• Aucun résultat trouvé

O mundo do desporto sempre me atraiu imenso, não desde que entrei para o mestrado em Gestão Desportiva, mas, sim, desde que me conheço, aliás, foi essa atração que me fez optar por esta formação específica. Desde o início da minha licenciatura em Gestão, área pela qual me sinto, igualmente, bastante atraído, que tinha em mente dar continuidade assim ao meu percurso académico, juntando, dessa forma, o melhor de dois mundos. Findo este ciclo, considero que foi uma experiência bastante frutífera e que me preparou para o meu futuro profissional.

Falando do futuro mais imediato, tal como já referi, foi-me feito o convite para prestar serviços profissionais na FCP - Futebol, SAD, como TM dos sub 8 algo que de pronto aceitei. Já há muito tempo que tinha estabelecido como meta profissional, um dia, vir a trabalhar nesta instituição, o que consegui, muito graças a ter frequentado este mestrado. Também, por isso, digo que foi uma excelente escolha. No entanto, não considero que tenha alcançado, ainda, a minha meta profissional, porque pretendo chegar um dia a posições mais específicas da gestão.

Em relação a este relatório, para além da finalidade óbvia que é permitir-me concluir o mestrado, penso que contribuiu imenso para a minha aprendizagem, no sentido em que me obrigou a aprofundar os meus conhecimentos sobre gestão do desporto, através da leitura de outras produções científicas, principalmente na elaboração da revisão sistemática sobre as competências e funções dos gestores do desporto. Como foi explicado, o artigo científico que dela resultou foi elaborado tendo em conta a sua posterior publicação numa revista internacional. Ou seja, o próximo passo é tentar que esse objetivo se concretize

Durante o meu estágio, tive, também, a oportunidade de fazer entrevistas a todos os meus colegas TM, ao gestor executivo da formação e a alguns treinadores, com o intuito de construir um perfil de competências e funcional do TM da FCP – Futebol, SAD. Este trabalho será também para publicar, sob a

142

forma de artigo científico, o mais brevemente possível. Para já fica o processo de construção do guião e de execução das entrevistas, que considero ter sido bastante enriquecedor, principalmente, pela novidade, visto que nunca tinha feito algo parecido.

Em jeito de conclusão, quero reafirmar que a escolha por este mestrado foi acertada. Espero que a minha carreira se venha a desenvolver sempre com alguma ligação ao desporto e que o meu processo de aprendizagem, ainda que fora da academia, nunca estagne, sob pena de me tornar um profissional inconsequente e que não faça jus aos pergaminhos de instituições como as Faculdades de Desporto e Economia da Universidade do Porto, que tanto fizeram pela minha formação.

143

Referências Bibliográficas

Almeida, C. C. M. d. (2011). O gestor operacional de futebol na organização do grupo FCPorto-estudo de caso do Team Manager do FCPorto-

Futebol,SAD. Porto: Carlo Almeida. Dissertação de Mestrado apresentada a Faculdade de Desporto da Universidade do Porto. Arnold, R., Fletcher, D., & Molyneux, L. (2012). Performance leadership and

management in elite sport: recommendations, advice and suggestions from national performance directors. European Sport Management Quarterly, 12(4), 317-336.

Augusto Santos, J. (2015). A Escola e o Desporto. Revista Portuguesa de Ciências do Desporto, 15(2), 97-102.

Augusto, P. C. (2015). Perfil dos dirigentes desportivos de futebol não profissional : um estudo de caso sobre os dirigentes desportivos do distrito de Lisboa. Lisboa: Augusto, Pedro Costa. Dissertação de Mestrado apresentada a Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa.

Bandeira, J. p. (2010). Bíblia do FC Porto (2 ed.). Porto: Prime Books - Sociedade Editorial, Lda.

Calabote: 50 anos depois. Consult. 12 Dezembro 2018, disponível em https://www.jn.pt/desporto/interior/calabote-50-anos-depois- 1178046.html

Capinussú, J. M. (2005). Formação de Recursos Humanos e a necessidade de uma Administração Desportiva Moderna capaz de influir de forma

positiva no desempenho da equipe e do atleta. Arquivos em Movimento, 1(1), 87-93.

Casaca, M. (2018). Funcionalidade máxima dispensa luxo tecnológico. OJogo(266), 7.

Centro de Treino e Formação Desportiva Olival/Crestuma. Consult. 21 Dezembro 2018, disponível em http://www.cm-

gaia.pt/pt/cidade/desporto/centros-de-estagio/centro-de-treino-e- formacao-desportiva-olival-crestuma/

Cha, V. (2016). Role of Sport in International Relations: National Rebirth and Renewal. Asian Economic Policy Review, 11(1), 139-155.

