2. LA CRÉATION DE L’ORGANISME DE BASSINS VERSANTS DE LA ZONE DES
2.2 E XIGENCES GOUVERNEMENTALES
2.7.2 Recommandations
Formaçao para EaD Formação para TIC Nenhuma Formaçao
“Gostaria de fazer mais pesquisas e atividades gráficas com os alunos, no entanto a escola possui apenas uma lousa digital que fica dentro da única sala de informática, e essa por sua vez é compartilhada com toda escola, e muitas vezes restrita a atividades de informática pré-agendadas” (P6).
“Infelizmente na escola é difícil o aceso, apesar de haver Internet, o que não existe disponível são salas com computadores suficientes, e educadores para controlarem o uso dos mesmos. Em casa cada vez mais os Encarregados de Educação (EE) cortam esse serviço/benefício devido à crise que existe no país. Cada vez mais EE estão desempregados assim como elementos do agregado familiar. O que se traduz na prática, não havendo acesso à internet disponível para a grande maioria dos alunos” (P18).
Compreender-se assim, pela fala dos professores, a importância do espaço físico para o trabalho com as mídias, seja ele um espaço individual e específico para esse uso ou um local conjugado as salas de aula com equipamentos para este fim. Nesta ótica, a totalidade dos professores entrevistados admite que a escola incentiva o uso das salas de informática e equipamento, mas sobre essa visão o P6 complementa:
“A escola incentiva o uso de equipamentos de tecnologia, mas para o professor de Artes não é tão simples, o professor tem um número menor de aulas por turma, e outrora, um número maior de turmas perante as outras disciplinas. Sendo assim, nem sempre temos períodos de aula dupla ou um dia que possamos solicitar o equipamento em todos os períodos de aula para trabalhar com todas as salas. Nesse momento prefiro abrir mão do uso do equipamento para trabalhar o conteúdo da mesma forma com todas as turmas pelas quais sou responsável” (P6).
Observa-se pelo discurso dos professores que há desejo por parte deles em utilizar as salas de informática, mesmo com as dificuldades em agendar horários para o uso destes locais. Nesse sentindo, os espaços físicos escolares, principalmente as salas de aula, deveriam estar dispostos de maneira a facilitar e possibilitar a mudança de seu uso, assim como seu layout pelo docente.
Todavia, embora todos os professores afirmem que suas escolas possuem um local equipado para o uso de mídias tecnológicas com acesso a internet tais como: salas de informática, salas de vídeo, salas de música e espaço aparelhados dentro da biblioteca; 40% (8) deles alegam que as condições físicas desses lugares ainda são inadequadas, como indicam P3, P7 e P18:
“Embora a escola tenha computadores novos as salas de aulas ainda são inadequadas para o transporte e acesso de alunos especiais. Não tem espaços para cadeirantes, nem computadores adequados para alunos com baixa visão, há má distribuição dos equipamentos, entre outras falhas. Visto que minha escola tem um número considerável de alunos com necessidades especiais, considero isso uma questão a ser pensada” (P3).
“As salas de aula são mal ventiladas, o ar condicionado nem sempre funciona e temos que recorrer aos ventiladores, outro problema esta na iluminação das janelas, que causam reflexos nas telas” (P7). “Considero as salas direcionadas para uso de recursos tecnológicos, especificamente os computadores, pequena, porém o que realmente me incomoda é a má disposição das mesas e cadeiras. Elas estão organizadas em um formato que dificulta a passagem do professor, seja na frente ou atrás da mesa do aluno, como o espaço é pequeno para abrigar o número suficiente de equipamentos não há possibilidade de se mexer no espaço, o que acaba por atrapalhar o educador no momento de orientar os alunos no desenvolvimento das atividades” (P18).
Os relatos dos professores sobre as condições inadequadas dos espaços disponíveis para as salas de informática, nas escolas onde os participantes dessa investigação lecionam, estão ilustrados pelas Figuras 5.4 e 5.5 abaixo, para melhor compreensão sobre as dificuldades encontradas e acima mencionadas pelos professores.
