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Questionnaire developed for the contingent valuation survey

Dans le document ACTeon Innovation, policy, environment (Page 82-93)

Após contextualizar, no capítulo 3, as questões relativas ao processo de desenvolvimento da indústria farmacêutica mundial, da Política de Medicamentos e de Assistência Farmacêutica desenvolvida na atualidade, pode-se observar claramente que nossa intenção foi partir de um macro universo representado pelas questões supra mencionadas até chegar ao micro universo composto pela farmácia hospitalar.

Para tanto, é importante se ter em mente que o profissional farmacêutico na atualidade, que deseje se especializar em farmácia hospitalar, além dos conhecimentos técnicos inerentes as atividades da área deve também adquirir conhecimentos de gestão. Em farmácia hospitalar não podemos desvincular as atividades técnicas das gerenciais.

A Questão do processo de gestão em saúde vem merecendo nas últimas décadas atenção cada vez maior dos profissionais de saúde, principalmente em virtude da demanda crescente da necessidade de assistência à saúde pelas populações, também demograficamente crescentes em termos mundial, como também pelo avanço constante das tecnologias utilizadas para tratamento, diagnóstico e prevenção das nosologias prevalentes que normalmente para serem disponibilizadas exigem um alto custo em contraponto com a carência orçamentária e financeiras de recursos disponibilizados pelos governos para tal fim.

Fica a pergunta: Como gerir um sistema ou serviço de saúde que cada mais é solicitado pelas populações demandantes, cada vez mais ciente de seus direitos sociais compatibilizando os recursos existentes com as necessidades reais de assistência à saúde necessárias para atendimento de uma demanda crescente da população?, A resposta está no processo de gestão dos recursos disponíveis de forma adequada e responsável, e pela autilização de métodos racionais de gestão que permitam a otimização dos gastos com saúde.

Para que possamos discutir gestão em saúde temos que primeiro ter idéia de alguns conceitos preliminares entre os quais podemos destacar:

Organização Sistema de Saúde

Segundo Baez, Sanches,Louro e Mittendorf(1994), definimos como organização um sistema composto por sub sistemas que se integram através de recursos, métodos e processos organizativos de forma a atingir objetivos e metas.

É importante assinalar que a palavra organização seria um termo genérico para definir qualquer tipo de estrutura de produção social. As organizações podem ser micro ou macro dependendo do contexto em que estão sendo analisadas. Como exemplo de uma organização micro podemos citar as nossas próprias famílias que funcionariam como células ou sub sistemas de uma organização macro representada por qualquer sistema social

Como exemplo de uma organização macro poderemos citar um país que por sua vez possui sub sistemas, que no caso do Brasil é composto por três grandes instâncias(federal, estadual e municipal)que por sua vez também constituem sistemas com seus sub sistemas.

Analisando a questão sob a ótica de um país poderíamos dizer que se trata-se de uma macro organização,. entretanto, levando-se em consideração que nenhum país sobrevive isoladamente no mundo globalizado poderíamos dizer que o mesmo pode ser classificado como um sub sistema num sistema mais amplo como o mercado comum Europeu, Pacto Andino, Mercosul, Organização Mundial de Comércio, Organização Mundial de Saúde, etc

Necessitamos ter em mente que os sistemas sociais são bastante heterogêneos em função de crenças, valores e cultura. Logo temos que sempre levar em conta quando estudamos qualquer organização o que entendemos por cultura organizacional

Segundo Shein(1985), a cultura organizacional é um grupo de pressupostos básicos que um grupo inventou, descobriu ou desenvolveu lidando com problemas, buscando a adaptação externa e a integração interna e que funcionou bem o suficiente para ser considerado valido e replicado, ensinando a novos membros como forma correta de perceber, pensar e sentir em relação a esses problemas. De acordo com Jaeger(1987)a cultura organizacional é um processo simbólico à prática institucional dentro de uma organização. Os aspectos da cultura organizacional podem ser classificados de duas forma

Universo Socio- Cultural da Organização

Representado por:

Organização formal ou informal Poder Político e Governabilidade

Liderança na disseminação da cultura organizacional

Representada pelas:

Características da liderança Importância da liderança

Conforme observamos, o processo de gestão se dá no universo de uma organização seja ela micro ou macro e depende do contexto em que está inserida a organização.

