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NUMÉROS D'APPEL D'URGENCE DES HÔPITAUX

10. INFORMATIONS SUR LE PAYS

10.11 NUMÉROS D'APPEL D'URGENCE DES HÔPITAUX

Ressaltamos que esse momento também está norteado pelo questionamento: Fale sobre a realidade do seu município, explicando

Identificamos, então, uma leitura da realidade por meio da

caracterização da atividade econômica do município.

Das três regiões que tem aqui, Itajaí, Balneário e Itapema. Itajaí difere um pouquinho, mas Balneário e Itapema é turismo e pesca. (Participante 30)

É meio sazonal em Itapema... porque Itapema não vive do turismo porque é três ou quatro meses do ano que se trabalha com o turismo. A construção

civil é muito forte aqui no município também.

(Participante 28)

Em Balneário também. Turismo, construção civil. (Participante 30)

Itajaí, o porto e mais o que? (Participante 30) O porto e tem algumas indústrias de pescado, tem né? (Participante 31)

É, mas daí envolve tudo um pouco o porto né? (Participante 30)

É atividade portuária. (Participante 27)

Mas tu podes repetir a pergunta? (Participante

31)

Neste primeiro momento, na leitura da realidade que se fez neste grupo focal, podemos dizer que houve a identificação de algumas atividades econômicas da região, a partir de uma apreensão imediata dos profissionais. Não identificamos os setores econômicos aos quais as atividades estão associadas.

A última fala do profissional, que se tornou um questionamento, nos instiga a pensar sobre a dificuldade expressa que um profissional manifestou em entender o questionamento: “Mas tu podes repetir a pergunta?”. Uma dificuldade que, no decorrer das respostas, podemos identificar em outros participantes também. Em um primeiro instante, cabe-nos uma auto avaliação, questionando-nos sobre a clareza da pergunta e mesmo sobre sua complexidade. Podemos dizer que há de

certa maneira uma dificuldade geral dos profissionais elaborarem uma leitura maior do seu município, da realidade em que se inserem. O contexto da descrição, a partir da particularidade e da imediaticidade são recorrentes nesse processo de deciframento.

Seguem as respostas no seguinte grupo focal:

A agricultura, a monocultura na verdade, o arroz é a monocultura básica; a pecuária doméstica, a

pequena propriedade; muito comércio, que é o

fator principal; e um pouco ainda da parte da indústria de confecção na região. As molduras, mas não é volume, são empresas, é volume de

geração de recursos, de empregos. Tem pontuado

umas cinco ou seis empresas na região que são carro chefe de emprego e geração. (PNI)

Cerâmicas e molduras nos municípios próximos

aqui, e próprio [na cidade]. O que a gente vê é que também cresceu muito a parte dos serviços: saúde, em Tubarão mesmo tem uma expansão, nos outros municípios eu acompanho pouco, mas a gente vê que tem crescido; a própria educação, que se expandiu de universidades que também é da área de serviços. (PNI)

[...] em Tubarão e em Braço do Norte, que também é aqui próximo, eles acabam sendo pólos

regionais de absorção de mão de obra, de

expectativa, de trabalho e também de consumo:

compras, serviços, áreas médicas; então o fluxo é

muito forte em Tubarão, Braço do Norte eu também vejo alguma tendência lá. (PNI)

Há uns anos atrás costumava-se dizer que os dois vínculos empregatícios era a Unisul e a

prefeitura, então as pessoas que ganhavam um

pouquinho mais ou tinham um salário mais ou menos, ou trabalhavam aqui ou na prefeitura. Mas de uns anos pra cá mudou um pouco isso, nós temos agora um shopping que tem vários empregos, que tá absorvendo mão de obra não só da região, não sei se o pessoal aqui não tá meio que preparado para esse tipo de trabalho [...]. Então só pra colocar esse outro lado, eu acho que

estão abrindo novos empreendimentos, só que a nossa sociedade não está ainda atenta [...]. (PNI)

Neste grupo focal, identificamos uma leitura um pouco maior no que concerne as atividades econômicas, aparecendo a vinculação destas com o setor terciário, o setor de serviços, como é o caso do comércio, do serviço público, da prestação de serviços de saúde e educação.

