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Step 1: Preliminary design of the overall I&C architecture

4. DEVELOPMENT OF THE OVERALL I&C ARCHITECTURE

4.2. Step 1: Preliminary design of the overall I&C architecture

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perspectiva científica

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4.2.5.3 O eixo dos elementos guias para a atividade

Partindo novamente da situação particular da ação, podemos afirmar que alguns elementos organizadores da atividade podem ser identificados. O aluno foi informado, através da prescrição, que ele deveria manter o seu olhar fixo e que o anel seria o ponto de referência. Para tanto, ele deveria

também desenhar sobre o vidro. Estas informações se encontram na origem da organização da ação definindo o objetivo final, os meios e as condicionantes para sua obtenção. O quadro da figura 32 sugere uma sucessão de momentos (ação, tomada de informação e avaliação), que indicam uma organização de procedimentos para a realização do desenho. Ele inclui, então, os sub-objetivos que são perseguidos para a conduzir ao projeto final estabelecido pela prescrição. Estes passos do processo se assemelham àqueles da cópia decalque, quando a régua deve coincidir com a linha que se deseja copiar. Identificamos neste conjunto de passos um esquema de controle da ação, que foi utilizado pela grande maioria dos sujeitos analisados. Ele é local e se aplica a cada uma das unidades de objetivos intermediários, ou seja às linhas.

De fato, a ação com o instrumento leva a este tipo de estruturação da ação, devido à sua característica de atividade imposta. Ou seja, o instrumento impõe um conjunto de condicionantes que « obrigam » o sujeito a organizar sua ação de forma a satisfazê-las. Esta noção, enunciada na teoria da atividade com instrumentos, é considerada como um aspecto relativo, uma vez que, esta « imposição », ainda que forte, sempre abre um espaço para um alargamento do campo de ações possíveis120. As variações de abertura do campo de possibilidades oferecidas pelo aparelho, podem seguir uma direção de ampliação, ou mesmo de restrição, das ações realizáveis com o aparelho.

As limitações do perspectógrafo, em termos de simulação do ambiente da projeção cônica, faz com que as possibilidades de arranjo entre observador, quadro e objeto, sejam reduzidas, se comparadas as possibilidades dentro do campo da geometria abstrata. Por outro lado, identificamos, nos procedimentos utilizados pelos alunos

Diminio de proprie- dades do real e do conhecimento Conceitos científicos Heurísticas gerais Métodos Estratégias Procedimentos e regras Guias para a atividade Artefatos e ferramentas Conceitos e representações Situações Domínio de ação Classe de Situações Representações "modelos" para a ação Conceitos pragmáticos Conceitos e conhecimentos técnicos Eixo de generalisação ou de extenção de situações Eixo de retro- alimentação Atividade em ação Representaçòes circunstanciais Organisadores da atividade Situação singular Modelo Compety

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para execução da tarefa, uma segunda estratégia, que não considera a construção de sub-objetivos materializados pelas linhas da caixa, mas de materialização dos pontos limites das mesmas. Dois dos sujeitos analisados executaram sua tarefa marcando inicialmente os sete pontos limites, entre as nove linhas da caixa. Para tanto, eles utilizaram poucos segundos. Em uma segunda fase deste procedimento, estes dois alunos ligam os pontos pelo traçado de linhas, sem estarem sujeitos à avaliação da superposição da régua à imagem da linha, que esta sendo representada. De fato, estes alunos nem mesmo mantém seus olhos sobre o anel, pois nesta segunda fase de sua ação, todos os dados necessários para a execução do desenho já foram apropriados. Evidentemente este procedimento caracteriza uma outra forma de ação, que evidencia uma abertura no campo de ação possível, através do uso do instrumento. Em termos de procedimento, este segundo se identifica mais ao processo perspectivo em si, onde dois pontos são identificados, permitindo o traçado de uma linha. Porém, esta ação é feita na perspectiva de modo ritmado, ou seja, na construção de uma perspectiva, a identificação de dois pontos precede o traçado de uma linha, constituindo assim um sub-objetivo. Na ação com o instrumento existe a possibilidade de identificar todos os pontos, antes se lançar no traçado das linhas, possibilidade esta quase impossível em se tratando do método gráfico.

Em um outro nível do eixo dos elementos guias para a atividade, sem que isso signifique uma transformação do nível precedente, podemos também identificar, nesta experimentação, algumas estratégias que guiavam a ação. Na análise da ordem do desenho escolhida, vimos uma estratégia que conduzia o sujeito à construir o desenho, segundo as unidades de superfície (frontal, superior e lateral). Esta estratégia é aquela que foi utilizada pelo maior número de alunos e ela pode indicar uma apropriação do objeto desenhado (a caixa), enquanto um volume geométrico constituído por superfícies geométricas. Vimos também estratégias guiadas por uma orientação mais próxima do método perspectivo (superfície frontal, linhas fugantes e linhas do fundo). Isto não significa que um método perspectivo estaria sendo ativado, mas revela uma proximidade ou mesmo uma predisposição, da parte do aluno, à integração do método em uma elaboração esquemática para a organização da ação.

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De fato, no âmbito do modelo Compety, para que se possa verificar os indícios de um método de orientação e guia da atividade é preciso considerar, paralelamente, que a competência do aluno contemplaria, no eixo dos conceitos e representações, os conceitos e conhecimentos técnicos referentes à um domínio de ação. Nesta primeira experimentação identificamos unicamente a formulação de um conceito de nível pragmático. A evolução do processo de condução da aprendizagem da perspectiva com a ajuda do perspectógrafo, deve ser examinado em novas experimentações, onde o conhecimento em questão se encontre em um estágio mais elaborado, ou quando já tenha sido incluído um segundo quadro de análise do mesmo.

De fato, no âmbito do modelo Compety, para que se possa verificar os indícios de um método de orientação e guia da atividade é preciso considerar, paralelamente, que a competência do aluno contemplaria, no eixo dos conceitos e representações, os conceitos e conhecimentos técnicos referentes à um domínio de ação. Nesta primeira experimentação identificamos unicamente a formulação de um conceito de nível pragmático. A evolução do processo de condução da aprendizagem da perspectiva, com a ajuda do perspectógrafo, deve ser examinado em novas experimentações, onde o conhecimento em questão se encontre em um estágio mais elaborado, ou quando já tenha sido incluído um segundo quadro de análise do mesmo.

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