• Aucun résultat trouvé

Parte desse estudo foi aprovado para apresentação no Congresso Brasileiro de Pneumologia e no Congresso Brasileiro de Educação Médica, ambos em 2019 (ANEXO B).

Cadastro no SIGAA do Projeto de Extensão “Grupo de Tabagismo do HUOL” que continua inserido no rodízio obrigatório de aulas práticas do componente curricular DDSR mesmo após o término do estudo.

Conforme preconizado pelo Programa de Pós-graduação em Ensino na Saúde - Mestrado Profissional em Ensino na Saúde – UFRN, parte dos resultados dessa Dissertação de Mestrado, será submetida no formato de artigo científico, a um periódico indexado QUALIS CAPES A1, cujo TÍTULO e RESUMO descreveremos a seguir.

RESUMO

INCLUSÃO DA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA EM COMPONENTE CURRICULAR OBRIGATÓRIO NA GRADUAÇÃO EM MEDICINA: RELATO DE EXPERIÊNCIA

A utilização de diversas estratégias de ensino no curso de medicina da UFRN – Natal - RN, é crescente desde as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) 2001/2014, embora seja um desafio para docentes e discentes. A Extensão Universitária tem sido objeto de discussão sobre a importância de sua inserção como componente curricular obrigatório e o tema Tabagismo, as vezes negligenciado, surge nesse contexto para preencher essa lacuna. O objetivo do estudo foi relatar a experiência da inclusão de um projeto de extensão “Grupo de Tabagismo do Hospital Universitário Onofre Lopes - HUOL” no componente curricular “Disciplina de Doenças do Sistema Respiratório” (DDSR). A metodologia utilizada foi a participação obrigatória estudantes do quarto ano (VII semestre) nas reuniões semanais multidisciplinares do grupo de pacientes tabagistas e ex-tabagistas, em formato de rodizio, discutindo vários aspectos do Tabagismo. Através de um questionário online em escala Likert a maioria dos estudantes considerou a estratégia como muito relevante para aprendizado do Tabagismo e todos concordaram que os tópicos abordados no grupo não tinham sido vistos até o momento durante o curso. A avaliação positiva dos estudantes sobre a

45

contribuição para o aprendizado por serem atividades extremamente práticas, certamente é um estímulo à sua continuidade e aprimoramento, fortalecendo a inserção curricular da Extensão, que nesse caso, desponta como pioneira na graduação em medicina na UFRN.

46

REFERÊNCIAS

1. Nogueira MI. As mudanças na educação médica brasileira em perspectiva: reflexões sobre a emergência de um novo estilo de pensamento. Rev. Bras. Educ. Med. 2009;33(2):14-17. Doi: https://doi.org/10.1590/S0100-55022009000200014. 2. Brasil. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de

Educação Superior. Resolução CNE/CES nº4 de 7 de novembro de 2001. Institui diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em Medicina. Diário Oficial da União. Brasília, DF; 9 nov. 2001; Seção 1, p. 38.

3. Brasil. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Superior. Resolução Nº. 3 de 20 de junho de 2014. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 jun. 2014; Seção 1, p. 8-11.

4. Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Portal docente do Sigaa. [Internet].

Natal; 2020 [acesso 2017 jul 06]. Disponível em:

https://Sigaa.Ufrn.Br/Sigaa/Portais/Docente/Docente.Jsf.

5. Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Centro de Ciências da Saúde. Curso de Medicina. Projeto Pedagógico do Curso. [Internet]. Natal; 2014 [acesso

2019 jun 14]. Disponível em:

https://sigaa.ufrn.br/sigaa/public/curso/ppp.jsf?lc=pt_BR&id=2000056.

6. Ministério da Saúde. Instituto Nacional do Câncer. Observatório da Política Nacional de Controle do Tabaco. Rio de Janeiro: INCA; 2019.

7. Áfio ACE, Balbino AC, Alves MDS, Carvalho LV, Santos MCL, Oliveira NR. Análise do conceito de tecnologia educacional em enfermagem aplicada ao paciente. Rev Rene. 2014;15(1):158-65. Doi: 10.15253/2175-6783.2014000100020.

8. Beaumie, K, Reeves, TC. Reframing research on learning with technology: in search of the meaning of cognitive tools. Instructional Science. 2017;35(3):207-56. Doi: 10.1007 / s11251-006-9005-2.