A expressão mais nobre da administração ou gestão tem origem no século XVII com a institucionalização do cargo de Ministro(Minus)contrapondo-se a Magistrado(Magis)Nessa época o administrador ou gestor era o executor das decisões emanadas dos órgões superiores ou dos parlamentos e assembléias legislativas.

As Principais Correntes em Administração

De acordo com Farias(2000), a revolução industrial foi fator decisivo para o surgimento da administração como ciência nas organizações, e no ínicio do século passado com o crescimento acelerado e desorganizado das empresas e a real necessidade de aumentar a eficiência sugiram as seguintes dificuldades:

Baixo rendimento do maquinário Alta taxa de desperdício

Insatisfação geral dos patrões e empregados Concorrência intensa

Variado número de empresas tanto no tamanho como na finalidade

Como resultado surgiram estudos que visaram corrigir as distorções apontadas, dos quais podemos destacar o de Frederck Winslow Taylor(1856-1915)que introduziu o que conhecemos como teoria da administração científica e cujo processo de gerência baseava-se em quatro princípios:

Princípio do Planejamento: aplicação de métodos científicos em substituição à improvisação e empirismo;

Princípio do Preparo: seleção de trabalhadores, cientificamente, de acordo com suas aptidões, e preparação dos mesmos; preparação também das máquinas, equipamentos, ferramentas e disposição física das mesmas;

Princípio do Comtrole: verificação do trabalho para ver se o mesmo estava sendo executado de acordo com as normas e plnos previstos;

Princípio da Execução: distribuição de atribuições e responsabilidades com vista a que o trabalho seja executado de forma disciplinada.

Outro estudo importante em administração foi efetuado por Henri Fayol(1841- 1925)que introduziu o que conhecemos como teoria clássica e que está baseada nos seguintes princípios:

Divisão de Trabalho: especialização das tarefas e das pessoas visando aumentar a eficiência;

Autoridade e Responsabilidade: direito de dar ordens e esperar obediência; a responsabilidade é uma cosequência da autoridade; devem ser equilibradas entre si;

Disciplina: obediência, comportamento e respeito às normas estabelecidas;

Unidade de Comando: o empregado deve receber ordens de um único superior; princípio da autoridade única;

Unidade de Direção: uma cabeça e um plano para cada grupo de atividades que tenham o mesmo objetivo;

Subordinação dos interresses individuais aos interesses gerais; os interesses gerais devem sobrepor-se aos interesses particulares;

Remuneração do pessoal: justa e capaz de satisfazer às necessidades dos empregados e atender ã empresa em termos de retribuição;

Centralização: concentração da autoridade no topo da empresa;

Cadeia escalar: linha de autoridade do escalão mais alto ao mais baixo; princípio do comando;

Ordem: um lugar para cada coisa e cada coisa em seu lugar; ordem material e humana;

Equidade: amabilidade e justiça para obter a lealdade do pessoal;

Estabilidade e duração do pessoal: quanto mais tempo um empregado permanecer no cargo, tanto melhor, a rotatividade é um fator negativo;

Iniciativa: capacidade de visualisar um plano e assegurar o seu sucesso; Espírito de Equipe: harmonia e união entre os empregados.

Outro estudo importante em administração foi efetuado por Gerge Elton Mayo(1880-1949)que ficou conhecida como teoria das relações humanas. Os pontos de vista de Mayo eram os sguintes:

O trabalho é uma atividade grupal: o nível de produção é mais influenciado pelas normas do grupo do que pelos incentivos salariais e materiais;

O operario não reage isoladamente: a reação do operario não é uma atitude isolada, mas sim a atitude de um membro de um grupo social;

A administração tem tarefas básicas: deverá formar uma elite capaz de copreender e de se comunicar, através de chefes democráticos, persuasivos e simpáticos;

Há a necessidade de “estar junto” e de ser ”reconhecido”: a pessoa humana é motivada essencialmente por estas duas necessidades e, desse modo, receber uma adequada resposta;

A fábrica, como uma nova unidade social, será o futuro; numa visão romântica Mayo afirma que a fábrica surgirá como uma nova unidade social, proporcionando um novo lar, um local de compreesão e de segurança emocional.

