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Chapitre V. Résultats expérimentaux et discussion

2 Décomposition par exploitation de la cyclostationnarité

2.2 Résultats de la décomposition

Porque informação e conhecimento são coisas distintas (Sousa 2006: 541).

Falar dos meios de comunicação social (MCS)2 obriga-nos necessariamente a fazer uma menção ao papel preponderante que esses meios têm na sociedade e no mundo em geral. Desde o surgimento dos primeiros MCS, Imprensa, Rádio e Televisão, que se procura compreender as possíveis consequências destes meios na sociedade e qual o seu papel enquanto criadores de opinião e de transmissores de conhecimento (Silva 2009:1).

Para Sousa (2006: 542):

(...) os livros, jornais e revistas transformaram a civilização, pois moldaram a esfera pública moderna, contribuíram para as transformações sociais, políticas e económicas, promoveram a educação e o interesse pelo mundo, fizeram circular ideias e informações, modificaram a cultura (Sousa 2006: 542).

Fatores como a industrialização, a alfabetização, a urbanização, os progressos técnicos e a elevação do nível de vida foram, segundo Sousa (2006: 542), responsáveis pela expansão dos livros e dos jornais. Também o “demo-liberalismo, motivado pela ascensão da burguesia ao podes, a partir dos séculos XVII/XVIII, promoveu o debate político, o que ajudou a consolidar os mecanismos da oferta e da procura de livros e jornais” (Sousa 2006: 542).                                                                                                                

2 Os MCS ou mass media são os meios que possibilitam a difusão de uma mensagem a uma vasta e heterogénea audiência. O termo: comunicação social emergiu como contraponto à ideia de comunicação de massas que significa o mesmo, mas sem a carga, negativa, da existência de uma massa amorfa e passiva que tudo aceitava passivamente como chegou a ser assinalado pelas primeiras teorias dos fenómenos comunicacionais como é exemplo a teoria hipodérmica (Silva 2006: 1).

Várias questões podem ser feitas sobre o futuro. Irão os suportes electrónicos (mesmo para livros e jornais) destronar o papel? No futuro teremos jornais, revistas e livros como temos hoje? Ninguém pode responder definitivamente a estas questões.

Segundo Sousa (2006), a importância dos MCS assenta na capacidade que estes têm em representar as pessoas, a sociedade e a cultura. Já que, “é pelos MCS que se sabe o que se passa no mundo, que se conhecem e visualizam outras culturas, que se sabe o que existe, o que se publica ou que se faz” (Silva 2006: 3). Estes apresentam assim, um papel de responsabilidade social, na medida em que produzem e reproduzem, constroem e reconstroem processos sociais e culturais (Sousa 2006: 539). Ou seja, os MCS são desenvolvidos tendo em consideração a sociedade em que estão presentes, mas também influenciam essa mesma sociedade através dos conteúdos que expõem. Como tal podemos depreender que a sociedade e os MCS apresentam uma estreita relação e se mondam ou influenciam mutuamente.

Acreditamos, também, que através da história dos veículos de comunicação é possível acompanhar as transformações da sociedade, as mudanças de valores, as alterações de comportamento ao longo do tempo (Januário 2009: 2). Uma vez que, segundo Sousa (2006), os meios de comunicação têm um papel fulcral na definição de comportamentos e atitudes aceitáveis e convenientes no meio social, “no estabelecimento dos parâmetros da normalidade, na disponibilização de informação, na promoção do conhecimento e na oferta social de referentes sobre a realidade” (Sousa 2006: 539). A par dos meios de comunicação podemos encontrar outros agentes mediadores, como a escola e a família, embora com menor influência do que os primeiros (Sousa 2006: 539). Como tal, os MCS são de forma recorrente utilizados para estudar ou compreender as transformações sociais que ocorrem ao longo dos tempos.

