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5. Shadow banking

5.2 Lo shadow banking cinese: un caso particolare

Neste trabalho destacamos que o Mano Real, assim como outros programas de estabilização implantados na América Latina teve, como um eixo fundamental a abertura c°niercial e financeira. Ademais, à esta questão articulou-se o movimento de valorização eambial que se estabeleceu no início do plano e que foi fundamental para o sucesso inicial tio mesmo.

As consequências negativas dessa política eram negligenciadas, no suposto de que o ""Pacto da abertura geraria, de um lado, maior competitividade entre as empresas nacionais e> de outro, atrairía investimentos diretos para o país, melhorando a forma de mgresso do ^ i t a l estrangeiro. Nesse sentido, indicava-se que, num segundo momento, havena rev«sã0 do movimento do Balanço de Pagamentos em Transações Correntes . As exPortações voltariam a crescer por causa do crescimento da produtividade que as empresas "acionais, necessariamente, teriam que efetuar e Por causa das propnas empresas « ‘«ngeiras ingressantes, que se instalariam em setores exportadores.

,éfj {t nã0 era visto como problemático por se

Parale amente, o crescimento do denc . ,

o melhorando (forte ingresso de

“ "Siderar que as condições de endividamento estavam melhor l b ^ « a i s estrangeiros) e por conta da fa c U d a d e de a tra çõ es P

Srande liquidez. , . , .

n ^ rsoectiva, in d ica n d o d e sa ju ste s c u m u la tiv o s Em nosso tnbalho contestamos esta P usso traoaino, coiucm P sobrevalonzaçao cambial, . , ■ , resultantes da política de abertura comercal e fin ^ ^ po|ítica

estabelece no início do Plano Real. Cone ui ^ cumu|ativos que se gestam «er°u uma armadilha macroeconômica Por ° q cresdment0 econômico.

SOl>re as contas externas, sobre o déficit púb ic , recaem sobre as contas Em Primeiro lugar, mostramos os desajustes cumulattvos q

eternas do país, do Balanço de pagamentos, destacamos;

A° analisarmos, no Capítulo II, o movim ç om ercial rumo a défícits crescentes, a) A reversão dos resultados da Balanç ^ crescimento elevadas das esuhantes do crescimento medíocre artic c0nsiderando a contenção a que as ^Portações. Estas são cada vez maiores, mesm0 C

s esíão indiretamente submetidas por conta da política d e contenção do crescimento

tôtnicQ0 crescim ento explosivo d a conta Serviço de Fatores, que puxou ainda m ais para o s n ecessidades d e recu rso para o Fechamento do Balançode Pagam entos. D estacam -se

alíos P atam ares alcançados, que são resultantes da própria política d e absorção d e

Ursos ex tern o s ad o tad a, pois geram, inexoravelmente, crescentes necessidades d e

b e n to s d e ju ro s e d e remessas d e ju ro s e dividendos. Este é umdos fato res a indicar

ingresso d e recursos estrangeiros não é neutro e que gera necessidades de pagamentos

um moedas fortes. Mas não é só isto, pois ingressam capitais no país cm volumes

superiores ás necessidades de recursos para fechar o Déficit em Transações “<*■ V erifica-se, por conta da conjugação da abertura comercial e financeira e alto

" Cambial um grande crescimento das reservas. As necessidades de envios futuros de is Pressionam crescentemente a conta serviços do Balanço de Pagamentos e vai ,ld° O país cada vez m ais dependente de recursos externos.

dois fatores conjugados, portanto, problema,izam o Balanço de Pagamentos em • t o » Con-entes, sendo que se passa a exigir ingressos de capitais ca ia vez maiores

fechamento das contas externas do país. Isso, por si só, já é problemático, pois cresce a

*> entre Déficit

em Conta CorrentefflB , que

é

um dos indicadores considerados pelos

,ista* internacionais A partir dessa questão e da forma de ingresso desses capitais, * » * à questão da problemática da maior dependência financeira para com o exterior.

C) O crescimento da vulnerabilidade . financeira é uma questão que preesa ser «rtáiice verifica-se o ingresso crescente

^ e n t e qualificada. A partir Inuc d e uma primeira analise, m plhora nas condições de endividamento& estinientos Não é esta, „o entanto, a perspectiva que indicamos. E D iretos, o que indicaria uma necessano anabsar os dados » S e tom arm os o ano de 1994 como ponto de partida, ver,ficamos ,u e , de um

)tal ,i secaram nela Conta Capital, U S$ 8,2 bilhões

>tal d e Ü SS 14,3 bilhões de dólares que ingressaram pela J

n_ t j 1 8 búhao eram relativos a

essaram pela C onta Investimentos. es > a - recursos se deu pela Conta

nve.,- , aos ingressos de recursos se aeu peta t-onta

es“ m e„tos Diretos. Em

1995, grande ■*" < * " *

^

(ÜSJ 9,4 bilh8es),

á t i m o s ,

«Ias a r

A partir de 1996, os

. .

Investimentos Dtreto

r«oonsáve! pelo ingresso de recursos (U » 18,3

bilhôe ^ Ma Empréstim0s é 3 Pn"C'P

, P0rtfó,i0 são também consideráveis (US$ 6,4

0es) e os ingressos de Investimentos de P

ditoriamente indicai ia u*-—

■®> se verificarmos os dados com mais de

■lentação. Investimentos Diretos nesse período estão

m primeiro lugar, o grande crescimento o ^ também ao movimento de fusões os às privatizações providenciadas V * > f " apenas uma Vez e a concentração árias. Cabe observar que,estas privati Ç~ ^ ingressos efetuados. Aliás,

mesmas no tem po, explica os alto Pa nesses períodos, teve a ver com a emento do processo de privatizações, justa ^ ingressaram pela conta

essidade de ingresso de capitais.

Portanto,

£endenCÍa;S; sendo, antes, resultados de estimentos Diretos não podem ser visto ^ ^}c0 com 0 intuito de atrair recursos, a política deliberada de venda do ^ de melhor qualidade rumo ao 0 é um "movimento autônomo de ^ rea|jza apenas uma vez.

a sil,e além d o mais não é sustentável, POIS ingresso de recursos na conta Em segundo lugar, mesmo « o - , da Rdssia há perda de— a , o que ‘vestimentos Diretos, durante as crises ^ atração de capitais mais estáveis Monstra que mesmo a política m * a®reSS ^ daS necessidades crescentes de “Hciente para o fechamento das contas exte ^ fecharaento das contas, retraem se co

ecursose

de que os capitais

voláteis necessa

nu«a rapidez face a expectativas negativas. ^ a forma de ingresso d e capitais t