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5. DISCUSSION

5.1 REFLEXION SUR LES RESULTATS OBTENUS

pessoas e empresas que irão fornecer as matérias-primas e equipamentos utilizados para a fabricação ou venda de bens e serviços.

3 – Plano de marketing

3.1 – Descrição dos principais produtos e serviços: aqui você deve descrever os

principais itens que serão fabricados, vendidos ou os serviços que serão prestados. Informe quais as linhas de produtos, especificando detalhes como tamanho, modelo, cor, sabores, embalagem, apresentação, rótulo, marca, etc. Se necessário, fotografe os produtos e coloque as fotos como documentação de apoio ao final do seu plano de negócio. Para empresas de serviço, informe quais serviços serão prestados, suas características e as garantias oferecidas.

3.2 – Preço: preço é o que consumidor está disposto a pagar pelo que você irá

oferecer. A determinação do preço deve considerar os custos do produto ou serviço e ainda proporcionar o retorno desejado.

3.3 – Estratégias promocionais: promoção é toda ação que tem como objetivo

apresentar, informar, convencer ou lembrar os clientes de comprar os seus produtos ou serviços e não os dos concorrentes.

3.4 – Estrutura de comercialização: a estrutura de comercialização diz respeito

aos canais de distribuição, isto é, como seus produtos e/ou serviços chegarão até os seus clientes.

3.5 – Localização do negócio: neste momento, você deve identificar a melhor

localização para a instalação de seu negócio e justificar os motivos da escolha desse local.

4 – Plano Operacional

4.1 – Layout ou arranjo físico: por meio do layout ou arranjo físico, você irá definir

como será a distribuição dos diversos setores da empresa, de alguns recursos (mercadorias, matérias-primas, produtos acabados, estantes, gôndolas, vitrines, prateleiras, equipamentos, móveis, matéria-prima etc.) e das pessoas no espaço disponível.

4.2 – Capacidade produtiva/ comercial/serviços: é importante estimar a

capacidade instalada da empresa, isto é, o quanto pode ser produzido ou quantos clientes podem ser atendidos com a estrutura existente. Com isso, é possível diminuir a ociosidade e o desperdício.

4.3 – Processos operacionais: é o momento de registrar como a empresa irá

funcionar. Você deve pensar em como serão feitas as várias atividades, descrevendo, etapa por etapa, como será a fabricação dos produtos, a venda de mercadorias, a prestação dos serviços e, até mesmo, as rotinas administrativas.

4.4 – Necessidade de pessoal: faça a projeção do pessoal necessário para o

funcionamento do negócio. Esse item inclui o(s) sócio(s), os familiares (se for o caso) e as pessoas a serem contratadas.

5 – Plano Financeiro: Investimento total: nessa etapa, você irá determinar o total

de recursos a ser investido para que a empresa comece a funcionar. O investimento total é formado pelos: • investimentos fixos; • capital de giro; e • investimentos pré- operacionais. Abrangendo ainda:

- Estimativa do faturamento mensal da empresa;

- Estimativa do custo unitário de matéria-prima, materiais diretos e terceirizações; - Estimativa dos custos de comercialização;

- Estimativa dos custos com mão de obra; - Estimativa do custo com depreciação;

- Estimativa dos custos fixos operacionais mensais; - Demonstrativo de resultados; e

- Indicadores de viabilidade: Ponto de equilíbrio, Lucratividade, Rentabilidade, Prazo de Retorno do Investimento.

6 – Construção de cenários: após a finalização do seu plano de negócio, simule

valores e situações diversas para a empresa. Prepare cenários onde o negócio obtenha resultados pessimistas (queda nas vendas e/ou aumento dos custos) ou otimistas (crescimento do faturamento e diminuição despesas). A partir daí, pense em ações para evitar e prevenir-se frente às adversidades ou então para potencializar situações favoráveis. Faça quantas simulações julgar necessário e tenha sempre alternativas de ações (plano B).

7 – Avaliação estratégica

7.1 – Análise da matriz F.O.F.A.: a matriz F.O.F.A. é um instrumento de análise

simples e valioso. Seu objetivo é detectar pontos fortes e fracos, com a finalidade de tornar a empresa mais eficiente e competitiva, corrigindo assim suas deficiências. F.O.F.A. é um acróstico para: Força, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças.

8 – Avaliação do Plano de Negócio: Avalie cada uma das informações e lembre-se

de que o plano de negócio tem por objetivo ajudá-lo a responder a pergunta lançada no início desse manual: “Vale a pena abrir, manter ou ampliar o meu negócio?”