Çiftçi, S., & Mirzeoğlu, N. (2014). The Research of Qualifications of Sport Manager. Procedia - Social and Behavioral Sciences, 152, 740-745.

144

Crowther, N. B. (2010). Sport in Ancient Times: Greenwood Publishing Group. Dept., I. M. F. R. (2006). CHAPTER 5 THE GLOBALIZATION OF LABOR. In

World Economic Outlook, April 2007 : Spillovers and Cycles in the Global Economy IMF eLibrary.

Dragon Force: Um ideal de formação a crescer há dez anos. Consult. 3 Jan 2018, disponível em https://www.fcporto.pt/pt/noticias/2018-pt-dragon- force-um-ideal-de-formaçao-a-crescer-ha-dez-anos.

Elias, N. (1998). The Genesis of Sport in Antiquity. In On Civilization, Power, and Knowledge: Selected Writings: University of Chicago Press. Faria, D. (2018). Azuis, Brancas, Indomáveis. Revista Dragões, 382, 29-31. Faria, D. (2018). Do Porto para o mundo. Revista Dragões, 382, 42-71. FC Porto Futebol SAD (2015). Estatutos SAD. Consult. 28 Dezembro 2018,

disponível em https://www.fcporto.pt/pt/clube/institucional

FC Porto Futebol SAD (2018). Relatório e Contas 2017-2018. Consult. 4 Janeiro 2019, disponível em https://www.fcporto.pt/pt/clube/institucional FC Porto: 125 anos e 1860 títulos. "Dragões" correm para mais um

campeonato. Consult. 29 Dezembro 2018, disponível em

https://desporto.sapo.pt/futebol/primeira-liga/artigos/fc-porto-125-anos-e- 1860-titulos-dragoes-correm-para-mais-um-campeonato

Federação Portuguesa de Voleibol (2018). Campeões Nacionais. Consult. 27 Dez 2018, disponível em

http://www.fpvoleibol.pt/campeoesnacionais.php

García Romero, F. (2013). Sports tourism in Ancient Greece. Journal of Tourism History, 5(2), 146-160.

Gerrard, B. (2005). A Resource-Utilization Model of organizational Efficiency in Professional Sports Teams. Journal of Sport Management, 19(2), 143- 169.

Gmelch, G. (2008). An anthropologist on the team: Studying baseball as a former player. Anthropology Today, 24(5), 10-15.

Gómez-Bantel, A. (2016). Football clubs as symbols of regional identities. Soccer & Society, 17(5), 692-702.

História do F.C.Porto: O emblema. Consult. 27 Dezembro 2018, disponível em https://www.youtube.com/watch?v=LaiZiTxhrK0

Karnas, G. S., & Reppold Filho, A. R. (2011). Perfil do gestor esportivo nos países de língua portuguesa : uma revisão de literatura.

145

KPMG. (2019). The European Champions Report 2019, disponível em

https://www.footballbenchmark.com/library/the_european_champions_re port_2019

Lucena, J. P. d., & Casaca, J. (2013). Branding no futebol: O valor económico das marcas dos «três grandes» do futebol português Revista de Gestão dos Países de Língua Portuguesa, 12, 33-46.

Lussier, R., & Kimball, D. (2013). Applied Sport Management Skills (2 ed.): Human Kinetics, Inc.

Maçãs, V. M. d. O. (2006). O director desportivo nas organizações do futebol em Portugal: caracterização da actividade dos gestores de desporto nos clubes de futebol profissional e não profissional. Vila Real: Maçãs, Victor Manuel de Oliveira. Dissertação de Doutoramento apresentada a

Universidade Trás-os-montes e Alto Douro

Mangra, G. I., Mangra, M. G., & Stanciu, M. (2015). OPERATIVE

MANAGEMENT OF SPORTS TEAMS. Annals of the University of Petrosani Economics, 15(1), 213-222.

Meirim, J. M. (1999). Regime Jurídico das Sociedades Desportivas. Coimbra: Coimbra Editora.

Melo, L. B. S. d., Rocha, H. P. A. d., Silva, A. L. d. C. e., & Soares, A. J. G. (2016). Jornada escolar versus tempo de treinamento: a

profissionalização no futebol e a formação na escola básica. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, 38(4), 400-406.

