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R ÉFÉRENTIEL DE CERTIFICATION : COMPÉTENCES

Fernanda Suellen de Souza1, Debora Aparecida Almeida2 e Luiz Fernando Gava3

1

Graduada em Ciências Contábeis, Universidade do Contestado - UnC, Campus Curitibanos, [email protected].

2

Professora e Pesquisadora vinculada ao Grupo de Estudos e Pesquisas em Administração e Ciências Contábeis - GEPACC da Universidade do Contestado- UnC, [email protected].

3

Professor do Curso de Ciências Contábeis da Universidade do Contestado - UnC, Campus Curitibanos, [email protected].

Palavras-chave: valoração empresarial,cálculo simplificado, microempresas. INTRODUÇÃO

É muito importante que o gestor ou o empresário tenha um conhecimento real de como está sua empresa. Entender uma análise financeira, observar como está o mercado, destacar quais são seus objetivos estratégicos, são fundamentais para poder estar preparado para quando houver o crescimento da empresa e a atração dos investidores, sabendo assim, se o valor que os investidores veem, é o que realmente ela vale. Com relação ao tema, questiona-se: Sua empresa realmente vale o que você imagina? E como o planejamento empresarial pode auxiliar na organização financeira das empresas, a fim de melhorar o valor dela no mercado?

A presente proposta tem a intenção de demonstrar que um bom planejamento financeiro é muito importante para qualquer que seja a organização, e é uma forma de organizar e planejar recursos para aumentar o seu valor no mercado. O objetivo é propor a demonstração do cálculo simplificado que avalia microempresas no mercado, e como ele pode auxiliar no controle das finanças evitando endividamentos desnecessários.

Para isso é importante ressaltar as formas de planejamentos, e compreender as partes que compõem um bom planejamento financeiro, dentro da linguagem contábil, para poder demonstrar o cálculo de avaliação que possa ser utilizado pelas microempresas, a fim de facilitar as informações e a tomada de decisões na hora que calcular o valor dela em meio ao mercado.

MATERIAL E MÉTODOS

A metodologia proposta foi de cunho exploratório permeada por um levantamento bibliográfico e documental composto por livros, revistas, artigos e links, que dispuseram de informações acerca do tema. O estudo pautou-se em uma proposição de ferramenta para valoração de pequenas empresas, percebe- se que esse tipo de estudo é vinculado à médias e grandes corporações, porém, é notório que as pequenas e microempresas empresas carecem de dados e informações que permitam considerar, efetivamente e financeiramente, o valor exato da sua valoração, considerando nesse cálculo aspectos qualitativos e quantitativos, tangíveis e intangíveis.

Pretendeu-se com o estudo oportunizar as microempresas à utilização da ferramenta como recurso primordial em processos de aquisição, venda ou fusão de empresas dos mais variados segmentos.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

O método escolhido para ser utilizado, foi o fluxo de caixa descontado, lembrando que existem mais outros dois métodos que também são mais conhecidos, sendo eles, avaliação por múltiplos, e valor patrimonial. Esse método foi escolhido, por ser destinado às microempresas, e as mesmas terem mais facilidade para entender o cálculo, visto que os outros métodos são avaliados através do patrimônio (tendo em vista um ativo alto), e avaliados pela bolsa de valores, o que não seria o mais comum para o caso, mas nada impede que os mesmos possam ser realizados.. O cálculo precisará das seguintes informações:

 Projeção do fluxo de caixa;  Taxa de desconto;

 Período do investimento.