Embora não exista padrão ou ideal constituído do PN, essa estrutura abrange o necessário para desenvolver um planejamento do empreendimento, o qual pode se adaptar conforme o público alvo do PN.

E para tornar o PN em algo concreto, o mesmo passa por etapas metodológicas de pesquisa, classificação da pesquisa, sujeitos pesquisados, coleta de dados, interpretação e análise, buscando delinear um roteiro da pesquisa; os quais constam a seguir.

3 METODOLOGIA

Esta seção tem como objetivo apresentar os principais procedimentos metodológicos que foram adotados na pesquisa, em termos de sua classificação, dos sujeitos da pesquisa e do universo da amostra, do plano de coleta de dados, da definição da análise e interpretação dos dados, e do plano de sistematização do estudo buscando assim facilitar o entendimento quanto às decisões que se constituirão acerca da estratégia de pesquisa.

Segundo Minayo (2007), metodologia é o caminho e o instrumental próprios para abordar a realidade, ocupando lugar central nas teorias sociais e fazendo parte da visão social do mundo.

3.1 Classificação da Pesquisa

A pesquisa é um processo sistemático utilizado para gerar conhecimento humano, construindo novos conhecimentos, podendo trazer desenvolvimento, colaboração, refutação, detalhamento, atualização de conhecimentos pré-existentes.

Os métodos de Teixeira et al (2009) e Zamberlan et al (2014) apresentam uma classificação baseada nas principais características que as pesquisas apresentam em relação: à natureza, aos níveis ou objetivos, segundo os procedimentos técnicos, meios e estratégias de pesquisa.

Quanto à natureza foi uma pesquisa aplicada gerando conhecimento para aplicação prática, é centrada em um problema, neste caso referente a elaboração de um Plano de Negócio de uma cafeteria de pequeno porte no município de Catuípe/RS. Com o proposito de avaliar a viabilidade desse empreendimento.

Da perspectiva da forma de abordagem foi uma pesquisa qualitativa e quantitativa. Quantitativa, pois se considera que tudo pode ser quantificável traduzindo opiniões e informações em números. E qualitativa pela relação dinâmica entre o mundo real e o sujeito, que não pode ser traduzido em números. Onde a interpretação dos fenômenos foi o ambiente natural da coleta de dados, oriunda do

questionamento ao público de Catuípe/RS sobre a aceitabilidade de uma cafeteria no município. Uma vez que a pesquisa qualitativa trabalha com características muito particulares de cada um, envolvendo suas crenças, valores, atitudes, opiniões, cultura, e comportamentos que não conseguem ser operados numericamente.

Quanto aos fins, a pesquisa foi exploratória e descritiva. Como expõe a autora Minayo (1993), a investigação exploratória é realizada em área na qual há pouco conhecimento acumulado e sistematizado. Por sua natureza de sondagem, não comporta hipóteses que, todavia, poderão surgir durante ou ao final da pesquisa. É, normalmente, o primeiro passo para quem não conhece suficientemente o campo que pretende abordar.

A pesquisa descritiva expôs características da determinada população (munícipes de Catuípe/RS) e de determinado fenômeno (aceitabilidade da cafeteria, hábitos de consumo e preferências). Também estabelecendo correlações entre variáveis e definindo sua natureza. Não tendo compromisso de explicar os fenômenos que descreve, embora serviu de base para tal explicação.

A pesquisa quanto aos seus procedimentos técnicos (meios de investigação) é caracterizada como bibliográfica, documental, pesquisa de campo e estudo de caso.

Bibliográfica uma vez que há no referencial teórico embasamento sobre as características que envolvem o presente estudo. Lakatos e Marconi (1992) referenciado por Zamberlan et al (2014, p. 99) explicam sobre a pesquisa bibliográfica, que esta “abrange todo o referencial teórico já tornado público em relação ao tema de estudo, como publicações avulsas, boletins, jornais, revistas, livros, pesquisa, monografias, teses, etc.”

Pesquisa documental pela necessidade de busca de informações realizada em documentos conservados no interior de órgãos públicos e privados de qualquer natureza, ou com pessoas: registros, anais, regulamentos, circulares, ofícios, memorandos, balancetes, comunicações informais, filmes, fotografias, CD´s, dados sócio demográficos (IBGE), etc.

Segundo Vergara (2000), o estudo contempla a pesquisa de campo, que é a investigação empírica realizada no local onde ocorre ou ocorreu um fenômeno ou que dispõe de elementos para explicá-lo. O qual, neste estudo inclui aplicação de questionários, testes e observação participante ou não.

