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Chapitre II : Pertes dans un moteur asynchrone à cage

II- 3-1-1 Pertes dans le cuivre au stator

A segunda parte do questionário é composta por 26 perguntas com resposta múltipla. Estas têm como propósito a caracterização do contexto do acompanhamento em ensino clínico dos indivíduos da nossa amostra.

Analogamente, o tratamento estatístico dos dados referente a esta segunda parte do questionário recaiu sobre o cálculo das frequências absolutas e relativas das respostas obtidas em cada questão e apresentadas sobre a forma de gráficos e tabelas.

As perguntas de 1 a 3 objectivam a avaliação do grau de conhecimento que os estudantes possuíam acerca do local de estágio, bem como o papel que deles era esperado, antes do início do mesmo. Pretendia-se avaliar se as actividades exercidas pela escola e pelas instituições de saúde onde decorreram os ensinos clínicos teriam sido eficazes no sentido de dotar os alunos de informações relevantes acerca dos estágios que iriam realizar.

Neste sentido e observando os resultados expressos no quadro 2, cerca de 88,9% (n=24) dos alunos consideraram suficientes as informações facultadas pela escola sobre o estágio durante a preparação do mesmo, enquanto 11,1% (n=3) consideraram-nas insuficientes.

2 11 1 1 1 1 1 7 2 0 2 4 6 8 10 12 ET Sintra S. Alcoologia CRAN Centro de Saúde de Sacavém Taipas‐Lisboa Casa de Saúde BJ‐Braga UT‐St. Mª Feira CRI‐Unidade Cedofeita Unidade de Desabituação do Norte

Quadro 2 – Conhecimento prévio dos alunos acerca do local do ensino clínico

Questões Respostas Nº %

Na Escola, durante a preparação do estágio, as informações facultadas sobre o mesmo foram:

Suficientes 24 88,9 Insuficientes 3 11,1 No início do estágio, ficou bem definido o papel e a

responsabilidade do aluno durante a sua permanência no serviço/unidade de cuidados?

Sim 26 96,3

Não 1 3,7

A instituição onde realizou o estágio desenvolveu uma acção específica para a recepção dos alunos?

Sim 17 63

Não 10 37

Ainda pela leitura do quadro anterior, pode-se constatar que a quase unanimidade (96,3%) dos inquiridos afirmou que o seu papel e responsabilidade durante a permanência no serviço/unidade de saúde onde iriam realizar o seu ensino clínico ficaram bem definidos desde o início. Apenas um dos alunos respondeu negativamente a esta questão.

Em relação à última interrogação, 63% (n=17) dos alunos puderam usufruir de uma acção específica de recepção por parte da instituição em que iriam realizar o seu estágio (quadro 4). Contrapondo, 37% (n=10) os restantes estudantes não foram contemplados com nenhuma acção similar.

Quadro 3 – Tipo de acompanhamento supervisivo dos alunos

Questões Respostas Nº %

Qual o tipo de acompanhamento disponibilizado pelo docente orientador de estágio?

Presença permanente 5 18,5 Esporádica, mas com períodos

de trabalho conjunto

13 48,1

Esporádica 9 33,3

Qual o tipo de acompanhamento disponibilizado pelo serviço onde realiza/ou o estágio?

Um tutor 18 66,7

Mais do que um tutor 2 7,4

Equipa 0 0

Misto (tutor e equipa) 7 25,9 Se foi acompanhado por um elemento

específico (mentor, tutor), este foi-lhe apresentado no início do estágio?

Sim 26 96,3

Apresentação dos Dados  

As perguntas 4, 5 e 6 solicitavam a definição do tipo de acompanhamento das práticas clínicas dos alunos que os docentes orientadores disponibilizaram, bem como o tipo de acompanhamento dispendido pelos locais de ensino clínico e se esses tutores tinham sido apresentados aos alunos logo no inicio do estágio.

