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RECLAMATIONS CLIENTS

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É importante salientar que nos três (3) momentos foram realizadas as mesmas atividades com os alunos. Algumas atividades sofreram pequenas modificações na estruturação do seu desenvolvimento, buscando adaptá-la à ferramenta a ser utilizada em cada

momento: papel, computador e lousa digital. Essas adaptações não alteraram o objetivo da atividade, nem o conteúdo trabalhado nelas. As adaptações aconteceram por motivos particulares presentes na interação com cada uma das ferramentas.

Em relação à estruturação da turma no primeiro e segundo momento, houve a composição de quatro (4) grupos. Essa decisão ocorreu para que num primeiro momento as crianças, em grupos, confeccionassem a atividade no papel e a resolvessem; e no segundo momento através do computador essas crianças pudessem interagir com a atividade confeccionada por elas também em meio digital. No terceiro momento vinculado à lousa digital, a escolha aleatória das crianças para resolver a atividade foi motivada pelo objetivo de permitir a interação de todas crianças com as outras atividades confeccionadas anteriormente pelos demaiscolegas.

Os alunos se demonstraram conhecedores dos conteúdos matemáticos que dizem respeito à ordenação numérica e relacionar a quantidade ao número ou vice-versa. Ficou claro também que a ferramenta utilizada não atrapalha na resposta da atividade, quando diz respeito ao conteúdo. Esse fato fica claro quando verificada a mesma dificuldade por parte dos mesmos alunos nos três momentos distintos e até mesmo em atividades diferentes, como o caso em que o aluno não identificava os sinais numéricos.

Apesar de não interferir na expressão dos conhecimentos dos alunos, algumas ferramentas se demonstraram de mais fácil manipulação na realização da atividade, tornando mais simples para o aluno atingir o objetivo desejado dentro da atividade.

O papel, presente desde a inserção da criança no ambiente escolar, demonstrou a importância da experiência das crianças com a ferramenta, ao se verificar a facilidade frente às demais ferramentas utilizadas: o computador e a lousa digital, na obtenção dos seus objetivos. Ao realizarem a atividade no papel, as crianças acostumadas a receberem as atividades formalizadas nesse meio físico, se demonstraram à vontade para utilizá-lo. Assim como ao utilizarem outras ferramentas, como cola, tesoura, lápis de cor, pregadores, lápis de escrever, entre outros materiais comuns a eles dentro da sala de aula.

No computador essa facilidade na utilização já não foi verificada. A falta de familiarização com o meio dificultou que a crianças atingissem seu objetivo de resolver a atividade com a eficiência verificada no papel. O manuseio do mouse para manipular os objetos oferecidos na tela em cada uma das atividades, gerou certo desconforto inicial nos alunos. Mesmo diante deste desconforto gerado pela dificuldade em manusear o mouse a fim de atingir uma finalidade dentro da atividade, todos se demonstraram muito interessados e empolgados na utilização do computador. Mas, essa dificuldade na interação com o

computador atrapalhou o desenvolvimento de algumas atividades, principalmente a de pintura, em que nenhum aluno conseguiu realizá-la satisfatoriamente. A pintura realizada com o mouse gerou apenas riscos sobre a imagem. Sobre este assunto Torres (2011, p. 22) destaca que: “No caso da educação infantil, o contato com as tecnologias contribui significativamente para o domínio das mesmas posteriormente, já que essas crianças crescerão e farão parte da sociedade tecnológica”.

A lousa digital, apesar de ser uma tecnologia mais nova em relação ao computador, se mostrou de fácil interação para os alunos. Todos manipularam a caneta digital com facilidade durante a resolução da atividade na lousa digital; pareciam já possuir familiaridade com a ferramenta mesmo não existindo um contato anterior. Todos os alunos foram capazes de atingir seus objetivos dentro das atividades, seja arrastando os objetos, encaixado as peças do quebra-cabeça, escrevendo números ou pintando as figuras. Além disso, demonstraram tranquilidade e motivação na utilização do equipamento, demonstrando domínio no que se diz respeito à interação.

