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Chapitre 3 : Cas d’étude La production de biobutanol : Influence de l’étape de

3.4. Application de la méthode à l’étape de purification

3.4.2. Optimisation

CAMPO

RESUMO – O cultivo em larga escala da lichieira, Litchi chinensis Sonn.

(Sapindaceae), no Brasil ainda é recente. Esta cultura tem sofrido danos severos pela ação do ácaro-da-erinose da lichieira, Aceria litchii (Keifer) (Eriophyidae). Isto tem preocupado os produtores brasileiros, principalmente por ainda não existir nenhum produto registrado para o controle desta praga no País. Este estudo refere- se à avaliação em campo da eficiência dos inseticidas/acaricidas que mostraram os melhores resultados no capítulo anterior. Foi conduzido em plantas de lichieira mantidas em uma propriedade de Piracicaba, Estado de São Paulo. A aplicação dos produtos foi realizada em 3 de setembro de 2012. As densidades de A. litchii e fitoseídeos foram avaliadas imediatamente antes de cada aplicação e 1, 7, 15 e 30 dias após a aplicação. Tomaram-se 20 folhas com erinose de cada parcela, sendo estas levadas ao laboratório para as avaliações. Após a chegada ao laboratório, dez folhas de cada parcela foram examinadas sob estereomicroscópio para estimar a densidade de predadores. As 20 folhas de cada parcela foram então deixadas a secar durante 48 h sobre uma superfície plástica, sendo então as folhas e a superfície lavadas com água destilada para a coleta dos ácaros sobre uma peneira de 400 micrômetros. O produto mais eficiente no controle de A. litchii foi o enxofre (90%, 15 dias após a aplicação), seguido de fenpiroximato (73%, sete dias após a aplicação) e hexitiazoxi (63%, 15 dias após a aplicação). O produto menos tóxico aos predadores fitoseídeos (representados principalmente por Phytoseius

intermedius Evans & MacFarlane) foi azadiractina, seguida de fenpiroximato e

hexitiazoxi.

5.1 Introdução

A cultura da lichieira, Litchi chinensis Sonn. (Sapindaceae), tem despertado crescente interesse no Brasil por ser uma planta rústica e também pelo retorno econômico que proporciona ao produtor (MARTINS, 1992). O cultivo desta planta em larga escala no Brasil é recente, concentrando-se nos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná (CEAGESP, 2011). A produção brasileira anual é estimada em 5.000 toneladas, colhida em aproximadamente 3.500 hectares, valores que colocam o país como o nono maior produtor mundial (ABRALI, 2011).

No Brasil, a lichieira tem historicamente mostrado poucos problemas em relação aos ataques de pragas e doenças, tendo sido relatados até recentemente sobre esta cultura apenas alguns fungos, como Gloesporium spp., Phomosis spp. e

Cladosporium spp., coleópteros e cochonilhas (MARTINS et al., 2001). Entretanto,

uma nova praga foi recentemente relatada sobre esta cultura no Estado de São Paulo. Trata-se do ácaro-da-erinose da lichieira, Aceria litchii (Keifer) (Eriophyidae). Sintomas severos semelhantes aos provocados por este ácaro haviam sido relatados desde 2003 (MINEIRO e RAGA, 2003), embora a comprovação da ocorrência do ácaro só tenha sido publicada em 2008 (RAGA et al., 2010).

O ácaro-da-erinose vive preferencialmente em folhas jovens de lichieira, causando a produção de eríneos na parte inferior das mesmas, que podem eventualmente cobrir a folha por inteiro, chegando a causar seu encrespamento. Em muitos casos todo o limbo foliar pode ser deformado. Em altas infestações, o ácaro também pode atacar flores e frutos, causando a formação de eríneos, comprometendo seriamente a produção. Os eríneos jovens são branco-prateados mudando para marrom claro e castanho escuro com o passar do tempo (BUTANI, 1977; FAO, 2002; NISHIDA; HOLDAWAY, 1955).

