INTRODUCTI ON DU CINQUIEME CHAPITRE
1.1 Les raisons du choix de la banque :
de Filosofia, na antiga Universidade do Brasil ( hoj e UFRJ) . Cont udo, suas
at ividades som ent e t iveram início com a realização do prim eiro vest ibular, que ocorreu
em j aneiro de 1964.
Para o início do curso de Meteorologia ( o prim eiro curso superior criado no Brasil) , na época instalado no Prédio da Faculdade
Nacional de Filosofia ( Figura 1) , cont ou com
um a m issão de "Expert s" da Organização Meteorológica Mundial ( OMM) , por um período de seis anos ( 1966- 1972) , a qual além de ser responsável pela parte técnica de im plantação, prom oveu o treinam ento de pessoal docente que passou a se responsabilizar pelo curso.
O Departam ento foi durante m uitos anos, um Centro Regional de Treinam ento da OMM, tendo sido utilizado constantem ente para form ação e treinam ento de alunos bolsistas daquela Organização ( OMM) procedent es de vários países da Am érica Latina. Além da OMM o Curso teve com o colaborador o I nstituto Nacional de Meteorologia ( I NMET) .
Figura 1 - Prédio do I FCS no Largo de São Francisco no Centro do Rio de Janeiro. O Curso de Met eorologia funcionou nest e prédio at é o ano de 1966.
Em 1966 houve a transferência do Curso de Met eorologia para a I lha do Fundão, hoj e ele está funcionando no Centro de Ciências Matem áticas e da Natureza ( CCMN) localizado no Cam pus do Fundão da UFRJ ( Figura 2) .
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Figura 2 – Vist a front al do prédio do CCMN, onde atualm ente está funcionando o Curso de Met eorologia da UFRJ.
Com o advento da reform a universitária, no ano de 1967, foi constituído, no Rio de Janeiro, o prim eiro Departam ento de Meteorologia do país. O Curso foi reconhecim ento pelo Decreto 79089, de 04/ 01/ 1977. Atualm ente são oferecidas 30 vagas no vest ibular anualm ent e1.
Podem os ressaltar que em vista da criação do Curso de Met eorologia na UFRJ ocorreram acontecim entos deveras im portantes para a ciência m eteorológica no Brasil t ais com o:
• Em 10 de dezem bro de 1964, o
profissional da Meteorologia foi declarado privativo de diplom ado por curso superior at ravés do Decret o Lei N 55.175, no seu art 40. Ainda neste ano o cargo de Meteorologista foi reconhecido com o integrante do nível universitário, através do Decreto No. 55.204 de 11/ 12 e publicado no DOU.
• Em 18/ 02/ 67, o m ercado de trabalho para o Met eorologista foi j ulgado suficiente at ravés do Decret o No. 60.091, em seu artigo 11.
1 UFRJ, 2005. UNI VERSI DADE PÚBLI CA: TERRI TÓRI O DA
RAZÃO E DA SENSI BI LI DADE. Revista 2005_UFRJ. Pág. 43.
Em 1967 form ou- se a prim eira turm a de m eteorologistas, e a partir daí houve um crescim ento por todo pais, com a criação de novos cursos em Cam pina Grande, São Paulo, Belém , Pelotas, Maceió, entre outras. A form ação científica im plem entada pelos peritos da OMM, Ballester e Malheiros, ensej ou a adição de novos quadros no serviço público e alguns form andos se dedicaram ao próprio ensino, seguindo a orient ação dos m est res. A t ransição não foi tão rápida e isto talvez tenha sido benéfico para o sistem a, pois perm itiram a passagem da experiência dos antigos Engenheiros Meteorologistas para a nova geração oriunda das universidades.
O Departam ento de Meteorologia do I nstituto de Geociências do CCMN é responsável, diretam ente pelo curso de form ação de m eteorologistas em nível de graduação e de cursos de pós- graduação.
O curso de graduação oferecido pelo Departam ent o de Met eorologia habilita o aluno a Bacharel em Met eorologia. Segundo dados fornecidos pelo Departam ento há 140 alunos no Curso, tom ando com base o ano de 2004. Atualm ente possui Pode- se observar na figura 3 a evolução do núm ero de alunos at ivos no Curso no período de 1985 a 2004. Na figura seguinte é apresent ado o quadro evolutivo de alunos form ados no curso desde 1967.
