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INTRODUCTI ON DU CINQUIEME CHAPITRE

1.3 La relation avec le personnel en contact :

1.3.2 L’appréciation du contact :

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prim eiro Curso Superior de Meteorologia no Norte- Nordeste do Brasil foi criado no

cam pus I I da Universidade Federal da Paraíba, hoj e cam pus I da Universidade Federal de

Cam pina Grande ( UFCG) . Atualm ente, é um dos grandes centros de ensino e pesquisa da ciência m eteorológica brasileira.

I nicialm ente, o Departam ento de Ciências At m osféricas ( DCA) fêz part e da estrutura da UFPB, cuj o cam pus de Cam pina Grande tornou- se Universidade Federal de Cam pina Grande ( UFCG) em abril de 2002. Atualm ente, o DCA faz part e da est rutura adm inist rat iva do Centro de Tecnologia e Recursos Naturais (CTRN) , localizado no cam pus da cidade de Cam pina Grande, Paraíba ( Figuras 1 e 2) .

A UFPB, acatando idéia do prof. Lynaldo Cavalcanti de Albuquerque, criou o segundo curso de Graduação em Meteorologia e o segundo curso de Mestrado em Meteorologia de nosso País, j á tendo graduado 123 bacharéis e 110 m estres, até o presente. Esse esforço t em sido reconhecido em nível nacional e internacional e, hoj e, os m eteorologistas form ados nesta Universidade t rabalham em praticam ente todas as instituições operacionais, de ensino e/ ou pesquisa que possuem

atividades em Meteorologia no Brasil, ocupando posições de dest aque.

Figura 1 – Localização de Cam pina Grande.

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Figura 2 – Localização do Cent ro de Tecnologia e Recursos Nat urais da Universidade Federal de Cam pina Grande, onde funciona o Curso de Met eorologia.

Foi durante o segundo sem estre de 1972 que o prof. Lynaldo, então Diretor do Departam ento de Assunt os Universit ários ( DAU) , do Ministério da Educação ( MEC), assessorado pelos professores Mário Adelm o Varej ão- Silva, Gleryston Holanda de Lucena e José Oribe Rocha de Aragão ( funcionários da SUDENE) , iniciou conversações com a diret oria do I nstituto Nacional de Pesquisas Espaciais ( I NPE) para enviar um grupo de 5 recém - graduados para cursarem o Mestrado em Meteorologia naquela instituição.

O acordo foi feito com o Dr. Fernando Mendonça e o Dr. Gylvan Meira Filho, Diret or Geral e Diret or Cient ífico do I NPE, respect ivam ent e. A idéia do prof. Lynaldo era de que esse pequeno grupo constituiria a "m assa crítica" para o desenvolvim ento de um Program a de Graduação e Pós- graduação em Meteorologia, pioneiro no Nordeste do Brasil.

O grupo enviado ao I NPE era com posto por Geraldo Nunes Sobrinho – Eng. Civil, José Maria Nogueira da Costa – Eng. Agrônom o, José Oribe Rocha de Aragão - Físico, Juarez Farias de Lim a – Eng. Eletrônico, e Pedro Vieira de Azevedo – Eng. Agrônom o. Eles chegaram ao I NPE, em São José dos Cam pos - SP, em j aneiro de 1973 e passaram a cursar o Mest rado em Meteorologia, fazendo parte da segunda turm a daquele curso. Eles t inham um a pequena bolsa da UFPB que foi interrom pida depois de três m eses, sendo contratados pelo I NPE com o assistentes de pesquisa.

Em 1973, o Curso de Graduação em Meteorologia da UFPB foi criado pela Resolução No 10 - A/ 74 do CONSUNI ( Anexo I ) e o prof.

Dr. João Batista Queiroz Carvalho, do Depart am ento de Engenharia Civil, foi designado coordenador, tendo o prim eiro vestibular para ingresso no curso acontecido em 1974. Suas atividades foram iniciadas no prim eiro período letivo de 1974. Foi, tam bém ,

o prim eiro curso de Meteorologia a ser criado em t odo o Nort e e Nordeste do Brasil.

