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Outils de v´erification des pr´evisions d’ensemble

2.6 La chaˆıne SIM France

3.1.3 Outils de v´erification des pr´evisions d’ensemble

A amostra FDF-HD4 foi isolada da fração em diclorometano das folhas de J.

acuminatissima após o fracionamento em coluna de sílica gel e recristalização com

clorofórmio, obtendo-se um sólido incolor de p.f. = 132,5-134,7 °C. Apresentou teste de Liebermann-Burchard positivo para esteroides.

Esse composto também foi isolado em mistura com estigmasterol durante o fracionamento de FHF. A análise estrutural realizada para FDF-HD4 foi semelhante à de FHF-HD10 (p. 47). Os espectros de RMN de 1H (Figura A18), de 13C (Figura A19) e subespectro DEPT 135° (Figura A20) de FDF-HD4 encontram-se nas p. 168, 169 e 170, respectivamente, sugerindo que o composto FDF-HD4 é o esteroide β-sitosterol (Tabela 3.2, p. 59).

3.5.2. Análise Estrutural de FDF-HD9

A amostra FDF-HD9 foi isolada da fração em diclorometano das folhas de J.

acuminatissima após fracionamento em coluna de sílica gel e recristalização com clorofórmio,

obtendo-se um sólido incolor de p.f. = 209,0-213,8 °C. Apresentou teste de Liebermann- Burchard positivo para triterpenos.

A análise espectrométrica realizada para FDF-HD9 foi semelhante à de FHG-HD14 (p. 49). Os espectros de RMN de 1H (Figura A21), de 13C (Figura A22) e subespectro DEPT 135° (Figura A23) de FDF-HD9, encontram-se nas p. 171, 172 e 173, respectivamente, sugerindo que o composto FDF-HD9 é o triterpeno lupeol (Tabela 3.4, p.61).

3.5.3. Análise Estrutural de FDF-HD25

A amostra FDF-HD25 foi isolada da fração em diclorometano das folhas de J.

acuminatissima após fracionamento em coluna de sílica gel e recristalização em clorofórmio e

metanol, obtendo-se um sólido branco amorfo de p.f. = 192,6-195,2 °C. Apresentou teste de Liebermann-Burchard positivo para triterpenos.

O espectro no IV de FDF-HD25 (Figura A24, p. 174) mostra banda de absorção em 3421 cm-1, característica de estiramento de hidroxila. Absorções em 2916, 2848 e 1472, 1389 cm-1 foramatribuídas respectivamente a estiramento e a deformação angular de C-H de cadeia alifática. As absorções em 1172 e 1109 cm-1 são características de estiramento C-O (Silverstein et al., 2006; Pavia et al., 2010).

O espectro de RMN de 1H (Figura A25, p. 175) mostra sinais em δH 5,13 e 5,12 e δH

4,68-4,56 atribuídos a átomos de hidrogênio alquenílico. Os outros sinais de hidrogênio são registrados entre δH 2,0 e 0,8. O espectro de RMN de 13C (Figura A26, p. 176) mostra sinais

em δC 79,1 característico de carbono hidroxilado. Os sinais em δC 139,6 e 124,5 são

característicos de triterpeno com esqueleto tipo ursano e os sinais em δC 121,8 e 145,1 são

característicos de triterpeno com esqueleto tipo oleanano. Os sinais em δC 150,9 (carbono não

hidrogenado) e δC 109,3 (carbono metilênico observado em fase negativa no subespectro

DEPT 135°) (Figura A27, p. 177) são característicos de triterpenos de esqueleto lupano. Os dados de RMN de 13C de FDF-HD25 estão de acordo com os descritos na literatura para os triterpenos α-amirina, β-amirina e lupeol (Tabelas 3.3 e 3.4, p. 60 e 61, respectivamente) (Mahato & Kundu, 1994). No gênero Justicia, o triterpeno lupeol foi descrito apenas para a espécie J. anselliana (Kpoviéssi et al., 2006), enquanto que α-amirina e β-amirina foram descritas para J. anselliana (Kpoviéssi et al., 2006) e J. adhatoda (Dhankhar et al., 2011).

3.5.4. Análise Estrutural de FDF-DA23

A amostra FDF-DA23 foi isolada da fração em diclorometano das folhas de J.

acuminatissima após fracionamento em coluna de sílica gel e recristalização em clorofórmio e

metanol, obtendo-se um sólido branco cristalino de p.f. = 248,0-251,6 °C. Apresentou teste de Liebermann-Burchard positivo para triterpenos.

