4.2 Desription des eets non-linéaires saturants
4.2.2 Modèle simplié de vitesse du vent aoustique
Os seis dentes selecionados para este estudo foram mantidos em água destilada em estufa a 37 ºC até o momento do preparo. A porção radicular de todos os dentes foi removida e cada coroa foi seccionada longitudinalmente no sentido mésio-distal de forma a separar as superfícies vestibular e lingual utilizando-se uma máquina de corte com disco diamantado.
As 12 amostras resultantes do corte foram divididas sistematicamente, de forma que o mesmo dente participasse dos dois grupos: o grupo A, a ser preparado com alta rotação, e o grupo B, preparado com laser de Er:YAG.
As amostras de cada grupo foram incluídas em um aro plástico de polietileno1 com diâmetro de aproximadamente 5 cm, especialmente confeccionado com a finalidade de manter todas as amostras de um mesmo grupo juntas, em um recipiente próprio. A resina epóxica cristal2 foi adequadamente preparada de acordo com as recomendações do fabricante, e foi vertida ao redor dos dentes, os quais foram posicionados de forma que a superfície a ser preparada ficasse voltada para cima.
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Tubo de PVC nº5 Tigre – SP, Brasil 2
Este procedimento foi realizado como propósito de tornar mais fácil o manuseio, tanto durante as técnicas de preparo das cavidades quanto para o estudo através da microscopia eletrônica de varredura e para a realização da análise química por energia dispersiva de raios X.
4.4.1 Grupo A
Este grupo, composto de 6 amostras, foi preparado com alta rotação1
, utilizando- se brocas de tungstênio nº 2452, substituídas a cada cinco preparos, montadas em
turbina pneumática tipo colchão de ar, com velocidade angular em giro livre de 300.000 r.p.m. refrigerada com spray ar/água destilada.
Em cada superfície foram preparadas duas cavidades, uma apenas em esmalte e outra em dentina, padronizadas com as seguintes dimensões:
Profundidade em esmalte – 1 mm Profundidade em dentina – 2 mm Dimensão mésio-distal – 3 mm Dimensão ocluso-cervical – 2 mm
Para aferir a padronização das dimensões dos preparos, foi utilizado uma lupa milimetrada3 e para a profundidade em dentina, utilizou-se como referência o
comprimento da ponta ativa da broca. Para o esmalte era feita uma marca de 1 mm com lápis dermatográfico branco4.
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Dabi Atlante S/A, Ribeirão Preto – SP, Brasil 2
Densco Bur U.S.A. 3
Lupa milimetrada INTEX Contafio 10 X – SP, Brasil 4
As amostras foram mantidas em água destilada, em estufa a 37 ºC por uma hora enquanto o preparo do grupo B era realizado, para que posteriormente os grupos fossem desidratados simultaneamente.
4.4.2 Grupo B
Este grupo, composto por 6 amostras, foi preparado com laser de Er:YAG1 com
energia de 300 mJ, 10 Hz de freqüência, e 3 W de potência, com densidade de energia por pulso de 161,29 mJ/cm2 por pulso e tempo médio de 90 segundos para cada preparo. Foram realizadas duas cavidades, sendo uma em esmalte e outra em dentina obedecendo às mesmas dimensões propostas para o grupo A.
Para aferir a padronização das dimensões dos preparos foi utilizada uma lupa milimetrada e para a profundidade em dentina utilizou-se como referência o comprimento da ponta ativa da broca de tungstênio nº 245, a qual era levemente posicionada na da cavidade para checagem da mesma maneira que no grupo A. Para o esmalte era feita uma marca de 1 mm com lápis dermatográfico branco do mesmo modo que no grupo A.
Após o preparo dos corpos-de-prova dos grupos A e B, estes foram desidratados em graus ascendentes de etanol, a fim de remover a água presente entre as estruturas orgânicas facilitando o processo de secagem química. Para isso os espécimes foram imersos por vinte minutos em etanol a 25%; vinte minutos em etanol a 50%; vinte minutos em etanol a 75%; trinta minutos em etanol a 95% e uma hora em etanol a 99,98%.
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1
Realizada a desidratação, os espécimes foram submetidos a um processo de secagem em estufa a 50ºC para minimizar as alterações das superfícies a serem examinadas, favorecer a deposição de ouro sobre amostra e permitir uma visualização mais nítida do campo.
A metalização dos corpos-de-prova foi realizada com o intuito de transformar a superfície a ser analisada em material eletricamente condutivo, melhorando a emissão de elétrons secundários, que é o sinal mais utilizado no processo da formação da imagem. Para isso uma cobertura fina de ouro foi depositada na amostra, através de uma metalizadora à vácuo1.
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1
Evaporadora Balzers SCD 050
Os corpos-de-prova metalizados foram analisados em microscópio eletrônico de varredura1 acoplado a um analisador de energia dispersiva espectroscópica e uma
câmara fotográfica pertencentes ao Instituto de Física de São Carlos – USP. Com este dispositivo foi possível realizar o estudo tanto da morfologia quanto da análise química.
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Para a realização da análise morfológica, as amostras de cada grupo foram observadas no monitor do microscópio eletrônico de varredura e microfotografadas com aumento de 3000 vezes no centro de cada cavidade preparada, em um ponto escolhido aleatoriamente, especificando-se o tecido analisado, se esmalte ou dentina, descrevendo-se individualmente todos os achados microscópicos. As fotomicrografias foram realizadas para registrar o aspecto morfológico das superfícies de esmalte e de dentina.
Para a realização da análise química, a leitura da quantidade de cálcio e fósforo foi registrada em tabelas, para o esmalte e para a dentina, tanto em porcentagem em peso quanto em número de átomos, através do analisador de energia dispersiva espectroscópica. No mesmo ponto escolhido para a análise morfológica, era feita a leitura da quantidade de cálcio e fósforo e, este registro, era impresso em folha anexa para posteriormente ser analisado estatisticamente.