Na atividade em papel, apesar de estarem em grupos, foram raros os casos onde um aluno ajudou o outro na realização da atividade, assim também foi verificado no computador. Apesar de estarem em grupo realizando uma mesma atividade, os alunos não demonstraram qualquer interesse no que estava sendo desenvolvido pelo colega enquanto desenvolviam, centrando-se somente na sua atividade. Segundo Piaget (1990) se deve ao egocentrismo presente nas crianças da primeira infância.O interesse pela atividade do colega, ou às vezes até mesmo em ajudar, aconteceu somente quando finalizavam a atividade e se encontravam livres, sem outra atividade a realizar, desocupados.

Já na lousa digital o trabalho colaborativo prevaleceu em todas as atividades. Enquanto um dos alunos resolvia uma atividade na lousa digital, a depender da atividade, os demais alunos interagiam junto com os colegas ou até mesmo o ajudava verbalizando, na contagem dos objetos, na ordenação dos números, no apontamento dos objetos ou peças a ser utilizada, entre outras ações que vinham a ajudar o colega a desenvolver a atividade. Essa atitude dos alunos foi muito importante no auxilio aqueles que demonstravam alguma dificuldade em pontos específicos nos conteúdos abordados, gerando uma construção de conhecimento colaborativa entre eles, onde eles mesmos ajudavam uns aos outros e se corrigiam, dispensando a ajuda ou a intervenção do professor diante de dificuldades. Kamii (2002, p. 56) destaca que: “quando as crianças trocam seus pontos de vista com as outras, elas não podem continuar egocêntricas e ilógicas, pois são obrigadas a comparar as relações que estão fazendo àquelas que os outros estão fazendo”.

Devido ao fato de um aluno por vez se dirigir à lousa digital para a realização da atividade, o tempo demandado para que as atividades fossem realizadas pelos alunos foi o dobro comparado às atividades quando realizadas no papel e no computador. Com a utilização de várias máquinas disponíveis no laboratório, é possível a realização das atividades de forma simultânea por vários alunos, fato este que não é possível na lousa digital, tendo em vista que se trata de um único equipamento onde o uso é de no máximo duas (2) pessoas simultaneamente, sobretudo com a U-board da marca PenAndFree, que disponibiliza apenas duas canetas digitais e toda a interação é realizada por meio de seu uso. Portanto, torna-se necessária a disponibilidade maior de tempo durante a aula no uso deste equipamento para desenvolvimento de atividades com as crianças.

No meio físico, papel, encontrar atividades educativas com conteúdo variados é corriqueiro, portanto, simples e fácil. No meio digital, encontrar essas atividades que se encaixem perfeitamente ao conteúdo que está sendo trabalhado dentro de sala de aula não é tão simples, comparado à ferramenta anterior. Torres (2011) destaca esse fato como um desafio a se percorrer para alcançar o sucesso desejado com as tecnologias digitais na educação, onde os professores precisam se esforçar para encontrar, criar ou selecionar um jogo adequado para as para crianças diante do conteúdo a ser trabalhado. Para a criação de jogos ou atividades torna-se necessário o conhecimento do professor, mesmo que mínimo, na manipulação de ferramentas computacionais que possa utilizar na confecção dessas atividades autorais para somar na abordagem do conteúdo trabalho.

Na lousa digital U-Board o programa da própria ferramenta, o MINT Interactive, facilita bastante na criação de atividades simples sobre o conteúdo a ser trabalho. Neste trabalho realizado com as crianças, todos as atividades foram realizadas em meio digital através do MINT Interative, seja no computador ou na lousa digital, com exceção da atividade de pintura no computador, onde foi utilizado o programa Kolour Paint, devido às limitações do MINT Interactive no uso para computador no que diz respeito à interação. Deve-se levar em consideração que esse programa foi criado para interações com a lousa digital, exercendo bem essa função. Para a criação das atividades no programa MINT Interactive, foram apenas criadas imagens no formato digital semelhantes àquelas utilizadas em papel, importadas para dentro da área de interação do programa MINT Interactive e organizadas. Isso demonstra que não é necessário um grande conhecimento para se criar atividades na lousa digital, é preciso apenas um conhecimento mínimo do funcionamento dessa ferramenta e disponibilidade de tempo para planejar as atividades, adaptando-as às novas situações da docência.