Os pricipais elementos da teoriia das relações humanas são: A motivação humana

A liderança As comunicações A organização informal A dinâmica de grupo

Ás teorias refenciadas contribuiram muito para a evoução da administração e vários pricípios expostos ainda são utilizados na atualidade inclusive na área de saúde.

Dois assuntos, sob nossa ótica, são fundamentais em farmácia hospitalar para podermos entender o seu funcionamento e que são representados pelas teorias organizacionais e de gestão de serviços e pelo planejamento, considerando que não podemos divorciar os aspectos técnicos dos administrativos quando avaliamos este tipo de serviço.

Considerando a importância desses assuntos, passaremos a abordar determinadas questões marcantes sobre ambos, com o objetivo de fundamentar colocações que serão abordadas nos próximos capítulos, principalmente no capítulo referente a discussão(capítulo 6), e para tanto utilizaremos a visão de três autores no âmbito de organizações, e de dois autores no que se refere ao planejamento estratégico situacional.

É evidente que ambos assuntos são extremamente complexos e podem ser observados e analisados por ângulos diferenciados e portanto não é nossa proposta o tratamento profundo dos assuntos que podem e devem ser estudados através de diversas obras.

Nossa intenção é somente contextualizar neste capítulo o pensamento de alguns autores sobre os referidos assuntos e refleti-los sob a ótica de uma farmácia hospitalar.

Conforme Azevedo(1993:33), no campo da administração e das teorias organizacionais, cada abordagem teórica privilegia determinados aspectos da vida organizacional e a própria conceituação de organização. Diversos autores podem ser citados como fonte e referencial para o estudo de formas de gestão e de organizações, entre os quais, podemos destacar Paulo Roberto Motta(1993), Fernando C. Preste Motta(1995), Maria de Salete Corrêa Marinho(1990), Gareth Morgan(1996)e Henry Mintzberg(1995).

Análise de uma Organização Segundo Marinho

De acordo com a visão de Marinho(1990), poderíamos ver as organizações sob cinco perspectivas que estão alicerçadas na questão dos seus objetivos.

a - Perspectiva racional

A perspectiva racional, também conhecida como mecanicista, tem como principais ideólogos Taylor que, em 1911, publicou o seu livro mais conhecido:” Os Princípios da Administração Científica”,. e Henry Fayol que, em 1916, publicou na França o livro ”Administração Geral e Industrial”(Editora Atlas, 1960). Em termos normativos e práticos os dois autores são considerados como relevantes, e no plano teórico Max Weber(The Theory of Social and Economic Organization 1947).

As obras dos autores supra mencionados estão fundamentadas nos seguintes pensamentos básicos. Segundo Prestes Motta(1995), os pensamentos de Taylor e Fayol formam dois fluxos que se encontram no mesmo ponto representado por maiores lucros e maiores salários, e podem ser representados da seguinte forma:

Pensamentos de Taylor,(Prestes Motta 1995):

• Estudos de Tempos e Movimentos; • Determinação da Única Maneira Certa; • Seleção do Homem de Primeira Classe; • Lei da Fadiga;

• Incentivo Monetário; • Padrão de Produção; • Supervisão Cerrada; • Aumento da Produtividade;

• Maiores Salários e Maiores Lucros;

Poderíamos dizer que Taylor procurou novas formas de divisão de trabalho, que eram antes artesanais e que se modificaram com a revolução industrial o que originou a adoção de novas técnicas de gestão. Procurou a utilização de métodos mais científicos como forma mais eficiente de avaliar o trabalho desenvolvido nas organizações, avaliando nessa seleção todo o potencial do trabalhador possível de ser desenvolvido em prol de metas e objetivos da organização através do treinamento permanente do trabalhador, e a criação de um sistema de monitorização do desempenho do trabalho desenvolvido. O foco principal estava alicerçado no estudo de tempos e movimentos.

Pensamento de Fayol,(Prestes Motta, 1995):

• Divisão de Trabalho; • Especialização;

• Unidade de Comando; • Amplitude de Controle;

• Objeto Principal da Organização: Tarefas; • Organização Formal;

• Maior Eficiência;

• Maiores Salários e Maiores Lucros;

Poderíamos dizer que Fayol procurou na unidade de comando formar uma cadeia escalar no que se refere a hierarquia, ou seja, a autoridade era verticalizada, vindo do pico da pirâmide para a base. A amplitude do controle acompanhava a mesma lógica. Havia separação clara entre as linhas de ”Staff” e linha de produção e uma lógica alicerçada na iniciativa do executivo principalmente, em quase todas as decisões da organização, desde as mais simples as mais complexas. Como características, poderíamos colocar a divisão do trabalho por especialidade, e a

prioridade ao sistema, que tinha como objetivos a autoridade dos dirigentes e a responsabilidade de todos os trabalhadores na organização.