No ano de 1975, os integrantes do "Grupo da Paraíba", com o eram então conhecidos no I NPE, term inaram seus cursos. Todos regressaram a Cam pina Grande em 1975 e 1976, com exceção de José Maria que foi contratado pela Universidade Federal de Viçosa. No lugar de José Maria, foi incorporada ao grupo a profa. Maria Regina da Silva Aragão. Todos foram lot ados, inicialm ent e, no Depart am ento de Engenharia Civil.

Outros professores foram incorporados ao grupo de Meteorologia nos anos de 1976 a 1979, Arthur Julião da Silva, Gleryston Holanda de Lucena, Hukun Singh Rat hor, Juan Carlos Ceballos, Koyot t Raghavan, Manoel Francisco Gom es Filho, Margrit Henriet te Nitzsche, Mário Adelm o Varej ão- Silva, Tantravahi Venkata Ram ana Rao, Jerko Valderram a e Zenaide Rosa Sobral. Esse período foi de im plantação e consolidação dos cursos de Graduação e Mest rado e do Núcleo de Meteorologia Aplicada – NMA, o que culm inou com a criação do Depart am ento de Ciências At m osféricas.

Os professores de Meteorologia criaram o NMA em dezem bro de 1976. O NMA serviu para assegurar recursos financeiros para a execução de trabalhos técnicos e de pesquisa em Meteorologia e para equipar a UFPB com m aterial perm anente e equipam ent os científicos. Em 1987, o NMA teve suas atividades incorporadas ao DCA. Antes m esm o da criação do DCA, os professores do NMA criaram o Curso de Mestrado em Meteorologia em m aio de 1978.

O Decreto Nº 82.517 de 30 de outubro de 1978, do Conselho Federal de Educação, concedeu o reconhecim ent o ao Curso de Graduação em Meteorologia da Universidade Federal da Paraíba.

Em m arço de 1979, os professores de Meteorologia passaram ao Depart am ento de Mineração e Geociências e, em 19 de novem bro de 1979, criaram o Departam ento de Ciências At m osféricas. O prof. Oribe Aragão, que havia coordenado o Grupo de Meteorologia com o Sub- Chefe do Depart am ento de Mineração e Geociências e era o Coordenador do NMA na época, foi indicado para presidir a prim eira eleição de Chefe e Sub- Chefe do DCA no dia 20 de dezem bro de 1979. Foram eleit os para esses cargos, respectivam ente, o prof. Mário Adelm o Varej ão- Silva e o próprio prof. José Oribe Rocha de Aragão.

I m portante destacar que foram os professores do NMA e DCA que prom overam o 1o Congresso Brasileiro de Met eorologia

outubro de 1980. Trabalharam na preparação do 1o CBMET os professores José Oribe Rocha

de Aragão, Juarez Farias de Lim a, Manoel Francisco Gom es Filho, Marcos Albert o de Andrade e Tantravahi Venkat a Ram ana Rao. Nesse congresso foi reat ivada a Sociedade Brasileira de Meteorologia ( SBMET) . Em dezem bro de 2003, a CAPES autorizou a criação do Doutorado em Meteorologia da UFCG tendo sido selecionados, j á em m arço de 2004, sete estudantes para a turm a pioneira do Doutorado recém - criado pelos professores do DCA- UFCG.

Os professores do DCA e os alunos dos cursos envolvidos dispõem da infra- estrutura necessária para:

Colaborar com várias inst it uições de pesquisas no Brasil e no ext erior;

Acessar dados e inform ações sobre as

pesquisas em desenvolvim ent o no Brasil e no exterior, inclusive via I nternet ;

Receber dados e previsões de tem po e clim áticas de instit uições nacionais e estrangeiras;

Desenvolver pesquisas nas áreas de sinótica- dinâm ica da atm osfera, m odelagem num érica, agrom eteo- rologia e m icrom eteorologia em vários sítios experim entais ( nos estados da Bahia, Pernam buco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Am azonas, dentre outros) , clim atologia estatística, radiação atm osférica, sensoriam ento rem oto aplicado, processam ento de im agens de sat élites e out ras áreas, inclusive em áreas oceânicas.