Cabe salientar que as Figuras 5.4 e 5.5 são simplesmente ilustrativas e foram produzidas durante esta pesquisa, a partir dos relatos expostos, uma vez que este estudo não tem como objetivo investigar o espaço físico das escolas, e não teve autorização das instituições de ensino para fazer registros fotográficos.
Figura 5.4: Ilustração diagonal do layout das salas de mídias que apresentam problemas, segundo relatos dos professores (P3, P7 e P18).
Figura 5.5: Ilustração frontal do layout das salas de mídias que apresentam problemas, segundo relado dos professores (P3, P7 e P18). (Arquivo pessoal).
Para dar consistência ao trabalho desta pesquisa buscou-se verificar o interesse dos professores em ensinar com assistência dos recursos oferecidos pelas TICs, por meio do qual se constatou que 80% (16) dos entrevistados revelaram pretensão em usar estes expedientes em sua prática didática, e 20% (4) mostraram-se contra esta prática, sendo que dentre estes últimos apenas o P9 se justificou afirmando: “Não tenho formação para recorrer a estes equipamentos”.
5.4 - Um Olhar sobre as Possibilidades e Desafios
Para análise das possibilidades do uso do espaço virtual coube aos professores colaboradores desse trabalho o planejamento e realização de uma atividade no espaço virtual da Fazenda Santa Gertrudes. 60% (12) dos professores conseguiram realizar alguma atividade com o auxílio do ciberespaço, dentre esses, 6 são educadores do Brasil, identificados como P3, P5, P6, P7, P8 e P 10 e 6 são educadores de Portugal, designados por P13, P15, P17, P18, P19 e P20. Os outros 40% (8), 4 educadores do Brasil, P1, P2, P4, P9, e 4 educadores de Portugal, P11, P12, P14 e P16, não conseguiram concluir o trabalho até o fim. Contudo, não foram excluídos da investigação, pois a exposição dos motivos da não realização da atividade é de suma importância para compreensão dos desafios e impossibilidades encontrados pelos professores para realizar qualquer atividade auxiliada pelo uso das TICs. O P9 e o P12 expõem os motivos que os levaram a não concluir essa etapa:
“Demorei a conseguir acesso à sala de informática, e na data em que a mesma estava disponível tive dificuldade em operar as maquinas junto aos alunos, porque alguns computadores estavam com problemas de conexão e outros demoravam a carregar o
website. Não tenho prática o suficiente para organizar o trabalho via
rede e percebi que deveria ter preparado outro tipo de abordagem” (P9).
“Eu não consegui equipamentos para fazer conexão com o site da instituição, pois, os horários da sala de informática não eram suficientes. A escola possui projetores de slides em todas as aulas, mas não tem acesso à internet nas salas nem wifi para que pudesse continuar a atividade. Tentei ainda fazer uso do celular particular dos alunos, no entanto acabei por levar uma advertência, uma vez que não é permitido o uso do celular em sala de aula, mesmo explicando
ser uma atividade didática. Estive muito mal por não conseguir dar continuidade a atividade, vendo o que a tecnologia tem proporcionado aos mais variados campos acadêmicos e que a organização da escola básica continua insistindo em ensinar com velhas práticas” (P12).
Dentre os 60% dos professores, o que correspondente a 12 colaboradores, que concluíram o trabalho, 8 deles conseguiram que seus alunos tivessem acesso direto a equipamentos eletrônicos, fato que possibilitou o contato individual com o ciberespaço da instituição, e 4 trabalharam como mediadores entre os alunos e o ciberespaço com assistência de projetores e lousa digital.