9. Barros MCMS, Brito MIMS, Guedes JT. Educação à distância: A relevância do uso da tecnologia a favor da educação. In: Anais do 10º Encontro Internacional de Formação de Professores; 11º Fórum Permanente Internacional de Inovação Educacional, 2017; Aracajú. 2017:1-11.

10. Ruiz JG.The Impact of E-learning in Medical Education. Acad.Med.2012;81(3):3-5. 11. Hesse BW. Role of the Internet in Solving the Last Mile Problem in Medicine. J Med

Internet Res. 2019;21(10):e16385. Doi: 10.2196/16385.

12. Hospital Universitário Onofre Lopes. A telemedicina contribui com o ensino médico do HUOL [internet]. Natal; [2018]. [acesso 2018 nov 4]. Disponível em: http://www2.ebserh.gov.br/web/huol-ufrn/rute.

47

13. Souza MNA, Monteiro AJ. Os docentes da Universidade Federal do Ceará e a utilização de alguns dos recursos do sistema integrado de gestão de atividades acadêmica (SIGAA). Ensaio: aval. pol. públ. educ. 2015;23(88):611-30. Doi: https://doi.org/10.1590/S0104-40362015000300004.

14. Rocha Neto AF, Lima, GAF. Turma virtual do SIGAA como ferramenta de apoio ao ensino. Natal: UFRN; 2009.

15. Oliveira RJF, Silva AXG, Brígido ARD, Mafaldo RS, Paula VT, Diniz Júnior J, et al. Ferramentas de E-learning para melhoria do aprendizado em Medicina. Rev. Bras. Inov. Tecnol. Saúde. 2013:55-6. Doi:https://doi.org/10.18816/r-bits.v3i3.4484. 16. Vasconcelos ACF, Stedefeldt E, Frutuoso MFP. Uma experiência de integração

ensino-serviço e a mudança de práticas profissionais: com a palavra, os

profissionais de saúde. Interface. 2016;20(56):147-58. Doi:

http://dx.doi.org/10.1590/1807-57622015.0395.

17. Universidade Federal de Santa Maria. Extensão será obrigatória no currículo dos cursos de graduação [Internet]. Santa Maria; 2014 [23/04/2108]. Disponível em https://www.ufsm.br/2014/12/04/extensao-sera-obrigatoria-no-curriculo-dos-

cursos-de-graduacao/.

18. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Superior. Resolução CNE/CES nº 7, de 18 de dezembro de 2018- Estabelece as Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação - PNE 2014-2024 e dá outras providências [Internet].

Brasília, DF; 2018 [acesso 2018 jul 05]. Disponível

em:http://portal.mec.gov.br/publicacoes-para-professores/30000- uncategorised/62611-resolucoes-cne-ces-2018.

19. Núcleo de Arte e Cultura da UFRN. Seminário de Extensão Universitária PROEX/UFRN – 2015 [Internet]. Natal; 2015 [acesso 2018 nov 14]. Disponível em: http://nac.ufrn.br/nac/?p=5800.

20. Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. Resolução nº 037/2019–CONSEPE, de 23 de abril de 2019. Natal; 2019. 21. Fernandes MC, Silva LMS, Machado ALG, Moreira TMM. Universidade e a extensão universitária: a visão dos moradores das comunidades circunvizinhas. Educ. Rev. 2012;28(4):169-193. Doi: http://dx.doi.org/10.1590/S0102- 46982012000400007.

22. Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Pró-Reitoria de Extensão [Internet]. Natal; 2018 [acesso 2018 jun 5]. Disponível em: www.proex.ufrn.br

48

23. Cheston CC, Flickinger TE, Chisolm MS. Social media use in medical education: a

systematic review. Acad Med. 2013;88(6):893-901. Doi:

10.1097/ACM.0b013e31828ffc23.

24. Câmara FMP, Oliveira DFM, Silva RA, Paula VT, Abreu EPF, Matos Neto C, et al. Perfil do manuseio de inovações tecnológicas pelo estudante de medicina e sua interface para o aprendizado em saúde. Rev. Bras. Inov. Tecnol. Saúde. 2014;4(1). Doi: https://doi.org/10.18816/r-bits.v4i1.4549.

25. Boruff JT, Storie D. Mobile devices in medicine: a survey of how medical students, residents, and faculty use smartphones and other mobile devices to find information. J Med Libr Assoc. 2014;102(1):22-30. Doi: 10.3163/1536- 5050.102.1.006.