A mesma autora ainda apresenta que, o estudo de caso é o que compreende a uma ou poucas unidades, entendidas essas como uma pessoa, uma família, um produto, uma empresa, um órgão público, uma comunidade ou mesmo um país. Tem caráter de profundidade e detalhamento. Pode ou não ser realizado no campo.

3.2 Sujeitos da Pesquisa e Universo Amostral

Como sujeitos de pesquisa foram definidos como as pessoas que forneceram os dados de que o pesquisador precisou para a realização do estudo. O universo de estudo foi o município de Catuípe situado no noroeste do estado do Rio Grande do Sul. A área estimada pelo IBGE no ano de 2010 era de 583,2 km², com população total de 9.323 habitantes e densidade demográfica de 16,0 hab/km².

Os sujeitos da pesquisa foram os prováveis consumidores dos produtos da cafeteria, ou seja, os residentes em Catuípe/RS, essencialmente os moradores do meio urbano, estudantes, e trabalhadores do comércio, serviços, pequenas indústrias e servidores públicos. Além de empresas com grau de similaridade na cidade de Catuípe/RS (concorrentes, mesmo que não diretos); e empresas fornecedoras dos insumos e equipamentos necessários ao empreendimento.

3.3 Coleta de Dados

Na coleta de dados expõe-se como os dados necessários foram obtidos. Para a coleta de dados foram utilizadas as metodologias de pesquisa bibliográfica, pesquisa de campo, questionário e entrevista.

No condizente a pesquisa bibliográfica ou documental, se pesquisou registros, boletins, portais (sites/fontes eletrônicas), livros, revistas, informes, dentre outros

que apresentam informações sobre o mercado de cafeterias (inclusive empreendimentos similares), e informações sobre a população de Catuípe, para conhecer o perfil de prováveis consumidores.

Na pesquisa de campo foi utilizado questionário destinado a população de Catuípe/RS (Apêndice A), acompanhados pelo questionador e também em forma de questionário virtual; e para os empreendimentos similares, bem como para os proprietários de lancherias e restaurantes, foi feita entrevista com roteiro prévio (Apêndice B), permitindo uma conversa aberta, onde a entrevista foi anotada em tópicos importantes pelo pesquisador. Os fornecedores se agrupam em três categorias: fornecedores de matérias-primas usuais (supermercados), fornecedores de cafés, e fornecedores de equipamentos de cafeteria (que no referente caso foram os mesmos que forneceram os insumos – cafés). Com os fornecedores, previamente foi contato através do acesso ao seu website (nos que tinham), e-mails, telefone, e também com anotações, conforme (Apêndice C).

Para facilitar a compreensão, o quadro abaixo relaciona os objetivos específicos à metodologia aplicada:

Quadro 1: Quadro de análise e interpretação dos dados

OBJETIVOS ESPECÍFICOS METODOLOGIA

1) Identificar o mercado no ramo de cafeterias, especialmente na região próxima a Catuípe/RS

Através da pesquisa bibliográfica sobre o mercado nível local, regional e nacional; pesquisa de campo, questionários e entrevistas com possíveis clientes, fornecedores e concorrentes.

2) Analisar o ambiente interno e externo do futuro empreendimento

De posse das informações do objetivo específico 1, realizou-se a análise FOFA (Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças).

3) Elaborar um plano de negócios baseado na análise a ser realizada;

Utilizando-se de todo material obtido, dados de pesquisa, interpretações, para elaborar a análise de mercado, plano de marketing, plano financeiro e viabilidade econômica.

4) Propor ações para a viabilidade de uma cafeteria no município de Catuípe/RS

Com o Plano de Negócio desenvolvido, apontou-se a relação da teoria e a prática, discorrendo sobre os dados (já tabulados e analisados), evidenciando a conclusão e recomendações.

Fonte: Elaborado pelo autor da pesquisa. 2015

3.4 Análise e Interpretação dos Dados

A fase seguinte da pesquisa, após a coleta de dados, foi a análise e interpretação dos dados, que são distintos, mas possuem estreita relação.

De acordo com Gil (2010) o processo de análise dos dados envolve diversos procedimentos: codificação das respostas, tabulação dos dados e cálculos estatísticos. Após, ou juntamente com a análise, pode ocorrer também à interpretação dos dados, que consiste, fundamentalmente, em estabelecer a ligação entre os resultados obtidos com outros já fornecidos, quer sejam derivados de teorias, quer sejam de estudos realizados anteriormente. Para este estudo foi utilizada a tabulação, que é “o processo de agrupar e contar os casos que estão nas várias categorias de análise” (ZAMBERLAN et al, p.150, 2014).