Os professores P3, P5, P6, P10, P13, P17, P19 e P20 fizeram um trabalho seguindo uma linha de pensamento embasada na autossuficiência dos alunos para construir o conhecimento e aprender, fornecendo autonomia para que os mesmos pudessem conhecer e descobrir as informações expostas no ciberespaço, cada um a seu tempo e a sua forma. É possível confirmar essa afirmativa na descrição detalhada das atividades expostas pelo P6:
“Quando aceitei ser colaborador dessa pesquisa sabia que teria que planejar uma aula, e encaixa-la ao conteúdo didático em pauta com os alunos durante o semestre. Assim que li a proposta e conversei com a pesquisadora percebi que seria um desafio enquanto professora montar uma atividade no espaço virtual relacionada ao site apresentado e ao conteúdo da disciplina. No início do semestre disponibilizei duas aulas no calendário de atividades para realizar a atividade proposta pela pesquisadora, demorei 3 meses no processo de planejamento da atividade, queria fazer algo realmente relevante, e não foi fácil porque tive de estudar as possibilidades dentro dos equipamentos e do conhecimento que tinha. Na atividade que planejei tentei explorar o layout (desenho) da nossa comunidade com os alunos e suas origens, tentando assim distribuir as atividades principais e a estrutura da cidade comparando-as com o
layout e estrutura da Fazenda. Para a realização de tal atividade foi
realmente necessário duas horas/aula. Na primeira aula tivemos na sala de informática trabalhamos de forma individual, cada aluno com um computador e na segunda aula e etapa, construímos em conjunto o layout de ambas as sociedades amostras. Na primeira etapa foi o momento em que fomos à sala de informática e coube aos alunos investigarem por meio do website da Fazenda as características na organização do layout da Fazenda, e compara-las com a estrutura de sua comunidade, tentando assim identificar as raízes de nossa organização e estrutura social urbana. Os alunos tiveram a oportunidade de investigarem sozinhos e anotar aquilo que lhes parecia pertinentes, assim como suas dúvidas. No segundo momento, aplicado na segunda aula, os alunos criaram em conjunto um modelo de distribuição dos espaços da Fazenda e a distribuição
dos espaços da cidade. Puderam assim identificar semelhanças nos costumes, modo de fazer, modo de se organizar e trabalhar da sua comunidade em relação aos tempos de funcionalidade da Fazenda apresentada” (P6).
Ao concluir o trabalho o P6 destaca que: “A atividade no espaço virtual
possibilitou uma reconfiguração no olhar dos alunos, os quais puderam enxergar a formação atual da sua comunidade através do passado”. Durante essa atividade ao
relacionar a memória do patrimônio rural a sua memória pessoal os alunos do ensino fundamental II (6º ao 9º ano), começaram a encontrar semelhanças no traçado do espaço rural, propício para o cultivo do café, com o traçado do centro antigo de suas cidades, fato que abriu o olhar para os traços da memória presentes no espaço urbano, cercados pelos desenhos e avanços da modernidade. As Figuras 5.6 e 5.7 ilustram e representam o modelo de pensamento didático criado pelo P6 em conjunto com seus alunos.
Figura 5.6: Modelo de representação do layout da Fazenda criado pelo P6 em conjunto com seus alunos.
Figura 5.7: Modelo de representação do layout da comunidade onde a escola está inserida criado pelo P6 em conjunto com seus alunos.
O P10 e o P17 também trabalharam suas atividades seguindo a ideia de autonomia conforme o P6, descritas a seguir:
“Ao iniciar o planejamento desta atividade tentei analisar as possíveis contribuições que o espaço virtual da instituição poderia trazer no caminhar de minhas práticas. Dentro dos horários de agendamento previamente solicitados para o uso da sala de informática só teria possibilidade de estar uma aula com cada turma que leciono no ensino fundamental, então tentei relacionar a temática com o estudo de ornamentações em construções históricas do século XVIII, XIX e XX em nossa comunidade. Os alunos ficaram livres para navegar no espaço da instituição e investigar através das imagens e vídeos mostrados diversos tipos de ornamentações. Não fizemos um estudo aprofundado da arquitetura e sim de agrupamento de estilos discutindo conceitos relacionados às ornamentações dispostas em nossa cidade em edificações ainda preservas. Foi muito valioso esse trabalho, as informações disponíveis possibilitaram uma pesquisa coletiva e interativa. Diferente de ir aos livros no espaço da instituição os alunos tiveram a oportunidade de assistir vídeos e documentários. No início da discussão uma de minhas alunas, encantada com o desenho da página inicial do site levantou a mão e perguntou-me: ”Professora
esse lugar ainda existe mesmo”? No momento só respondi que
existia e continuei o discurso, ao final de todos os trabalhos a fala dessa aluna vinha em meus pensamentos e me fez questionar, quantas construções que fazem parte da história já se perderam? Conclui que se houvessem intuições culturais que investissem em plataformas educacionais de regaste da memória, no futuro tantas
outras edificações que serão perdidas ao longo do tempo estariam codificadas e poderiam ser estudadas e apreciadas por gerações futuras” (P10).