Pela análise do quadro 3, 48,1% (n=13) dos inquiridos fruíram de uma presença do seu docente orientador, ainda que esporádica mas com períodos de trabalho conjunto. Ainda 33,3% (n=9) tiveram uma presença esporádica e apenas 18,5% (n=5) possuíram uma presença permanente durante o estágio.

Os dados apresentados no mesmo quadro revelam ainda que 66,7% (n=18) desfrutaram de apenas um tutor durante o exercício da sua formação em contexto clínico, designado pelo serviço, enquanto 25,9% (n=7) tiveram um acompanhamento misto, ou seja, realizado simultaneamente pela equipa e por um tutor. Em 7,4% dos casos (n=2) foi disponibilizado mais do que um tutor. É ainda de salientar que nunca foi distribuída a supervisão dos alunos somente pela equipa (n=0).

Quadro 4 – Oportunidade dos alunos expressarem necessidades de formação

Questões Respostas Nº %

Sente que teve oportunidade de expressar as suas necessidades em matéria de formação, no início do estágio?

Sempre 18 66,7

Por vezes 8 29,6

Nunca 1 3,7

Sente que teve oportunidade de expressar as suas necessidades em matéria de formação, no durante o estágio?

Sempre 17 63,0

Por vezes 9 33,3

Nunca 1 3,7

Pelas respostas às questões 7 e 8 do CLASI-M modificado, apresentadas no quadro 4, verificamos que um aluno (3,7%) ainda foi impedido de expressar as suas necessidades em matéria de formação, quer no início do estágio, quer no decorrer do mesmo. Concomitantemente, 29,6% (n=8) apenas o puderam concretizar algumas vezes no início do ensino clínico e 33,3% (n=9) durante esse mesmo espaço. Já 66,7% (n=18) dos

supervisados referiram usufruir dessa oportunidade sempre, inicialmente, e 63% (n=17) durante a frequência do estágio.

Gráfico 4 – Envolvimento dos alunos em actividades com a equipa

Através da aplicação da questão nº9 pretendia-se avaliar se os estudantes do CPLEESM haviam sido envolvidos em actividades conjuntamente com a equipa de saúde pertencente aos serviços onde estagiavam. Dos dados obtidos podemos aferir que 96% (n=26), quase a totalidade dos alunos, afirmou ter desenvolvido acções em parceria com a restante equipa de saúde. Apenas um inquirido não obteve essa oportunidade.

Gráfico 5 – Orientação para a realização de documentos que promovam a aprendizagem

Pela observação do gráfico apresentado 5 podemos constatar que 52% (n=14) dos alunos foram orientados para a construção de documentos que promovessem a sua aprendizagem, como por exemplo, diários de aprendizagem, portfolios reflexivos ou outros instrumentos similares. Pese embora, 48% (n=13) dos estudantes não usufruíram dessa indicação.

0 5 10 15 20 25 30 Sim Não 26 1 12,5 13 13,5 14 Sim Não 14 13

Apresentação dos Dados  

Gráfico 6 – Informação ao tutor da prossecução dos objectivos dos seus alunos

A questão 11 refere-se à periodicidade com que os estudantes informaram os respectivos tutores da prossecução dos seus objectivos durante o ensino clínico. De acordo com os achados verificados no gráfico 6, 70% (n=19) dos alunos referiram que informaram sempre os seus tutores acerca dos progressos no seu processo de aprendizagem, enquanto 7% (n=7) apenas algumas vezes e 4% (n=1) nunca o concretizou.

Gráfico 7 – Auxílio do tutor na elaboração de diagnósticos de enfermagem

Pela leitura do gráfico 7, reconhece-se que 63% (n=17) obtiveram o auxílio do(s) seu(s) tutor(es) na formulação de diagnósticos de enfermagem ao longo do decorrer do estágio e que 37% (n=10) não puderam usufruir da mesma.

0 5 10 15 20

Sempre Por vezes Nunca

19 7 1 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 Sim Não 17 10

Quadro 5 – Momentos de reflexão disponibilizados pelo tutor e apoio do docente

Questões Respostas Nº %

Durante o estágio foram disponibilizadas sessões específicas e individualizadas de supervisão das suas experiências clínicas?

