4.1 Description de l’architecture VECSEL
4.1.2 Pompage du VECSEL
Para se iniciar a modelagem, deve-se importar a planta arquitetônica em um arquivo CAD a partir da aba “Inserir”, opção “Vínculos de CAD”, então abrirá uma aba onde se pode selecionar o local onde se encontra o projeto escolher o posicionamento no layout do Revit, as cores do projeto, as layers e deve-se definir em que nível a planta se encontrará. Também deve- se colocar essas plantas de acordo com o nível, sendo necessário criar diferentes níveis de altura, de acordo com o projeto, representando fundações, subsolos, quantidade de pavimentos e coberta, da forma que for necessário.
No projeto, começou-se pelas paredes, a partir da aba “Arquitetura” e opção “Paredes”. Aparecerá uma aba a direita como mostrado na Figura 23, onde se deve clicar em “Editar tipo” e depois em “Duplicar”, para a confecção de uma nova parede. Esse procedimento deve ser aplicado sempre que se for criar um novo elemento diferente, seja uma parede, um piso, ou o que for.
Figura 23 – Criação de um novo elemento na modelagem
Dando prosseguimento, após duplicar e renomear a parede com sua identificação, deve-se clicar no botão “Editar...” em “Estrutura” como mostrado na Figura 23. Na nova aba que surgiu, visualizada na Figura 24, pode-se inserir as camadas que fazem parte da parede, suas espessuras, escolhendo-se seu material e núcleo (tijolo cerâmico) e as suas camadas internas e externas, que podem variar para reboco, emboço, cerâmica, tinta, etc. Novamente, esse procedimento de criação de camadas também é utilizado para a criação de qualquer novo elemento.
Figura 24 – Inserção de camadas do elemento
Fonte – Elaborado pelo autor (2017).
Por fim, para a finalização da criação de uma nova parede (ou outro elemento), deve-se criar os materiais das camadas inseridas. Clica-se em cima do material, onde abrirá uma nova aba mostrando a lista de materiais presentes na biblioteca do Revit, onde deve-se clicar com o botão direito em cima de qualquer uma e duplicar, criando um novo material, onde pode- se renomear, editar sua aparência e suas características, podendo até utilizar uma imagem salva no computador como referência visual para o elemento, como mostrado na Figura 25.
Figura 25 – Criação e edição de novos materiais
Fonte – Elaborado pelo autor (2017).
Finalizando a criação dos diversos tipos de paredes, seja com os diferentes tipos de tinta ou com cerâmica presentes da edificação, colocou-as nos seus devidos lugares seguindo a orientação da planta importada anteriormente, colocando-se seus pés-direitos, de acordo com cada projeto. Para facilitar o processo, a fundação foi criada como uma forma de parede, orientada logo abaixo das paredes reais do projeto. Assim, foram criadas paredes “especiais” para a cinta, para o baldrame e para a alvenaria de pedra, localizadas uma abaixo da outra, respectivamente, e com os tamanhos adotados descritos no item 4.3. A impermeabilização do baldrame e da cinta foram criados como um tipo de parede extremamente fina, para não interferir em outros elementos, caso fossem no eixo vertical, e como piso, no eixo horizontal.
Pôde-se inserir, então, as portas e janelas presentes na aba “Arquitetura”, onde deve-se realizar os mesmos procedimentos descritos anteriormente para tornar as esquadrias dos tamanhos presentes na Figura 20. Coloca-se, então, nos locais representados pela planta de origem e as paredes criadas anteriormente já se adaptam a esse espaço.
Criaram-se as vergas e contravergas a partir da opção “Viga”, presente na aba “Estrutura”, onde teve-se que utilizar os processos descritos anteriormente para adequar o tamanho correto das vigas. Colocaram-se os elementos nos seus locais adequados, em cima de portas e janelas e abaixo de janelas e observou-se diversos problemas nessas criações, pois esses elementos tem o seu comprimento consistindo no comprimento da esquadria, somando-se 30 cm de cada lado, entretanto, em diversos cômodos da casa, esse comprimento adicional ficaria para fora da edificação como mostrado na Figura 26, então adaptou-se aos diversos casos, como
mostrado na Figura 27. Teve-se que revestir essas vigas com os elementos semelhantes a parede que elas se encontram, como com chapisco, reboco, ou outros elementos.