Nessa atividade o P10 conduziu seus alunos a investigar os diferentes ornamentos e texturas, e indicou o caminho para a interatividade com o espaço virtual da instituição, uma vez que diferentemente da pesquisa em livros, no ciberespaço os alunos podem encontrar a possibilidade de acessar as imagens, e assistir a vídeos e reportagens sobre o espaço e sua história.
“Por se tratar de um espaço institucional de outro país, trabalhei como se estivesse em uma visita turística, intitulei esse trabalho por: “Como nasce uma cultura”, planejei a atividade para uma hora/aula com alunos do 7º, 8º e 9º ano do ensino fundamental. Partindo da ideia do passeio virtual, segui a ferramenta roteiro disponível no
website e permite que os alunos explorassem o espaço como se
estivessem no espaço físico. Solicitei que os alunos registrassem fatos ou imagens que os fizesse compreender como era a organização da sociedade no interior paulista do Brasil. Os alunos salvavam as imagens, assistiam vídeos e conversavam muito entre si sobre tudo o que estavam vendo. Fiquei muito surpresa e feliz quando vi que ao olhar a história de outro povo os alunos começaram a identificar traços que existem na sua história. Trouxeram as lembranças das charretes e do carro de boi que já viram em álbuns e quadros. Discutiram sobre as roupas da população ilustradas pelos quadros expostos no site. Perguntaram sobre a cultura agrícola, o plantio e o valor a terra. Eu admito que não esperava que a proposta de trazer a memória de um outro país poderia resgatar a memória da minha comunidade. Os alunos ficaram muito motivados, mesmo aqueles que apresentavam maior dificuldade de aprendizado e os que tem dificuldade em interagir com os colegas” (P17).
Em seu planejamento o P17 buscou mostrar a cultura do interior paulista do Brasil no período cafeeiro do século XIX para os alunos de Portugal. Com este intuito se guiou pela ferramenta roteiro do website, já exposto na descrição da metodologia pela Figura 4.4. Desse modo, ao trabalhar a memória de outra comunidade cultural obteve como resultado a identificação de elementos culturais também existentes na memória cultural da comunidade onde seus alunos estão inseridos.
Ressalta-se assim que o uso do ciberespaço ajuda na construção de um ensino sobre a memória, pois o aluno pode acessar a informação e voltar ao espaço sempre que quiser independente da hora ou local que esteja, desde que tenha um
aparelho para se conectar ao ciberespaço desejado. Ademais, ao identificar objetos semelhantes ao da sua cultura adquiri um sentimento de pertença, que contribuiu para a formação da sua identidade cultural, e agrega significado patrimonial ao local, a instituição ou objeto que retrate a memória em questão.
Garantindo ainda a colaboração para a pesquisa o P7, P8, P15 e P18 procuraram usar o espaço virtual como auxílio na preparação de suas atividades e visaram ser intermediadores entre os espaços e os alunos, uma vez que eles não conseguiriam usar um computador para cada educando, devido à indisponibilidade das salas de informática e da falta de acesso à internet. O P7 relata:
“Com o auxílio da lousa digital apresentei os vídeos e fotos da fazenda aos alunos discutindo com eles o modo de vida da população nos séculos XVIII e XIX” (P7).
