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3.5 La morphologie oublieuse temporelle

3.7.4 R´egularisation Markovienne

O câncer de mama tem menor incidência nos países asiáticos quando comparado aos ocidentais (Mishra et al, 2003). Elevado consumo de isoflavonas da soja está associado com redução do risco de câncer de mama em estudos epidemilógicos (Wu et al, 2008; Goodman et al, 2009; Lee et al, 2009). Propostas dos mecanismos relacionados com a dieta rica em soja e a possível prevenção dos tumores malignos incluem a inibição do sistema tirosinaquinase, à supressão da angiogênese e os efeitos antioxidantes (Kass-Annese, 2000). As propriedades antioxidantes das isoflavonas parecem ser independentes da ligação com receptores estrogênicos (Macdonald et al, 2005). As isoflavonas parecem influenciar a proliferação celular (Wolters & Han, 2004). Em culturas de células de câncer de mama, a isoflavona da soja demonstra efeito antiproliferativo, dose dependente (Davis, 2001). Estudos in vitro indicam que atuariam como substância anti- proliferativa, inibindo a enzima tirosinaquinase (Peterson & Barnes, 1991); modulando a atividade enzimática dos esteróides (Scott et al, 2008); induzindo a apoptose (Kiguchi et al, 1994); e inibindo a angiogênese (Fotsis et al, 1995). Algumas pesquisas mostram que a suplementação da soja no alívio dos sintomas vasomotores pode ser segura em relação à mama (Nahas et al, 2004; Palacios et al, 2010; Manuella et al, 2011). Ainda, outros estudos associam a alta ingestão de soja com diminuição no risco de câncer de mama (Cho et al, 2010; Zhang et al, 2010; Andres et al, 2011; Dong & Qin, 2011). Uma meta-análise demonstrou tendência

significativa de redução do risco de câncer de mama com o aumento do consumo de alimentos de soja entre as mulheres asiáticas. Comparando com baixa ingestão de alimentos de soja (<5 mg de isoflavonas/d), o risco foi intermediário com a ingestão moderada (10 mg de isoflavonas / d) e menor com a ingestão elevada (>20 mg / d). Ingestão de soja em baixo consumo não foi relacionada ao câncer de mama em populações ocidentais, cujos valores mais altos e mais baixos de ingestão de isoflavonas foram cerca de 0,8 a 15 mg por dia (Wu et al, 2008a). Entre mulheres asiáticas, a ingestão de soja está associada a um menor risco de câncer de mama, sendo que várias linhas de pesquisa sugerem que a proteção máxima é atingida com uso da isoflavona desde a infância (Messina, & Wu, 2009; NAMS, 2011).

Pesquisas sugerem taxas de câncer de mama três vezes menores em populações asiáticas, onde o consumo de soja é elevado (Messina et al, 2006; Trock et al, 2006). Meta-análise de dados de coorte e caso-controle sobre o consumo de soja e o câncer de mama mostrou pequena redução no risco (Trock et al., 2006). Enquanto que outro estudo encontrou tendência significativa de redução de risco de câncer de mama com o consumo crescente de alimentos de soja (Wu et al., 2008a). Análise de pacientes tratadas de câncer de mama participantes do Shanghai Breast

Cancer Survival Study mostrou que o consumo de alimentos de soja (com média de

ingestão de 47mg/dia de isoflavonas) foi inversamente associado com risco de morte (RR=0,71) e recorrência do câncer de mama (RR=0,68) (Shu et al, 2009). Apesar desses dados epidemiológicos, os resultados dos estudos de intervenção disponíveis têm sido conflitantes. Até o momento não foram descritos grandes ensaios clínicos randomizados de longo prazo, com o poder de avaliar risco do câncer de mama e uso de isofalvona da soja. Não está claro se as isoflavonas de

diferentes fontes alimentares diminuem o risco de câncer de mama (Hopper et al, 2010).