A centralização das decisões no pico da pirâmide mostra uma visão na lógica da disciplina e subordinação dos interesses individuais dos trabalhadores aos interesses gerais da organização. Procurou dar ênfase na estabilidade e duração tanto do executivo como do trabalhador no cargo e ênfase no espirito de equipe.

b - Perspectiva funcionalista

Uma segunda forma é a perspectiva funcionalista. Do ponto de vista desta análise, a questão dos objetivos da organização se liga a uma outra mais geral e fundamental, sendo a organização e tratada como um ”sistema” de partes inter- relacionadas e interdependentes. O conceito de sistema é central para os funcionalistas(Marinho, 1990).

c - Perspectiva tecnológica

Outra forma seria através seria da perspectiva tecnológica que vem sendo mais estudado por Perrow(1961), que distingue objetivos operacionais de objetivos oficiais. Por objetivos oficiais, ele entende os propósitos gerais da organização, enquanto os objetivos operacionais seriam aqueles que dizem o que a organização está tentando realmente fazer, independentemente do que é oficialmente declarado como sendo os seus fins(Marinho, 1990).

d - Perspectiva da Abordagem dos Próprios Objetivos

A perspectiva da abordagem dos objetivos na teoria do processo decisório, considera, de acordo com Simon(1970)os objetivos como o principal critério para determinar o que será realizado. De acordo com essa visão, as organizações não são orientadas como pretendiam as teorias clássicas para um objetivo específico. Pelo contrário, elas perseguem objetivos múltiplos que em geral estão em conflito, em face das próprias peculiaridades das organizações em que se leva em consideração não somente os objetivos, que é o foco da perspectiva estudada, mas também o processo de trabalho, estrutura, ambiente, pessoas e sobretudo o poder(Marinho, 1990).

e - Perspectiva da Abordagem Econômica Política

A quinta forma de avaliar uma organização seria através da perspectiva ou abordagem econômica política que procura mostrar que a questão dos objetivos está essencialmente em determinar as relações desejadas entre a organização e a sociedade. A perspectiva política trabalha com interesses, conflitos e poder(Marinho, 1990).

Na realidade, as organizações podem ser consideradas como sistemas de governos que variam de acordo com os princípios políticos empregados. A legitimidade de uma administração pode ser entendida como um processo de governo que se reflete sobre a relação entre a organização e a sociedade.

Análise de uma Política Organizacional Segundo Morgan

De acordo com Morgan(1996), podemos analisar uma política organizacional de maneira sistemática, focalizando as relações entre três domínios representados por Interesses, Conflito e Poder.

Uma das maneiras de analisar os interesses é através de três aspectos interligados caracterizados pelas tarefas, carreira e vida pessoal de alguém na organização. Os três domínios podem interagir ou permanecerem separados. O

poder é o meio através do qual conflitos e interesses são, afinal, resolvidos. O poder influência quem consegue o que, quando e como. Há diferenças filosóficas em relação aos três domínios citadas de acordo com três concepções denominadas de Unicista, Pluralista e Radical.

QUADRO 3.1 - Diferenças Filosóficas entre as concepções Unicista, Pluralista e Radical ligadas aos interesses, conflitos e poder na organização Domínios Unicista Pluralista Radical

Interesses Coloca ênfase na busca de objetivos. Busca a união de interesses e a integração Coloca ênfase na adversidade do indivíduo e dos grupos de interesses.

Coloca ênfase na natureza das ”classes” contraditórias de interesses

Conflito Considera o conflito como um fenômeno raro e passageiro nas organizações e que pode ser removido.(chefias) Considera o conflito como uma característica inerente e inevitável das atividades organizacionais. Considera o conflito como parte mais ampla da luta de classes que pode eventualmente mudar toda a estrutura social

Poder Ignora completamente o papel do poder na vida organizacional. Autoridade, liderança e controle são os meios para que sejam atendidos os interesses comuns.

