PARTIE 1. VERS LA SYNTHESE TOTALE DU 13-DESMETHYLE SPIROLIDE C
1.1. L ES TOXINES DE LA FAMILLE DES SPIROIMINES
1.1.2. I SOLEMENT DES SPIROLIDES
Construção de impérios, formação de alianças PODER E POLÍTICA Ex.: Controle externo por organizações; Formulação cooperativa de estratégias
- Jogo do patrocínio - jogado para construir base de poder, neste caso usando os superiores; o indivíduo se liga a alguém com posição superior, professando lealdade em troca de poder;
- Jogo da formação de alianças - jogado entre pares - com freqüência gerentes de linha, às vezes peritos - que negociam contratos implícitos de apoio mútuo para construir bases de poder visando ao avanço na organização;
- Jogo da construção de impérios – jogado, principalmente, por gerentes de linha para construir bases de poder, não de forma cooperativa com pares, mas individual com subordinados;
- Jogo do orçamento - jogado de forma aberta e com regras claramente definidas para construir uma base de poder; semelhante ao anterior, porém menos decisivo, uma vez que o prêmio consiste em recursos e não posições ou unidades, pelos menos não dos rivais;
- Jogo de perícia - uso não autorizado de perícia para construir base de poder, ostentando-a ou ocultando-a; os verdadeiros peritos jogam explorando aptidões e conhecimentos técnicos, enfatizando o caráter único, crítico e insubstituível da perícia e também a guardando para eles mesmos; os não- peritos jogam tentando fazer com que seu trabalho seja visto como de peritos, idealmente para que só eles possam controlá-los;
- Jogo de domínio - jogado para construir base de poder usando o poder legítimo de forma ilegítima sobre quem tem menos ou nenhum poder; um gerente pode exercer autoridade formal sobre um subordinado ou o servidor público sobre um cidadão;
- Jogo de linha versus assessoria - um jogo de rivalidade entre pares, jogado não apenas para ampliar o poder pessoal, mas para derrotar um rival; coloca o gerente de linha, com autoridade formal para tomada de decisões, contra conselheiros da assessoria com conhecimentos especializados; cada lado tende a explorar poder legítimo de maneira ilegítima;
- Jogo de lados rivais - mais uma vez, jogado para derrotar um rival; ocorre tipicamente quando jogos de alianças ou de construção de impérios resultam em dois grandes blocos de poder; pode ser o jogo mais decisivo de todos; o conflito pode ser entre unidades, entre personalidades rivais ou entre duas missões concorrentes;
- Jogo de candidatos estratégicos - jogado para se efetuar mudanças em uma organização; indivíduos ou grupos buscam promover, através de meios políticos, as mudanças de natureza estratégica que preferem.
O poder micro trata dos indivíduos e grupos dentro da organização. O poder macro, comparativamente, reflete a interdependência de uma organização com seu ambiente. As organizações precisão lidar com fornecedores e compradores, sindicatos e concorrentes, bancos de investimentos e reguladores governamentais, para não mencionar uma lista crescente de grupos de pressão que podem visar uma ou outra das suas atividades. A estratégia de uma perspectiva de poder macro consiste, em primeiro lugar, no gerenciamento das demandas desses agentes e, em segundo, de se fazer uso seletivo dos mesmos em benefício da organização.
Desta forma, algumas ações são importantes para que a empresa consiga manter estratégias de poder macro:
- análise dos interessados; - manobras estratégicas; e
- formulação cooperativa de estratégia.
A escola do poder apresenta as seguintes premissas:
- a formação de estratégia é moldada por poder e política, seja como processo dentro da organização ou como o comportamento da própria organização em seu ambiente externo;
- as estratégias que podem resultar desse processo tendem a ser emergentes e assumem mais a forma de posições e meios de iludir do que de perspectivas;
- o poder micro vê a formação de estratégia como a interação, através de persuasão, barganha e, às vezes, confronto direto, na forma de jogos políticos, entre interesses estreitos e coalizões inconstantes, em que nenhum predomina por período significativo;
- o poder macro vê a organização como promovendo seu próprio bem-estar por controle ou cooperação com outras organizações, através do uso de manobras estratégicas, bem como, estratégias coletivas em várias espécies de redes e alianças.
Mediante os fundamentos teóricos e práticos discutidos pelos estudiosos da área que sustentam a escola do poder, percebe-se que os dirigentes das bibliotecas quando da formulação da estratégia orientam-se pela negociação e concessões entre indivíduos, grupos e coalizões.
As forças do poder micro citadas, anteriormente, contribuem para os dirigentes das bibliotecas formarem estratégias como meios de persuasão, barganha e jogo político.
Já as forças do poder macro são utilizadas pelos dirigentes das bibliotecas para promoverem o bem estar, o controle ou a cooperação com outras organizações.
Pode-se dizer que prevalece a razão instrumental e política no processo de formulação da estratégia na escola do poder. Serva (1997, p. 22) comenta que "a busca do sucesso individual desprendido da ética, apenas pautado no cálculo utilitário e no êxito econômico é típica do embasamento fornecido pela lógica da razão dita instrumental".
Considerando-se as metodologias de planejamento estratégico discutidas no capítulo 3 e os fundamentos teóricos relativos ao processo de formulação de estratégias da escola do poder, observa-se uma ênfase nos aspectos da dinâmica do poder e da influência, tanto internos e externos como alternativas para iludir o meio.
5.8 BASE EPISTEMOLÓGICA DA ESCOLA CULTURAL
A cultura pode ser entendida como um conjunto de crenças e de maneiras de perceber o ambiente e responder a este em comum, dentro de um determinado grupo, que o distingue dos demais. Os impactos da cultura no comportamento da
organização são claramente visíveis, estando intrinsecamente ligados à formação de estratégia (RHENMAN, 1973; NORMANN, 1977).
FIGURA 19 – Escola Cultural
As principais premissas da escola cultural, segundo Mintzberg, Ahlstrand e Lampel (2000), de forma resumida, são as seguintes:
a) a formação de estratégias é um processo de interação social, baseado nas crenças e nas interpretações comuns aos membros de uma organização; b) um indivíduo adquire essas crenças através de um processo de aculturação
ou socialização, o qual é em grande parte tácito e não verbal, embora seja, às vezes, reforçado por uma doutrinação mais formal;
c) portanto, os membros de uma organização podem descrever apenas parcialmente as crenças que sustentam sua cultura, ao passo que as origens e explicações podem permanecer obscuras;
PROCESSO DE