Receber e processar im agens m eteorológicas de satélites de instituições nacionais e estrangeiras;

Desenvolver, t est ar e integrar m odelos

de m eso-escala e analisar resultados de m odelos de circulação geral da atm osfera;

Colocar à disposição da com unidade acadêm ica e científica, e de usuários em geral, os resultados de pesquisas, m etodologias desenvolvidas e serviços. O esforço da UFCG tem sido recom pensado pelo nível de form ação de seus m eteorologistas, pelo envolvim ento dos seus professores nos program as em Meteorologia em níveis regional, nacional e internacional, e pelas publicações em periódicos nacionais e internacionais.

Port anto, em seus 29 anos, podem os dizer que o Departam ent o de Ciências Atm osféricas tem sido um dos principais órgãos responsáveis

pelo desenvolvim ento da Meteorologia com o Ciência no Brasil.

O DCA possui na sua estrutura:

Laboratório de Meteorologia Sinótica - LMS,

Laborat ório de I nstrum ent ação Meteorológica,

Laboratório de Processam ento de I nform ações Meteorológicas - LAPI M,

Laboratório de Apoio à Pesquisa Micro e Agrom eteorológica - LAPEMA,

Laboratório de Modelagem e Desenvolvim ento - LMD.

Est ações Meteorológicas de Superfície: Autom ática e Convencional.

O Departam ento de Ciências At m osféricas apresenta as seguintes linhas de pesquisa:

Sinótica/ Dinâm ica da Atm osfera Tropical;

Agrom eteorologia;

Clim atologia;

Meteorologia Física;

Sensoriam ento Rem oto Aplicado;

Radiação Solar e Atm osférica;

Processam ento de I m agens;

Biom eteorologia.

O obj etivo do Curso de graduação é form ar profissionais de nível superior, capazes de desenvolver, orientar e aplicar técnicas do conhecim ento da constituição e das propriedades da atm osfera terrestre bem com o dos m ecanism os que nela atuam .

O Curso de Graduação em Meteorologia da UFCG form ou 155 ( cento e cinqüenta e cinco) profissionais até 2004 ( Figura 3) . Um alto percentual, cerca de 88,6% , encontram - se efetivam ente trabalhando na área, enquanto que os 11,4% rest antes infelizm ente não se dispõem de inform ações at ualizadas sobre os m esm os.

Alguns alunos do Program a PI BI C ( Program a de Bolsas de I niciação Científica) e professores do Curso t am bém interagem com a EMBRAPA ( Em presa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Sem i- Árido) - CNPA ( Centro Nacional do Algodão) e CPATSA ( Centro de Pesquisa Agropecuária do Trópico Sem i- árido) , na condução de experim ent os agrom eteorológicos. At ravés do program a REVI ZEE ( Recursos Vivos da Zona Econôm ica Exclusiva) , dos Ministérios do Meio Am biente e da Marinha, além de alunos e professores do Curso que part iciparam de experim entos m eteorológicos a bordo do navio oceanográfico ANTARES da Marinha do Brasil.

0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 19 79 19 80 19 81 19 82 19 83 19 84 19 85 19 86 19 87 19 88 19 89 19 90 19 91 19 92 19 93 19 94 19 95 19 96 19 97 19 98 19 99 20 00 20 01 20 02 20 03 20 04 Período

Figura 3 – Núm ero de alunos form ados no Curso de Meteorologia no período 1979 a 2004.

O corpo docente do Curso m inistra disciplinas na graduação, part icipa de program as de I niciação Científica, orienta trabalhos de graduação e vem part icipando do Curso de Especialização em Métodos Estatísticos Aplicados à Meteorologia e Clim atologia, oferecido pelo DCA a cada dois anos. Os professores, t odos com t it ulação de dout or, m inist ram aulas e orient am dissertações e teses no Program a de Pós- Graduação em Meteorologia. Os professores do DCA tam bém m inistram aulas e orient am t eses no Dout orado em Recursos Nat urais, além de cont ribuir na Pós- Graduação de Engenharia Agrícola.