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6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

As tecnologias digitais da informação e comunicação (TDIC) se fazem presentes no cotidiano das crianças e cada vez mais vêm adquirindo espaço dentro da escola, que tem como papel possibilitar o contato das crianças, jovens e adultos com esse tipo de tecnologia

digital. Seu objetivo é possibilitar a manipulação de equipamentos utilizando-se de metodologias adaptadas para esta finalidade na busca por informações relevantes dentro do ambiente escolar, a fim de desenvolver o conhecimento e prover a capacidade de uso dessas tecnologias por parte dos alunos para além dos limites das escolas.

Atualmente, tem-se constatado a presença crescente de outra tecnologia digital nas escolas, a lousa digital. A partir dessa realidade foi realizado um estudo para se verificar o uso dessa tecnologia, principalmente, por alunos pertencentes à primeira infância, período este compreendido entre o nascimento e os seis (6) anos de idade. O trabalho de pesquisa se desenvolveu com crianças do 1º ano do Ensino Fundamental, com o objetivo de verificar como elas interagem com a lousa digital frente a outras ferramentas para a realização de atividades de matemática. Através da pesquisa realizada foi possível perceber suas dificuldades e facilidades na interação com a lousa digital frente ao uso do papel e do computador.

Pôde-se perceber que o contato com as tecnologias digitais é necessário para um domínio da criança sobre ela. O papel, utilizado desde muito cedo pelas crianças, assim como outras ferramentas utilizadas em conjunto com ele: lápis, tesoura, cola, dentre outros, possibilitou a elas um maior domínio sobre a atividade. O fato de as crianças terem pouca convivência com o computador demonstrou a falta de domínio sobre esta ferramenta, principalmente no manuseio do mouse, comprometendo a realização dos objetivos pretendidos pela criança dentro da atividade, gerando-se desconforto a algumas. A lousa digital mesmo sendo uma tecnologia mais recente e nunca utilizada pelos alunos participantes da pesquisa, demonstrou-se de fácil manuseio.

A lousa digital utilizada durante a pesquisa faz uso de uma caneta digital para a interação. A grande similaridade física desta com a caneta convencional ou até mesmo com o lápis e canetinha, facilitou bastante a utilização da ferramenta pelas crianças. O escrever e o pintar com a caneta digital se mostrou fácil para criança, pois são ações que ela realiza no mundo real com ferramentas similares, como as citadas acima. Arrastar um objeto gerou ações similares ao riscar para atingir o efeito desejado por parte de algumas crianças, demonstrando claramente essa associação da ferramenta real com a utilizada no digital. É muito provável que as similaridades da caneta digital com a caneta comumente conhecida por elas aceleraram o domínio da ferramenta.

A lousa digital além de ser facilmente manipulada pela criança, contribuiu para o desenvolvimento das atividades de forma colaborativa entre os alunos, demonstrando-se como

uma ferramenta com grande potencial a serviço do professor para ser utilizado em atividades que envolvam todo o grupo dentro do ambiente de sala de aula.

A facilidade no manuseio por parte dos alunos tornou a lousa digital uma ferramenta promissora para a iniciação das crianças, principalmente aquelas pertencentes à Educação Infantil, no que se diz respeito ao uso de tecnologias, inserindo-as no mundo digital. Permitindo-os aprender a lidar com a diferenciação do real e do virtual e possibilitando através do contato com o meio digital, o desenvolvimento e compreensão dessa nova linguagem nativa do meio digital que se utiliza de hipertexto e conteúdo multimídia para informar, não se limitando apenas à escrita.

No uso da lousa digital com crianças pertencentes ao Ensino Fundamental, sobretudo nos anos iniciais, é importante levar em consideração a altura da criança ao se utilizar essa ferramenta. A lousa digital U-Board PenAndFree utilizada na pesquisa demonstrou-se bastante prática em relação à adaptação à altura do usuário, sendo necessário ajustar a altura da projeção de acordo com a criança usuária, alterando no projetor o tamanho da área de projeção, para, em seguida, fixar o receptor Station a 3 cm da área de projeção e fazer a calibração, como explicado neste trabalho.

O uso do software MINT Interactive pertencente à lousa digital U-Board

PenAndFree disponibiliza diversas ferramentas que possibilitam o desenvolvimento de

práticas educacionais por meio de recursos digitais, assim como a criação de atividades autorais para serem utilizadas com os alunos. O desenvolvimento de atividades nesta ferramenta é muito simples, exigindo do professor um conhecimento mínimo da ferramenta e criatividade. Fornecer uma preparação aos professores para o manuseio desta tecnologia presente dentro do ambiente escolar pode ser o ponto de partida para que novas formas de ensino com a lousa digital se desenvolvam e a criação de atividades autorais sejam realizadas de maneira colaborativa com os alunos, iniciando-se um processo de integração das tecnologias digitais nos ambientes escolares de forma mais intensa.