Quanto às técnicas para análise de dados foi utilizada a de análise documentária (análise de conteúdo, análise de citações e documentos de biblioteca) e envolvendo perguntas (questionários e entrevistas).

Ao término do processo de análise e interpretação dos dados, segue-se com o Plano de Sistematização do Estudo.

3.5 Sistematização do Estudo

Os dados obtidos foram utilizados para desenvolver a viabilidade do empreendimento a ser lançado no mercado, sendo este o objeto deste estudo, no ramo de cafeteria. O presente trabalho está estruturado nas seguintes etapas: elementos pré-textuais; introdução; contextualização do estudo: com a apresentação

do tema, problema ou questão de estudo, o objetivo geral e específicos e a justificativa. O referencial teórico faz referência aos autores sobre o mercado de cafés e cafeterias, organizações, empreendedorismo e plano de negócio, temas fundamentais para o entendimento desta pesquisa. A metodologia é composta por: classificação da pesquisa, sujeitos da pesquisa e o universo amostral, detalhamento da coleta de dados e da análise e interpretação dos dados, com a apresentação do diagnóstico através dos resultados. , a elaboração do plano de negócios para a implantação da empresa Cafeteria Differ Ltda., apresentando o sumário executivo, análise de mercado, plano de marketing, plano operacional, plano financeiro, construção de cenários, avaliação estratégica e avaliação do plano de negócios, conclusão e recomendações e por último as referências bibliográficas, seguida dos apêndices.

4 PLANO DE NEGÓCIO: CAFETERIA DIFFER – proposta de um plano de negócio em Catuípe/RS

Com a finalidade de atender o tema, que é elaborar um Plano de Negócio de uma cafeteria de pequeno porte no município de Catuípe/RS, a Cafeteria Differ, tendo em vista o problema e os objetivos deste estudo, essa parte da pesquisa apresenta o plano de negócio elaborado para o empreendimento.

Para a realização do mesmo optou-se em utilizar o SOFTWARE CEPN 3.0 - COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIO, desenvolvido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE, sendo um software e um guia voltado para a construção e desenvolvimento de plano de negócios elaborado para o estudo de viabilidade do empreendimento – Cafeteria Differ, detalhando a empresa, análise de mercado, o plano de marketing, o plano operacional, o planejamento financeiro, a construção de cenários, a avaliação estratégica e a avaliação do plano de negócio.

Ressalta-se que o software supracitado, após a inserção dos dados no sistema, “exporta” um arquivo, o qual está presente a seguir, recebendo adaptações, devido a isto, o mesmo foge um pouco as normas ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, no condizente à trabalhos acadêmicos, o qual também possui sumário próprio.

PLANO DE NEGÓCIO: CAFETERIA DIFFER

Razão Social: Cafeteria Differ Ltda.

Catuípe/RS

Elaborado por: IVAN RICARDO BEVILAQUA

1 Sumário Executivo

1.1 Resumo

Cafeteria de pequeno porte, localizada na cidade de Catuípe/RS, com a comercialização de diferentes tipos de cafés, sucos, chás, refrigerantes; e um cardápio de lanches doces e salgados, conhecidos e outros não tão conhecidos (visando inovar no sabor, ao não oferecer o óbvio), além de cervejas e vinhos.

Ambiente que integra o aconchegante, com layout que supera o comum, que inova nos móveis, na decoração, cores, formatos, tendo a ideia de cafeteria “conceito”, ou seja, única. Com a disponibilização de Wi-Fi no local (internet sem fio para clientes), venda de canecas personalizadas e locação do espaço.

A ideia principal se baseia em um local (cafeteria) que tem como público alvo os jovens e os trabalhadores do comércio local, com horário de funcionamento ao público das 7h as 13h e 15h as 21h, com horários de maior fluxo das 17 às 21 horas, momento que abrange a saída da escola, e também o encerramento do expediente do comércio local, momento de “happy hour”. A noite também é local para quem deseja tomar um bom café, conversar com os amigos, com comida de acompanhamento (não se caracteriza como restaurante).

Ressaltando que o regime de horário de cada um será respeitado, podendo ter horário flexibilizado (ex.: chegar mais cedo, sair mais cedo, e vice-versa); e para aqueles contratados em regime de 20 horas semanais, não poderão realizar horas extras (em acordo com a CLT - Consolidação das Leis Trabalhistas).