Para a realização do cálculo precisa-se estimar o fluxo de caixa, projetar os valores que serão recebidos e descontar os valores a pagar dos próximos períodos, definir uma taxa de desconto baseando-se em oportunidades de investimento, como bolsa valores e a caderneta de poupança. Então basta trazer os resultados obtidos no cálculo para o valor presente, e somá-los. O cálculo consiste em dividir o valor anual de cada fluxo de caixa (VP), por 1 + (mais) a taxa (i). Neste caso utilizamos a taxa de rendimentos da poupança, elevada à potência do número de períodos (n) que serão avaliados. Logo:

Ano 1 – Fluxo de Caixa: R$ 22.583,04

Ano 2 – Fluxo de Caixa Estimado: R$ 13.979,52 Ano 3 – Fluxo de Caixa Estimado: R$ 9.028,80 Ano 4 – Fluxo de Caixa Estimado: R$ 9.342,96

Ano 5 – Fluxo de Caixa Estimado: R$ 13.793,52

Neste caso aplicamos a taxa de 6% baseando-se na oportunidade de investimento da poupança, pois a intenção é evidenciar a fórmula para microempresas, e as mesmas dificilmente possuem ações semelhantes na bolsa de valores. Então:

Ano 1 – R$ 22.583,04 / (1+0,06)¹ = R$ 21.304,75 Ano 2 – R$ 13.979,52 / (1+0,06)² = R$ 12.441,72 Ano 3 – R$ 9.028,80 / (1+0,06)³ = R$ 7.580,75 Ano 4 – R$ 9.342,96 / (1+0,06)⁴ = R$ 7.400,50 Ano 5 – R$ 13.793,52 / (1+0,06)⁵ = R$ 10.307,32 R$ 21.304,75 + R$ 12.441,72 + R$ 7.580,75 + R$ 7.400,50 + R$ 10.307,32 = R$ 59.035,05

Logo o valor da sua empresa, a partir do Fluxo de Caixa Descontado R$ 59.035,05. Pode-se observar que é um cálculo bem simples, e que requer apenas dados acessíveis e a vontade de saber o valor da sua empresa. Mas deve-se deixar claro que existem outros métodos, e esse talvez não seja o mais adequado para a realidade e a situação da empresa. Porém, é o modelo mais prático, descomplicado, de fácil entendimento, e de resultado imediato.

CONCLUSÕES

Além da perspectiva dos fluxos, apresenta-se na planilha a fórmula para o cálculo do valor de mercado da empresa. Essa proposição está em conformidade com a problemática vivida pelos microempresários quando sentem a necessidade de novos investimentos, ou até mesmo de negociação da sua empresa. Dada a carência de assessorias ou consultorias destinadas aos serviços específicos para microempresários, percebe-se uma boa alternativa de trabalho para os novos profissionais contábeis e a solução de muitos desafios enfrentados cotidianamente na infinidade de negócios espalhados pelas mais diversas regiões do país.

Para isso, foi muito importante ressaltar as formas de planejamentos, e compreender as partes que compõem um bom planejamento financeiro, dentro da linguagem contábil, para poder demonstrar o cálculo de avaliação que possa ser utilizado pelas micro e pequenas empresas, a fim de facilitar as informações e a tomada de decisões na hora que calcular o valor dela em meio ao mercado. Sendo assim, foi efetuada uma simulação, utilizando a planilha no sentido de exemplificação prática do modelo sugerido.

A partir disso, conclui-se que de fato, conforme os levantamentos bibliográficos, para o segmento em questão, o método escolhido é o mais prático, simples e justificável, desta forma, recomenda-se a utilização da planilha como uma ferramenta adequada para todas aquelas microempresas que estiverem passando por um processo de negociação, seja ele voltado para fusão/ampliação, ou venda. Também é válido mencionar que surge um questionamento: será que os profissionais da área contábil utilizam algum dos métodos de avaliação na hora de calcular o valor de uma empresa?

REFERÊNCIAS

1. GITMAN, Lawrence J..Principios de Administração Financeira. 12. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.

2. HOJI, Masakazu. Administração financeira e prática: Guia para educação financeira corporativa e gestão financeira pessoal. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2011.

