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III.4 Les transformations explicites dans Amaya

III.4.2 Spécification des transformations

III.4.2.2 Règles de génération

As principais patologias do pescoço são os linfonodos e as massas cervicais. Existem vários tipos de linfonodos, sendo alguns anatómicos e outros patológicos. Os linfonodos normais, são geralmente invisíveis em TC. Quando se conseguem visualizar apresentam um formato ovóide e densidade homogénea de tecidos moles com dimensões normais tipicamente inferiores a 1cm. Linfonodos reactivos ou neoplásicos, podem possuir o padrão dos linfonodos normais mas as suas dimensões são superiores a 1,5 cm de diâmetro. Os linfonodos necróticos, independentemente das suas dimensões possuem sempre uma transparência central. Grandes linfonodos homogéneos são frequentemente visíveis no línfoma e mononucleose infecciosa. O realce total ou parcialmente uniforme de um nódulo aumentado é frequentemente encontrado em situações infecciosas.

A calcificação de linfonodos é invulgar, normalmente estes depósitos calcificados são resultantes de doença granulomatosa prévia.

Da grande diversidade de massas cervicais podemos destacar as massas nodulares isoladas, podem imitar uma grande variedade de lesões no pescoço incluindo massas de origem congénita, neuronal ou infecciosa por isso é que a história clínica é fundamental na realização de um diagnóstico diferencial.

Múltiplas massas no pescoço, são provavelmente secundárias ao aumento nodular. Embora seja necessário a realização de uma citologia por aspiração ou biopsia por excisão, para confirmar o diagnóstico de doença nodular, a identificação de certos padrões em TC facilita a avaliação clínica.

Antecedendo a realização de uma tomografia ao pescoço deve ser realizado um exame físico que permite a detecção de massas palpáveis. A TC permite uma melhor caracterização das lesões se o protocolo por realizado de acordo com o protocolo do quadro 38.

Quadro 38: Protocolo para estudo de rotina do pescoço - cortes axiais

Posicionamento Paciente em decúbito dorsal, membros superiores em extensão ao longo do corpo.

Cabeça em extensão, facilitada com a colocação de apoios almofadados por baixo do pescoço.

Topograma Perfil a abranger todo o pescoço.

Altura mesa A meia distancia antero - posterior do pescoço.

Centragem A nível das clavículas.

Cortes Inicio dos cortes a nível do cavum faríngeo até ao arco aórtico. Para o estudo geral do pescoço não é necessária a inclinação da gantry. Cortes axiais de 5mm de espessura com avanços de 5 mm.

FOV Scan FOV, de cabeça.

Display FOV, de 180 mm.

Filtros Filtro de reconstrução utilizado é o de partes moles.

Valores exposição kVp:120: mAs 250.

Respiração Respiração suave. Deve ser solicitado ao paciente que permaneça imóvel e respire calmamente durante a realização do exame.

Pitch 1,4.

Contraste Concentração de 300 ou 320 mg de iodo por ml. Rácio de 1 ml/Seg.

Delay de 30 segundos.

Volume total de 100ml.

Reconstrução Com intervalos de 3mm.

Fotografia /impressão Fotografar topograma sem e com cortes.

Fotografar em janela de partes moles e eventualmente osso.

Se detectarmos a presença de alguma massa, o estudo deve ser completado com a realização de cortes mais finos na região em questão (2 a 3 mm de acordo com o tamanho da lesão).

10.2.1. TC da laringe

A maioria dos estudos da laringe por TC é realizada para avaliação de pacientes com prováveis lesões tumorais, ou no caso de traumatismos (fracturas das cartilagens da laringe).

A rouquidão em alguns pacientes também pode ser em certos casos devida a paralisia das cordas vocais cujo estudo por TC (quadro 39), permite uma avaliação eficaz.

Quadro 39: Protocolo para estudo da laringe - cortes axiais.

Posicionamento Paciente em decúbito dorsal, membros superiores em extensão ao longo do corpo. Cabeça em extensão, facilitada com a colocação de apoios almofadados por baixo do pescoço.

Topograma Perfil a abranger todo o pescoço.

Altura mesa A meia distancia antero - posterior do pescoço

Centragem A nível das clavículas.

Cortes Cortes axiais de 3mm de espessura com avanços de 3mm e inclinação infra orbito - meatal desde a base do crânio até ao osso hióide; cortes de 2mm de espessura com 2 mm de avanço e angulação paralela ao osso hióide desde o referido osso até ao término da laringe.

FOV Scan FOV, de cabeça. Display FOV, de 180 mm.

Filtros Filtro de reconstrução utilizado é o de partes moles.

Valores exposição kVp: 120: mAs 250.

Respiração Respiração suave. Deve ser solicitado ao paciente que permaneça imóvel e respire calmamente durante a realização do exame.

Pitch 1,4.

Contraste Repetição dos cortes com injecção de produto de contraste endovenoso se necessário. Concentração de 300 ou 320 mg de iodo por ml.

Rácio de 1 ml/Seg.

Delay de 45 segundos.

Volume total de 100ml.

Reconstrução Com intervalos de 3mm.

Fotografia /impressão Fotografar topograma sem e com cortes.

Fotografar em janela de partes moles e eventualmente osso.

Se necessário repetir, os cortes de 2mm a nível das cordas vocais em fonação aguda que será traduzida por uma aproximação das cordas vocais, sendo desta forma uma eventual paralisia das cordas vocais facilmente detectada. Deve ser solicitado ao paciente que permaneça imóvel e respire calmamente durante a realização do exame. Devem ser efectuadas medições a nível das cordas vocais nos cortes sem e com fonação.

Podemos utilizar o protocolo citado no quadro 40 realizado num equipamento de tomografia multidetectores.

Quadro 40: Protocolo para estudo da laringe em TCMD.

Parâmetros TC 4- 8 Cortes TC 10-16 Cortes TC 32-64 Cortes

kV 120 120 120 Tempo de rotação (s) 0,5 0.5 0,5 mAs 150 150 150 Colimação (mm) 1/1,25 0,625/0,75 0,6/0,625 Pitch 1,375-1,5 0,9-1,5 0,9-1,5 Incremento de Reconstrução (mm) 1 0,5 0,5 Espessura de Reconstrução (mm) 1,25-3 0,75 -1,3 0,75 -1,3

Kernel Convolação Standard Standard Standard

Contraste