Segundo Ghilardi-Lucena, “os meios de comunicação têm um grande poder de persuasão e convencimento devido ao espaço que ocupam no mundo moderno. A maior parte de sua produção tem, portanto, valor de verdade, o que faz com que as representações que constroem pareçam reais” (Ghilardi-Lucena 2005: 1020). Por isso é que ao compreendermos a história dos meios de comunicação conseguimos compreender a história do género, já que:

As representações veiculadas pela media ao mesmo tempo em que derivam das atitudes dos indivíduos e dos valores que cada segmento social considera, também reforçam tendências de comportamento ou propiciam a instauração de novos valores, dando uma espécie de aval para que determinadas modificações comportamentais se solidifiquem. Há, nesse caso, uma via de mão dupla em que tanto a media constrói as representações a partir do mundo real, quanto este se transforma, em grande parte, pelas representações veiculadas

Por outro lado, os MCS “tiveram um papel importante, talvez mesmo decisivo, na emancipação das pessoas face à ignorância e na construção do ambiente de “conhecimento geral” que caracteriza os nossos tempos” (Sousa 2006: 539). Ou seja, os MCS são uma arma poderosa, que pode ser utilizada para instruir a população em geral.

Como tal, Jorge Pedro Sousa, no seu livro “Elementos da Teoria e Pesquisa da Comunicação e dos Media” conclui que a influência exercida pelos meios de comunicação social nas pessoas e na sociedade em geral é mais positiva do que negativa (Sousa 2006: 539). Tal como intuíam McLuhan e Innis, os meios de comunicação social tiveram e têm um papel preponderante na determinação da história das civilizações, das sociedades e das culturas. Contribuindo, em grande parte para a globalização a que assistimos (Sousa 2006: 539).

Nos dias de hoje, com o surgimento de novos media3 é possível identificar um aumento exponencial no poder que estes têm em atingir um maior número de pessoas (Silva 2009: 1). Experimentamos, assim, grandes transformações na forma como nos expressamos e comunicamos, em parte, por responsabilidade dos novos media, que têm influenciado as relações sociais e os processos de produção, reprodução, representação, construção e reconstrução da sociedade e da cultura, a nível local e global (Sousa 2006: 540).

Isto leva-nos a outro paradoxo da contemporaneidade. Articulados com outros fenómenos, como o turismo e a mundialização da economia, os meios de comunicação fomentam uma cultura global e permitem a aparição de movimentos sociais globais e de modos de vida cosmopolitas, mas também potenciam a preservação e projeção das culturas locais e de "culturas de resistência", ao ponto de se poder falar de uma glocalidade (Sousa 2006: 540).

A aquisição, por parte de grandes multinacionais, dos meios emergentes e tradicionais, tem levado à criação de grandes oligopólios e alianças transnacionais na área da comunicação. Esta tendência por um lado resulta no aproveitamento de sinergias, mas poderá também resultar numa ameaça à diversidade, à democracia e à polifonia no seio das sociedades e das culturas (Sousa 2006: 540). Consequentemente, à medida que a concorrência aumentou, os produtores do universo da comunicação de massas empreenderam uma luta pela audiência (Silva 2009: 1).

                                                                                                               

3 São aqui entendidos como novos media todos os meios que apareceram no âmbito das novas tecnologias.  

Por outro lado, há que considerar, na evolução dos MCS, a importância da interatividade e da facilidade com que cada pessoa consegue colocar conteúdos na Internet, o que resulta numa redefinição dos papéis tradicionais dos mediadores na produção de conteúdos. Como é o caso dos jornalistas (Sousa 2006: 540).

A Internet, meio de comunicação assente numa tecnologia que se carateriza pela “facilidade de acesso à esfera de produção, pela convergência mediática, a interatividade, a hipertextualidade e a heterogeneidade das características” (Cogo e Brignol 2011: 75) emergiu no final do século XX, como uma possível resolução para alguns problema, pela facilidade em fazer chegar conteúdos às pessoas, graças à sua ubiquidade e instantaneidade (Ferreira 2012: 1). Além das características que permitem aos MCS reduzir o impacto negativo do tempo e da distância na sua distribuição, a internet serviu também de base para o surgimento de novas ferramentas e plataformas, que se transformaram em importantes aliados para os media, facilitando a aproximação a novas fontes e ao público (Ferreira 2012: 1).