O espectro no IV de FDF-DA23 (Figura A28, p. 178) mostra banda de absorção em 3372 cm-1 característica de estiramento de hidroxila. Absorções em 2925, 2854 e 1393 cm-1 foram atribuídas respectivamente a estiramento e a deformação angular de C-H de cadeia alifática. A absorção em 1128 cm-1 é característica de estiramento C-O (Silverstein et al., 2006; Pavia et al., 2010).

O espectro de RMN de 1H de FDF-DA23 (Figura A29, p. 179) mostra sinais em δH

5,30 e 5,20, além de sinais em δH 4,69 e 4,58 atribuídos a átomos de hidrogênio alquenílico.

Os sinais registrados em δH 3,36-3,17 podem ser atribuídos a hidrogênio carbinólico. Os

vários sinais registrados entre δH 2,45 e 0,80 podem ser atribuídos a átomos de hidrogênio de

grupos alifáticos.

O espectro de RMN de 13C e o subespectro de DEPT 135° (Figuras A30 e A31, p. 180 e 181, respectivamente) mostram sinais em δC 150,5 (carbono não-hidrogenado) e δC 109,7

(carbono metilênico) característicos dos átomos de carbono alquenílicos C-20 e C-29, respectivamente, de triterpenos do esqueleto tipo lupano. O sinal registrado em δC em 79,0

pode ser atribuído ao carbono carbinólico C-3 do lupano. O sinal registrado em δC em 60,6

pode ser atribuído ao carbono metilênico e hidroxilado C-28 da betulina.

O espectro de RMN de 13C e o subespectro de DEPT 135° (Figuras A30 e A31, p. 180 e 181, respectivamente) também mostram em δC 144,2 (carbono não-hidrogenado) e δC 122,3

(carbono metínico) característicos dos átomos de carbono alquenílico C-13 e C-12, respectivamente, de triterpenos do esqueleto oleanano. O sinal registrado em δC em 79,0 pode

ser atribuído também ao carbono carbinólico C-3 do oleanano. O sinal registrado em δC em

69,7 pode ser atribuído ao carbono metilênico hidroxilado C-28 do eritrodiol. Os dados de RMN de 13C de FDF-DA23 estão de acordo com os dados descritos na literatura para uma mistura de triterpenos betulina e eritrodiol (Tabela 3.4, p. 61) (Mahato & Kundu, 1994). Os dados mostram que a proporção da betulina na mistura é maior do que a de eritrodiol. Esses compostos são descritos pela primeira vez no gênero Justicia.

3.5.5. Análise Estrutural de FDF-DA30

A amostra FDF-DA30 foi isolada da fração em diclorometano das folhas de J.

acuminatissima após fracionamento em coluna de sílica gel e recristalização em clorofórmio e

metanol, obtendo-se um sólido branco cristalino de p.f. = 280,4-282,8 °C. Apresentou teste de Liebermann-Burchard positivo para triterpenos.

O espectro no IV de FDF-DA30 (Figura A32, p. 182) mostra banda de absorção em 3330 cm-1 característica de estiramento de hidroxila. Absorções em 2944, 2871 e 1453, 1379 cm-1 foramatribuídas a estiramento e a deformação angular respectivamente de C-H de cadeia alifática. As absorções em 1124, 1071 e 1042 cm-1 são características de estiramento C-O (Silverstein et al., 2006; Pavia et al., 2010).

O espectro de RMN de 1H de FDF-DA30 (Figura A33, p. 183) mostra sinais em δH

4,94 e 4,77 atribuídos a átomos de hidrogênio alquenílico. O multipleto registrado em δH

3,61-3,40 pode ser atribuído a hidrogênio carbinólico. Os vários sinais registrados entre δH

2,73 e 0,81 podem ser atribuídos a átomos de hidrogênio de grupos alifáticos.

O espectro de RMN de 13C e o subespectro de DEPT 135° (Figuras A34 e A35, p. 184 e 185, respectivamente) mostram sinais em δC 151,5 (carbono não-hidrogenado) e δC 110,1

observado em fase negativa no subespectro DEPT 135°(carbono metilênico) que são característicos dos átomos de carbono alquenílico C-20 e C-29, respectivamente, de triterpenos do esqueleto do tipo lupano. O sinal registrado em δC em 78,3 pode ser atribuído

ao carbono carbinólico C-3 do lupano. O sinal registrado em δC em 179,1 pode ser atribuído

ao carbono carboxílico C-28. Os dados de RMN de 13C de FDF-DA30 estão de acordo com os dados correspondentes descritos na literatura para o triterpeno ácido betulínico (Tabela 3.4, p. 61) (Mahato & Kundu, 1994). Esse composto é descrito pela primeira vez no gênero Justicia.

3.6. Identificação dos compostos isolados de FDG