No seguinte grupo focal as respostas seguem individualmente e assim vai compondo uma leitura mais ampla da cidade. O foco também se dá na atividade econômica do município, com destaque a atividade agroindustrial.

o nosso município é basicamente os frigoríficos, a gente tem vários frigoríficos, então além de suprir as necessidades do nosso município, a gente atende a de outros municípios também, até do Rio Grande do Sul também. Ah! Tem o

comércio também. (Participante 8)

Acho que dá para destacar três áreas: os frigoríficos (com certeza é o maior), o comércio e a construção civil tem crescido notavelmente no município, Chapecó cresce dia-por-dia. (Participante 9)

Nestas duas leituras, identificamos dois pontos em comum, a questão do comércio e a dos frigoríficos, principalmente quanto aos frigoríficos. Identificamos uma fragilidade no conhecimento da atividade econômica, que perpassa pela agropecuária ou mesmo pela agroindústria, sendo essa a vinculação necessária.

Podemos perceber, ainda, um novo momento para região, identificado pela atividade econômica através da indústria de metal mecânica:

[Na cidade] agora a gente está vendo um investimento público e do empresariado na metal-

mecânica, com feiras, estão promovendo este

setor, estão dando estrutura, estão fazendo,

Cidade] é considerada pela ACIC, pela CDL, a Capital do Negócio. Como é a maior cidade da região acaba atraindo as indústrias. (Participante 8)

No setor terciário, aparece o serviço público, como grande empregador:

Eu não sei da cidade de [tal], mas acho que vocês vão concordar. Eu sei da realidade de municípios de arredores que um grande empregador também é o Serviço Público. Por exemplo, [na cidade], da

realidade onde eu moro, a prefeitura é um dos

maiores empregadores da cidade e também tem esse peso nos municípios menores, não acredito que [tal cidade] tenha muito isso porque [o município] já tem um outro porte de município então já temos outros serviços, outras vagas que acabam absorvendo mão de obra, mas tem uma características que é dos municípios aqui do entorno, que é a de absorver. Eu trago outra área também que é a área da agricultura, eu me foco

mais nos nossos usuários [...], como eu moro em

[tal cidade] eu conheço mais da realidade da minha cidade que a de [tal cidade], mas eu consigo falar de quem é o usuário, de quem é o público [...], onde tem uma parcela significativa advinda da agricultura e essa é outra realidade da região. (Participante 10)

Neste trecho, a profissional realiza uma leitura que parte do seu conhecimento com os usuários que atende no seu espaço-sócio ocupacional: “eu me foco mais nos nossos usuários”. E sua leitura está pautada a partir daquilo que vive, sem demonstrar que o conhecimento da cidade em que atua é elemento constitutivo do exercício profissional: “conheço mais da realidade da minha cidade que a de [tal cidade]”. A partir do conhecimento sobre o usuário a profissional expressa que isso traduz a realidade da região, no entanto, entendemos que é um elemento da realidade, mas não ela propriamente dita.

A leitura segue:

Então, o facilitador questiona: Pequenas...?:

É, agricultura familiar. (Participante 3)

Dos municípios menores, que eu trabalhei, eles sobrevivem praticamente da agricultura familiar. (Participante 9)

Percebemos que a leitura a partir da sua experiência vai determinando o conhecimento acerca da realidade.

