua identidade; significa também ser capaz de usar estratégica e eficazmente os recursos linguísticos disponíveis em situações de comunicação, assim como reflectir sobre o uso e o funcionamento da língua de modo a desenvolver estratégias metacognitivas que garantam um processo contínuo de aprendizagem – o saber-fazer; significa ainda, desenvolver características individuais relacionadas com a personalidade de cada uma, nomeadamente atitudes de receptividade/interacção em relação a outras formas de ser, de estar e de viver. O aprendente recorre a este capital de línguas sempre que se envolve em actividades de língua, com o objectivo de processar, quer de forma produtiva, textos orais e escritos, na execução se uma tarefa particular. Ao fazê-lo, o aprendente apoia-se numa linha de actuação estratégica – intencional e organizada – que terá o objecto da tarefa e a sua finalidade »(p. 40).
- « Percursos de aprendizagem: O percurso na aprendizagem de línguas estrangeiras ao longo do ensino básico requer modelos integradores das aprendizagens essenciais previstas para cada um dos ciclos. Assim, considera-se fundamental criar condições para que o aprendente possa, nesse percurso, ir construído uma competência que, progressivamente, o estimule a implicar-se, com renovada confiança, em cada etapa. O desenvolvimento dessa competência exige que ao aprendente sejam garantidas oportunidades: de participar em projectos comunicativos que impliquem um uso vivo das línguas » (p. 40, 41).
- « Quanto à (...) aprendizagem de Língua Estrangeira II, torna-se necessário adoptar estratégias específicas de ensino considerando o nível etário dos aprendentes e a sua experiência anterior na aprendizagem da primeira língua estrangeira. De facto, os aprendentes já tiveram a oportunidade de desenvolver capacidades que favorecem a aprendizagem da Língua II: experimentaram o uso de uma língua estrangeira e a reflexão sobre esse uso, estratégias de aprendizagem, métodos de trabalho, e desenvolveram a capacidade de abstracção e de conceptualização. O desenvolvimento da competência de comunicação nos vários domínios beneficiará do recurso às abordagens por analogia e por contraste com a língua materna e a Língua Estrangeira I » (p. 42).
- « Competências gerais: Usar correctamente a língua materna para comunicar adequadamente e para
- Realizar processos de transferência - Reflectir sobre o funcionamento da língua - Desenvolver atitudes de receptividade aos outros
e à sua forma de ser, estar e viver - Tomar consciência do repertório - Consciencialização dos processos de
transferência, para poder usá-los estrategicamente
- Transferência: a aprendizagem das LEs requer continuidade, conexões, uma linha estratégica que integre as aprendizagens essenciais ao longo dos anos
- Tomar consciência do repertório de aprendizagem
- Usar as línguas em projectos comunicativos - Rentabilizar o repertório da língua I na
aprendizagem da língua II: capacidades e estratégias de aprendizagem; métodos de estudo; reflexão sobre os usos e o funcionamento das línguas; capacidades cognitivas
- Transferência: realizar analogias e/ ou contrates com a LM e LEI na aprendizagem da LEII
- Mobilizar, de forma integrada, competências de uso da língua materna e das línguas estrangeiras, no sentido da construção de uma competência plurilingue e pluricultural » (p. 43).
- « Competência de comunicação. Compreender. Ouvir-ver textos orais e audiovisuais de natureza diversificada adequados aos desenvolvimento intelectual, sócio-afectivo e linguístico do aluno: reconhecimento de traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a língua (LE II). Reconhecimento de afinidades/diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira (LEII) » (p. 47).
- « Processos de aprendizagem ao longo da educação básica: deduzir o sentido de palavras e de estruturas desconhecidas a partir do contexto, da análise morfológica das palavras e de analogia/contraste com a língua materna » (p. 47).
- « Competência de comunicação. Compreender. Ler textos escritos de natureza diversificada adequados aos desenvolvimento intelectual, sócio-afectivo e linguístico do aluno: reconhecimento de traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a língua (LE II). Reconhecimento de afinidades/diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira (LEII) » (p. 47).
- « Processos de aprendizagem ao longo da educação básica: deduzir o sentido de palavras e de estruturas desconhecidas a partir do contexto, da análise morfológica das palavras e de analogia/contraste com a língua materna » (p. 47).
- « Competência de comunicação. Interagir. Ouvir-Falar em situações de comunicação diversificadas: adequação de comportamentos comunicativos tendo em conta os traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a línguas e afinidades/diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira (LEI e LEII) » (p. 49).