Miragaia, D. A. M., & Soares, J. A. P. (2017). Higher education in sport

management: A systematic review of research topics and trends. Journal of Hospitality, Leisure, Sport & Tourism Education, 21(Part A), 101-116. Mocsányi, V., & Da Cunha Bastos, F. (2005). GESTÃO DE PESSOAS NA

ADMINISTRAÇÃO ESPORTIVA: CONSIDERAÇÕES SOBRE OS PRINCIPAIS PROCESSOS. Revista Mackenzie de Educacao Fisica e Esporte, 4(4), 55-69.

Morais, J. M. B. (2014). Futebol Clube do Porto - Dragon Force: a gestão desportiva na modalidade basquetebol-Estágio Profissionalizante realizado na Futebol Clube do Porto - Futebol, SAD. Porto: Joana Marques Bandeira Morais. Relatório de Estágio apresentado a Faculdade de Desporto da Universidade do Porto.

Moreira, M., & Freitas, D. M. d. (2009). A criatividade como alavanca para uma melhor gestão desportiva Revista Portuguesa de Ciências do Desporto, 9(2), 17-25.

Museu FC Porto (2018). Escudo da Resistência. Revista Dragões, 382, 26-27. Museu FC Porto (2018). Histórias à flor da relva. Revista Dragões, 380, 50-51.

146

Museu FC Porto (2018). O "Grito só de todos nós". Revista Dragões, 382, 36- 37.

OECD (2017). Major events as catalysts for tourism.

Orozco, A. M., Pérez, A. A., & Sierra, F. S. (2018). U8 Football Training: Optimising Educational Potential. Apunts: Educació Física i Esports(133), 68-84.

Pascalino Silva, F. (2017). O Team Manager na gestão de uma equipa

profissional de andebol - Relatório de Estágio Profissional. Porto: Filipe Pascalino Silva. Relatório de Estágio apresentado a Faculdade de Desporto da Universidade do Porto.

Pedroso, C., Menezes, V., Sarmento, J., & Albuquerque, R. d. (2010). Perfil do gestor desportivo das federações olímpicas do Estado de Pernambuco [Versão eletrónica]. Efdeportes 1(145), disponível em

https://www.efdeportes.com/efd145/perfil-do-gestor-desportivo-das- federacoes-olimpicas.htm.

Pereira, S. (2018). FC Porto festeja 125 anos: de onde vem, afinal, o dragão?. Consult. 27 Dezembro 2018, disponível em

https://maisfutebol.iol.pt/liga/aniversario/fc-porto-festeja-125-anos-de- onde-vem-afinal-o-dragao

Pires, G., & Sarmento, J. P. (2001). Conceito de Gestão do Desporto. Novos desafios, diferentes soluções. Revista Portuguesa de Ciências do Desporto, 1(1), 88-103.

Ribeiro Cárdenas, A., Guisi Feuerschütte, S., da Rosa Wernke, P., & de Almeida Pimenta, R. (2017). DIFICULDADES E DESAFIOS DA

ATUAÇÃO DE GESTORES ESPORTIVOS. Revista Intercontinental de Gestão Desportiva, 7(1), 77-89.

Rodrigues, J. D. C.-R. (2016). Recursos humanos no futebol : o perfil do diretor desportivo nas organizações desportivas de futebol - proposta de

modelo de formação. Lisboa: João Diogo Côrte-Real Rodrigues. Dissertação de Mestrado apresentada a Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa.

Roser, M., & Ortiz-Ospina, E. (2018). Global Rise of education [Versão eletrónica]. Consult. 29/11/2018, disponível em

https://ourworldindata.org/global-rise-of-education.

Rowe, M., & Garland, J. (2012). Paying the price? Why football still has a problem: Mike Rowe and Jon Garland assess the ongoing presence of racism in football. Criminal Justice Matters(88), 30-31.

Santiago, E. (2015). Há trinta anos morria o pai do "Portismo moderno". Consult. 13 Dezembro 2018, disponível em

147

https://desporto.sapo.pt/futebol/primeira-liga/artigos/ha-trinta-anos- morria-o-pai-do-portismo-moderno

Santos, A. J., & Gonçalves, C. E. (2015). Análise comparativa de clubes de futebol com escalões de formação de diferentes contextos Revista Brasileira de Educação Física e Esporte, 29(3), 409-420.

Sapo Desporto (2013). Pinto da Costa cumpre promessa e sonho com inauguração do Museu. Consult. 21 Dezembro 2018, disponível em https://desporto.sapo.pt/futebol/primeira-liga/artigos/pinto-da-costa- cumpre-promessa-e-sonho-com-inauguracao-do-museu

Sarmento, J. P., Pinto, A., & Oliveira, A. E. (2006). O perfil organizacional e funcional do gestor desportivo em Portugal. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte, 20, 153-155.

