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5. Shadow banking

5.1 Suddivisione dello shadow banking

oeontecido, o que se destaca é que não as públicas, sSo

O aspecto fundamental que querem ^ q ^ de m 4 Esses_ por os Patamares elevados do déficit operaco ^ ^ dívida ftce ao ^ que suá vez, estão relacionados, em gran e P« > conforme podemos perceber pela P°ssuem em relação ao total dos encargos a

hfôívf0 essani°s desconsiderando a questão da piora dascontas primárias que vão levar a um déficitcm 97/98 brasig ,nos>110 entanto detalharessa questão. Queremos dessacar que 0 fortedo endividamentointerno

Tabela III-16. Na realidade, esse fato reflete os movimentos da política monetária/cambial ad otad a e d is c u tid a n as s e ç õ e s anteriores d e sse capítulo.

TABELA III-16

DÉFICIT PÚBLICO: 1990/1998

( Em % PIB)

p?nte: Banco Central

Xos em 12 meses RS milhões

Assim sendo, vale ressaltar que os juros básicos da economia tiveram que ser Permane„temente mantidos em patamares altos (contraface da política cambial) (Tavares, 1998). Esse é um dos fatores que explicar o crescimento vertiginoso que a dívida pública “Presentou no período 1994/19 9 7. Em primeiro lugar, o grande crescimento da dívida «obiliária se deveu à própria política de abertura articulada á sobrevalorização e que permit'u o grande crescimento das reservas. A partir de então, o nível de liquidez da ec°"°mia foi fortemente pressionado pelo ingresso de recursos externos e os títulos que refl«em O aumento das resetvas internacionais são os Bônus do Banco Central (BBC). Para Verifícar O impacto disto sobre o crescimento da dívida interna basta observar que esses Cresceram 226% até junho de 1997’. A grande questão que queremos dessacar, no entanto, di? rex , , v;,rfa os altos juros envolvidos. Esse foi o

2 resPeito à rolagem da dívida, tendo em vista os j

no .. , ,n avncm5ãn da dívida e nao o crescimento

a$P « o fundamental para explicar a velocidade de expansao

« Qc n \ F n au an to o PIB c r esceu a u m a taxa

10 deficit primário (que aliás só

vai ocorrer em 1997). Enqua

anual de 4.4% aa, a taxa média de juros reats fo. quase * « < * a velocidade do crescimento do endividamento púbhco.

— _________________ _ , . falores a pressionar o crescimento da dívida 'ida, aspectos relacionados ao déficit P f ^ - E s p e c i a i s , colocadas no mercado em substituição

rfique-se, por exemplo o * represento, em 1997, 20% do dívida

tssaduais custodiados no Banco sobre a divida essattal. Alem do ma, o que > « o r n o tem o ver eom a própria interno teve hgaçao com a problenntltca de íssacar é que o fone do crescimento ® s

Além da questão do crescimento da dívida interna (basicamente a dívida operacional), queremos destacar que a forma de financiamento do setor público tomou-se crescentemente problemática por causa do tipo de títulos demandados pelo mercado. Se é verdade que até 1996 a maioria dos títulos lançados foram pré-fixados, havendo, a partir desse momento, uma reversão. No entanto, cabe observar que se os títulos são pós-fixados, 'evando-se em conta os juros básicos, perdem-se graus de liberdade na condução da política monetária na medida em que o incremento das taxas de juros implica no aumento imediato da dívida pública interna. Quanto à pós-fixação cambial, quem passa a perder graus de liberdade é a política cambial, uma vez que, nesse caso, em havendo uma desvalorização da moeda haveria impactos sobre o crescimento do estoque da dívida mobiliária.

Com o intuito de estudar a evolução da dívida pública por indexador, inicialmente, immos Utilizar a Tabela III-17, que contém essa informação por valores e percentuais de Pntticipação, para o período de 1994/1998. Os dados que constam na referida tabela cnmente com o mercado. Estão inclusos os referem-se à dívida mobiliária do governo somente com

títnu , t j a TVcnuro e também os lançados pelo Banco Central.

atulos que são de responsabilidade do Tesouro e wiuu

a , w -rnitidos nelo Tesouro e que estão na carteira

^Penas não estamos considerando os títulos emitidos peto

* Autoridade

Monetária. A razão para tal procedimento se

deve

ao fato de que estamos meressados em saber o quanto os agentes econômicos demandaram mulos.