Nº suficiente 14 51,9 Nº insuficiente 6 22,2 Não disponível 7 25,9 Durante o estágio foram consagradas sessões

específicas para discussão de aspectos relativos às experiências clínicas e desenvolvimento global do estágio? Não 2 7,4 Diariamente 0 0 Ocasionalmente 22 81,5 Semanal-serviço 3 11,1 Semanal-escola 0 0

Durante o estágio foram disponibilizados momentos específicos para reflexão sobre questões de ordem ética e deontológica?

Nº suficiente 16 59,3 Nº insuficiente 6 22,2 Não disponível 5 19,5 O professor (responsável pelo ensino clínico)

esteve disponível para o apoiar, quando por si solicitado?

Sempre 22 81,5

Por vezes 5 18,5

Nunca 0 0

As questões 13, 14, 15 têm como desígnio avaliar se tinham sido facultados tempos específicos para reflexão de temáticas como a ética e deontologia e a prossecução do processo de aprendizagem de cada aluno. Os dados recolhidos pelas respostas às referidas perguntas encontram-se espelhados no quadro 5, onde consta, também, os resultados da questão 16 referente à disponibilidade demonstrada pelo docente responsável pertencente à instituição de ensino.

Neste sentido, analisando o quadro 5 podemos verificar que 25,9% (n=7) dizem não ter tido qualquer momento específico e individualizado de supervisão das suas experiências clínicas. Os restantes 74,1% (n=20) afirmaram terem tido essa possibilidade, mas desses 22,2% (n=6), consideram que esses espaços de reflexão foram em número insuficiente para colmatar as suas necessidades que foram surgindo ao longo do estágio.

Quanto à consagração de momentos específicos para a discussão de aspectos relativos ao seu desenvolvimento geral no ensino clínico, 92,6% (n=25) dos inquiridos mencionam que foram contemplados por esses espaços e 7,4% (n=2) não fruíram dessa conjunção. Quanto

Apresentação dos Dados  

à periodicidade, dos primeiros 81,5% (n=22) lograram-no ocasionalmente e 11,1% (n=3), apenas semanalmente no serviço. É ainda de enfatizar que os alunos nunca se reuniram na escola com este fim.

Pela leitura do mesmo quadro, verificamos ainda que apenas foram facultados ocasiões exclusivas para reflexão de questões de ordem ética e deontológica a 81,5% (n=22) dos estudantes constituidores da nossa amostra, não obstante, 22,2% (n=6) consideram-nos insuficientes.

É de realçar ainda que o docente responsável pelo ensino clínico esteve sempre disponível para apoiar os alunos, quando solicitado pelos mesmos, na opinião de 81,5% (n=22) dos estudantes. Em 18,5% (n=5) essa possibilidade só se manifestou por vezes.

Quadro 6 – Apoio do tutor/docente no processo supervisivo

Questões Respostas Nº %

O docente/tutor proporcionou-me supervisão durante todo o estágio?

Sim 21 77,8

Não 6 22,2

Durante o estágio sentiu-se à vontade para colocar dúvidas, solicitar esclarecimentos ou pedir ajuda?

Sim 25 92,6

Não 2 7,4

O docente/tutor teve em conta os seus problemas pessoais?

Sempre 21 77,8

Por vezes 5 18,5

Nunca 1 3,7

Sentiu a falta do docente/tutor quando teve que tomar decisões?

Sempre 2 7,4

Por vezes 11 40,7

Nunca 14 51,9

As perguntas 17, 18, 19 e 23 do CLASI-M modificado pretendiam avaliar o apoio que o tutor/docente desempenharam no processo supervisivo no desenrolar do ensino clínico (quadro 6). Assim, apenas 77,8% (n=21) afirmaram que estes actores lhes proporcionaram supervisão durante todo o estágio e 22,2% (n=6) não fruíram desse processo, pelo menos em algum dos momentos. Já 92,6% (n=25) enunciam que se sentiram à vontade para colocar dúvidas, solicitar esclarecimentos ou pedir ajuda.