Shilbury, D., & Ferkins, L. (2011). Professionalisation, sport governance and strategic capability. Managing Leisure, 16(2), 108-127.

Siegfried, N., Schlesinger, T., Bayle, E., & Giauque, D. (2015).

Professionalisation of sport federations – a multi-level framework for analysing forms, causes and consequences. European Sport

Management Quarterly, 15(4), 407 - 433.

Silveira, J. (2012). Antas: a Fortaleza do Dragão. Consult. 19 Dezembro 2018, disponível em

https://www.zerozero.pt/text.php?id=259&theme=84&caderno=0&theme _pai=0

Slack, T. (2014). The social and commercial impact of sport, the role of sport management. European Sport Management Quarterly, 14(5), 454-463. Smith, A. C. T., & Stewart, B. (2010). The special features of sport: A critical

revisit. Sport Management Review, 13(1), 1-13.

Smith, A., & Stewart, B. (1999a). The special features of sport. In Sports Management: A Guide to Professional Practice: Allen & Unwin.

Smith, A., & Stewart, B. (1999b). Professionalism and the management of sport. In Sports Management: A Guide to Professional Practice: Allen & Unwin. Statistics Portugal (2016). Sport satellite account.

Suter, K. (2009). The importance of sport in society. Contemporary Review, 291(1694), 332-339.

Tamayo Fajardo, J. A., Nuviala, A. N., MartÍNez, A. F., & Ramos, R. E. (2009). SPORTS IN LITERATURE FROM ANTIQUITY TO CLASSICAL

148

Torres Pedroza Júnior, E., & Gerson Kohl, H. (2013). GESTÃO DO FUTEBOL DE BASE EM RECIFE/PE -- BRASIL. Revista Intercontinental de Gestão Desportiva, 3, 169-175.

Tovar, R. (2016). 6 de Agosto (1980) Fim do Verão quente no Porto. Sabado Consult. 13 Dezembro 2018, disponível em

https://www.sabado.pt/opiniao/convidados/detalhe/6-de-agosto-1980-fim- do-verao-quente-no-porto

Yiamouyiannis, A., Bower, G. G., Williams, J., Gentile, D., & Alderman, H. (2013). Sport Management Education: Accreditation, Accountability, and Direct Learning Outcome Assessments. Sport Management Education Journal (Human Kinetics), 7(1), 51-59.

Legislação consultada

Assembleia da República (1990). Lei n.º 1/90 de 13 de Janeiro. Diário da

República, 1.ª série, n.º 11, 192–199.

Assembleia da República (1995). Decreto-Lei n.º 146/95 de 21 de Junho. Diário

da República, 1.ª série, n.º 141, 4014-4017.

Assembleia da República (1996). Lei n.º 19/96 de 25 de Junho. Diário da

República, 1.ª série, n.º 145, 1602-1603.

Assembleia da República (1997). Decreto-Lei n.º 67/97 de 3 de Abril. Diário da

República, 1.ª série, n.º 78, 1489-1493.

Assembleia da República (2007). Lei n.º 5/2007 de 16 de Janeiro. Diário da

República, 1.ª série, n.º 11, 356-363.

Assembleia da República (2013). Decreto-Lei n.º 10/2013 de 25 de Janeiro.

XIX

Anexos

Anexo I

Guião da entrevista aos Team Managers

Tema: Funções, atividades e competências do Team Manager (TM) da Futebol Clube do Porto – Futebol, SAD.

Objetivos:

 Definição de um perfil funcional e de competências do TM da Futebol Clube do Porto – Futebol, SAD;

 Perceber qual o nível de importância percecionado pelos próprios acerca da sua função.

Legitimação da entrevista

 Tem alguma dúvida acerca da entrevista ou do estudo em questão que pretenda ver esclarecida?

 Autoriza a gravação da entrevista com o intuito do autor proceder à sua análise? Dados biográficos  Idade  Sexo  Formação académica  Tempo como TM

 Tempo no clube. Outras funções desempenhadas. Passado profissional e desportivo

 Alguma vez esteve ligado ao futebol como atleta ou treinador? E a outro desporto?

 Em que medida a experiência como atleta ou treinador é importante para o desempenho da sua atual função?

 Já desempenhou funções similares às que desempenha atualmente noutras instituições? Quais as principais diferenças?

XX Atividades desempenhadas pelo TM

 No exercício da sua função, quais considera serem as atividades que são da sua responsabilidade?

 Qual é para si a atividade mais importante? E a que consome mais tempo?