- « Competência de comunicação. Interagir. Ler-Escrever em situações de comunicação diversificadas: adequação de comportamentos comunicativos tendo em conta os traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a línguas e afinidades/diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira (LEI e LEII) » (p. 50).
- Transferência: transferir da LM estruturas para comunicar e estruturar o pensamento - Transferência: construir uma competência
plurilingue e pluricultural pela mobilização de competências da LM e LEs
- Reconhecer especificidades sociais e culturais inerentes ao uso das línguas
- Reconhecer diferenças e analogias entre as culturas de origem e estrangeira
- Transferência: deduzir sentido a partir do contraste com a LM
- Reconhecer especificidades sociais e culturais inerentes ao uso das línguas
- Reconhecer diferenças e analogias entre as culturas de origem e estrangeira
- Transferência: deduzir sentido a partir do contraste com a LM
- Interagir, oralmente, atendendo às especificidades da língua/ cultura (diferenciações e analogias)
- Interagir, por escrito, tendo em conta as especificidades da língua e cultura (diferenciações/ analogias)
- « Competência de comunicação. Produzir. Falar-Produzir textos escritos correspondendo a necessidades específicas de comunicação: adequação de comportamentos comunicativos tendo em conta os traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a línguas e afinidades/diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira (LEI e LEII) » (p. 51).
- « Competência de comunicação. Produzir. Escrever-Produzir textos orais correspondendo a necessidades específicas de comunicação: adequação de comportamentos comunicativos tendo em conta os traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a línguas e afinidades/diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira (LEI e LEII) » (p. 52).
- « Saber Aprender. Competências: participar de forma consciente na construção de uma competência plurilingue e pluricultural:
- adaptar uma atitude de abertura e tolerância face às línguas e culturas estrangeiras;
- estabelecer relações de afinidade/ contraste entre a língua materna e as línguas estrangeiras. (...) - Utilizar estratégias de apropriação da língua estrangeira: estabelecer relações de afinidade/ contraste
entre os sistemas da língua materna e das línguas estrangeiras » (p. 53).
- Produzir tendo em conta as necessidades de comunicação e atendendo às especificidades da língua/ cultura (contrastes/ analogias) - Produzir oralmente e escrever tendo em conta
as necessidades de comunicação e atendendo às especificidades da língua/ cultura
(diferenciações e analogias)
- Colaborar conscientemente na construção da competência plurilingue e pluricultural
- Atitudes de abertura e tolerância em relação às línguas e culturas
- Transferência: estabelecer contrastes entre LE e LM
- Transferência: estabelecer contrastes entre os sistemas da LE e LM
Programa Ensino Secundá- rio Formação geral; formação específica (continua - ção e Iniciação)
- « Os programas de Francês pretendem propor percursos de ensino/ aprendizagem que ajudam a construir uma competências plurilingue e pluricultural. Esta competência global, que é plural mas una, não justapõe competências distintas trabalhadas separadamente em LI, LII ou LIII; desenvolve-se antes em função do repertório comunicativo geral de cada indivíduo. Permite planificar adequadamente as actividades receptivas ou as produtivas e determinadas competências gerais individuais, que conduzam a uma complementaridade equilibrada, compatível com as formulações em que os alunos desenvolvem os seus planos de estudos » (p. iii).
- « Finalidades: A autonomia e a eficácia da intervenção dos cidadãos portugueses, assim como a sua abertura ao mundo e uma maior mobilidade, requerem o domínio de pelos menos duas línguas estrangeiras. A aprendizagem do Francês participa ainda na formação integral do aluno na medida em que fomenta o desenvolvimento de: competências gerais individuais que remetem para os domínios do saber(...); do saber-fazer (...); do saber-ser (...); do saber-aprender (...); uma competência global de comunicação que integra a competência estratégica e se articula com as componentes linguística, sociocultural e discursiva. Estas competências, de composição complexa, constroem-se na interacção do Francês com a história pessoal e familiar do aluno, dos seus contactos com várias línguas e culturas e com as várias disciplinas do currículo, caracterizando o seu percurso no sistema educativo. (...) A aprendizagem do Francês, língua próximo do Português, desempenha ainda um papel fundamental na construção da identidade linguística e cultural do aluno. Ela reforça as competências existentes nas línguas materna e estrangeira já aprendidas, afina as estratégias metacognitivas, aumenta as suas capacidades cognitivas, linguísticas e culturais e contribui para a emergência de atitudes e valores