Um profissional, vinculado a agroindústria, registra:

Quer queira, quer não, os grandes frigoríficos

também movimentam grande parte da

agricultura, por conta dos suínos, dos aviários, os

parceiros... no caso da [empresa] são setenta e sete mil famílias que por conta das afiliadas, estas famílias são integradas às afiliadas; no caso da produção isso é centralizado na [empresa]. (Participante 7)

Imagina uma [grande empresa] da vida, quantas famílias não tem relação? Nós passamos quase seis meses: de janeiro a maio sem receber salário,

nenhum trabalhador recebeu salário. Os

frigoríficos tem o sistema de abastecimento que é um mercado próprio onde os trabalhadores compram a comida, tinha loja de roupa, sociedade recreativa, tem toda uma estrutura ao redor do frigorífico que... (Participante 9)

Que na verdade a pessoa fora da empresa

continua sendo da empresa: tu jogas futebol na

[empresa], tu compras roupa lá, tu compra tua comida lá. (Participante 7)

E o que que eles faziam? Eles davam vale- alimentação para comprarem comida no mercado e para descontar da folha que não vinha, isso foi acumulando. (Participante 9)

As pessoas traziam as faturas de energia e de água, desesperadas e nós não tínhamos dinheiro, tinha que dar vale pra eles ir podendo pagar, então o desespero foi muito grande. Em [tal cidade] foi um baque tremendo. (Participante 10) Nesses casos o que que acontece? Aumenta a demanda do Serviço Social, nas prefeituras porque não tem como recorrer. (Participante 9)

Neste diálogo entre os profissionais, podemos perceber a relação que uma grande empresa exerce sobre a vida dos seus trabalhadores, mais ainda, sobre a própria realidade do município, principalmente se tratando de pequenos municípios. O grau de dependência é tanto que em momentos de dificuldades financeiras da empresa, os impactos incorrem sobre toda a cidade, sem contar que muitos dos serviços acessados pelos trabalhadores, ocorriam ainda no interior da própria empresa. O participante é claro: na verdade a pessoa fora da empresa continua sendo da empresa: “tu jogas futebol na [empresa], tu compras roupa lá, tu compra tua comida lá”. Lembramos Antunes (2001) ao tratar das formas contemporâneas de estranhamento. O autor vai discorrer a respeito das múltiplas fetichizações e reificações presentes no mundo do trabalho e que incidem de forte maneira na vida dos trabalhadores fora do trabalho. O lugar do entretenimento, do acesso a mercadorias, são momentos onde se materializam essas novas formas de estranhamento e de controle do capital sobre a vida do trabalhador, aliando o lugar fora trabalho como lugar fetichizado e

reificado pelo/para o capital:

Nessa fase do capital, caracterizada pelo

desemprego estrutural, pela redução e

precarização das condições de trabalho, evidenciamos a existência de uma materialidade adversa aos trabalhadores, um solo social que constrange ainda mais o afloramento de uma subjetividade autêntica. Múltiplas fetichizações e reificações poluem e permeiam o mundo do trabalho, com repercussões enormes na vida fora do trabalho, na esfera da reprodução societal, onde o consumo de mercadorias, materiais ou imateriais, também está em enorme medida estruturado pelo capital. Dos serviços públicos

cada vez mais privatizados, até o turismo, onde o “tempo livre” é instigado a ser gasto no consumo dos shoppings, são enormes evidências do domínio do capital na vida fora do trabalho. (ANTUNES, 2001, p. 131).

Ianni (2003, p. 59) completa: “O capitalismo é um modo de produção material e espiritual, um processo civilizatório revolucionando continuamente as condições de vida e trabalho, o modo de ser de indivíduos e coletividades, em todos os cantos do mundo”.