A Pós- Graduação em Meteorologia da UFCG destina- se à form ação de Docentes, Pesquisadores e Profissionais especializados em Meteorologia, de acordo com o que dispõe a Legislação Federal de Ensino Superior. No Mest rado e Dout orado em Meteorologia, o Depart am ento vem consolidando suas linhas de pesquisa nas seguintes áreas de Atuação: Previsão do Tem po e Clim a, Gerenciam ent o dos Recursos Hídricos, Agricult ura e Pecuária, I ndústria e Com ércio, Construção e Urbanism o, Transportes e Lazer, Meio Am biente e Medicina Prevent iva.

Há duas Áreas de Concentração:

1. Meteorologia de Meso e Grandes Escalas;

2. Agrom eteorologia e Microm eteorologia.

Avaliação pelo Guia do Est udant e:

Graduação em Meteorologia - * * * *

Conceit os da CAPES:

Mest rado em Meteorologia – N ível 5 Doutorado em Meteorologia – N ível 4 Doutorado em Recursos Naturais – N ível 4

Corpo Docent e:

O corpo docente do DCA, com posto por doutores, é form ado pelos seguintes professores efet ivos:

• Bernardo Barbosa da Silva ( Dr., UFPB) • Célia Cam pos Braga ( Dra., UFPB) • Enilson Palm eira Cavalcanti ( Dr., UFPB) • Enio Pereira de Souza ( Dr., USP)

• Francisco de Assis S. de Sousa ( Dr., USP) • José I valdo Barbosa de Brito ( Dr., UFPB) • Kam ada Karuna Kum ar ( Ph.D., Í ndia) • Magaly de Fátim a Correia ( Dra., USP) • Manoel Francisco Gom es Filho ( Dr., UFPB) • Maria Regina da Silva Aragão ( Ph.D., USA) • Pedro Vieira de Azevedo ( Ph.D., USA) • Renilson Targino Dant as ( Dr., USP) • Rôm ulo da Silveira Paz ( Dr., UFPB) • Sukaran Ram Pat el ( Ph.D., I ndia) • Tantravahi V. Ram ana Rao ( Ph.D., USA) • Vicente de Paula R. da Silva ( Dr. UFPB)

M ais inform ações:

Prof. Dr. Renilson Targino Dant as Chefe

Depart am ent o de Ciências At m osféricas - DCA Cent ro de Tecnologia e Recursos N at urais - CTRN

Universidade Federal de Cam pina Grande – UFCG

Fone/ FAX: ( 083) 3310 1202

http: / / www.dca.ufcg.edu.br

E- Mail: [email protected]

Prof. Dr. Bernardo Barbosa da Silva Coordenador

Program a de Pós- Graduação em Meteorologia CTRN – UFCG

Fone: ( 083) 3310 1054

E- Mail: [email protected]

Prof. Dr. Tantravahi Venkata Ram ana Rao Coordenador

Curso de Graduação em Meteorologia Fone: ( 083) 3310 1031

E- Mail: ram [email protected]

Endereço para correspondência: Av. Aprígio Veloso, 882. Bairro: Universitário,

58.109- 970 - Cam pina Grande, PB Fone/ fax ( 0xx83) 3310- 1202

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O I nst it uto Nacional de Met eorologia ( I NMET) é órgão pert encente ao Minist ério da Agricult ura, Pecuária e Abast ecim ento ( MAPA) , responsável pela Met eorologia no Brasil, represent ando o país j unt o à Organização Met eorológica Mundial ( OMM) .