Os MCS procuraram, assim, aproveitar a internet para chegarem mais longe, ficarem mais próximo dos consumidores e até mesmo para cativarem novos públicos (Ferreira 2012: 1).

O acesso facilitado à Internet faz com que por vezes o jornalismo e os jornalistas “tradicionais” sejam ultrapassados. Como referimos anteriormente, esta nova era está repleta de oportunidades, mas também de desafios ou mesmo riscos. Já que, essa facilidade resulta muitas vezes na falta de triagem entre o que realmente é importante ou mesmo verídico.

Talvez aos jornalistas do futuro continue a estar reservado o papel que afinal sempre foi o seu: de seletores e hierarquizadores de informação e de análise dos acontecimentos e das problemáticas relevantes da atualidade, porque informação e conhecimento são coisas distintas (Sousa 2006: 541).

“É neste panorama que o perfil do jornalista sofre alterações, as publicações passam a dedicar-se mais a informação personalizada, portanto o jornalismo especializado tende a se desenvolver cada vez mais” (Abiahy 2000: 5). Ou seja, numa altura em que a densidade de informação atinge níveis anteriormente inimagináveis surge uma necessidade acrescida de selecionar essa informação, de verificar a sua validade e de a dispor de modo a que o consumidor final (leitor) consiga encontrar mais facilmente aquilo que lhe interessa. Também para Cazaneuve (1976) o progresso dos meios de comunicação, determinado pelo avanço tecnológico, tende a diluir, nitidamente, o estigma “massificador” tradicionalmente associado

obter o maior nível de audiências possível, procuram, também, moldar e personalizar os seus produtos, orientando-os para segmentos de público mais discriminados.

Assim, também Ramírez e Moral (1999: 7) acreditam que o acelerado desenvolvimento tecnológico infligiu um crescimento exponencial na diversidade de conhecimento. Esse aumento acarreta uma necessidade acrescida de especialização (Ramírez e Moral 1999: 7). Ou seja, facilmente compreendemos que na era tecnológica existe uma grande necessidade de fragmentar as áreas do saber, de modo a que seja possível uma maior exatidão, um maior rigor no tratamento de cada uma (Ramírez e Moral 1999: 7).

Assim, segundo Maciel (2006: 39) a segmentação em todas as áreas da comunicação vem aumentando, e a cultura de massa tem vindo a ser permutada pela personalização (Abiahy 2000 cit. in Maciel 2006: 39). É neste contexto que surge a imprensa direcionada para o género feminino. Uma vez que, na sociedade e consequentemente nos MCS, ou porventura por ordem inversa, novos papéis e perfis têm sido definidos, tendo em consideração os avanços tecnológicos, o turismo e a mundialização da economia, mas também um novo perfil da mulher contemporânea (Januário 2009: 2) o que revela uma necessidade acrescida de criação de conteúdos direcionados para estes novos perfis.

Nos media, há sempre um espaço dedicado à discussão sobre sexo, que consequentemente está relacionado com o género. Segundo Costa (2000), “o veículo revista é o mais utilizado para repassar informações sobre temáticas sexuais a esses públicos. Até no processo de segmentação das revistas a preferência sexual é considerada como um dos fatores determinantes do público leitor” (Costa 2000: 36). Daí, a segmentação das revistas que “pode ser por um tema (sexualidade) e por um público (masculino ou feminino), entre outras variações” (Costa 1986: 37).

Uma revista pode, por exemplo, ser voltada ao público feminino em geral, despertando o interesse de todo o público feminino, ou ainda, dentro da segmentação “mulher” se direcionar ao público teen, abarcando assim um segmento ainda mais especializado (Maciel 2006: 39).

