2.5 Extension de l’affinement de docking rigide par simulations courtes de dynamique
2.5.1 La strat´ egie employ´ ee
Determinada a capacidade para o trabalho, podemos constatar que 145 (42,3%) indivíduos possuem boa capacidade para o trabalho, 144 (42%) possuem excelente capacidade para o trabalho. Um dos inquiridos (0,3%) possui pobre capacidade laboral (Quadro 3). A média de ICT é de 41,75, o que corresponde a “boa capacidade laboral”, o desvio padrão é de 4,65 e a mediana encontra-se nos 42 pontos.
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Quadro 3 – Distribuição da amostra segundo a “capacidade para o trabalho”
Capacidade para o trabalho n %
Pobre capacidade laboral 1 0,3
Moderada capacidade laboral 52 15,2
Boa capacidade laboral 145 42,3
Excelente capacidade laboral 144 42,0
Não respondeu 1 0,3
Total 343 100
O estudo realizado permite-nos concluir que ICT diminui quando aumentam as alterações do sono, a fadiga crónica, as alterações da personalidade, as interferências na vida social, doméstica e interferências nas atividades não domésticas, os sintomas cardiovasculares e quando aumentam os índices de saúde em geral, ou seja, quando a saúde em geral é mais fraca (Quadro 4).
Quadro 4 – Correlações entre o ICT e as Perturbações do Trabalho por Turnos (TT)
Perturbações do TT Correlação de Spearman
ICT
Sono -0,307**
Fadiga crónica -0,462**
Personalidade -0,438**
Interferências na vida social -0,183**
Interferências na vida
doméstica -0,247**
Interferências nas actividades
não domésticas -0,113*
Sintomas cardiovasculares -0,374**
Saúde em geral -0,360**
Quando aumenta a idade diminui o ICT, as interferências na vida social e as interferências na vida doméstica. Os sintomas cardiovasculares aumentam quando aumenta a idade. Os inquiridos solteiros são os que referem menos perturbações do sono, interferências na vida doméstica e sintomatologia cardiovascular, seguidos pelos inquiridos casados ou em união de facto. Os
Página 162 de 555 viúvos, separados ou divorciados são os que referem mais alterações. Em média, as mulheres apresentam mais perturbações do sono e mais alterações da personalidade do que os homens (Quadro 5).
Quadro 5 – Efeitos do TT no que diz respeito à “idade, estado civil e sexo”
Variáveis Kruskall
Wallis
Mann- Whitney
Idade ICT 0,000
Interf. Vida Social 0,036
Interf. Vida doméstica 0,034
Sintomas Cardiovasculares
0,002
Estado civil Sono 0,004
Interf. Vida doméstica 0,001
Sintomas Cardiovasculares 0,015 Sexo Sono 0,002 Personalidade 0,005 DISCUSSÃO/CONCLUSÕES
A maioria dos inquiridos deste estudo possuía boa (42,3%) ou excelente (42%) capacidade para o trabalho. Os resultados deste estudo contrariam um estudo realizado no Hospital de S. José, em 2005, no entanto a média de idades dos inquiridos do referido estudo era de 56,11 anos e todos eles estavam a solicitar a reforma antecipada (Cotrim, Simões, Ramalho & Paes Duarte, 2005). Os inquiridos de um estudo realizado por Costa (2009), em Coimbra, apresentavam moderada capacidade para o trabalho. Podemos ainda explicar estes resultados com o chamado efeito do “trabalhador sadio”. Estudos epidemiológicos realizados na área da saúde no trabalho encontraram melhores indicadores de morbilidade e mortalidade entre os trabalhadores quando comparados com a população em geral. O trabalho foi descrito como seletivo e positivo para
Página 163 de 555 preservação das condições de saúde (Raffone & Hennington, 2005).
Quando aumenta a idade diminui o ICT. Os nossos resultados estão de acordo com vários estudos que revelam as mesmas tendências. Costa (2005) concluiu que trabalhadores por turnos apresentavam menor Índice de Capacidade para o Trabalho em todas as décadas, embora fosse mais evidente nos trabalhadores mais velhos.
Com este estudo verificámos que em média não se encontram diferenças significativas entre homens e mulheres no que diz respeito ao ICT, à fadiga crónica, alterações na vida social, doméstica e atividades não domésticas, sintomas cardiovasculares e alterações da saúde em geral, contrariando alguns dos estudos consultados.