Perdas de até 80% em pomares comerciais de São Paulo infestados por este ácaro foram relatas em 2010 (dados colhidos no site Rural Br Agricultura, consultado em 14-05-2012). Os produtores brasileiros de lichia estão preocupados com esta nova praga, relatando-se que nunca a produtividade desta cultura tinha sido tão baixa como em 2010. Há seis anos a produção brasileira alcançou sete mil toneladas, porém este valor caiu para cerca de apenas três mil toneladas em 2010,

sendo o ácaro citado como a principal causa dessa queda (dados colhidos no site Rural Br Agricultura, consultado em 14-05-2012).

Ainda não existe nenhum produto registrado para o controle desta praga no Brasil. Embora existam relatos sobre a eficiência do enxofre no controle deste ácaro em outros países, ainda não há no Brasil dados que comprovem a eficiência deste ou de outros produtos em nossas condições.

No capítulo anterior, 11 produtos foram avaliados em laboratório quanto à eficiência no controle de A. litchii. Os melhores resultados foram obtidos com a aplicação de enxofre, fenpiroximato, abamectina e hexitiazoxi. Estes produtos causaram a mortalidade de pelo menos 96,5% dos ácaros tratados dentro de 48 h da aplicação. No entanto, todos estes se mostraram nocivos ou moderadamente nocivos ao fitoseídeo Phytoseius intermedius Evans & MacFarlane, um dos predadores mais comumente encontrados em associação com esta praga no estado de São Paulo (PICOLI et al., 2010; capítulo 2 desta dissertação). Ainda no capítulo anterior, verificou-se que azadiractina causou até 56,7% de mortalidade da praga, mostrando-se porém apenas levemente nociva àquele predador.

O objetivo deste trabalho foi avaliar em campo a eficiência dos produtos citados no parágrafo anterior, adotando-se uma metodologia de avaliação ainda não citada na literatura, que permite a estimativa da população de ácaros que causam a formação de eríneos. Estas estruturas beneficiam o ácaro, protegendo-o do ataque de predadores e mesmo da ação de outros fatores exógenos, como de produtos químicos utilizados para seu controle. Por outro lado, também dificultam a visualização dos ácaros nos trabalhos de pesquisa, exigindo o desenvolvimento de uma metodologia apropriada.

5.2 Material e Métodos

A etapa de campo do presente trabalho foi conduzida em Piracicaba, Estado de São Paulo, na fazenda denominada Santa Maria, com coordenadas geográficas de 22° 40’ O e 47° 32’ S, em plantas de lichieira da variedade Bengal. As plantas tinham aproximadamente 1,4 m de altura, e encontravam-se dispostas a uma distância de aproximadamente 40 cm umas das outras. O delineamento utilizado foi

de blocos ao acaso, com seis tratamentos e seis repetições, cada parcela sendo constituída por aproximadamente 100 plantas (área de aproximadamente 170 m2).

Cada tratamento correspondeu à aplicação de um produto, sendo que a aplicação de água correspondeu ao tratamento controle. Os produtos avaliados foram: enxofre (Kumulus 80 WG), 1 g/L; abamectina (Vertimec 18 EC), 0,3 mL/L; fenpiroximato (Ortus 50 SC), 1 mL/L; hexitiazoxi (Savey 50 EC), 0,003 g/L e azadiractina (Azamax 12 EC), 3 mL/L (incluído por que apesar da baixa eficiência verificada no capítulo anterior, apresentou baixa toxicidade aos ácaros predadores).

A aplicação dos tratamentos foi realizada em 3 de setembro de 2012, com um pulverizador costal manual modelo Jacto PJH 20 L. Para evitar a interferência dos tratamentos, uma lona plástica foi posicionada entre as parcelas no momento de cada aplicação. O volume de calda aplicado em cada parcela foi o suficiente para permitir a cobertura total das plantas, ou seja, além do ponto de escorrimento.