Um dos fatores atraent es no Curso existente na UFRJ é a sua aplicação aos estudos de im pactos am bientais e sua inter- relação com as atividades hum anas. Além da form ação acadêm ica, o curso fornece ao aluno um conhecim ento com plem entar através do contato com instituições que atuam na área operacional da Meteorologia com o CPTEC, I NMET, GeoRio, FURNAS e I NFRAERO, entre outras, e através do incentivo à participação em atividades com o congressos, j ornadas de iniciação científica, trabalhos de cam po etc.
Oferece tam bém diversos trabalhos de cam po, a qual pode citar: Parque Nacional do I tatiaia, CPTEC- I NPE, aeroportos, em presas de instrum entação m eteorológica, etc.
Figura 3 – Num ero de alunos at ivos no Curso de Met eorologia para o período de 1985- 2004.
Com um a m udança significativa no seu quadro de pessoal docente nest es últim os anos, e na busca perm anente da qualidade acadêm ico- científica, o Departam ent o vêm procurando adequar- se ao desenvolvim ento verificado na Met eorologia bem com o em suas aplicações. Hoj e conta com 14 professores efetivos, sendo que dest es, 11 possuem doutorado1. Suas at ividades são
ligadas principalm ente aos problem as am bientais regionais, ao estudo das previsões num éricas do t em po e do clim a e a Meteorologia por satélites.
Figura 4 – Num ero de alunos form ados no Curso de Meteorologia para o período de 1976- 2004.
No âm bito da pós- graduação, o Departam ent o vem consolidando suas linhas de pesquisa nas áreas de Previsão do Tem po, Dinâm ica de Escoam entos Geofísicos, I nteração Oceano- Atm osfera, Modelagem Com putacional, Mudanças Clim áticas, Poluição Atm osférica e Meteorologia por Satélite, através de seu curso de pós- graduação em Ciências Atm osféricas Aplicadas a Engenharia, em conj unto com a COPPE/ UFRJ. O total de
1 Ext raída do sit e do depart am ent o de Met eorologia
ht t p: / / www.m eteorologia.ufrj.br/ em 30 de agosto de
2005.
alunos que ent raram no Curso desde o inicio foi de 44 no m estrado e 17 no doutorado. Até o m om ento 15 alunos no m estrado e 09 no doutorado j á defenderam t eses. Nas Figuras 5 e 6 podem - se observar a evolução no núm ero de alunos e de defesas de t eses no Curso até 2005.
Figura 5 – Evolução Tem poral do Núm ero de Alunos no Curso de Ciências Atm osféricas.
Figura 6 – Evolução Tem poral de teses defendidas no Curso de Ciências At m osféricas.
O Departam ento vem desenvolvendo suas at ividades de extensão, am pliando suas área de atuação j unto à sociedade, através da elaboração de proj etos de ensino das Ciências Atm osféricas para alunos do ensino fundam ental e do ensino m édio.
Além disso, o Departam ento disponibiliza, em sua página na I nternet, produtos resultantes de suas atividades de ensino e pesquisa, com o previsão do tem po ( Laboratório de Prognósticos de Mesoescala – LPM, www.lpm .m et eoro.ufrj .br, Figura 7) , de ondas oceânicas ( Laborat ório de Modelagem de Processos Marinhos e Atm osféricos - LAMMA, http: / / acd.ufrj .br/ ~ ondas/, Figura 8) , poluição atm osférica ( Núcleo Com putacional da Qualidade do Ar – NCQAR) , divulgação do nível de radiação ultravioleta para diversas cidades do Brasil ( Laborat ório de Estudos de Poluição Atm osférica – LEPA,
htt p: / / www.lepa.ufrj .br, Figura 9) e Avaliação
de Métodos de Estim ativa da Evapotranspiração Potencial ( Laboratório de Agrom eteorologia - LAGRO) .
Figura 7 – Exem plo de produto elaborado pelo LPM.
Figura 8 – Exem plo de produto elaborado pelo LAMMA.
Figura 9 – Exem plo de produto elaborado pelo LEPA.
Além disso, há um Grupo de Est udos e Aplicações em Meteorologia Aeronáutica ( GEMA, ht t p: / / www.geam a.ufrj .br/) . O
depart am ent o de Met eorologia possui um a estação autom ática de tem po instalada no Cam pus do Fundão da UFRJ ( Figura 10) que serve tanto para obt enção de dados com o tam bém para uso didático.
Figura 10 – Estação Meteorológica Aut om át ica pert encente ao Departam ent o de Met eorologia.
