Chapitre II - Elaboration de nanogels de chitosane
1. Préparation du chitosane
RESULTADOS
47 5. RESULTADOS
A Tabela 7, mostra as medidas descritivas (média, desvio padrão, valor máximo e mínimo) das variáveis quantitativas e a distribuição da amostra segundo o nível de IPAQ.
Tabela 7 – Características sócio-demográficas
IPAQ
Baixo (n=18) Moderado (n=22) Total (n=40)
Média dp MIN-MAX Média dp MIN- MAX Média dp MIN- MAX
Idade (Anos) 53,3 6,9 39,0-60,0 52,0 6,5 33,0-60,0 52,6 6,6 33,0-60,0 Peso (kg) 78,6 13,8 61,6-102,0 84,8 12,1 65,5-109,0 81,9 13,1 61,6-109,0 IMC (kg/m2) 31,7 8,1 21,0-55,8 32,0 5,8 25,0-46,0 31,9 6,8 21,0-55,8 PA (cm) 98,6 15,8 80,0-150,0 102,3 15,2 70,0-130,0 100,6 15,3 70,0-150,0 Pressão Arterial (mmHg) Diastólica 71,2 8,7 53,0-87,0 75,5 9,0 62,0-95,0 73,6 8,9 53,0-95,0 Sistólica 132,2 17,4 104,0-174,0 132,9 17,8 107,0-168,0 132,5 17,3 104,0-174,0 Inactividade Física (min) 281,1 197,9 20,0-720,0 276,9 136,7 30,0-600,0 278,8 164,7 20,0-720,0 IPAQ Total (MET/mins) 890,2 753,7 0,0-2559,0
n % n % n % Sexo Feminino 11 61,1 11 50,0 22 55,0 Masculino 7 38,9 11 50,0 18 45,0 Profissão Reformado 8 44,4 5 22,7 13 32,5 Activo 10 55,6 17 77,3 27 67,5 HTA Presente 11 61,1 12 54,5 23 57,5 Ausente 7 38,9 10 45,5 17 42,5 Condição Física* Muito Má/ Má 11 61,1 4 18,2 15 37,5 Razoável/Boa/Muito Boa 7 38,9 18 81,8 25 62,5 Motivação para a AF Baixo (1 a 4) 9 50,0 6 27,3 15 37,5 Médio (5 a 7) 6 33,3 7 31,8 13 32,5 Alto (8 a 10) 3 16,7 9 40,9 12 30,0 * p<0,05
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Verifica-se que dos 40 indivíduos inquiridos a maioria foram do sexo feminino 55% (n=22), com uma média de idades de 52,6 anos (± 6,6 anos), sendo que a idade mínima foi de 30 anos e a máxima de 60 anos. Ao subdividir a amostra de acordo com o nível de IPAQ, a média de idades encontrada foi de 53,3 anos (± 6,9 anos) e 52,0 anos (± 6,5 anos) respectivamente para os níveis Baixo e Moderado.
No que concerne, à variável peso a média global foi de 81,9 Kg (± 13,1 Kg), com valores entre os 61,6 Kg e os 109,0 Kg. No nível de IPAQ baixo o valor médio foi 78,6 Kg (±13,8 Kg) e no nível moderado 84,8 Kg (± 12,1 Kg).
Verificou-se que o valor médio de IMC dos participantes do estudo foi de 31,9 Kg/m2 (± 6,8 Kg/m2), variando entre 21,0 Kg/m2 e 55,8 Kg/m2. Quando dividida a amostra segundo o nível de IPAQ estes valores não sofreram grandes alterações.
No que diz respeito ao PAbd da amostra, foi em média de 100,6 cm (± 15,3 cm), com valores mínimo e máximo de 70,0 cm e 150,0 cm respectivamente. O valor médio do IMC na amostra do IPAQ baixo e moderado foi 98,6 cm (± 15,8 cm) e 102,3 (±15,2 cm) relativamente.
Quanto à inactividade física verificou-se uma média de 278,8 min (±164,7 min) para o grupo total, com valor mínimo de 20 min e máximo de 720 min.
Note-se que, os valores elevados dos desvios padrão das variáveis peso, PA e inactividade física demonstram heterogeneidade da amostra.
Através da análise do gráfico 1, podemos analisar a distribuição dos indivíduos da nossa amostra nos níveis de IPAQ baixo e moderado, segundo as variáveis; sexo, profissão, diagnóstico prévio de HTA, condição física e motivação para a prática de AF.
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Gráfico 1 – IPAQ Baixo / Moderado
Os indivíduos do sexo feminino intervenientes no estudo, distribuíram-se essencialmente no nível baixo de AF (61,0% vs 50,0% IPAQ moderado).