Calcula-se que o primeiro periódico feminino, Lady’s Mercury, foi lançado na Grã- Bretanha em 1693 (Cabral 2005: 3).

Como refere Ana Jorge, “quer como meio para estratégias de construção de identidades coletivas, quer como veículos de identidade de género ou de outros grupos, os media parecem estar no centro das questões de identidade” (Jorge 2007: 13).

2.3.1. Revistas

A informação é um produto cultural, sendo uma das suas características principais o facto de não se extinguir no ato de consumo

(Silva 2004: 8).

Sousa (2006: 545) acredita que as primeiras revistas existem desde os alvores do século XVIII.

Tinham a designação museums e consistiam em coleções de temas de interesse geral. A designação magazine é posterior. Trata-se de um termo de origem francesa, criado à imagem da palavra magasin, que significa armazém. As revistas, ou magazines, são, assim, publicações com conteúdos temáticos diversificados. Os britânicos usaram o termo magazine, baseado no conceito francês, para abarcar praticamente todas as publicações periódicas não diárias (Timóteo Álvarez, 1992:163).

Segundo Timóteo Álvarez (1992:163), a publicação que estabeleceu as características das revistas magazines foi The Gentlemen’s Magazine, fundada em 1731, por Edward Cave. Sendo esta publicação a primeira a usar a denominação magazine (Timóteo Álvarez, 1992: 163).

Timóteo Álvarez (1992: 163) caracteriza o modelo de magazine apresentado por Cave como o magazine de assuntos gerais, que apresenta as seguintes características: formato reduzido, volume relevante, periodicidade não diária, conteúdos leves orbitando em torno da trilogia política, sociedade, entretenimento. Na contemporaneidade poder-se-ia acrescentar conteúdos de crescente relevância tais como: a economia, a cultura, o desporto, a ciência, a tecnologia, o ambiente, entre outros (Timóteo Álvarez 1992: 163 cit. in Sousa 2006: 546)

Nos anos oitenta do século XIX, as revistas iniciaram o caminho da segmentação e da especialização, começando pelas revistas para mulheres. Em 1900, o Ladie’s Home Journal já contava com uma tiragem de um milhão de exemplares (Timóteo Álvarez 1992: 163).

No final do século XIX, o primeiro modelo de Novo Jornalismo de Pulitzer e Hearst influenciaram algumas revistas de assuntos gerais. No entanto, manteve-se a clássica trilogia de conteúdos: política, sociedade, entretenimento (Timóteo Álvarez 1992: 163).

modelos de revistas, que ainda hoje subsistem4” (Sousa 2006: 546):

- Revistas de assuntos gerais – Segundo este autor, as revistas de assuntos gerais “são baseadas no modelo mais antigo de revistas, que se caracterizam por incluir todo o tipo de artigos capazes de interessar o leitor, independentemente da temática” (Sousa 2006: 546).

- Revistas de informação noticiosa – (newsmagazines) estas revistas têm os seu foco na informação noticiosa, política, económica, social, desportiva, cultural, etc. Como exemplo deste tipo de revista temos a Time e a Newsweek. Em Portugal podemos referir a Focus, a Visão e a Sábado (Sousa 2006: 546-547).

- Revistas de informação especializada – Estas revistas são consideradas pelo autor como um subtipo das revistas de informação noticiosa. Uma vez que mantêm as características informativas e noticiosas, mas especializam-se em determinados assuntos, como a economia, cinema, negócios, desportos motorizados, ciência, ambiente, etc. (Sousa 2006: 547).

- Revistas visuais – As revistas visuais caracterizam-se por eleger o fotojornalismo como veículo privilegiado de informação. Como é o caso da revista Life. “Estas revistas pontificaram no mercado entre meados do século XIX e meados do século XX, antes da expansão da televisão. Essas revistas chegaram a ter tiragens de milhões de exemplares. Algumas delas subsistem, embora com mudanças e interregnos na publicação” (Sousa 2006: 547).