As densidades dos ácaros foram avaliadas imediatamente antes de cada aplicação e 1, 7, 15 e 30 dias após cada aplicação. Em cada avaliação, tomaram-se 20 folhas jovens com sintoma de ataque da praga (erinose) de plantas da parte central de cada parcela, evitando-se possíveis interferências dos produtos aplicados. As folhas foram levadas ao laboratório, onde dez das folhas de cada parcela foram tomadas aleatoriamente e examinadas sob estereomicroscópico na busca de ácaros predadores. Esses foram transferidos para um recipiente com etanol a 70% para posterior montagem em meio de Hoyer, identificação e contagem.

A determinação dos números de A. litchii exigiu o desenvolvimento de um método específico para ácaros que produzem eríneos. Este se baseia na observação de que se pode precipitar a migração destes ácaros com a secagem das folhas ao serem retiradas das plantas. Isto leva à exposição dos ácaros na superfície, permitindo a estimativa da população. Para tanto, as 20 folhas de cada parcela foram dispostas com a face inferior voltada para cima sobre um retângulo de 20 x 30 cm, delimitado com cola entomológica sobre uma superfície plástica preta. Após 48 h, as folhas e a superfície em que estavam foram lavadas com água, com auxílio de uma pisseta, sobre uma peneira com abertura de 400 micrômetros. Um teste prévio indicou ser este o tempo necessário para que os ácaros vivos migrassem para fora dos eríneos, restando muito poucos (< 10%) nestes após este período. Os ácaros retidos na peneira foram transferidos com etanol 70% para um

tubo de Falcon, completando-se o volume para 15 ml. A estimativa do número de ácaros em cada parcela foi feita em uma câmara de Peter, empregando-se uma modificação do método descrito por Lawson-Balagbo et al. (2008). Para tanto, foram tomadas três alíquotas de 1 mL de cada frasco, agitando-se o líquido imediatamente antes, e estimando-se o número de ácaros para todo o conteúdo por extrapolação.

Por razões de ordem prática, estimou-se inicialmente a densidade média de

A. litchii em termos de número de ácaros pelo peso total da área coberta por eríneos

nas 20 folhas de cada parcela. Através de uma correlação previamente determinada entre área e peso (área= 18,115 * peso + 0,0003; R2= 0,96), a densidade de ácaros em cada parcela e em cada avaliação foi convertida em número de ácaros por cm2 de eríneo.

Os dados de mortalidade e as densidades de predadores encontrados nos diferentes tratamentos foram inicialmente submetidos ao teste de Bartlett para verificar a homogeneidade das variâncias e de Shapiro & Wilk para verificar a normalidade dos resíduos e então transformados em √x+1. Os resultados foram submetidos à análise de variância (ANOVA) e as médias comparadas pelo teste de Duncan a 5% de probabilidade de erro, utilizando-se o “software” R 2.15.0 (2012). Dada a heterogeneidade das variâncias e a distribuição não normal dos dados das densidades de ácaros predadores mesmo após a transformação, estes foram comparados pelo teste não paramétrico de Kruskal-Wallis, utilizando o “software” R 2.15.0 (2012). A eficiência de cada tratamento no controle de A. litchii foi determinada pela fórmula proposta por Henderson e Tilton (1955). A mesma fórmula foi utilizada para se calcular o efeito dos produtos sobre os predadores.

5.3 Resultados

A avaliação prévia realizada tanto para A. litchii como para os predadores mostraram algumas diferenças significativas entre os tratamentos, o que inviabiliza a comparação direta entre as densidades correspondentes aos tratamentos em cada avaliação. Por esta razão, a comparação entre os dados foi feita graficamente e através dos níveis de eficiência dos inseticidas/acaricidas.

Graficamente, nota-se uma tendência a um aumento da densidade de A. litchii na testemunha ao longo do período experimental (Figura 1A). Nota-se também um

aumento da densidade no tratamento correspondente à aplicação de azadiractina até o sétimo dia da aplicação, seguido de uma queda nas duas avaliações seguintes. Os demais tratamentos aparentemente causaram uma leve redução das densidades aos 15 dias após a aplicação e novamente aumentaram aos 30 dias da aplicação.

