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Comment mod´ eliser cette flexibilit´ e ?

1.5 Conclusion

2.1.3 Comment mod´ eliser cette flexibilit´ e ?

Tecnologias de enfermagem para promoção do aleitamento materno: revisão integrativa da literatura. Revista Gaúcha Enfermagem, Porto Alegre (RS) 2011 março;32(1):176-84.

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ii

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vii BORDALO, Joana Daniel - Aleitamento Materno relactação e lactação induzida, faculdade de ciências da saúde, universidade da beira interior, Covilhã, Junho 2008

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xii GRAÇA, Luís Carlos Carvalho da; FIGUEIREDO, Maria do Ceu Barbiéri; CONCEIÇÃO, Maria Teresa Caetano Carreira - Contributos da intervenção de cuidados de saúde primários para a promoção do aleitamento materno, Revista Latino-Americana. Enfermagem, 19(2):[09 telas], março-abril, 2011.

xiii ROMANINI, Bianca Venâncio - Aleitamento Materno em Crianças Nascidas com Peso Inferior à 2000g até Seis Meses de Vida, Dissertação apresentada à Faculdade de Medicina da

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xiv NARCHI, Nádia Zanon; FERNANDES, Rosa Áurea Quintella; DIAS, Lílian de Araújo; NOVAIS, Daniela Higasa – Variáveis que influenciam a manutenção do aleitamento exclusivo, Revista da Escola de Enfermagem USP, 2009; 43 (1):87-94

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xvii MARTINS, Elisa Justo; GIUGLIANI, Elsa Regina Justo - Quem são as mulheres que amamentam por 2 anos ou mais?, Jornal de Pediatria, 2012;88(1): 67-73.

xviii NARCHI, Nadia Zanon; FERNANDES, Rosa Áurea Quintella; DIAS, Lilian de Araújo; NOVAIS, Daniela Higasa – Variáveis que influenciam a manutenção do aleitamento materno exclusivo, Revista da Escola de Enfermagem USP, 2009; 43 (1):87-94

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xx World Health Organization. Global Strategy for Infant and nYoung Child Feeding. The optimal duration of exclusive breastfeeding. Geneva: World Health Organization; 2001.

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compreender a vivência, Revista Nutr., Campinas, 20 (4):431-438, jul./agosto, 2007

xxii FRANÇA, Giovanny Vinícius Araújo de; BRUNKEN, Gisela Soares; SILVA, Solanyara Maria da; ESCUDER, Maria Mercedes; VENANCIO, Sonia Isoyama - Determinantes da amamentação no primeiro ano de vida em Cuiabá, Mato Grosso, Revista Saúde Pública 2007;41 (5):711-18

xxiii JOVENTINO ES, Dodt RCM, Araújo TL, Cardoso MVLML, Silva VM, Ximenes LB. - Tecnologias de enfermagem para promoção do aleitamento materno: revisão integrativa da literatura. Revista Gaúcha Enfermagem, Porto Alegre (RS) 2011 março;32(1):176-84.

xxiv PEREIRA, M.A. (2004), Aleitamento materno: Estabelecimento e prolongamento da amamentação, intervenções para o seu sucesso. [tese doutoramento] Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar. Universidade do Porto.

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ANÁLISEDASATITUDESDOSENFERMEIROSFACEAOIDOSO,COMVISTAÀ

TOMADADEDECISÃO:OCASODODISTRITODEBRAGANÇA

Sandra de Fátima Gomes Barreira Rodrigues1, Sandra Maria Fernandes Novo1 1ULSE- Unidade de Bragança

RESUMO

Em Portugal, à semelhança das sociedades desenvolvidas, verifica-se um envelhecimento crescente da população, prevendo-se um acréscimo considerável de pessoas com idade superior a 65 anos. Envelhecer implica para a maioria dos idosos perdas importantes, e consequentemente mais intervenções especializadas de cuidados de saúde. Compreender o envelhecimento como um processo dinâmico, conduz a uma mudança de atitude em relação ao idoso e permite ao enfermeiro assumir um papel inovador e relevante no cuidar.

A temática das atitudes é importante, pois dá conta da relação directa dos comportamentos adoptados pelos enfermeiros para com as pessoas idosas.

As atitudes são entendidas como disposições favoráveis ou desfavoráveis face a objetos, pessoas ou acontecimentos, salientando ainda que as atitudes face ao trabalho ou à organização têm efeitos na prestação de serviços, na qualidade de vida e influencia a concretização dos objectivos pessoais e empresariais.

Ao pretender analisar as atitudes dos enfermeiros que exercem funções no distrito de Bragança face ao idoso, objectivo da presente investigação, realizou-se um estudo de observação, analítico, transversal e do tipo quantitativo tendo-se aplicado um inquérito por questionário utilizando a escala AKPI (Atitudes de Kogan para com as Pessoas Idosas).

Dos principais resultados destaca-se que os enfermeiros mais jovens têm menos tempo na categoria, têm mais habilitações académicas e os que trabalham na docência têm atitudes mais favoráveis face ao idoso. Os enfermeiros que exercem funções nas Unidade de Cuidados Continuados Integrados (UCCI) são na globalidade jovens e apresentam atitudes bastante favoráveis perante o idoso, enquanto os enfermeiros que trabalham em Lares têm as atitudes mais desfavoráveis.

Face às actuais contingências demográficas e tendo em vista a satisfação do cliente, neste caso o idoso, a decisão com vista a recrutamento e ou mobilidade de enfermeiros, por parte do gestor, poderá recair na analise das atitudes do enfermeiro face ao idoso.

Palavras-chave: Idoso; Enfermeiros; Atitudes; Decisão.

ABSTRAT

In Portugal, like the developed societies, there is a growing ageing population, with a considerable increase of people aged over 65 years.

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