Podendo, conforme a demanda, estender o horário de atendimento aos sábados à noite, com rodízio de pizza, produto de bastante aceitação na comunidade, pois tende a garantir público e faturamento, além de atrair clientes potenciais a consumir os outros produtos. Ainda, tendo em vista que a região urbana da cidade é relativamente pequena, e se consegue chegar num curto tempo em diferentes locais, pretende-se fazer uma espécie de “tele entrega” de cafés e demais produtos.

1.2 Dados dos empreendedores

Quadro 2: Dados dos empreendedores

Nome: Ivan Ricardo Bevilaqua

Endereço: Rua José Motta, 695

Cidade: CATUÍPE Estado: RS

Perfil:

O Gestor, ou seja, o sócio proprietário do empreendimento,Ivan Ricardo Bevilaqua, 24 anos, residente no município de Catuípe-RS, é atualmente graduando do curso de Administração na Unijuí – Universidade Regional do Noroeste do Estado do RS. Possui vasto conhecimento na área da informática; com certificação de Participação em Concursos Literários, Eventos de Administração e Informática. Atuou como Técnico em Manutenção de Computadores; Professor de Informática Básica; Vendedor de Artigos de Informática; trabalhou como Estagiário no Setor de Compras e Licitações da Prefeitura Municipal de Catuípe, onde foi contratado como Chefe de Patrimônio, e desde 2011 atua como Diretor de Unidade Administrativa da Secretaria Municipal de Saúde de Catuípe. Possui conhecimento na área de saúde pública, tem como características pessoais: bom senso, responsabilidade, seriedade, dedicação, organização, bom humor e vontade de liderar e empreender.

Atribuições:

Responsável pela gestão do empreendimento, bem como compras, contato a fornecedores, gestão de pessoas, financeiro e faturamento, ou seja, as áreas gerenciais com supervisão direta dos demais funcionários e suas atividades.

Nome: Sócio 2

Endereço: Endereço do sócio 2

Cidade: Cidade do sócio 2 Estado: RS

Perfil:

Anseia-se que o perfil do sócio 2 seja relacionado as áreas de gestão, com formação preferencialmente nas áreas de administração ou ciências contábeis, ou na área técnica do preparo de cafés (barista).

Atribuições:

Responsável pela gestão do empreendimento, bem como compras, contato à fornecedores, gestão de pessoas, financeiro e faturamento, ou seja, as áreas gerenciais com supervisão direta dos demais funcionários e suas atividades. E/ou ainda que seja responsável e responsável pela atividade fim da cafeteria, ou seja, o preparo de cafés e demais bebidas.

Fonte: Elaborado pelo autor da pesquisa. Adaptado do Software CEPN 3.0 – Sebrae. 2015.

1.3 Missão da empresa

Ser uma empresa profissional e humana comprometida com a satisfação e bem-estar dos clientes e funcionários em um ambiente que agregue a diversidade de cafés associada com acompanhamentos culinários, visando atender com excelência o consumidor, no estabelecimento ou em outros ambientes, oferecendo o melhor produto e o melhor atendimento por meio de ideias inovadoras, melhorias contínuas, respaldada por uma equipe de profissionais plenamente capacitada para garantir qualidade e eficácia.

1.4 Setores de atividade [ ] Agropecuária [ ] Comércio [ ] Indústria [x] Serviços 1.5 Forma jurídica ( ) Empresário Individual

( ) Empresa Individual de Responsabilidade Limitada – EIRELI ( ) Microempreendedor Individual – MEI

(x) Sociedade Limitada ( ) Outros:

1.6 Enquadramento tributário

Âmbito federal

Regime Simples (x) Sim ( ) Não

IRPJ – Imposto de Renda Pessoa Jurídica

PIS – Contribuição para os Programas de Integração Social COFINS – Contribuição para Financiamento da Seguridade Social CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido

IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados (apenas para indústria) ICMS - Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços

ISS - Imposto sobre Serviços

1.7 Capital social

Quadro 3: Capital Social

Fonte: Elaborado pelo autor da pesquisa. Adaptado do Software CEPN 3.0 – Sebrae. 2015.

1.8 - Fonte de recursos

A origem dos recursos será proveniente de empréstimos junto a bancos e reservas financeiras dos sócios.

Sócio Valor Participação (%)

1 Ivan Ricardo Bevilaqua

R$ 44.639,63 70,00

2 Sócio 2 R$ 19.131,27 30,00

2 Análise de mercado

2.1 Estudo dos clientes

Público-alvo (perfil dos clientes)

O público alvo são os jovens e os trabalhadores do comércio local, com horário de funcionamento ao público das 7h as 13h e 15h as 21h, com horários de maior fluxo das 17 às 21 horas, momento que abrange a saída da escola, e

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