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PEAU D’ÂNE

Dans le document Charles Perrault Contes (Page 103-130)

A experiência que culminou na elaboração deste relatório deu-me a oportunidade de

presenciar um panorama com um sucesso evidente no âmbito de áreas de conservação. Na

África do Sul desenvolveram excepcionalmente todo um sector turístico consagrado à

conservação da vida selvagem, sendo um destino que atrai milhões de visitantes ao país todos

os anos (Muchapondwa 2013; Cousins J.A, Evans J, e Sadler J.P 2008). Nos meses que passei

em África, tive a oportunidade de estar dentro de uma áreas de conservação e de visitar

algumas outras, o que me possibiltou vivenciar muitos dos trabalhos relacionados com a

gestão destes espaços e assim criar uma perspectiva que considero relativamente abrangente

sobre este tema. Este relatório é uma apresentação de algumas das potenciais actividades do

foro médico veterinário, que um indivíduo com esta formação pode desempenhar ao serviço

da conservação da natureza. Para além disso, acredito que essa formação tem bastante

potencial para ser complementada de modo a que este adquira uma visão holística e um

conhecimento o mais abrangente possível nesta matéria e assim possa desempenhar tarefas

das diferentes 'especialidades' que de certo modo se encontram interligadas. Do que

experienciei, fiquei com a percepção de que o papel de um médico veterinário nas acções de

gestão e planeamento levados a cabo nas área de conservação da natureza, é desempenhar

acima de tudo tarefas ditas de especialidade, deixando outras actividades, consideradas mais

técnicas, a cargo de indivíduos com outra formação, tais como a biologia ou a ecologia.

Pessoalmente, considero que esta visão muito redutora, e de certa forma incompleta, acaba

por diminuir a eficácia do médico-veterinário ao serviço da conservação da natureza, uma vez

que se encontra incapacitado de experienciar todo o leque de actividades empreendidas neste

Os vários aspectos tanto naturais como humanitários da realidade africana, tornaram-me

mais humano e sensato, tendo adequado a imagem que tenho de mim próprio à posição que

realmente ocupo neste planeta finito. Considero que uma das minhas vocações mais honrosas

poderá ser ao serviço da causa ambiental de modo a que alguns dos contornos do nosso

planeta possam ser mantidos de forma sustentável e sem que grande parte da biodiversidade

existente deixe de estar ao alcance de gerações vindouras. Hoje sinto-me capaz de

disponibilizar os meus préstimos em áreas de conservação em desenvolvimento no território

nacional.

Durante o meu estágio, fui posto à prova inúmeras vezes para desempenhar das mais

variadas tarefas tendo para isso de aprender, ou melhorar, algumas das minhas capacidades

polivalentes. É um facto que nem todas essas actividades se relacionam directa, ou

indirectamente, com a medicina veterinária ou a conservação do meio ambiente, mas nem por

isso as considero menos nobres, uma vez que desenvolvi de forma significativa a minha

aptidão de resposta efectiva face a um panorama em constante mudança e readaptação.

A conservação da natureza tem-se tornado um tema cada vez mais em voga pelo que

tem sido crescente a quantidade de acções empreendidas neste sentido. Contudo, esta pode ser

uma área relativamente ingrata, pois muitas vezes os objectivos não são facilmente

alcançados. Têm sido experimentados vários 'modelos' de gestão e ordenamento do território

de determinados espaços na tentativa de maximizar o sucesso destas acções. De forma geral,

tenciono tomar como exemplo os modelos de gestão e planeamento de áreas de conservação

que conheci de forma a que possam ser adaptados à realidade nacional. Uma das soluções que

se mostra mais vantajosa para este tipo de desenvolvimento parece ser o envolvimento das

comunidades locais nas acções conservacionistas, de forma a que estas beneficiem

sahariana, é um dos vários exemplos a nível mundial que atesta que a atribuição do estatuto de

espécies-bandeira é bastante viável para o desenvolvimento deste sector. Adequando esta ideia

à realidade portuguesa, acredito que algumas das espécies existentes no território nacional

poderiam funcionar do mesmo modo, no sentido de preservar alguns dos nossos

modestamente ricos habitats e paralelamente promover um desenvolvimento sustentável do

meio rural envolvente. Como exemplo, uma destas espécies poderá ser o Lince ibérico (Lynx

pardinus), um animal que já não existe em estado selvagem no território nacional e que está

projectado para ser reintroduzida num futuro próximo. Um dos planos que tenho para

concretizar a curto/médio prazo é participar na parceria entre Portugal e Espanha no programa

de reprodução em cativeiro de Lince ibérico para futuros repovoamentos em várias áreas de

conservação, na tentativa de restabelecer uma população selvagem onde esta espécie se

encontra extinta tal como a Serra da Malcata, o Vale do Guadiana e a Serra de Silves, entre

outros locais. Este projecto ainda está numa fase inicial de desenvolvimento e uma vez que

ainda não existem linces adultos para reintrodução, os esforços centram-se principalmente na

restauração do habitat e numa educação ambiental das comunidades locais e associações de

caçadores de modo a que estes valorizem a presença desta espécie como uma mais-valia para

a região e cooperem numa gestão do território integrada e conscienciosa. Esta iniciativa

estimula o aproveitamento dos territórios rurais para práticas agrícolas de policulturas

rotativas, para viabilizar o aumento de algumas espécies, especialmente o coelho-bravo

(Oryctolagus cuniculus), que pode ser um factor limitante no sucesso do projecto, uma vez

que constitui a maior parte da dieta de um lince adulto e as suas populações têm sofrido

baixas consideráveis pela propagação de algumas doenças tais como a mixomatose ou a febre

hemorrágica vírica (Moreno et al. 2007; Delibes-Mateos, Ferreras, e Villafuerte 2007;

O ecoturismo direccionado para algumas vertentes específicas, tais como a observação

de aves ou outros aspectos da fauna e flora, ou uma gestão consciente e sustentável de

actividades cinegéticas podem ser vertentes bastante vantajosas para uma região tanto numa

perspectiva conservacionista, como socio-económica. Este tipo de gestão do território, a meu

ver deverá ser tomado da forma mais harmoniosa e equilibrada possível tomando sempre em

atenção o conflito imanente entre conservação e lucro, que já por várias vezes na história de

áreas de conservação influenciou o panorama geral a ponto de dar matizes relativamente

artificiais à respectiva natureza.

Pessoalmente, não considero demasiado idealista a concepção de um mundo

desenvolvido que, fazendo uso de todos os recursos que possui actualmente (ou abdicando de

alguns outros), possa tornar o planeta terra num pequeno universo próspero e até mais

'humano'. Deverá haver uma tomada de consciência a nível global e, acima de tudo, uma

consciencialisação pessoal sobre os nossos verdadeiros valores e o impacto derivado das

nossas acções no meio ambiente, que nem por serem em pequena escala deverão ser

menosprezadas. Parafraseando Mahatma Gandhi “sê a mudança que gostarias de ver no

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