Encontramos diferenças significativas entre os dois sexos no que diz respeito às perturbações do sono e da personalidade, isto é, em média, as mulheres apresentam mais perturbações do sono e mais alterações da personalidade do que os homens. Este resultado está de acordo com a opinião de Kaplan, Sadock e Grebb (1997) e Blanco (1999), segundo os quais as mulheres podem apresentar perturbações nos padrões do sono como consequência das modificações hormonais que se produzem ciclicamente, devido ao efeito que o equilíbrio estrogénio-progesterona tem sobre a função sono/vigília. Também Corlett, Quéinnec e Poli (1989) e Gollat e Volkoff (2000) afirmam que, quando é a mulher que trabalha por turnos pode ficar prejudicada pois o companheiro nem sempre colabora nas atividades domésticas e no cuidado com os filhos e assim, a mulher acaba por ter que abdicar do seu tempo de recuperação pessoal. Gonçalves, Guerra e Sabido (2004) defendem que as mulheres pagam um preço biológico mais elevado ao trabalharem por turnos, pois dormem menos e com menor qualidade. Têm menores índices de saúde até aos 40-50 anos.
Em média, os inquiridos solteiros são os que referem menos perturbações do sono, interferências na vida doméstica e sintomatologia cardiovascular, seguidos pelos inquiridos casados ou em união de facto. Os viúvos, separados ou divorciados são os que referem mais alterações. As nossas conclusões diferem do estudo efetuado por Martins (2002) onde se observou que os viúvos diferiam dos solteiros, casados e separados, apresentando ICT mais baixo. Os indivíduos que viviam com companheiro diferiam dos separados, apresentando scores mais baixos de ICT. É consensual que o trabalho por turnos afeta as relações conjugais e parentais, podendo provocar isolamento social (Melo, 2000). Diversos estudos consideram que os indivíduos mais afetados negativamente, a nível social e familiar, são os que realizam trabalho em turnos rotativos pois os seus dias de folga nem sempre coincidem com os dos familiares, amigos e restante sociedade,
Página 164 de 555 podendo provocar conflitos no relacionamento com os filhos e cônjuges, perturbando também as atividades sociais (Cruz, 2003).
Não encontrámos outros estudos que nos permitam concluir se o casamento e a família se enquadram de forma positiva nos meios de suporte social, atuando como meios protetores para o indivíduo nas suas dificuldades laborais.
O trabalho por turnos será sempre uma necessidade nos serviços humanos, no entanto, principalmente quando inclui o trabalho noturno pode ser prejudicial para os trabalhadores, provocando, com frequência, diminuição da qualidade de vida, disfunção nos desempenhos ocupacional, familiar e social (APA, 2002). Vários estudos sugerem que queixas digestivas, cardiovasculares e distúrbios emocionais são frequentes entre estes trabalhadores (Silva, 2000). A satisfação no trabalho está relacionada com a saúde dos trabalhadores no que diz respeito à saúde mental e à capacidade para o trabalho justificando a necessidade de introduzir mudanças tanto na conceção como na organização do trabalho.
Há necessidade de disseminação do conhecimento junto dos trabalhadores, profissionais de saúde e segurança no trabalho, gestores e empregadores, envolvidos com a problemática para que a temática seja incorporada na realidade concreta do mundo do trabalho. Parece-nos importante que todos os profissionais sejam informados sobre os conflitos que têm de enfrentar, assim como das medidas atenuantes a que devem recorrer, conseguindo dessa forma atingir o objetivo defendido pelo Conselho das Comunidades Europeias de “adaptar o trabalho ao trabalhador”. Cada indivíduo deve ter a possibilidade de optar por trabalhar, ou não, por turnos, mas a sua decisão deve ser consciente, realista e devidamente fundamentada. Como já referimos, é importante que tanto os trabalhadores como as organizações pensem de forma ativa e atual, tendo por base conhecimentos e procedimentos científicos da organização do trabalho e as estratégias que se podem utilizar para reduzir ou evitar as consequências nocivas do trabalho por turnos.