3. PENSANDO GRANDE: MICROSOFT. Aprenda a calcular o retorno financeiro de um projeto ou empreendimento. 2012. Disponível em: <http://www.pensandogrande.com.br/aprenda-a-calcular-o- retorno-financeiro-de-um-projeto-ou-empreendimento/>. Acesso em: 21 ago. 2015.

4. STOCCHE, Carolina. Como saber se o valor que um investidor oferece pela minha empresa é o que ela vale? 2014. Disponível em: <https://endeavor.org.br/valuation-como-calcular-o-valor-da-sua- empresa/>. Acesso em: 16 set. 2015.

5. STOCKLER, Renato. 3 maneiras de calcular o valor de uma empresa. 2011. Disponível em: <http:// exame.abril.com.br/revista-exame-pme/edicoes/38/noticias/na-ponta-do-lapis>. Acesso em: 15 ago. 2015.

“SABE DE NADA, INOCENTE”: ANÁLISE DO DISCURSO DAS CAMPANHAS

PUBLICITÁRIAS QUE INVESTEM NA AUTODEPRECIAÇÃO

Renata de Oliveira1, Debora Aparecida Almeida2 e Emanuelle Clasen Olivo3

¹Graduada em Administração,Universidade do Contestado - UnC, Campus Curitibanos, [email protected].

²Professora e Pesquisadora vinculada ao Grupo de Estudos e Pesquisas em Administração e Ciências Contábeis - GEPACC da Universidade do Contestado- UnC, [email protected].

³Professora Pesquisadora vinculada ao Grupo de Estudos e Pesquisas em Administração e Ciências Contábeis - GEPACC da Universidade do Contestado - UnC, [email protected].

Palavras-chave: propaganda autodepreciativa, humor, marketing, análise do discurso. INTRODUÇÃO

Sabe-se que no século XXI, o mercado está cada vez mais exigente, pois a oferta está grande e muito acessível, por isso é um desafio para os publicitários se reinventarem para não perderem seus clientes. Por este motivo, são observadas campanhas de autodepreciação1, nas quais artistas, que já não estão mais no auge de suas carreiras, fazem propagandas engraçadas, com frases lembradas por todos. Artistas que não se importam com sua exposição, de certa forma ridicularizada, tentam se promover novamente no mundo das celebridades. Afinal, para muitos a fama é passageira. As propagandas on-line devem propor algo inovador para que não sejam confundidas com aquelas exibidas na televisão ou rádio. A presente pesquisa terá como ênfase a análise do discurso publicitário e suas estratégias de vendas. A identificação do problema delimita o universo da pesquisa e traz indagações que nos ajudam a direcionar o estudo e sua devida aplicação. Neste projeto procura-se responder às seguintes indagações: Qual a vantagem do “ridículo” na publicidade quando se trata de convencer o consumidor? A graça e o depreciativo podem ser um bom instrumento de marketing? Pretende-se entender como a graça da leveza pode contribuir para aproximar ex-ídolos de meros mortais. Este estudo revela a quebra de conceitos e de paradigmas, por vezes, considerados indestrutíveis. O tema contemporâneo da autodepreciação na propaganda é um assunto novo e que requer uma análise pontual e específica. Quanto ao desejo de estar na mídia novamente, ser lembrado pelas pessoas, de certa forma, traz benefícios, mas também pode ser interpretada de forma negativa pelos espectadores.