- Revistas urbanas – As revistas urbanas (RU), como o próprio nome indica, dirigem-se a um público urbano, normalmente com um grau médio ou elevado de educação formal. “São revistas que cultivam o hedonismo e as vantagens de se viver numa sociedade consumista, rica e desenvolvida. São refinadas, leves, detalhadas e, por vezes, engraçadas, assumindo, frequentemente, uma vocação de                                                                                                                

4 A sistematização proposta por Sousa (2006:546) é parcialmente influenciada pela realizada por Timóteo Álvarez (1992: 164-166).

conselheiras comportamentais.” (Sousa 2006: 547). Deste modo, atribuem bastante relevo a detalhes da vida quotidiana, como é o caso das relações sociais, o sexo, a maquilhagem, a gastronomia, o exercício físico, a moda, a vida saudável, a saúde, os filhos e amigos, a carreira, as regras de etiqueta, as artes, os restaurantes, os bares e discotecas, as viagens e destinos, os hotéis, os programas de TV, entre tantos outros pontos. A Cosmopolitan é um exemplo destas revistas, que são bastante populares. Há ainda algumas revistas que apresentam também conteúdos eróticos, como é o caso da Playboy (Sousa 2006: 547-548)

- Revistas urbanas de elite – As revistas urbanas de elite são, segundo Sousa (2006:548), um subtipo das revistas urbanas. Como exemplo deste tipo de revistas o autor apresenta a New Yorker. Estas revistas são caracterizadas por uma apresentação formal cuidada, volume denso, sobriedade, profundidade e densidade de conteúdos (ensaios e análises sobre política, economia, sociedade, cultura, entre outros) (Sousa 2006: 548).

- Revistas urbanas populares - Nestas revistas os conteúdos são semelhantes aos das revistas urbanas, mas a linguagem e o tratamento dos temas é notoriamente “popular”. Por norma, estas publicações dão grande destaque a informação sobre televisão (programação, telenovelas, artistas, etc.). A Maria é um exemplo destas revistas (Sousa 2006: 548).

- Revistas urbanas juvenis - Outro subtipo das revistas urbanas, as revista urbanas juvenis ou imprensa juvenil, como são comummente conhecidas, são idealizadas como as anteriores, mas a sua linguagem, os seus conteúdos são direcionados passa um público mais jovem, em particular para os adolescentes (Sousa 2006: 548).

- Revistas cor-de-rosa ou imprensa do coração – Estas são caracterizadas por Sousa (2006:548) como revistas de informação especializada no “social”, na vida

“Um subtipo de revistas cor-de-rosa é constituído por certas revistas de televisão, como a TV Guia, que são um misto de revistas de informação (sobre televisão) e de revistas do coração (pois falam dos atores e das suas vidas, das estrelas da TV, etc.)” (Sousa 2006: 548).

Sousa (2006:548) defende que além das revistas-magazines, citadas anteriormente, existe outro tipo de revistas que, por vezes, se situam já muito perto do livro, como é o caso das revistas científicas. Estas revistas são preenchidas com resenhas de livros, textos científicos e mesmo com artigos científicos onde os pesquisadores apresentam as suas descobertas. “Estas revistas, dada a sua difusão internacional, particularmente quando são escritas em inglês, têm grande impacto e, por vezes, também grandes tiragens, capazes de rivalizar com as tiragens das revistas- magazines. No entanto, a sua circulação é reduzida, já que se circunscreve a públicos-alvo restritos” (Sousa 2006: 548-549).

As revistas podem ser classificadas, não só pelo seu conteúdo, mas também pela sua periodicidade (semanais, quinzenais, mensais, etc.) e pela sua difusão (local, regional, nacional, internacional) (Sousa 2006: 549).