Frente a essa constatação do potencial da lousa digital na educação de crianças, pretende-se desenvolver uma pesquisa analisando-se como acontece o uso dessa tecnologia dentro das escolas da rede pública, destacando-se o contexto de uso e as metodologias de ensino utilizadas pelos professores. Busca-se com esse estudo entender como os professores utilizam a lousa digital em prol do conteúdo trabalhado dentro de sala de aula e identificar quais as metodologias mais adequadas para o uso dessa tecnologia digital na educação de crianças pertencentes à primeira infância.

REFERÊNCIAS

GOMES, Elaine Messias. Desenvolvimento de atividades pedagógicas para a educação

(Mestrado em Educação) Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2010.

KAMII, Constance; HOUSMAN, Leslie Baker. Crianças pequenas reinventam a

aritmética: implicações da teoria de Piaget. 2 ed. Porto Alegre: Artmed Editora, 2002.

LIMA, Luciana de. Integração das tecnologias e currículo: a aprendizagem Significativa de licenciandos de ciências na apropriação e articulação entre saberes científicos, pedagógicos e das TDIC. 2014. 366 f. Tese (Doutorado em Educação) – Programa de Pós-Graduação em Educação Brasileira, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2014.

NAKASHIMA, Rosária Helena Ruiz. A linguagem audiovisual da lousa digital interativa

no contexto educacional. Educação Temática Digital, Campinas, v.8, n.1, p. 33-48, dez.

2006 – ISSN: 1676-2592.

OLIVEIRA, Vera Barros de. O brincar e a criança do nascimento aos seis anos. 4. ed. Petrópolis: Vozes Editora, 2002.

PIAGET, Jean. Epistemologia Genética. 1. ed. brasileira São Paulo: Martins Fontes Editora, 1990.

RODRIGUES, Vivian. A interação entre a criança da primeira infância e a informação

digital. Biblionline, João Pessoa, v. 9, n. 2, p. 79-95, 2013.

TORRES, Mariana Damiani. A lousa digital na educação infantil: uma prática inovadora. 2011. 43 f. Monografia (Obtenção do título de Bacharel em Pedagogia), Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2011.

YIN, Robert k. Estudo de Caso: Planejamento e Métodos. 3 ed. Porto Alegre: Bookman, 2005.

APÊNDICE A – QUESTIONÁRIO DE SONDAGEM DOS CONTEÚDOS MATEMÁTICOS TRABALHADOS COM AS CRIANÇAS DO 1º ANO DO ENSINO

FUNDAMENTAL

Questionário a ser realizado com a professora para auxiliar na elaboração de ideias de atividades de matemática com a lousa digital para os alunos do 1º ano do Ensino Fundamental.

1 – Quais os conteúdos de matemática estão sendo desenvolvidos em sala de aula? 2 – Como os conteúdos de matemática são abordados com os alunos?

3 – Exemplos de atividades trabalhadas com os alunos sobre matemática?

4 – Que conteúdo de matemática você gostaria de trabalhar com os alunos utilizando a lousa digital?

PROTOCOLO 1

Primeiro Momento – Desenvolvimento de atividades de matemática no papel – 08/04/2015

1. Visão Geral do Projeto

Através do desenvolvimento de atividades de matemático no meio físico, através do papel pretende-se:

- Compreender como as crianças interagem com atividades realizadas no “papel”, utilizando- se de materiais comuns em seu cotidiano escolar, como, tesoura, cola, lápis, lápis de cor, atividades em papel, entre outros;

- Observar seus conhecimentos matemáticos relacionados à atividade aplicada; - Os benefícios do uso dessa ferramenta dentro do ambiente escolar.

2. Objetivos

- Observar as dificuldades e facilidades de interação dos alunos na realização da atividade de matemática no “papel”;

- Observar como os alunos respondem as atividades, destacando suas dificuldades e facilidades relacionadas ao conteúdo;

- Quais as vantagens e desvantagens em se realizar a atividade utilizando-se do papel.