O Departam ento de Meteorologia da UFRJ desenvolve diversos proj et os e atividades de extensão com a sociedade:
¾ Curso Básico de Met eorologia e Oceanografia;
¾ Meteorologista Mirim ;
¾ Estudo Agroclim ático do Município de Carm o- RJ;
¾ Estudo do Potencial Agroclim ático da Região de Sant a Cruz Aplicado ao Cultivo do Coco – Um Subsidio ao Desenvolvim ento da Agricultura Fam iliar Local;
¾ Curso de Treinam ent o à Dist ância: "Gest ão da Qualidade do Ar em Centros Urbanos" ( Banco Mundial) ;
¾ I niciativa do Ar Lim po nas Cidades da Am érica Latina ( Banco Mundial) ;
¾ Ent re out ros.
Mais inform ações:
Depart am ent o de Met eorologia da UFRJ:
ht t p: / / www.m et eorologia.ufrj .br
http: / / graduacao.m eteoro.ufrj .br/ inform acoe s/ conhecendo/ hom e.ht m l
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todas as atividades que fazem parte do nosso cotidiano existe a influência das condições do tem po. É só pensar nas nossas viagens ( terrestres, aéreas e m arítim as) , no plantio e na colheita, em todas as nossas atividades ao ar livre, na saúde, et c. Nesses m om ent os, a m aioria das pessoas nem lem bra que há diversas pessoas altam ente qualificadas e especializadas, observadores e cientistas que, apoiados pela m oderna tecnologia, trabalham dia e noite para pesquisar e prever as condições do tem po que vam os enfrentar. Além da previsão do tem po, os Meteorologistas atuam em diversos setores de nossa sociedade abrangendo diversos estudos nas áreas da agricultura, aviação, dinâm ica da atm osfera, hidrom eteorologia, entre outras.
O m eteorologista exerce este fundam ental papel social e econôm ico com seriedade e paciência, diante das eventuais surpresas dispensadas pela natureza e tam bém da, ainda existente, parcela de pouca credibilidade e conhecim ento por parte da população sobre seus trabalhos, suas funções e suas lim itações.
Há bem pouco tem po, 03 de m arço era dita ser a data com em orativa do m eteorologista, porém essa data que se celebra não é a data com em orativa correta, m as estes são pequenos "erros históricos" que devem os corrigir.
Muita coisa deveria ser dit a em torno do assunto, m as vam os nos restringir obj etivam ente para esclarecer o fato. A vontade era de dizer com ênfase: O sistem a CONFEA/ CREA possui um a inoperância,
inconseqüência enorm e em aceitar decisões dos profissionais m eteorologistas e da SBMet, porque eles ainda estão com o pensam ento m esquinho, cooperativista em vez de avançar em seus procedim entos e estreitar laços com todas as profissões. Sim , porque o desej o da UNEMET era expor todas as dificuldades existentes acerca dest a e de outras quest ões que são de responsabilidade do sist em a CONFEA/ CREA. I nfelizm ent e não conseguim os term os êxito para solucionar esse problem a devido à inoperância do sist em a CONFEA/ CREA!
Falam os isso porque m esm o dentro do sistem a CONFEA/ CREA, aonde a data é dita ser o dia do m eteorologista, não encontra nenhum a j ustificativa plausível para que sej a com em orada. Prim eiro devido a não se saber por que essa data foi escolhida! Segundo porque as datas com em orativas às profissões em nosso país é feita de acordo com o dia da prom ulgação de sua lei de regulam ent ação.
Assim , é que a UNEMET est á lançando a cam panha para que todos os profissionais m eteorologistas com em orem a part ir de agora seu dia em 14 de outubro, que é a verdadeira data para ser celebrada com o o Dia do Meteorologista.
Por quê? Foi nesta data que a Lei de Regulam entação de nossa Profissão foi sancionada ( Lei n° 6.835) que dispõe sobre o exercício da profissão de Meteorologista e dá outras providencias em nosso país. Um out ro m otivo que j ustifique este fato é que esta data foi aprovada em Assem bléia Geral da SBMET realizada em 08 de agosto de 2002 na cidade de Foz do I guaçu, PR, durante a realização do XI I Congresso Brasileiro de Meteorologia.
Assim , a UNEMET parabeniza a todos os Meteorologistas pelo seu Dia que se com em orará no próxim o dia 14 de outubro.
Este texto é um a form a de conscientizar sobre a com em oração desta data de sum a im portância para todos os profissionais de Meteorologia e tam bém para que lutem os em defesa da nossa profissão.
Com em ore, Fest ej e, pois esse é o seu dia! Os Editores info@unem et .al.org.br