MATERIAL E MÉTODOS

A pesquisa foi caracterizada por um estudo exploratório de cunho qualitativo com coleta de dados bibliográficos e documentais. Inicialmente se esboçou teoricamente as questões relativas à propaganda, à publicidade e às mídias interativas. Num segundo momento, foi efetuado um estudo com documentos on- line que pautam especificamente peças publicitárias de cunho depreciativo. O método utilizado para delineamento da pesquisa foi sistematizado pela análise do discurso. O discurso é usado pelas mídias de comunicação, nas quais se podem ver propagandas com ar de deboche, com celebridades que estão ligadas à aparência e ao desejo de estar em grupos com influências. Com suas origens no campo da linguística, a análise do discurso tem sido bastante utilizada e possui um papel relevante nas pesquisas, principalmente, quando se lida com investigações arroladas às construções ideológicas, políticas e sociais. A aquisição faz parte da vida dos consumidores, o que torna, assim, o mercado cada vez mais competitivo. Desta forma, as marcas optam por um novo meio de publicidade: o discurso autodepreciativo, no qual se pode encontrar propagandas com humor2. Vale mencionar que o humor na publicidade funciona porque é generoso, ele dá alguma coisa à pessoa que está lá na outra ponta da comunicação. “Respeita a sua inteligência e permite que ele possa interagir com a mensagem, completando o círculo da informação. Como em tudo na vida o humor sinaliza e mostra que há uma pessoa real no ponto de onde a mensagem está sendo emitida“ (FEDRIZZI, 2003, p.78). O humor é uma estratégia de venda que, de certa forma, é aceita pelas pessoas, pois se trata de algo engraçado que provoca sensação de alegria. Assim, entende-se que o receptor está satisfeito.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A propaganda está vinculada a uma série de estratégias a fim de promover determinado produto, através da atenção e apreciação do possível consumidor que recebe as informações contidas na divulgação. O comercial da empresa Bom Negócio.com criado pela NBS, foi ao ar em fevereiro de 2014 e foi exibido na rede de TV aberta no horário nobre, que corresponde ao período em que a audiência televisiva é maior. O comercial possui 30” segundos de duração e, de forma objetiva, com linguagem simples e utilização de “bordões”, apresenta o serviço prestado pela empresa. Busca atrelar a atenção do consumidor através da presença de personagem famoso, porém, distante da mídia: o Compadre Washington , bem como o jingle que favorece à memorização da marca e nome da empresa, tudo apresentado diante de uma situação cotidiana do ambiente familiar. A primeira cena apresenta o ambiente: área de lazer residencial com a presença de piscina, espreguiçadeiras e os proprietários usufruindo de maneira tranquila das comodidades proporcionadas pelo local. Em seguida os personagens estão dispostos em suas atividades:

1

Quando a própria pessoa se desvaloriza. Não valoriza sua imagem, suas capacidades etc. Só ver coisas negativas em si mesmo.

2

dentro da piscina, há uma criança e um adolescente, que aparentam ser filhos do casal. Utilizando a escada para sair da piscina, está uma mulher em trajes de banho, com o cabelo solto, e, ao lado, o homem parcialmente deitado em uma espreguiçadeira. Diante da cena familiar, na tranquilidade de um dia ensolarado, surge o personagem da análise proposta. O personagem Compadre Washington aparece de forma instantânea e dá vida, de forma irônica, ao velho aparelho de som sobre a pia.O personagem se utiliza de frases populares, e com sotaque e palavras que remetem à cultura da região nordeste. “Eita,