Figura 26 – Problema 01 na modelagem de vergas
Fonte – Elaborado pelo autor (2017).
Figura 27 – Problema 02 na modelagem de vergas
Fonte – Elaborado pelo autor (2017).
Como dito anteriormente, não foi possível se obter o projeto estrutural do experimento “A”. Como esse trabalho simula o dever de um engenheiro orçamentista ou de planejamentos, realizar o lançamento da estrutura não cabe a esta situação, com isso, não foi possível modelar nenhum tipo de estrutura para a casa, apenas o pilar que se encontra na varanda, pois já se tinha suas dimensões e revestiu-se ele com tijolete.
Prosseguiu-se, então, para o piso, porcelanato e cerâmica, e para o forro, tanto o normal como o de gesso do banheiro. Ambos estão presentes na aba “Arquitetura” e devem passar pelo mesmo procedimento de criação apresentado anteriormente. Criou-se também as soleiras nos locais onde estão as portas e nas mudanças de piso e considerou-se os peitoris como uma forma de piso de 2 cm de espessura, presente logo abaixo das janelas. Esses dois elementos não foram tirados quantitativos devido a sua modelagem se basear no tamanho linear, o que daria igual ao do método manual, mas a sua presença torna mais preciso o levantamento de quantitativo de outros elementos, como alvenaria e revestimentos.
Por fim, acima do forro, deve-se criar as platibandas e a caixa d’água como um tipo de parede, especificando com os processos descritos anteriormente seus tamanhos e características, utilizando os cortes e fachadas presentes nas Figuras 18 e 19. Modela-se, então a cobertura, apenas como fim de acabamento, já que esse serviço não será considerado na análise presente.
Com a modelagem terminada, pôde-se realizar o levantamento, de fato, dos quantitativos. Na aba “Vista”, clica-se no quadro encontrado um pouco ao lado direito superior do centro da tela, onde deve-se clicar na opção “Levantamento de material” mostrado na Figura 28.
Figura 28 – Primeiro passo do levantamento de quantitativos no AutodeskRevit
Fonte – Elaborado pelo autor (2017).
Abriu-se, então, a aba presente na Figura 29, onde deve-se colocar a fase onde foi desenhado o projeto e o tipo de categoria a ser levantado. No caso, colocou-se em “diversos”, pois aparecia todos os tipos de categorias, seja parede, piso, forro, estrutura, ou outros que não foram utilizados neste exemplo. Após escolher e renomear alguma categoria, clicou-se então em “OK” e seguiu-se para a aba seguinte.
Figura 29 – Segundo passo do levantamento de quantitativos no AutodeskRevit
Fonte – Elaborado pelo autor (2017).
Com isso, surgiu a aba mostrada na Figura 30, onde pode-se colocar os campos a serem levantados, como nome, área e volume, apertando no botão “Adicionar” para eles serem tabelados. Na opção “Classificar/Agrupar”, colocou-se para se ordenar os quantitativos em ordem de nome.
Figura 30 – Terceiro passo do levantamento de quantitativos no AutodeskRevit
Finalizou-se essa etapa clicando em “OK”, onde foi gerado uma tabela de quantitativos, a qual teve-se que ser exportada para um arquivo de texto, que pode ser aberto no Excel. Essa tabela e esse procedimento de exportação podem ser visualizados na Figura 31.
Figura 31 – Tabela de quantitativos e procedimento de exportação
Fonte – Elaborado pelo autor (2017).
No Excel realizou-se as somas dos quantitativos, ordenando os insumos como mostrado no método manual e também com a ajuda das tabelas da SEINFRA/CE, não desonerada, resultando-se no quadro presente no Apêndice B.