Escribá Aguir (1992) sugere algumas medidas que visam diminuir as perturbações fomentadas pelo trabalho por turnos, tais como a adequação da hora de início e fim do trabalho aos hábitos sociais e instaurar horários flexíveis tendo em conta a participação das pessoas afetadas. De acordo com Cruz e Silva (1995) poderiam ser tidas em conta para a melhoria das condições de trabalho medidas que passam pela seleção prévia dos elementos mais tolerantes ao trabalho por turnos, pela redução da duração do turno da noite e do número de noites consecutivas e por semana, repouso de 24 horas após cada sequência de turnos da noite e preservação do repouso ao
Página 165 de 555 fim de semana, promover uma vigilância de saúde frequente, reduzir os anos passados em trabalho por turnos e reduzir a idade de reforma. Seria importante tomar em consideração as consequências do trabalho por turnos como doença profissional. Os cronobiólogos acrescentam que os melhores turnos são os que têm em consideração os padrões circadianos naturais, padrões melhorados de alteração de turnos exigem rotação no sentido horário, ou seja, de manhã para tarde e desta para a noite.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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Cotrim, T., Simões, A., Ramalho, F. & Paes Duarte, A. (2005). Why healthcare workers ask for early retirement at a central Portuguese hospital : Work ability preliminary results. Internacional Congress Séries (1280), June, 258-263. Extraído de
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Corlett, E., Quéinnec, W., & Poli, P. (1989). Adaptação dos Sistemas de Trabalho Por Turnos. Dublin: Fundação Europeia para a Melhoria das Condições de Vida e de Trabalho.
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Página 166 de 555 Gollac, M., & Volkoff, S. (2000). Les conditions de travail. Paris: La Découverte.
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CARACTERIZAÇÃODOSUTENTESCOMAVCERESPOSTASSOCIAISAPÓSA
ALTA
Maria Isabel Barreiro Ribeiro1, Adelaide da Conceição Arrepia Arina2, Diana Azevedo Prudêncio2, Elsa de Fátima Vila Velha Madureira Fernandes2, Mariana Isabel Pires Borges2, Sílvia Souteiro Remondes2
1Instituto Politécnico de Bragança, Investigadora do CETRAD, Colaboradora da UDI 2Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Bragança
RESUMO
Introdução: As doenças cerebrovasculares constituem, actualmente, um dos mais graves problemas de saúde pública.
Objetivos: Caracterizar os doentes com AVC e identificar as respostas sociais após a alta.
Métodos: Estudo quantitativo que teve como objeto de estudo os doentes admitidos com AVC, na Unidade de Cuidados Continuados de Média/Longa Duração localizada num Concelho do Distrito de Bragança, nas tipologias de Média Duração e Reabilitação e de Longa Duração e Manutenção. De um total de 318 doentes, foi selecionada uma amostra constituída por 73 doentes internados ao longo do período de abril de 2008 a abril de 2010. A colheita de dados foi feita, no último trimestre de 2011, após concedida autorização por parte dos responsáveis da Unidade.
Resultados: Do total de doentes com AVC, 36 (49,3%) eram homens e 37 (50,7%) eram mulheres; tinham idades compreendidas entre 33 anos e os 94 anos. A maioria (67%) residia na aldeia, era inactivo (97,3%) e esteve internado na tipologia de Média Duração e Reabilitação (75,3%). O tempo de internamento foi em média de 77 dias (DP+ 33, 8). Em conformidade com os resultados, 64 indivíduos (87,7%) possuíam retaguarda familiar e 9 indivíduos (12,3%) não tinham ninguém que os apoiasse em situação de doença ou dependência. Os doentes, após a alta, tiveram os seguintes destinos: 24 indivíduos (32,9%) ingressaram num Lar, 4 indivíduos (5,5%) regressaram ao domicílio com apoio do Centro de dia, 5 indivíduos (6,8%) recebem apoio domiciliário, 37 indivíduos (50,7%) regressaram ao domicílio com apoio familiar e os restantes 3 indivíduos (4,1%) foram para uma família de acolhimento, este último caso só foi observado em indivíduos internados na tipologia de Média Duração e Reabilitação.
Conclusão e discussão: A família assume um papel fundamental no apoio ao doente. No entanto, há também a necessidade de recorrer a instituições e serviços de apoio social que respondam e complementam as necessidades do doente e da família.
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ABSTRAT
Introduction: Currently, cerebral vascular accidents (CVA) are one of the most serious public health problems.
