Adequado
Id en tifica çã o d os R A M O S no C lu ster O R G A N IZ A Ç Ã O e P R O C E S S O S de T R A B A L H O
Figura 59.4 - Ramos do Cluster - Organização e Processos de Trabalho.
A realização destas atividades levoi aproximadamente 6 horas de trabalho.
N o quarto encontro, o facilitador apresentou ao decisor a separação do mapa em clusters, sub-clusters e ramos. Após analisar cada uma das separações propostas, o decisor as validou. Esta reunião teve uma duração aproximada de 30 minutos.
N o intervalo de tempo entre a quarta e a quinta reunião, o facilitador procedeu à atividade do enquadramento de cada um dos ramos no tronco do cone de Keeney e à identificação dos candidatos a PVFs. Esta tarefa consumiu-lhe aproximadamente 12 horas
de trabalho.
Pelo fato do mapa cognitivo ser muito contextualizado e possuir uma estrutura diferente da árvore de pontos de vista, a transição do mapa para a árvore não é uma tarefa fácil e nem simples. Por isso, constitui-se mais numa arte do que numa ciência. A seguir, apresentar-se-á o procedimento adotado para enquadrar os ramos do cluster “Qualidade da
Informação”.
Este processo foi realizado com base na abordagem de enquadramento do mapa e sem a presença do decisor. Inicialmente, considerou-se o ramo “Forma de Apresentação”. As Figuras 60.1, 2 e 3, ilustram o processo de enquadramento, para fazer emergir do ramo o candidato a PVF.
129
Enquadramento do Ramo - FORMA de APRESENTAÇÃO
Figura 60.1 - Inserção do Ramo na Estrutura do Enquadramento do Processo Decisório.
Esta Figura permite visualizar que o conceito C 3 0 pertence ao contexto dos objetivos estratégicos.
E n q u a d r a m e n t o d o R a m o - F O R M A d e A P R E S E N T A Ç Ã O
C 3 0 - T o r n a r a O r g a n i z a ç ã o leiais C o m p e t i t i v a .... E s t a g n a i j C 2 9 - A t e n d p r a D e m a n d a d o s Ç l i e n t e s e P r o m o v e r a D i v i s ã o .... A c o m p d a r - s e
5
1
;
C 2 8 - A u m e n t a V a S a t i s f a ç ã o e D e p e n d ê n c i a d o C l i e n t ^ .... C l i e n t e I n d i f e r e n t e 1f
' C I9 - P a r a o C l i e n t e P o d e r D e c i d i M e l h o r ! ... D e c i d i r n a D u v i d a I A I E n q u a d r a m e n t o do R a m o - F O R M A de A P R E S E N T A Ç Ã O -L - G e r a r I n f ò r m a ç p r e e n síveis...Con C^f^- G e r a r I e l a t ó r i o s | C 2 3 - A p r e s e r e n c i a i s . C 22 - U t i l i z a r F o r m a C o m S ó C o n t á b e i s G r á f i c o s . C o n c i s a .... M u i \ ... N ã o U t i l i z a r E x t e n s o C 24 > S a b e r A p r e s e n t a r I n f o r m a ç õ e s .... F a z e r d e Q u a l q u e r M a n e i r aFigura 60.3 - Inserção do Ramo na Estrutura do Enquadramento do Processo Decisório.
Para que um conceito possa ser considerado candidato a PVF, ele deve atender tanto à propriedades da essencialidade quanto a da controlabilidade. Desta forma, os
conceitos C30, C29, C28 e C19 foram considerados como sendo essenciais, porém, não controláveis. Por outro lado, conforme pode ser observado na Figura 60.3, o conceito C2 é tanto essencial quanto controlável, logo, emergiu como candidato a PVF do ramo “Forma de Apresentação”.
O segundo ramo do cluster “Qualidade da Informação” é o da “Conteúdo Adequado”. As Figuras 61.1, 2 e 3, apresentam esta situação.
E n q u a d ra m e n to do R a m o - C O N T E Ú D O A D E Q U A D O
131
Enquadramento do Ramo - CONTEÚDO ADEQUADO
Figura 61.2 - Inserção do Ramo na Estrutura do Enquadramento do Processo Decisório.
E n q u a d ra m e n to do R a m o - C O N T E Ú D O A D E Q U A D O
Analisando as Figuras acima, percebe-se que os conceitos C30, C29, C28, C19 e C5 foram considerados como sendo essenciais, porém, não controláveis. Já os conceitos Ci
e C25 foram considerados complementares. Como o conceito C25 foi considerado mais amplo, este,incorporou aquele, tomando-se, desta forma, candidato a PVF. Isto só foi
possível porque ele atendia tanto ao requisito da essencialidade quanto ao da controlabilidade.