26. Yu JH, Chae SJ, Chung Y-S. Do basic psychological needs

affect student engagement in medical school?.Korean J Med Educ.

2018;30(3):237-241. Doi: 10.3946/kjme.2018.98.

27. Ayala EE, Omorodion AM, Nmecha D, Winseman JS, Mason HRC. What Do Medical Students Do for Self-Care? A Student-Centered Approach to Well-

Being. Teach Learn Med. 2017;29(3):237-246. Doi:

10.1080/10401334.2016.1271334.

28. Silva JR, Medeiros FB, Moura FMS, Bessa WS, Bezerra ELM. Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação no Curso de Medicina da UFRN. Rev. Bras. Educ. Med. 2015;39(4):537-541. Doi: http://dx.doi.org/10.1590/1981- 52712015v39n4e02562014.

29. Imperatore SLB, Pedde V, Imperatore JLR. Curricularizar a extensão ou extensionalizar o currículo? Aportes teóricos e práticas de integração curricular da Extensão ante a estratégia 12.7 do PNE. In: Anais do 15º Colóquio Internacional de Gestão Universitária, 2015; Buenos Aires.

30. Melo L. Universidade federal do Rio Grande do Norte. Proex discute inserção curricular da extensão do curso de enfermagem [Internet]. Natal; 2020 [acesso 12/04/2019]. Disponível em: https://ufrn.br/imprensa/noticias/33412/proex- discute-insercao-curricular-da-extensao-do-curso-de-enfermagem.

31. Moita FMGS, Andrade, FCB. Ensino-pesquisa-extensão: um exercício de indissociabilidade na pós-graduação. Rev. Bras. Educ. 2009;14(41):269-280. Doi: http://dx.doi.org/10.1590/S1413-24782009000200006

32. Brinker TJ, Owczarek AD, Seeger W, Groneberg DA, Brieske CM, Jansen P, et al. A Medical Student-Delivered Smoking Prevention Program, Education Against Tobacco, for Secondary Schools in Germany: Randomized Controlled Trial. J Med Internet Res. 2017;19(6):101-14. Doi: 10.2196/jmir.7906.

33. Almeida SMV, Barbosa LMV. Curricularização da Extensão Universitária no Ensino Médico: o Encontro das Gerações para Humanização da Formação. Rev.

49

Bras. Educ. Med. 2020;43(1):672-680. Doi: https://doi.org/10.1590/1981- 5271v43suplemento1-20190013.

.

34. Côrtez CN, Queiroz CM. Diálogos de saberes em atividades de pesquisa colaborativa intercultural, ensino e extensão. In: Caputo MC, Teixeira CF. Universidade e sociedade: concepções e projetos de extensão universitária. Salvador: EDUFBA; 2014. p. 111-24.

35. Batista NA, Batista SHSS, Puccini RF, Sampaio LO. A prática como eixo da aprendizagem na graduação médica. In: Puccini RF, Sampaio LO, Batista NA, organizadores. A formação médica na Unifesp: excelência e compromisso social. São Paulo: Editora Unifesp; 2008. p. 101-15.

50

APÊNDICE A – COMUNIDADE VIRTUAL VIA SIGAA – EXEMPLO DE COMO OCORRERAM AS POSTAGENS SOBRE TABAGISMO NA COMUNIDADE VIRTUAL ATRAVÉS DO SIGAA

51

APÊNDICE B – QUESTIONÁRIO EM ESCALA LIKERT DE PERCEPÇÃO DOS ESTUDANTES SOBRE A UTILIZAÇÃO DA COMUNIDADE VIRTUAL VIA SIGAA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE

PROGRAMA DE POS-GRADUAÇÃO EM ENSINO NA SAÚDE MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO NA SAÚDE – MPES

Você irá responder sobre algumas afirmativas referentes à pesquisa intitulada “Tabagismo: buscando estratégias para o ensino de graduação em Medicina”

Você realmente participou do estudo pela Comunidade Virtual no SIGAA: Menos de 30% das vezes

Entre 30 e 50% das vezes Mais de 50% das vezes Nenhuma vez

Se participou, em algum período, do estudo via Comunidade Virtual no SIGAA, responda às afirmativas abaixo:

1- A abordagem do tema Tabagismo pela COMUNIDADE VIRTUAL via SIGAA foi importante para o seu processo de aprendizagem:

Discordo totalmente Discordo parcialmente Concordo parcialmente Concordo totalmente

2 - A leitura dos temas via SIGAA facilitou as respostas da avaliação sobre Tabagismo ao final:

Discordo totalmente Discordo parcialmente Concordo parcialmente Concordo totalmente

3- Os tópicos abordados via SIGAA foram, em sua maioria, relevantes para o seu aprendizado:

Discordo totalmente Discordo parcialmente Concordo parcialmente Concordo totalmente

52

4-A Abordagem de conteúdo via SIGAA é prática, rápida e fácil. Discordo totalmente Discordo parcialmente Concordo parcialmente Concordo totalmente

5- O ensino via SIGAA foi mais produtivo e didático do que aulas teóricas convencionais

:

Discordo totalmente Discordo parcialmente Concordo parcialmente Concordo totalmente

6- Após a utilização da estratégia via SIGAA, sente mais segurança em abordar pacientes tabagista e ex-tabagistas:

Discordo totalmente Discordo parcialmente Concordo parcialmente Concordo totalmente

7- Os alunos de medicina da UFRN possuem o hábito de estudar via SIGAA: Discordo totalmente Discordo parcialmente

Concordo parcialmente Concordo totalmente

8- Os docentes de Medicina da UFRN possuem o hábito de ensinar via SIGAA: Discordo totalmente Discordo parcialmente

Concordo parcialmente Concordo totalmente

9 – O SIGAA deveria ser mais utilizado na graduação do curso de Medicina da UFRN: Discordo totalmente Discordo parcialmente

Concordo parcialmente Concordo totalmente

10- A maioria dos tópicos abordados via Comunidade virtual - SIGAA, já haviam sido expostos em algum momento do curso:

Discordo totalmente Discordo parcialmente Concordo parcialmente Concordo totalmente ______________________________________

Profª. Suzianne Ruth Hosanah Lima Pinto Natal-RN,

53

APÊNDICE C – QUESTIONÁRIO EM ESCALA LIKERT DE PERCEPÇÃO DOS ESTUDANTES QUANTO A UTILIZAÇÃO DA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA PARA O ENSINO SOBRE TABAGISMO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE PROGRAMA DE POS-GRADUAÇÃO EM ENSINO NA SAÚDE MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO NA SAÚDE - MPES

Você irá responder sobre algumas afirmativas referentes à pesquisa intitulada “Tabagismo: buscando estratégias para o ensino de graduação em Medicina”

1- A passagem pelo grupo de Tabagismo foi importante para o seu processo de aprendizagem:

Discordo totalmente Discordo parcialmente Concordo parcialmente Concordo totalmente

2- A passagem pelo grupo de Tabagismo facilitou as respostas na avaliação ao final: Discordo totalmente Discordo parcialmente

Concordo parcialmente Concordo totalmente

3 - Os tópicos específicos abordados no grupo de Tabagismo foram, em sua maioria, relevantes para o aprendizado:

Discordo totalmente Discordo parcialmente Concordo parcialmente Concordo totalmente

4- O contato com pacientes tabagistas e ex-tabagistas, foi relevante para entender mais sobre o tema/problema:

5- O grupo de Tabagismo foi didático:

Discordo totalmente Discordo parcialmente Concordo parcialmente Concordo totalmente 6- Participar do grupo de Tabagismo foi prazeroso: Discordo totalmente Discordo parcialmente Concordo parcialmente Concordo totalmente

7- Os alunos aprendem mais sobre as doenças com exemplos práticos: Discordo totalmente Discordo parcialmente

54

Concordo parcialmente Concordo totalmente

8- Todas as disciplinas deveriam ter momentos práticos durante o ensino: Discordo totalmente Discordo parcialmente

Concordo parcialmente Concordo totalmente

9 – Após a passagem pelo grupo de Tabagismo, você sente mais confiança em abordar pacientes tabagistas e ex-tabagistas:

Discordo totalmente Discordo parcialmente Concordo parcialmente Concordo totalmente

10- A maioria dos assuntos abordados no grupo de Tabagismo, já haviam sido expostos em algum momento do curso:

Discordo totalmente Discordo parcialmente Concordo parcialmente Concordo totalmente ______________________________________ Profª. Suzianne Ruth Hosanah Lima Pinto Natal-RN,

55

59

ANEXO A – APROVAÇÃO DA PESQUISA NO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DO HOSPITAL ONOFRE LOPES – UFRN

60

ANEXO B – APROVAÇÃO DE PARTE DO TRABALHO PARA APRESENTAÇÃO EM CONGRESSOS

Documents relatifs