Objectives: To characterize patients with CVA and to identify social responses after discharge.
Methods: Quantitative study which aimed to study patients admitted with CVA at the Medium/Long Term Continuing Care Unit located in a county from the District of Bragança, in Medium Duration and Rehabilitation and Long Term and Maintenance typologies. From a total of 318 patients, a sample of 73 patients admitted over the period April 2008 to April 2010 was selected. Data collection was done in the last quarter of 2011, after authorization granted by the Unit responsible.
Results: From the total CVA patients, 36 (49.3%) were male and 37 (50.7%) were female. Their ages ranged from 33 years to 94 years old. The majority (67%) lived in a village, was inactive (97.3%) and was admitted to the typology of Medium Duration and Rehabilitation (75.3%). The duration of hospital stay was, in average, 77 days (SD + 33, 8). According to the results, 64 patients (87.7%) had family support and 9 patients (12.3%) had no one to support them. Patients after discharge, had the following destinations: 24 patients (32.9%) enrolled in a nursing home; 4 patients (5.5%) returned to their home with support of a Day Centre; 5 patients (6.8%) returned to their home with support of home care; 37 patients (50.7%) returned to the home with family support; and, the remaining 3 patients (4.1%) went to a foster family These just cases were only observed in individuals admitted to the typology of Medium Duration and Rehabilitation.
Discussion and Conclusion: The family plays a key role in supporting the patient. However, there is also the need for institutions and social support services that meet and complement the needs of the patient and family.
Keywords: Cerebral Vascular Accident, Social response, Hospitalization.
INTRODUÇÃO
O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é uma das principais causas de mortalidade em Portugal (DGS, 2003) e a patologia que causa maior incapacidade e perda de qualidade de vida (Carvalho, 2009; Silva, 2009) estando consequentemente associada a custos elevados ao nível dos cuidados de saúde. Van Exel et al. (2005) estimaram que, na Europa, o AVC é responsável por cerca de 2,9% dos gastos totais em saúde e 6% na população com mais de 75 anos, sendo a doença que gera mais gastos em saúde no idoso, a seguir à demência. Phipps, Sands & Marek (2003) definem o AVC como sendo a doença vascular cerebral que diz respeito a qualquer processo patológico que envolva os vasos sanguíneos do cérebro. Segundo Bolander & Leal (1998) o
Página 169 de 555 AVC é considerado uma perturbação em que há perda súbita de consciência ou perda motora ou sensorial, em consequência da rutura ou oclusão de uma artéria cerebral. Esta interrupção na corrente sanguínea poderá causar perda temporária ou permanente do movimento, pensamento, memória, fala ou sensação (Smeltzer & Bare, 2005).
Em Portugal, particularmente na Região Norte, a taxa de incidência de AVC`s era uma das mais altas dos países europeus (Moutinho et al., 2013). A taxa de letalidade aos 28 dias (16,1%) foi semelhante à dos outros países, embora nas estatísticas oficiais da Direcção Geral de Saúde a taxa de mortalidade padronizada fosse uma das mais altas dos países da Europa Ocidental (DGS, 2001).
De acordo com Caronna (2008, p.603) “os acidentes vasculares cerebrais são mais frequentes nos idosos do que nos adultos jovens, visto que os problemas que estão na origem do AVC aumentam com a idade. Mais de dois terços do número total de AVC´s afectam pessoas com mais de 65 anos. Pouco mais de 50% da totalidade de AVC´s afectam os homens, embora mais 60% das mortes provocadas por esta causa correspondem as mulheres, possivelmente porque a média de idades das mulheres que sofrem AVC´s é mais elevada”.
Apesar de elevada mortalidade, o AVC é uma doença mais incapacitante do que mortal, que requer a institucionalização (Kuller, 2001). Para dar resposta às necessidades dos doentes com AVC, após a alta, existe um conjunto de respostas sociais de apoio ao utente e sua família, dentro das quais se podem destacar: lar de idosos, serviço de apoio domiciliário (SAD), famílias de acolhimento, unidades de cuidados na comunidade que prestam apoio ao nível de cuidados médicos, de enfermagem, de fisioterapia, entre outros. Neste contexto, esta investigação teve como objetivos caracterizar os doentes com AVC e identificar as respostas sociais após a alta.