O enxofre foi o produto que apresentou maior eficiência ao longo de todas as avaliações (Figura 1B). A eficiência deste produto aumentou até 15 dias após a aplicação, quando atingiu 90%, reduzindo levemente na avaliação feita 30 dias após a aplicação. Dentre os outros produtos, apenas o fenpiroximato e o hexitiazoxi mostraram alguma eficiência ao longo das observações. Mesmo assim, estas foram baixas, atingindo no máximo cerca de 73% para o primeiro produto sete dias após a aplicação e 63% no máximo para o segundo, 15 dias após a aplicação.

Figura 1. Densidade de A. litchii/cm2 encontrada na prévia, 1, 7, 15 e 30 dias após a

aplicação dos produtos em campo (A) e eficiência dos produtos sobre estes ácaros (B).

No transcorrer deste trabalho, P. intermedius, correspondeu a 92,4% dos fitoseídeos encontrados. Os demais fitoseídeos foram Amblyseius compositus Denmark e Muma (6,3%) e Phytoseius woodburyi De Leon (1,3%). Quanto aos predadores, as densidades populacionais reduziram mesmo no tratamento testemunha sete dias após a aplicação, mas aumentaram levemente a partir de então, atingindo na última avaliação aproximadamente o mesmo nível que na avaliação prévia (Figura 2A). Nos outros tratamentos, a densidade também diminuiu, sendo o predador quase totalmente inexistente nestes um e sete dias após a aplicação dos produtos (exceto no tratamento correspondente à aplicação de azadiractina), recuperando-se levemente a partir de então nos tratamentos correspondentes à aplicação de azadiractina, fenpiroximato e hexitiazoxi.

Em termos percentuais (correspondente à “eficiência” na redução da densidade), com exceção de azadiractina, todos os produtos tiveram grande impacto na densidade dos fitoseídeos já no primeiro dia após a aplicação dos produtos (Figura 2B). A redução da densidade dos predadores variou entre 75,4 (enxofre) e 94,3% (fenpiroximato) (Figura 2B). No entanto, nas contagens feitas sete e 15 dias após a aplicação, o impacto devido à aplicação de azadiractina aumentou, enquanto o impacto de fenpiroximato e hexitiazoxi diminuíram. O impacto devido à aplicação de enxofre e abamectina se manteve alto durante todo o período de observação.

Figura 2. Densidade de fitoseídeos na prévia, 1, 7, 15 e 30 dias após a aplicação dos produtos em campo (A) e percentual de redução dos produtos sobre estes ácaros (B).

5.4 Discussão

Enxofre, fenpiroximato e hexitiazoxi foram os produtos que apresentaram melhor controle de A. litchii. Estes resultados estão de acordo com o que se esperava a partir dos resultados obtidos no capítulo anterior. Também está de acordo com o esperado a menor eficiência de azadiractina em comparação com os outros produtos. No entanto, foi inesperado o resultado da aplicação de abamectina, cuja eficiência foi praticamente zero ao longo de todo o período de observação. Há que se considerar, entretanto, que por uma casualidade, a densidade média de A.

litchii nas plantas deste tratamento foram muito baixas, mesmo antes de se realizar a

aplicação do produto. Este baixo nível pode ter mascarado o efeito real do produto, tendo em vista indesejados erros experimentais inevitáveis em campo.

A azadiractina tem sido relatada na literatura como um inseticida de ação repelente (GALLO et al., 2002; HOY, 2011). Esta característica poderia explicar o aumento da densidade de A. litchii neste tratamento até o sétimo dia da aplicação, em função da metodologia usada. O efeito repelente poderia ter causado, durante aquele período, a migração de uma maior parcela da população da praga para a superfície dos eríneos, tendo este efeito desaparecido após este período.