Sobre sua atividade o P8 comenta:
“Utilizei as imagens disponibilizadas no site para montar uma apresentação no PowerPoint e apresentar a história do início do interior paulista sobre o retrato da instituição amostra. Ao final da aula assistimos o documentário sobre a fazenda disponível na ferramenta vídeos do website. Senti que faltava algo, e propus aos alunos que continuassem a pesquisa sobre o passado da região como trabalho de casa, na aula seguinte os alunos trouxeram links de sites de outras instituições que mostram seus espaços por meio de vídeos e fotos online” (P8).
Sobre as possibilidades relatas pelo P7 e P8, o uso do ciberespaço mostrou- se um recurso no planejamento da prática de ensino apresentada nas atividades expostas pelos professores. O P8, contudo, além de preparar sua aula e expor as atividades aos seus alunos, os estimulou para continuidade do trabalho fora do espaço da escola. O resultado obtido pelos mesmos foi o encontro de outras instituições em várias localidades do Brasil com características rurais que contam e divulgam sua história por meio do ciberespaço.
Averiguar-se aqui a necessidade do planejamento de uma proposta de inserção das tecnologias dentro dos conteúdos pedagógicos. Também se nota que o docente pode estabelecer diversas relações entre a tecnologia e os alunos, ora como recurso na produção de material do próprio docente, ora como fonte de pesquisa individual do aluno.
Confirma-se na fala dos docentes a notória motivação dos educandos na participação da atividade virtual, ressaltada pela fala do P13: “Os alunos se sentem
em lugar que é deles, isso provoca o professor a inovar”. Comprova-se ainda pela fala do P10 que acredita que se não forem codificadas e preservadas “as informações de bens existentes não poderão ser estudadas pelas futuras gerações”. Embora conectar-se à rede faça parte da rotina de grande parte da sociedade, a atuação conjunta entre tecnologia e educação ainda é um desafio para os educadores, e o processo de ensino aprendizagem depende da motivação entre alunos e educadores, que por sua vez precisam reconfigurar suas práticas de ensino. O P20 relata: “Sempre recorri à rede como fonte de pesquisa de imagens e
vídeos para planejar o conteúdo que estava em pauta em sala de aula”.
Nesta perspectiva tem-se a tecnologia como recurso de pesquisa que auxilia o educador no planejamento do conteúdo, mas quando se pensa na tecnologia fazendo parte do conteúdo o educador ainda encontra barreiras. A análise desse discurso se afirma na descrição do P13:
“O principal desafio em inserir a tecnologia, especificamente o uso de um espaço virtual, no conteúdo didático esteve no próprio planejamento da atividade. Tornei o website como um agregador dentro do discurso, porém utilizar o aplicativo sem critérios pedagógicos não faria sentido algum. Para aplicação da atividade veio outro desafio, fazer com que os jovens encarassem o fato de estar conectados em rede não era um passatempo e sim uma nova maneira de aprender. Trabalhei com 3 salas do 9º ano do ensino fundamental e confesso que na primeira perdi o controle da situação, os alunos passavam grande parte do tempo acessando a redes sociais e respondendo e-mails, eu não aceitava isso, achava um absurdo. Foi quando refleti antes de continuar a atividade com as outras turmas que a interação dos mesmos por meio das redes sociais poderia agregar um valor maior a comunicação e pedi que eles desenvolvessem um discurso em grupo cada um em sua máquina sobre a temática por meio de suas redes sociais. Ao final da atividade sentamos em roda e discutimos as questões que eles debaterem uns com os outros sobre conhecer uma nova cultura no espaço virtual. Não foi uma tarefa fácil ver que o aluno pode construir sozinho uma linha de pensamento mesmo fazendo outras coisas ao mesmo tempo, pois traz a sensação de que o professor esta fora do controle. Precisei aprender o papel do educador mediador, e em alguns momentos sentia que não estava ensinando nada, mas eles aprenderam” (P13).