Vê o poder como uma variável crucial. O poder é o meio pelo qual os conflitos e interesses são resolvidos e conciliados. Vê o poder como a característica chave da organização e como um fenômeno desigualmente distribuído e que segue a divisão de classes.

Fonte: Baseado em Burrel & Morgan(1979)

Análise da Concepção Política no domínio pluralista Principais Fontes de Poder(Morgan, 1996)

Autoridade formal;

Controle sobre recursos escassos;

Uso da estrutura organizacional, regras e regulamentos; Controle do processo de tomada de decisão;

Controle do conhecimento e da informação; Controle dos limites ou fronteiras;

Habilidade de lidar com incerteza; Controle da tecnologia;

Alianças interpessoais, redes e controle da ”organização informal”; Controle das Contra - Organizações;

Simbolismo e Administração do significado; Sexo e Administração das Relações entre Sexo

Ao abordar a atividade de administrador de conflitos, o gerente pluralista depara- se com a escolha de estilos. Temos caracterizados 5 estilos pelos seguintes tipos

de comportamento: Impeditivo, Negociador, Competitivo, Acomodador, Colaborador.

Impeditivo:(Características)- Ignora conflitos, coloca os problemas sob

consideração ou em suspenso, recorre a métodos muito lentos para reprimir o conflito, usa sigilo para para evitar confrontação, apela para régras burocráticas como fonte de resolução de conflitos.

Tipo de estilo para resolução de conflito - situação

Quando uma questão tem pouca importância ou não existe nada mais de urgente. Quando nenhuma possibilidade de resolução de preocupações é percebida. Quando uma ruptura potencial é mais séria do que o benefício de uma solução. Para deixar os ânimos esfriarem e se recobrar a perspectivas.

Quando é mais importante recolher informações que tomar uma decisão imediata. Quando outros podem resolver o conflito mais eficazmente.

Quando os asuntos são colaterais ou se evidenciam como sintoma de outros.

Negociador :(Características)- Discute, procura entendimento e compromissos,

encontra soluções satisfatórias ou aceitáveis.

Tipo de estilo para resolução de conflito - situação Verificar;

Competitivo :(Características)- Cria situações claras de ganhar ou perder, utiliza

a rivalidade, utiliza jogos de poder para atingir seus próprios propósitos, força a submissão.

Tipo de estilo para resolução de conflito - situação

Quando se exige necessidade absoluta de uma ação rápida e decisiva; por exemplo, em casos de urgência.

Quando problemas importantes pedem por medidas impopulares, por exemplo, corte de gastos, medidas disciplinares.

Quando se tem razão a respeito de assuntos cruciais para a empresa.

Quando atua contra as pessoas que tiram vantagens de um comportamento não competitivo.

Acomodador :(Características)- Cede, submete-se e obdece

.

Tipo de estilo para resolução de conflito - situação

Quando se costata estar errado para permitir ser ouvido, aprender e mostrar que se é razoável.

Quando os problemas dos outros são mais importantepara eles do que para si mesmo para satisfazer aos outros e conservar a sua cooperação.

Para produzir e acumular créditos sociais, prevendo futuros problemas .

Para minimizar o fracasso, quando os adversários são mais fortes e se está perdendo.

Quando a harmonia e a estabilidade têm particular importância.

Para permitir que os subordinados melhorem aprendendo com os próprios erros.

Colaborador :(Características)- Quer resolver os problemas, confronta as

encontra soluções nas quais todos ganham, vê problemas e conflitos como desafio.

Tipo de estilo para resolução de conflito - situação

Para encontrar uma solução integradora quando os dois conjuntos de princípios são muito importantes em termos de compromisso.

Quando o objetivo é aprender.

Para convergir idéias das pessoas que possuem perspectivas diferentes.

Para conseguir compromisso dos outros e integrar os seus problemas através de consenso.

Para trabalhar sobre sentimentos que causaram problema num relacionamento.

Compreensivo :(Caracteristicas)-

Quando os objetivos são importantes, mas não valem o esforço necessário e a ruptura é iminente caso se usem formas assertivas.

Quando os adversários dotados de poder igual estão decididos a chegar a objetivos mutuamente excludente.

Para resolver de forma temporária questões complexas.

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