Com o intuito de aproximar-se da leitura da realidade que se buscava, o facilitador procurou instigar o grupo focal, acerca dos determinantes econômicos da realidade da região:

Com relação a propriedade dessas economias que vocês falaram que está presente aqui no município, em mãos de quem que estão estas propriedades: os frigoríficos, a construção civil, como está distribuída? São proprietários da região ou é propriedade de fora? Apenas para nós nos situarmos um pouco em relação a isso. (Facilitador)

A Aurora é cooperativa, a Sadia é privado e

familiar. A Perdigão se fundiu, a Diplomata é da região, é da Sadia20. (Participante 7)

A reposta partiu da profissional vinculada a empresa, reforçando que determinado conhecimento se apresenta a partir da vinculação do profissional e, ainda, reforçando a dificuldade que os profissionais tiveram em extrapolar o imediato e a particularidade profissional. Percebemos a dificuldade que eles apresentam em extrapolar o seu espaço sócio-ocupacional, a sua realidade profissional. É necessário entender a correlação de forças, os interesses econômicos e políticos que estão na cidade e que acabam por determinar a estrutura de governo local e também a vida das pessoas.

20

Podemos reconhecer a dinamicidade dos mercados ao identificar que na elaboração deste trabalho a propriedade das referidas indústrias não são mais as mesmas. Recordamos no ano de 2011 a fusão entre as empresas Perdigão e Sadia.

Podemos dizer que o grande foco se deu em caracterizar o tipo de economia da cidade, sem considerar as possibilidades da região, a própria organização econômica do município, a organização política e sem problematizar questões que evidenciem a complexidade desta realidade da cidade e do município. O facilitador precisou “traduzir” a pergunta para instigar uma leitura sobre a concentração econômica na cidade.

Ao questionarmos os profissionais sobre a sua realidade, seja profissional ou não, buscávamos nos deparar com uma leitura concisa de sua realidade, como momento imprescindível do exercício profissional no processo de planejamento do trabalho e do processamento das transformações necessárias no âmbito do exercício profissional.

Podemos dizer que o domínio da realidade, se compõe em um contexto de unicidade entre teoria e prática. Não buscamos elaborações teóricas nas falas dos profissionais, mas um conhecimento que superasse a sua imediaticidade, a particularidade sócio-ocupacional, como elemento do saber teórico-metodológico do profissional. O que a pesquisa nos apresenta é um reforço de que na prática, os elementos teóricos – onde a análise da realidade é constitutiva – encontram-se abandonados, fragilizados, dicotomizados.

Assim como Santos (2010), entendemos que prática e teoria constituem momentos distintos, entretanto indissociáveis. A autora sinaliza que a teoria, isoladamente, não pode construir um objeto, porque ele já existe independentemente da reflexão teórica; esta auxilia o sujeito no processo de aproximação e conhecimento dos elementos que fazem parte das determinações do objeto, para processar a sua transformação. Santos (2010, p. 27) afirma que a teoria “tem na prática seu fundamento” e o âmbito da teoria configura-se como o âmbito da possibilidade, tendo em vista que ela pode auxiliar a prática, entretanto não de forma imediata – como já dito aqui. A transformação social pode ser sua intenção, o que não significa que isso dependa, particularmente dela, da teoria.

As referências teóricas apropriadas por Santos (2010) são pautadas, sobretudo, nas produções teóricas marxistas e isso justifica uma leitura intrínseca entre a relação teoria e prática. A preocupação de Marx, como já tratado, era especialmente a transformação da realidade social, por isso que sua construção teórico-metodológica aparecia aliada a uma questão da prática social dos homens. Em Santos (2010): “o método em Marx é referenciado na prática e pela a teoria: ‘é o método do desenvolvimento e da explicitação dos fenômenos culturais partindo da atividade prática objetiva do homem histórico’ (Kosik, 1989, p.32)”.

Nas inferências sobre a teoria, há convergências entre os estudos de Netto (2011, p. 21) e Santos (2010), especialmente por coincidirem no seu referencial teórico-metodológico. Para ele, “a teoria é o movimento real do objeto transposto para o cérebro do pesquisador – é o real reproduzido e interpretado no plano ideal (do pensamento)”.