Pode-se ainda verificar que 77,8% (n=21) dos casos o docente/tutor teve sempre em conta os problemas pessoais dos seus supervisandos, em 18,5% (n=5) das circunstância isso apenas ocorreu algumas vezes e 3,7% (n=1) nunca aconteceu.

Realça-se ainda que 48,1% (n=13) dos alunos sentiram a falta do docente/tutor quando tiveram que tomar decisões, desses 7,4% (n=2) sucedeu sempre e 40,7% (n=11) por vezes. Pese embora ainda existam 51,9% (n=14) dos investigados que nunca experienciaram essa necessidade.

Quadro 7 – Relação com os colegas e a equipa de saúde

Questões Respostas Nº %

Esteve no serviço como elemento supranumerário (para além da equipa habitual)?

Sim 18 66,7

Não, senti que substitui enfermeiros

9 33,3

A relação com os enfermeiros do serviço favoreceu a sua aprendizagem?

Sempre 20 74,1

Por vezes 7 25,9

Nunca 0 0

A relação com o grupo de colegas favoreceu a sua aprendizagem?

Sempre 20 74,1

Por vezes 7 25,9

Nunca 0 0

Os dados anunciados no quadro 7 reportam-se às respostas obtidas com a aplicação das questões 20, 21 e 22 do instrumento de colheita de dados utilizado nesta pesquisa. Elas tinham como intuito examinar em que medida a relação dos estudantes com a equipa de enfermagem e com os colegas tinham favorecido o seu processo de aprendizagem e, ainda, se se tinham constituído como elementos efectivos das equipas de trabalho ou como elementos supranumerários.

Deste modo, 66,7% (n=18) encontraram-se sempre como elemento para além da equipa de trabalho dos respectivos locais de estágio, enquanto 33,3% (n=9) sentiram que substituíram enfermeiros no seu percurso de ensino clínico.

Analisando as outras respostas podemos aferir que a unanimidade dos alunos expõe que tanto a relação com os enfermeiros dos serviços como a relação com os colegas

Apresentação dos Dados  

favoreceram o seu processo de aprendizagem, sendo que, destes, 74,1% (n=20) afirmam mesmo que as relações estabelecidas, em ambos os casos, sempre foram factor de crescimento da sua formação pessoal e profissional. Enquanto os restantes 25,9% (n=7) encaram que, apenas, por vezes, esta condição foi adjuvante do seu desenvolvimento.

Quadro 8 – Avaliação do processo supervisivo

Questões Respostas Nº %

No final do estágio, no contexto da avaliação, foram-lhe indicadas as áreas deficitárias em matéria de formação?

Sempre 11 40,7

Por vezes 11 40,7

Nunca 5 18,5

O responsável pelo acompanhamento do ensino clínico estava preparado para o momento da avaliação?

Sim 26 96,3

Não 1 3,7

No final do ensino clínico, em contexto de avaliação, não foram indicadas as áreas deficitárias em matéria de formação em 18,5% (n=5) dos inquiridos. Cerca de 40,7% (n=11) dos estudantes afirmam que lhes foram sempre reconhecidos esses campos e, igualmente, 40,7% (n=11) indicam que nem sempre lhes foi transmitida essa informação (quadro 8).

Ainda no mesmo âmbito da avaliação, 96,3% (n=26) admitem que o seu responsável pelo ensino clínico se encontrava preparado para o momento. Apenas um estudante afirma que o seu tutor/equipa não estava apto à realização dessa tarefa.

Em suma, foi solicitado aos alunos que, em termos globais, realizassem uma avaliação qualitativa da orientação que lhes foi disponibilizada durante o ensino clínico. Os resultados obtidos revelaram que 63% (n=17) consideram que foram sujeitos a uma boa orientação, 25,9% (n=7) apenas suficiente e 11,1% (n=3) classificaram como insuficiente o seu processo supervisivo, tal como se pode ler no gráfico 8.

Gráfico 8 – Avaliação dos alunos face à orientação proporcionada