Com relação ao predador, também os resultados obtidos foram compatíveis com aqueles obtidos no capítulo anterior. Assim, a menor “eficiência” de azadiractina um dia após a aplicação pode estar ligada ao efeito menos tóxico deste produto observado naquele capítulo. Já, o aumento da “eficiência” deste produto e a redução da “eficiência” de outros produtos parece corresponder exatamente ao efeito destes produtos na reprodução dos predadores, observada no capítulo anterior.

No capítulo dois desta dissertação um método diferente foi usado para estimar o número de A. litchii por folha. No entanto as densidades encontradas deste ácaro naquela situação foram compatíveis com as encontradas no tratamento controle deste capítulo, sugerindo que ambos os métodos possam ser úteis na estimativa da densidade populacional de A. litchii e de outros ácaros que produzem eríneos. Picoli (2010) encontrou valores absolutos de A. litchii mais baixos que os aqui encontrados, utilizando outra metodologia de extração dos ácaros. Naquele caso, o número médio de A. litchii foi estimado a partir de uma área de 2 cm2 de eríneo, colocada em uma

solução de detergente neutro e agitada por 5 segundos, com o objetivo de desalojar os ácaros.

Os predadores predominantes neste estudo foram exatamente os mesmos observados no capítulo 2, conduzido em outra área distante aproximadamente 15 km em linha reta do campo em que o presente estudo foi conduzido. As densidades de predadores determinadas neste trabalho foram baixas. Estes níveis foram entretanto compatíveis àqueles determinados no capítulo 2 desta dissertação, durante os mesmos meses, embora em anos distintos. Os níveis aqui determinados foram porém bem menores que os encontrados por Picoli (2010), provavelmente devido ao método diferente utilizado na retirada dos predadores. No entanto, também naquele trabalho as densidades de fitoseídeos encontradas no período em que o trabalho foi conduzido foram mais baixas que em outras épocas do ano.

Na Austrália e Índia, o manejo de A. litchii tem sido feito com pulverizações sucessivas e alternadas de enxofre e dimetoato, sendo a primeira aplicação realizada no início das brotações (SHARMA et al., 1992; WAITE, 2002).

Os resultados deste trabalho coincidem em parte com os relatados no capítulo 4 desta dissertação, em que apenas azadiractina foi classificada como levemente tóxica a P. intermedius, sendo seguido pelo hexitiazoxi, classificado como moderadamente tóxico, sendo os demais produtos considerados tóxicos a este predador. Os resultados do presente estudo, sugerem também a recuperação relativamente mais rápida do predador nas parcelas tratadas com fenpiroximato. Ahmad et al. (2009) consideraram hexitiazoxi inofensivo a Phytoseius plumifer e relataram abamectina e fenpiroximato como tóxicos a este ácaro em laboratório.

Silva e Oliveira (2006) também consideraram a abamectina como tóxica a

Neoseiulus californicus (McGREGOR, 1954), enquanto Reis et al. (1999) mostraram

a alta sensibilidade deste ácaro ao enxofre.

Enxofre, hexitiazoxi e fenpiroximato mostraram eficiência no controle de A.

litchii. No entanto, o número de fitoseídeos encontrados nos tratamentos com

fenpiroximato e hexitiazoxi foram maiores na última avaliação, justificando possivelmente sua utilização em relação aos demais.

A época em que este estudo foi realizado é um fato importante a se considerar, uma vez que, tanto as densidades da praga como as densidades do predador foram baixas naquela época, dificultando as comparações entre os tratamentos. Considerando as densidades de A. litchii, provavelmente a época mais adequada para a realização de futuros estudos semelhantes seja junho, quando a população da praga esteja provavelmente alta, a população dos predadores esteja baixa e as possibilidades de ocorrência de chuva sejam reduzidas. Estas condições provavelmente tornariam mais evidentes as possíveis diferenças entre os tratamentos.

5.5 Conclusões

O enxofre seguido de fenpiroximato e hexitiazoxi foram os produtos mais eficientes no controle de A. litchii em campo.

O produto menos tóxico aos predadores fitoseídeos (representados pricipalmente por P. intermedius) foi azadiractina, seguida de fenpiroximato e hexitiazoxi.

5.6 Referências

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