mainha danada. Que abundância, meu irmão. Assim você vai matar papai, viu?! Esse aí que é seu marido, é? Sabe de nada, inocente. Vi, vi ordinária”. Sua participação dura 12 segundos, o que corresponde a 40% da duração do comercial. O personagem se apresenta de maneira petulante e interfere na tranquilidade da família. Logo em seguida sai de cena, ficando em seu lugar apenas o vestígio de fumaça.Na sequência, a imagem apresenta a tela do notebook, pelo qual o homem acessa a página virtual da empresa Bom Negócio.com. Nesse instante ele pronuncia: “Fiz um bom negócio!” Aos 18 segundos, inicia a melodia do jingle ao fundo e é apresentado o discurso do narrador: “Tá sobrando? Faz logo um bom negócio. Anuncia, vende!”. Uma campanha com textos curtos e pontuais agradou muito o público, pois quebrou o paradigma do politicamente correto. Durante o discurso do narrador, segue a tomada de cena com confirmação da venda mediante a entrega do aparelho de som ao comprador. Os personagens com semblantes felizes remetem à satisfação com o negócio. O jingle é então apresentado “A cada um minuto, quatro coisas vendem. Bom, bom, bom negócio ponto com”. E finaliza com o discurso do narrador: “Já vendeu!”. A exibição do comercial na televisão ficou suspensa por cinco meses, conforme matéria publicada no Site G1. Em 30/10/2014, o Conar recebeu várias reclamações quanto à decisão e optou pelo arquivamento do processo. Entretanto, nesse período, o vídeo continuou a ser exibido no YouTube, e na época contava com mais de 8,5 milhões de visualizações (GLOBO.COM, 2014b). Mesmo diante dos contratempos, é possível avaliar que este novo modelo de explorar a publicidade é duplamente eficaz, porque promove a empresa e o seus serviços bem como o personagem elencado, cuja figura é publicamente conhecida, porém, distante da mídia e do cenário publicitário há alguns anos. O comercial da empresa foi pioneiro na modalidade de autodepreciação e abriu espaço para demais comerciais com a presença de outras figuras ilustres tais como o jogador argentino Diego Maradona, o humorista Tiririca, entre outros. Vale mencionar que a propaganda ora apresentada não deprecia tão somente o personagem enquanto ex-celebridade, visto que também faz menção ao papel feminino de forma pejorativa. Contudo, apesar de tantas considerações, o que se conclui é que o “humor” das peças publicitárias tem se sobreposto a todas as contrariedades e, pelo que se constata, as propagandas de cunho autodepreciativo possuem ainda um longo caminho pela frente.

CONCLUSÕES

Para a criação do discurso, diversas são as estratégias utilizadas na articulação da propaganda. Nos últimos tempos, percebe-se a crescente utilização de peças publicitárias com ênfase no humor. O humor é uma estratégia de venda que, de certa forma, é aceita pelas pessoas, pois se trata de algo engraçado que provoca sensação de bem-estar. Assim, entende-se que o receptor está satisfeito. Diante da análise proposta pela presente pesquisa, compreende-se que o humor aliado à nostalgia, dispostos em apenas trinta segundos ilustrativos com recursos bem distribuídos, possui efeitos positivos sobre o receptor. A presença do personagem conhecido, porém, ausente da mídia, desperta o sentimento nostálgico, fazendo relembrar determinados momentos com seu aparecimento. Também não é possível deixar de considerar o esboço pejorativo da imagem feminina, porém, ao considerar o intuito central do artigo em avaliar os reflexos positivos de marketing, cabe-nos recomendar um estudo mais pormenorizado acerca das questões psicológicas e comportamentais subentendidas no decorrer do estudo. Diante da aceitação e da abrangência que o comercial obteve, tanto em sua exibição na televisão, quanto nas redes sociais e na internet, os bordões utilizados pelo Compadre Washington evidenciaram a empresa Bom Negócio.com e também promoveram o espaço de sua figura artística na mídia novamente. Enfim, diante da complexidade do tema muito ainda se tem a pesquisar e a conhecer, resta-nos o bordão eternizado pelo Compadre Washington: “Sabe de nada, inocente!”

REFERÊNCIAS

1. FEDRIZZI, Alfredo. O humor abre corações e bolsos. Rio de Janeiro: Editora Litta, 2003.

2. BOM NEGÓCIO. Comercial Rádio Compadre. 5 fev. 2014. Disponível em: https://www.youtube. com/watch?v=VFiyy_o-37s Acesso em: 21 de out. de 2015.

3. GLOBO.COM. G1. Após pedidos Conar libera comercial com Compadre Washington. 30 out. 2014b. Disponível em: http://g1.globo.com/economia/midia-e-marketing/noticia/2014/10/apos-pedidos- conar-libera-comercial-com-compadre-washington.html Acesso em : 27 out. 2015.

PARTICIPAÇÃO SOCIAL NO CONTROLE DA EXECUÇÃO DOS GASTOS