Santos (2010) e Netto (2011) convergem na interpretação sobre o método em Marx, para ela:

[...] o objeto pode existir sem o sujeito, mas não pode existir conhecimento sem sujeito. Aqui, ele distingue a teoria da prática, ao mesmo tempo em que assegura a unidade entre ambas e ressalta a supremacia da última. Assim, apropriar-se do concreto pelo pensamento é um ato teórico, enquanto o concreto, em si, é um ato prático que está vinculado às necessidades e às ações práticas dos homens, portanto, existe fora do pensamento (SANTOS, 2010, p. 18).

Ao tecer as críticas sobre o materialismo de Feuerbach, Marx vai realizar diversas referências a realidade prática como impulsionador das elaborações teóricas, as críticas se realizam pelo fato de que o materialismo existente até o momento não considerava a atividade humano-sensível, a prática. O materialismo apenas apreendia seu objeto, a realidade, o sensível como objeto ou contemplação. Nas palavras do autor: “Feuerbach quer objetos sensíveis, efetivamente diferenciados dos objetos do pensamento: mas ele não apreende a própria atividade humana como atividade objetiva” (MARX, 2007, p. 533).

Na Segunda Tese sobre Feuerbach, Marx enfatiza:

A questão de saber se ao pensamento humano cabe alguma verdade objetiva não é uma questão da teoria, mas uma questão prática. É na prática que o homem tem de provar a verdade, isto é, a realidade e o poder, a natureza citerior de seu pensamento. A disputa acerca da realidade ou não realidade do pensamento – que é isolado da prática – é uma questão puramente escolástica. Podemos perceber que Marx não dissocia as abstrações do pensamento da atividade humano sensível dos homens, encontrando nesta o sentido de ser e a verdade da própria teoria.

No Serviço Social, encontramos essa discussão em Santos (2010) e Forti e Guerra (2011), especialmente ao questionarem sobre uma possível dicotomia na relação teoria e prática dentro da categoria. Uma dicotomia que de certa forma já está superada no interior do debate acadêmico, mas que por outro lado não tem recebido a atenção devida dentro das próprias discussões e estudos acadêmicos e, consequentemente, na formação dos futuros assistentes sociais. As autoras percebem uma fragilidade, especialmente com a prática – colocando-a em uma posição de subalternidade em relação à teoria – e o que leva a um evidente divórcio da relação inseparável entre teoria e prática dentro deste lugar.

Heller (1985, p. 32) sinaliza que “as ideias necessárias à cotidianeidade jamais se elevam ao plano da teoria”, para ela,

o pensamento cotidiano apresenta-se repleto de pensamentos fragmentários, de material cognoscitivo e até de juízos que nada têm a ver com a manipulação das coisas ou com nossas objetivações coisificadas, mas que e referem exclusivamente a nossa orientação social. A autora ainda sinaliza o fato de que no cotidiano a atividade individual acaba sendo “uma projeção das aspirações e dos interesses de uma camada ou classe social”, o que pode auxiliar no processo de reprodução das exigências cotidianas da classe ou camada em questão. Relembrando o trecho de Ianni (2003) a respeito do capital como modo de produção material e espiritual, podemos dizer que nossa vinculação direta está associada aos valores deste modo de produção, e um trabalho profissional permeado pelo cotidiano sem projeções, análises de realidade, leva a reproduzir as aspirações e exigências desse modo de ser e existir.

Heller (1985) afirma que nenhum homem é capaz de desligar-se totalmente da cotidianeidade e nesse cotidiano o homem opera por meio da possibilidade, da probabilidade.

Podemos identificar que a leitura sobre a realidade realizada pelos profissionais entrevistados está pautada sobre a dinâmica da cotidianeidade profissional, por meio de um olhar fragmentário da própria realidade. Sem poder desligar-se inteiramente deste cotidiano, é preciso que o profissional desenvolva e aproprie-se de sua capacidade teórico-metodológica, a fim de projetar o trabalho profissional pautado no conhecimento da realidade, no conhecimento institucional e no

projeto ético-político da profissão, com vistas a formular as respostas profissionais.

3.2.2.3 Terceira Tendência: leitura da realidade por meio da

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