MATERIAL E MÉTODOS
Estudo quantitativo que teve como objeto de estudo os doentes admitidos com AVC, na Unidade de Cuidados Continuados de Média/Longa Duração localizada num Concelho do Distrito de Bragança, nas tipologias de Média Duração e Reabilitação (UMDR) e de Longa Duração e Manutenção (ULDM). De um total de 318 doentes, foi selecionada uma amostra constituída por 73 doentes internados ao longo do período de abril de 2008 a abril de 2010. A colheita de dados foi feita, no último trimestre de 2011, após concedida autorização por parte do responsável da Unidade.
Página 170 de 555 As informações recolhidas foram analisadas no programa SPSS versão 21. Foram calculadas frequências absolutas e relativas bem como medidas de tendência central (Média) e de dispersão (Desvio Padrão, Mínimo, Máximo). Para a comparação do tempo de internamento por género e tipologia de internamento foi utilizado o teste não paramétrico de Mann-Whitney. Foi utilizado um nível de confiança de 95%.
RESULTADOS
Do total de doentes com AVC, 36 (49,3%) eram homens e 37 (50,7%) eram mulheres; tinham idades compreendidas entre 33 anos e os 94 anos.
Tabela 1 - Inquiridos distribuídos por género, idade, meio de residência e situação face ao
trabalho
Variáveis Grupos Frequências (n=73)
Absolutas (n) Relativas (%)
Género Masculino
Feminino 36 37 49,3 50,7
Meio residência Aldeia
Vila Cidade 49 13 11 67 17,8 15,2 Situação do inquirido face ao
trabalho Inativo Ativo 71 2 97,3 2,7
Medidas de tendência central e de dispersão relativas à idade (anos)
Média = 77; Desvio Padrão =10,3 ; Máximo = 94 Mínimo = 33
A maioria dos doentes (67%) residia na aldeia, era inactivo (97,3%) e esteve internado na tipologia de Média Duração e Reabilitação (75,3%) (tabela 1).A duração de internamento variou entre 8 e 182 dias, com uma média de 77 (DP+ 33,8) dias (figura 1).
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Figura 1 – Histograma do tempo de internamento
Em termos estatísticos não se verificou a existência de diferenças estatisticamente significativas entre o género e o tempo de internamento (p-value=0,21>0,05) (tabela 2).
Tabela 2 - Scores do tempo de internamento por género
Variável Categoria n Mean ranking Média DP Mediana p-value
Género Masculino 36 33,85 71,86 30,082 87 0,210
Feminino 37 40,07 82,08 36,829 89
Tendo em conta o tempo de internamento por tipo de unidade, verificaram-se diferenças estatisticamente significativas por género (p-value<0,05). O género masculino fica mais tempo internado na Unidade de Média Duração e Reabilitação (UMDR) enquanto o utente do género feminino fica mais tempo internado na Unidade de Longa Duração e Manutenção (ULDM) (tabela 3).
Tabela 3 - Scores do tempo de internamento por tipo de unidade tendo em conta o género do
utente
Variável Categoria Tipologia da
Unidade n Mean ranking p-value
Género Masculino UMDR
ULDM 28 8 20,11 12,88 0,046
Feminino UMDR
A maioria dos doentes de A indivíduos (12,3%) não tinham (figura 2).
Figura 2 – Ute
Os doentes, após a alta, tivera Lar, 4 indivíduos (5,5%) regr (6,8%) recebem apoio domicil familiar e os restantes 3 indiv este último caso só foi observ Reabilitação.
0,0% 20
Sim Não
La Domicilio com apoio Centro D
Apoio domiciliári Domicilio com apoio familia Familia de acolhiment
AVC, 64 indivíduos (87,7%) possuíam reta am ninguém que os apoiasse em situação de do
tentes que sofreram de AVC com retaguarda fa eram os seguintes destinos: 24 indivíduos (32,9 gressaram ao domicílio com apoio do Centro iciliário, 37 indivíduos (50,7%) regressaram ao divíduos (4,1%) foram para uma família de ac ervado em indivíduos internados na tipologia
20,0% 40,0% 60,0% 80,0% 100,0% 87,7% 12,3% 0,0% 10,0% 20,0% 30,0% 40,0% 50 Lar ro Dia iliário