3. Atividades

- Atividade 1 - quebra-cabeça de animais com cada peça numerada de 1 a 9, onde o aluno deverá construir, colorindo e recortando em seguida as peças do quebra-cabeça, depois monta- lo seguindo a ordem numérica das peças;

- Atividade 2 - correspondência de número e quantidade com figuras geométricas de 1 a 10, onde o aluno deverá colar as figuras geométricas nos espaços específicos e na quantidade correta, assim como o número simbólico correspondente a quantidade;

- Atividade 3 - varal de bandeiras com ordenação de números de 1 a 10, na qual o grupo deverá recortar as bandeiras e numera-la de um (1) a dez (10), seguida posteriormente da ordenação das bandeiras no varal de forma crescente;

- Atividade 4 - quantificação de conjuntos de objetos variando de 1 a 10, cada aluno do grupo estará de posse de um objeto e deverá observar o número simbólico correspondente a cada quadro e quantificar utilizando o objeto que está de posse.

4. Instruções para aplicação das atividades

- Dividir a sala em 4 grupos;

- Cada grupo terá no máximo 5 alunos;

- Uma atividade será entregue a cada grupo para ser realizada;

- O orientador passará em um grupo por vez e dará a instruções necessária para o início da atividade;

- Durante a realização das atividades o orientador irá fazer a observações e anotações necessárias a pesquisa;

- Após a finalização da atividade pelos grupos, o orientador irá fazer a coleta do material final, resultante da atividade para fins de armazenamento e posterior analise.

5. Questões que o pesquisador deve manter em mente

- Como as crianças interagem com atividades no papel?

- Dificuldades e facilidades apresentadas na atividade realizada no papel?

6. Público da Pesquisa

- Alunos do 1º ano do Ensino Fundamental da Escola Municipal Professor Francisco Maurício de Mattos Dourado turno da manhã.

7. Guia para o relatório

- Listagem dos grupos formados durante o momento; - Acontecimentos durante a realização das atividades;

- Listagem das facilidades e dificuldades apresentadas na interação com a ferramenta utilizada;

- Listagem das facilidades e dificuldades observadas em relação a conteúdo de matemática presente nas atividades;

- Listagem das vantagens e desvantagens de se utilizar o papel no desenvolvimento das atividades.

PROTOCOLO 2

Primeiro Momento – Desenvolvimento de atividades de matemática no computador – 15/04/2015

1. Visão Geral do Projeto

Através do desenvolvimento de atividades de matemático no meio digital, através do computador pretende-se:

- Compreender como as crianças interagem com atividades realizadas no computador. - Observar seus conhecimentos matemáticos relacionado a atividade aplicada.

- Os benefícios do uso dessa ferramenta dentro do ambiente escolar.

2. Objetivos

Observar as dificuldades e facilidades de interação do aluno na realização da atividade de matemática no computador;

- Observar como os alunos respondem as atividades, destacando suas dificuldades e facilidades relacionadas ao conteúdo;

- Quais as vantagens e desvantagens em se realizar a atividade utilizando-se do computador.

3. Atividades

- Atividade 1 - quebra-cabeça de animais com cada peça numerada de 1 a 9, o aluno deverá monta-lo seguindo a ordem numérica das peças, após monta-lo ele deve colorir o quebra- cabeça montado;

- Atividade 2 - correspondência de número e quantidade com figuras geométricas de 1 a 10, onde o aluno deverá arrastar as figuras geométricas para os espaços específicos na quantidade correta, assim como o número simbólico correspondente a quantidade;

- Atividade 3 - varal de bandeiras com ordenação de números de 1 a 10, na qual o aluno deve arrastar os números e posiciona-los sobre as bandeiras formando uma ordenação numérica de ordem crescente;

- Atividade 4 - quantificação de conjuntos de objetos variando de 1 a 10, cada aluno estará de posse de um objeto e deverá observar o número simbólico correspondente a cada quadro e quantificar utilizando o objeto que está de posse.

4. Instruções para aplicação das atividades

- Dividir a sala em 4 grupos tentando manter a mesma formação inicial constada no protocolo 1;

- Cada grupo terá no máximo 5 alunos;

- Cada a aluno será colocado em um computador para realizar a mesma atividade já realizada por ele no primeiro momento;

- O orientador passará em cada computador por vez e dará a instruções necessária para o

Dans le document 1. Compte rendu technique a. (Page 38-45)

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