O enquadramento do terceiro ramo deste cluster “Qualidade da Informação” é o da “Confiabilidade Adequada”. Este processo está ilustrado nas Figuras 62.1, 2 e 3, a seguir.
E n q u a d r a m e n t o d o S u b - c lu s te r - C O N F I A B I L I D A D E A D E Q U A D A
Figura 62.1 - Inserção do Ramo na Estrutura do Enquadramento do Processo Decisório.
133
Enquadramento do Sub-cluster -CONFIABILIDADE ADEQUADA
A exemplo do que ocorreu no enquadramento dos ramos anteriores neste, nas
Figuras acima, percebe-se que os conceitos C30, C29, C28, C19 e C5 foram considerados como sendo essenciais, porém, não controláveis. Já o conceito tomou-se candidato a PVF. Isto só foi possível porque ele atendia tanto ao requisito da essencialidade quanto ao
da controlabilidade.
O enquadramento do quarto e último ramo do cluster “Qualidade da
Informação” é o do “Momento Oportuno”. Este processo está ilustrado nas Figuras 63.1, 2 e 3, a seguir.
E n q u a d r a m e n t o d o R a m o - M O M E N T O O P O R T U N O
E n q u a d r a m e n t o d o R a m o - M G M E N T O O P O R T U N O
E n q u a d ra m e n to do R a m o - M O M E N T O O P O R T U N O
Objeftivo m ais estratégico
Figura 63.3 - Inserção do Ramo na Estrutura do Enquadramento do Processo Decisório.
Pelo, acima exposto, demonstrou-se o processo de enquadramento dos ramos do cluster “Qualidade da Informação” no tronco do cone de Keeney. Até este momento, testou-se duas das propriedades dos candidatos a PVFs
(Essencialidade e
Controlabilidade)
e, somente, sugeriu-se os candidatos à PVF que atendessem a estas135
todos os demais clusters (ver anexo 01). Deste processo, emergiram os candidatos a PVF
conforme, ilustrado na Tabela 13, abaixo.
C L U ST E R S CA NDIDATOS A PVFs Qualidade da Informação P V F i - Forma Adequada PVF2 - Conteúdo adequado P V F 3 - Confiabilidade Adequada P V F 4 - Momento Oportuno Recursos Humanos PVF5 - Troca de Experiências PVF6- Atualização PVF7- Integração PVFs - Valorização Profissional Infra-estrutura P V F 9 - Equipamentos Adequados P V F 10 - Suporte de Informática P V F 1 1 - Ambiente de Trabalho
Organização e Processos de Trabalho PVF12 - Organização e Processos de Trabalho Tabela 13 - Candidatos a Pontos de Vista Fundamentais.
N a seqüência da verificação das propriedades do conjunto de candidatos a PVFs, verificou-se junto ao decisor, se ele era
exaustivo,
ou seja, se o conjunto de candidatos representava todos os elementos que o decisor gostaria de considerar paraavaliar o desempenho da DVAC. Uma forma de testar isto, é perguntar ao decisor: “ Se, numa avaliação, duas ações estiverem empatadas em todos os aspectos ora considerados, haveria ainda algum outro a ser considerado?”. No presente estudo, o decisor acenou
negativamente, ou seja, não haveria nenhum outro aspecto a ser considerado, logo, o conjunto de candidatos a pontos de vista, pôde ser considerado completo
(exaustivo).
Após verificada a essencialidade, a controlabilidade e a exaustividade do
conjunto de candidatos a PVFs, parte-se para a verificação da
concisão
deste conjunto. Este procedimento consiste em analisar se não existe uma quantidade demasiadamente grande e desnecessária, de aspectos que estão sendo considerados. Como resultado desta verificação, mais uma vez, percebeu-se que no presente estudo, não se listou aspectos desnecessários, logo, o conjunto foi consideradoconciso.
As próximas propriedades verificadas no conjunto de candidatos a PVF, foram as da
mensurabilidade e da operacionalidade. Mensuráveis
no sentido de permitir que se associe a cada um dos candidatos, uma forma de medida que permita estabelecer os diversos graus em que as várias ações potenciais poderão ser avaliadas, naquele aspecto.Operacionais,
no sentido de haver a possibilidadede obter as informações necessárias paraUm conjunto de candidatos a PVF, deve atender também a propriedade da
isolabilidade,
ou seja, deve-se poder avaliar uma ação, segundo um aspecto(PVF), semhaver a necessidadede considerar a sua performance noutro. Esta propriedade pode ser verificada através do teste da independência preferencial mútua, que por sua vez, deve ser