O I NMET cont a com avançada tecnologia de recepção de im agens de satélit es. Sofisticados supercom put adores, que operam , por exem plo, o Modelo Brasileiro de Alta Resolução ( MBAR) , m odelo de previsão num érica do tem po com a m ais alta resolução para a Am érica Latina. Atualm ente, o I NMET possui cerca de 400 estações m et eorológicas entre clim atológicas principais, agrom eteorológicas e auxiliares, dist ribuídas no t errit ório nacional, além de 13 estações aerológicas, para a m edição em alt it ude dos ventos, tem peratura e um idade.

É assim que o I NMET busca t odos os recursos, hum anos e tecnológicos, num processo cont ínuo de aperfeiçoam ent o, para assegurar a confiabilidade necessária às inform ações sobre o tem po e clim a disponibilizando, e garant indo a qualidade e o profissionalism o de seus serviços ( ext raído da página www.inm et.gov.br) .

Pois bem , nest e últim o dia 12/ 12/ 05, este m esm o I NMET lançou um edital de concurso público para cont rat ação im ediat a e cadast ro de reserva de 29 Meteorologist as, com um salário inicial de, por incrível que pareça, R$ 1.340,27

para m eteorologistas graduados (www.inm et .gov.br/ I nm et _Edit al.pdf) . É desta m aneira que o I NMET busca a confiabilidade necessária nas previsões, quando ele m esm o não invest e num salário digno para os próprios Met eorologistas? Será que os 17 Met eorologistas que forem aprovados para as vagas em Brasília conseguirão se m ant er de form a digna na capit al brasileira? Creio que não!

O I NMET t em recebido investim entos grandes nos últ im os anos, construiu um grande laboratório em Brasília, que est á sub utilizado por falta de pessoal, m ilhões de reais gast os, em equipam entos, que serão utilizados pelos fut uros concursados. Tanto invest im ento gasto em laborat órios, necessários, diga- se de passagem ,

podem não ser utilizados em sua plenitude. Prim eiro pelas poucas vagas abertas, seriam necessárias o dobro de Met eorologistas para pleno funcionam ento deste laboratório, e segundo, claro, pelo salário baixo, abaixo at é do salário m ínim o exigido pelo CREA, autarquia que orienta e fiscaliza o exercício profissional dos Met eorologistas, que seria de R$ 2.700,00, para a carga horária descrita no edital.

A decepção é m aior quando vem os nos j ornais anúncios de out ros concursos públicos, no qual o salário inicial e bem superior a este, sendo necessário apenas o segundo grau. Nada cont ra os salários m aiores, m as depois de 20 anos de espera de concurso para o I NMET, isso m esm o o últ im o concurso foi realizado em 1985, esperava- se que o I NMET respeitasse m ais os Met eorologistas, j á que est es profissionais são os responsáveis pela previsão e acom panham ento do t em po e clim a, obj et ivo fim do I NMET.

Nós Meteorologistas gostaríam os que, ao m enos o I NMET, o órgão m aior da Meteorologia no Brasil, valorizasse m elhor o profissional, dando a ele um salário digno, para que os Met eorologist as pudessem fazer seu t rabalho t ão necessário para a segurança e crescim ento do País, haj a vista os eventos recentes que causaram tantos prej uízos financeiros e calam idades públicas, decorrentes de fenôm enos com o o Furacão Cat arina ou m esm o por sistem as com uns que assolam as cidades brasileiras, causando enchentes e quedas de barreiras.

Os m et eorologist as pedem socorro. Para um a boa previsão não bast a t er equipam entos caros e sofist icados, para isso tam bém se faz necessário pessoal qualificado e, repet im os, que receba um salário DI GNO. Salário est e que perm ita aos Met eorologistas não necessit arem a busca de outras font es para a com plem ent ação salarial, e que, ai sim , façam seu trabalho, t rabalho est e t ão im port ant e e necessário para o crescim ento e segurança de nosso país.

Para concluirm os, encerram os est a reflexão deixando os seguintes questionam entos: Por que, onde fracassam

as pessoas, as inst it uições devem ser penalizadas? At é quando irem os agüent ar calados e não reagirem os a est as sit uações?

Os Editores

info@unem et.al.org.br

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