 Qual a atividade que mais satisfação lhe dá desempenhar?

 Para si, quais as competências que considera serem indispensáveis a um TM?

 Tendo em conta a sua experiência, quer seja por observação da realidade de outros clubes ou por ter trabalhado noutro clube, encontra alguma diferença para os outros no que diz respeito às suas funções? Relação com os Encarregados de Educação (EE) / agentes

 Como se dá a interação com os EE / agentes?

 Que dificuldades experienciou na interação com os EE / agentes? Importância e hierarquia da função de TM

 Em que medida a existência do TM é relevante e acrescenta algo à equipa?

 Face à sua experiência, que perceção tem da valorização que os treinadores dão ao TM?

 Quem é(são) o(s) seu(s) superior(es) hierárquico(s), ou seja quem lhe dá indicações/ordens?

 Quem é responsável pela avaliação do seu desempenho?

 Como se estabelece a comunicação com esses superiores hierárquicos?

 Que nível de importância é que sente que o Gestor da Formação atribui aos TM?

Validação da entrevista

 Na sua opinião, a entrevista foi bem conduzida?

 Considera que as perguntas que lhe foram feitas vão de encontro e servem os propósitos enunciados?

 Quer acrescentar alguma coisa que ache pertinente àquilo que disse?

 Quer esclarecer alguma dúvida?

XXI

Anexo II

Guião da entrevista aos treinadores

Tema: Funções, atividades e competências do Team Manager (TM) da Futebol Clube do Porto – Futebol, SAD.

Objetivos:

 Definição de um perfil funcional e de competências do TM da Futebol Clube do Porto – Futebol, SAD;

 Perceber qual a perspetiva dos treinadores acerca da função dos TM;

 Medir o nível de importância atribuído pelos treinadores aos TM. Legitimação da entrevista

 Tem alguma dúvida acerca da entrevista ou do estudo em questão que pretenda ver esclarecida?

 Autoriza a gravação da entrevista com o intuito do autor proceder à sua análise?

Funções e competências do TM

 Quais as competências mais importantes para um TM?

 Quais considera serem as atividades a cargo do TM? E qual delas é a que ocupa mais tempo?

 Qual é para si a principal função do TM?

 Considera importante o TM ser um antigo atleta ou treinador? Porquê? Relação Treinador – TM

 Já treinou equipas onde não existisse a figura de TM ou uma similar? Quais as diferenças?

 Em que aspetos é que a existência de um TM beneficia o seu trabalho?

XXII Validação da entrevista

 Na sua opinião, a entrevista foi bem conduzida?

 Considera que as perguntas que lhe foram feitas vão de encontro e servem os propósitos enunciados?

 Quer acrescentar alguma coisa que ache pertinente àquilo que disse?

 Quer esclarecer alguma dúvida?

Muito obrigado pela sua disponibilidade.

Anexo III

Guião da entrevista ao Gestor da Formação

Tema: Funções, atividades e competências do Team Manager (TM) da Futebol Clube do Porto – Futebol, SAD.

Objetivos:

 Definição de um perfil funcional e de competências do TM da Futebol Clube do Porto – Futebol, SAD;

 Perceber qual a perspetiva do gestor da formação (GF) acerca da função dos TM;

 Medir o nível de importância atribuído pelo GF aos TM. Legitimação da entrevista

 Tem alguma dúvida acerca da entrevista ou do estudo em questão que pretenda ver esclarecida?

 Autoriza a gravação da entrevista com o intuito do autor proceder à sua análise?

Funções e competências do TM

 Qual é para si a principal função do TM?

 Quais as competências mais importantes para um TM?

 Quais considera serem as atividades a cargo do TM? E qual delas é a que ocupa mais tempo?

XXIII

 Quais são para si as maiores diferenças entre escalões de formação (desde os sub 7 até aos sub 19) ao nível das atividades desempenhadas pelo TM?

 Considera importante o TM ser um antigo atleta ou treinador? Porquê? Seleção e avaliação dos TM

Qual o perfil de pessoa que procura para TM?

 Há algum percurso académico preferencial para um TM? E em termos de faixa etária, existe alguma prioridade?

Como é feito o acompanhamento do trabalho dos TM?

O que é que caracteriza um TM competente? Validação da entrevista

 Na sua opinião, a entrevista foi bem conduzida?

 Considera que as perguntas que lhe foram feitas vão de encontro e servem os propósitos enunciados?

 Quer acrescentar alguma coisa que ache pertinente àquilo que disse?

 Quer esclarecer alguma dúvida?