No nível moderado, verificou-se que a maioria dos indivíduos tinha actividades laborais, 77,3% (n=17).
A presença de HTA diagnosticada foi maioritariamente manifestada no nível de IPAQ baixo 61,1% (n=11) vs 38,9% (n=7) ausência de diagnóstico prévio de HTA.
Quanto à condição física, 81,1% (n=18) dos indivíduos do nível de IPAQ moderado relataram uma condição física Razoável, Boa e Muito Boa, contra apenas 18,2% (n=4) no outro nível de condição.
Na avaliação da motivação, verificou-se uma distribuição dos indivíduos da amostra total idêntica nos três níveis distintos, baixo, médio e alto com, 37,5% (n=15), 32,5% (n=13) e 30,0 (n=12) respectivamente. No entanto, na motivação para a prática de AF, e apesar de não existirem diferenças, podemos verificar que no Nível de IPAQ
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moderado a motivação é mais alta relativamente ao outro nível de IPAQ (40,9% vs 16,7%).
O nível de AF médio, calculado pelo IPAQ para a amostra total, foi de 890,21 MET-min/sem, ou seja, um nível considerado moderado de AF. Neste item o nível de AF mínimo encontrado foi de 0,0 min e máximo de 2559,0 min. Na mesma linha e no que respeita ao nível de IPAQ, os resultados mostraram-nos que 55% dos indivíduos estão no nível moderado. Os sujeitos do sexo feminino dividiram-se de forma igual nos distintos níveis de IPAQ. No sexo masculino, a maioria dos indivíduos mostraram-se mais activos (11/22 para as mulheres vs 11/18 para os homens no nível moderado).
Ao relacionar as variáveis com o nível de IPAQ, foi apenas na condição física dos doentes, que se encontraram maiores diferenças estatisticamente significativas (p=0,005), verificando-se que grande parte dos indivíduos caracterizados com o nível de AF Moderado definia a sua condição física como razoável, boa e muito boa (81,8% vs 38,9%). Esta constatação leva-nos a crer que existe uma relação entre a condição física e o Nível de IPAQ e que quanto melhor a condição física maior o nível de IPAQ.
Para as restantes variáveis idade, peso, IMC, PAbd, TAD, TAS, inactividade física, sexo, profissão, HTA e motivação, não se encontraram diferenças estatisticamente significativas.
Pode-se então averiguar que, não existiram diferenças estatisticamente significativas entre os Níveis de IPAQ para nenhuma das variáveis quantitativas, sugerindo que os indivíduos pertencentes ao Nível de IPAQ baixo apresentaram características similares aos do Nível de IPAQ moderado.
Foram ainda analisadas as categorias de IMC e de PAbd de acordo com o sexo, tendo-se verificado que relativamente ao IMC, a maioria dos indivíduos da amostra eram classificados como obesos 57,5% (n=23) (IMC igual ou superior a 30 kg/m2), 17 dos quais do sexo feminino, enquanto que os indivíduos do sexo masculino eram maioritariamente classificados como IMC normal ou sobrepeso (IMC entre 25 e 29,9 kg/m2). (Tabela 8)
Dos restantes sujeitos da amostra apenas 3 (7,5%) têm um IMC considerado normal e 14 (35,0%) apresentam sobrepeso.
Quanto ao PAbd, 60% (n=24) dos indivíduos inquiridos são considerados com risco muito elevado de complicações metabólicas e cardiovasculares devido ao aumento do PAbd (valores ≥ 88 cm para o sexo feminino e ≥ 102 cm para o sexo masculino).
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Tabela 8 – Caracterização e comparação das variáveis categoria de IMC e categoria de PAbd analisadas
para cada um dos sexos Sexo
Feminino Masculino Total n % n % n % IMC*
Normal e Sobrepeso 5 22,7 12 66,7 17 42,5
Obesidade 17 77,3 6 33,3 23 57,5 PAbd*
Sem Risco Acrescido 2 9,1 14 77,8 16 40,0
Com Risco Acrescido 21 90,9 4 22,2 24 60,9
* p<0,05,
Verificou-se existirem diferenças entre os sexos para o IMC (p=0,005) e para o PA (p<0,001).
Para aferir se estas duas variáveis estão associadas foi ainda analisada a associação entre IMC e PAbd recorrendo-se para isso ao coeficiente de correlação de Pearson. Para a relação entre IMC e PAbd obteve-se um coeficiente de correlação de 0,832, sendo esta correlação considerada alta e estatisticamente significativa (p<0,001<0,05).