~ n nrisma da qualidade dos títulos públicos,

Se formos analisar a questão sob o pnsma « I . ’

’°demos dizer que houve um certo êxito no início do plano no que tange a memora das l i ç õ e s de financiamento do Setor Público. De fato, conforme pode ser percebtdo pela

P , ,r. j q o 4 a 1996, os títulos pre-fíxados tiveram

fal*la 111-17, no período compreendtdo entre 1994 .

v R í 25 4 bilhõespara R$ 157,9 bilhões. Sua

lm. crescimento vigoroso, passando de ^

~ Ar, nnhlico que era de cerca de um quarto do

>articipação, no total de títulos nas maos do publico, q

A rcado em 1994, passa para 60% em 1996. . f

’ P , tpr nCorrido a melhora das condiçoes de financiamento, pesar de, aparentemen e, mobiliária federal cresceu velozmente, *be observar que entre 1994 e 1996 a divida mobiliária

a r q u e e m TTT 17 Lembremos mais uma vez que, na verdade,

“"forme pode ser observado na Tabela III-17.Lem

om, Hc déficit operacional, e nao do dehcit primário,

TABELA IU-17

p a r t i c i p a ç ã o d ív id a p ú b l ic a p o r i n d e x a d o r: 1994/98

^^riininãçãõ

Saldos em R$ M ilh õ e s

n 1 A dos títulos públicos em poder do mercado,

Considerando o aumento total do estoqu

essec Q r bilhões no período 1994/96. Dos títulos

es evoluiram de R$ 97,6 bilhões para R$262,o oi

adquiriu , • rocrpram foram os pré-fixados, seguidos pelos pós-

" ndos pelo mercado, os que mais crescera

fixafj • , -orA que mantiveram relativamente sua

ad°s cambiais (em nível bastante inferior/, que ^ Partícipação. Todos os demais perdem participação entre 1994 e 1996 .

ao longo do período, uma ligeira redução

do

Cs títulos indexados à TR apresentaram.

n uiibõesl A razão encontra-se no propno seu valor ( R$ 28,2 bilhões para R$ 24,0

ihu V , , An base nas cotaçao dos CDB s, para

J . » U W W > » " ■ ' ' f .

^ . , , » „ „ „ .

eS,ab«idade da moeda, a TR perde em grande parte ^ '" te re s s e do mercado pelos papéis que sofrem sua correção

u perderam partrcrpaçao. o seu estoque

S títulos atrelados a taxa i. do um crescimento nominal de

cresceu de R$ ,9.0 bilhdes para RS 32.8 ^ 12>5%, n0 pen, do de

Penas 70%, fazendo sua participação de grande interesse por esses

* 9 9 4 /9 6 ^ ... , . em 1995, verificou-se um g ^6. Contudo, vale observar que, em

paPéis. A razão encontra-se na elevação dos juros básicos da economia, promovida pela Auí°ridade Monetária em março desse ano, face aos movimentos especulativos ocorridos qUand° da oficialização das bandas cambiais. Contudo, no ano seguinte, verificou-se uma radlCal Aversão dessa trajetória, decorrente da adoção da política de redução gradual das

aXas básicas de juros, a partir de abril de 1995.

Com esses dados, quisemos então destacar que, até 1996, houve um forte e rápido sciniento da dívida mobiliária federal e que grande parte dela era pré-fixada. Aliás, ela ntinu°u essencialmente pré-fixada mesmo quando ocorreu a crise do México. De qilaW forma, os patamares de juros praticados impactam sobre a rolagem da dívida,

ando ao crescimento rápido da mesma.

A problemática da rolagem da dívida se agrava de forma crescente apos a crise da Asia e da Rússia. A partir de 1997, a maioria dos títulos passa a ser pós-fixado e a Pai,lc'Pação dos pré-fixados cai para 38,6% em 1997 e para 3,4% em 1998.

0

que

nos interessa ressaltar

é a

dramática deterioração nas condições de 'auciarnento dos títulos do governo, devido à crescente recusa do mercado em comprar " “is n t ó r t ^ • u u /Ipii-cp nos títulos indexados à taxa SELIC e em

b Pré-fixados, O crescimento paralelo deu-se noí> mu u

,r grau aos indexados ao câmbio. A participação dos títulos SELIC sobe de 12% em Mra TOS em 1998. Os títulos cambiais aumentam sua participação de 1!% para 19%

nesrn° intervalo de tempo,