Densidade mamária pode ser considerada um biomarcador do efeito de um tratamento sobre o tecido mamário (Atkinson & Bingham, 2002). Não há consenso em relação aos efeitos da isoflavona sobre a densidade mamária, devido à escassez de estudos na literatura, além de resultados conflitantes (Messina & Wood, 2008). Em estudo transversal, Nagel et al, avaliando 310 mulheres, demonstraram relação inversa entre alta ingestão de produtos de soja e a densidade mamográfica (Nagel et al,2005). Frankenfeld et al, avaliaram a relação entre o padrão de densidade mamográfica e a capacidade de produção de metabólitos da daidzeína (equol) em 55 mulheres na pós-menopausa. A densidade foi 39% menor entre as mulheres produtoras dos metabólitos quando comparadas a não produtoras (Frankenfeld et al, 2004). Esses resultados foram confirmados por Fuhrman et al, com 232 mulheres, com idade entre 48 a 82 anos, em que as produtoras de equol apresentavam menor porcentagem de densidade mamográfica quando comparadas as não produtoras (Fuhrman et al, 2008). Por outro lado, Ursin et al, em estudo transversal, avaliando a associação entre a ingestão de soja da dieta e a densidade mamográfica em 380 mulheres chinesas (50-69 anos de idade), constataram diferença de 4-5% na densidade entre mulheres do maior quartil e menor quartil de ingestão (Ursin et al, 2006). Enquanto que outras pesquisas não comprovam modificações de densidade mamária com uso de dieta rica em soja e seus derivados (Maskarinec et al, 2003; Verheus et al, 2008; Atkinson et al, 2009; Maskarinec et al, 2009; Lee et al, 2010).

Em 2010, em revisão sistemática e meta-análise do efeito da isoflavona sobre a densidade mamográfica, oito estudos clínicos controlados e randomizados

apresentaram critérios para serem incluídos na análise (Hooper et al, 2010). Entre os estudos avaliados, dois estudos empregavam a isoflavona da Red clover (Atkinson et al, 2004; Powles et al, 2008), três estudos avaliaram mulheres na pré menopausa (Maskarinec et al, 2002 e 2004; Tice et al, 2005), e apenas 3 estudos analisaram a isoflavona de soja sobre a densidade mamográfica em mulheres na pós menopausa (Marini et al, 2008; Verheus et al, 2009; Maskarinec et al, 2009). Marini et al, em estudo duplo-cego, placebo controlado, avaliaram o efeito da genisteína (54mg/dia) sobre o metabolismo ósseo de 138 mulheres osteogênicas. Durante intervenção de 3 anos, estudando a segurança sobre o tecido mamário, os autores não encontraram mudanças significativas na densidade mamográfica (Marini et al, 2008). Verheus et al, em estudo duplo-cego, placebo controlado, avaliaram os efeitos do consumo da soja sobre a densidade mineral óssea, função cognitiva e bem estar de mulheres na pós-menopausa. Essas foram randomizadas para receber proteína da soja (100mg/isoflavona/dia, n=70) ou proteína do leite (controle, n=56) durante um ano. Na análise das mamografias, observou-se diminuição da densidade mamária em ambos os grupos, sem diferença significativa (Verheus et al, 2008). Maskarinec et al realizaram estudo clinico, multicêntrico, duplo-cego, placebo controlado, com 303 mulheres na pós-menopausa, randomizadas para receber 80mg ou 120mg de isoflavona da soja ou placebo, tendo como objetivo principal o estudo da densidade mineral óssea. Em análise das mamografias pré e pós dois anos de intervenção, as diferentes doses de suplementação de isoflavona de soja não modificaram a densidade mamográfica (Maskarinec et al, 2009).

Evidências de ensaios clínicos randomizados indicam que consumo de alimentos de soja não aumenta a densidade mamária como relatado com a TH, além do que é possível que exposição a longo prazo de soja possa oferecer alguma

proteção contra o câncer de mama. Assim, novas abordagens de imagem de mama, como o ultrassom, podem ser úteis para compreender as influências nutricionais na densidade da mama em mulheres (Maskarenic et al, 2010). Contudo, até o momento não há estudos na literatura que avaliem o efeito da isoflavona de soja sobre o parênquima mamário por meio da ultrassonografia.

Dessa forma, a realização deste estudo se justifica com o intuito de avaliar a possível influência da isoflavona sobre o tecido mamário, pela mamografia e pela ultrassonografia.

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