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Inicialmente questionou-se sobre a composição familiar de cada unidade habitacional. O Gráfico 02apresenta a relação do número de moradores de cada apartamento com o número total de unidades habitacionais.

Gráfico 02: Número de moradores de cada unidade habitacional

Fonte: autoria própria (2017).

Analisando os dados, pode-se concluir que as famílias usuárias da edificação são pequenas, não tendo mais que três moradores em cada unidade habitacional. Também se ressaltauma porcentagem considerável de apartamentos com apenas um morador (41,67%).

A respeito do sexo das pessoas entrevistadas buscou-se verificar se existe alguma relação a respeito da percepção do homem e mulher diante dos pontos negativos e positivos da edificação estudada. Assim, o Gráfico 03 apresenta os percentuais relativos ao sexo dos usuários entrevistados.

Gráfico 03: Sexo dos entrevistados

Fonte: autoria própria (2017).

Nota-se a partir dos resultados que as mulheres responderam a maioria dos questionários aplicados, representando 75%. De um modo geral não se verificou discrepância entre as respostas obtidas.

O grau de escolaridade está vinculado ao grau de exigência de cada usuário. Assim, na pesquisa aplicada foi questionada a escolaridade de cada entrevistado, conforme o demonstrado no Gráfico 04.

Gráfico 04: Grau de escolaridade dos entrevistados

Fonte: autoria própria (2017).

A partir do exposto verifica-se o alto grau de escolaridade dos usuários, onde 75% desses possuem Ensino Superior completo, 8% Ensino Superior incompleto e 17% apenas o Ensino Médio completo. Realizando uma análise do grau de escolaridade com a Renda Familiar Bruta, pode-se notar um maior grau de exigência do cliente perante o produto apresentado. Assim o Gráfico 05 apresenta as rendas familiares brutas.

Gráfico 05: Renda Familiar Bruta

Fonte: autoria própria (2017).

Não é possível verificar uma homogeneidade entre as rendas familiares. Todavia, ressalva-se o bom número de unidades habitacionais compostas por apenas um morador.

Outro item verificado diz respeito à faixa etária de cada entrevistado, conforme o apresentado no Gráfico 06. Esse questionamento pode justificar a insatisfação dos moradores perante alguns quesitos, tendo em vista experiências anteriores com outras unidades habitacionais.

Gráfico 06: Faixa etária do entrevistado

Fonte: autoria própria (2017).

É possível perceber que a faixa etária dos entrevistados em sua maioria é bastante jovem (até 35 anos) totalizando 58,33%. Essa disposição conforme o exposto anteriormente pode refletir na pesquisa realizada, levando em consideração que são

grandes as chances de esses jovens não terem experiência em outros imóveis. Todavia, o grau de escolaridade e as boas rendas familiares fazem com que o grau de exigência dos entrevistados seja maior.

Identificar a principal motivação para se mudar para o empreendimento é de vital importância para a pesquisa, tendo em vista que ela é capaz de nortear os investidores sobre o principal desejo de seu consumidor. Assim o Gráfico 07 apresenta essa principal motivação sob a perspectiva dos usuários do objeto de estudo A.

Gráfico 07: Motivação para se mudar para o empreendimento

Fonte: autoria própria (2017).

Foi constatado que o maior motivador de mudança para o empreendimento foi a localização do mesmo. O entrevistado que respondeu outra motivação revelou a necessidade de encontrar moradia imediata devido à mudança de cidade.

A pesquisa levou os usuários a refletirem a respeito de conceitos sobre alguns itens questionados. Foi solicitado para que conceituassem a localização da edificação em ótima, boa, regular, ruim e péssima (conceitos utilizados ao longo de toda a pesquisa), o resultado desse item é apresentado no Gráfico 08.

Gráfico 08: Localização da edificação

Fonte: autoria própria (2017).

Através dos resultados obtidos torna-se notória a boa aceitação do público alvo quanto à localização da edificação, considerando que nenhum usuário conceituou a mesma como regular, ruim ou péssima. De acordo com os relatos dos entrevistados, os proprietários e locatários priorizaram regiões próximas aos locais de trabalho e centro.

Em sequência os moradores foram levados a refletir sobre possíveis mudanças no projeto arquitetônico original do apartamento como aumento ou redução de áreas dos cômodos. Os resultados são apresentados no Gráfico 09.

Gráfico 09: Possibilidade de mudança no projeto arquitetônico original do apartamento

Fonte: autoria própria (2017).

Um total de 83,33% dos usuários gostaria de mudar algo no projeto arquitetônico original do apartamento. Tendo em vista que esta parcela é bastante considerável, torna-se necessário averiguar onde se encontram os principais pontos de desconforto perante o projeto para os usuários. Assim, em sequência foi questionado qual dos cômodos disponíveisos entrevistados priorizariam a ampliação (Gráfico 10).

Gráfico 10: Cômodos priorizados caso fosse possível a ampliação de área

Fonte: autoria própria (2017).

Um total de 41% apontaram os dormitórios como prioridade na possibilidade da ampliação das áreas, em sequência a lavanderia (25%), banheiro e sala de estar (ambos com 17%). Quando à incorporação de closet no apartamento, os entrevistados mostraram-se bem receptivos, como pode ser percebido no Gráfico 11.

Gráfico 11: Possibilidade da existência de closet no apartamento

Fonte: autoria própria (2017).

É perceptível a boa aceitação dos usuários quanto à incorporação desse cômodo aos apartamentos, considerando que o mesmo aumentaria a área útil de pelo menos um dos dormitórios disponíveis que é o principal motivo das queixas quanto ao tamanho. Todavia, quando questionados a respeito da incorporação de banheira em um dos banheiros, nem todos os usuários mostraram-se tão receptivos assim, os que pode ser verificado no Gráfico 12.

Gráfico 12: Possibilidade da existência de banheira em uma das suítes

Fonte: autoria própria (2017).

Embora se verifique que uma parcela de 41,67% dos usuários considera importante a existência de banheira na suíte do apartamento, salienta-se que a mesma compõe a parte com maior renda bruta familiar da edificação estudada. Em sequência são apresentados os conceitos estabelecidos para cada uma das áreas. Primeiramente o Gráfico 13 apresenta a avaliação dos dormitórios.

Gráfico 13: Dimensão dos dormitórios

Fonte: autoria própria (2017).

Uma parte considerável dos moradores (33%) não considera os dormitórios com boas dimensões. Essa parcela é ainda maior quando a pesquisa aborda a suíte dos apartamentos (conforme Gráfico 14).

Gráfico 14: Dimensão das suítes

Fonte: autoria própria (2017).

Visto que 46% dos usuários considera regular o tamanho do cômodo supracitado, considera-se a integração do closetnos próximos projetos da empresa como uma solução viável, tendo em vista que esse diminui a mobília da suíte, aumentando sua área útil. Além do que, pela pesquisa aplicada comprova-se que o closet é visto com “bons olhos” pela clientela.

A respeito dos banheiros sociais e da suíte, é apresentado o Gráfico 15. É perceptível através da pesquisa certo incômodo com essas dimensões, reafirmando o demonstrado no Gráfico 10.

Gráfico 15: Dimensão dos banheiros

Fonte: autoria própria (2017).

Somente 33% dos usuários mostram-se satisfeitos com a área disponível chamando a atenção do empreendedor para esse aspecto. Talvez um pequeno aumento na área útil seja o bastante para satisfazer o morador, e é esse aspecto que necessita ser mais estudado.

A cozinha conjugada com a sala teve boas avaliações, conforme pode ser verificado abaixo (Gráfico 16).

Gráfico 16: Dimensão da cozinha e sala

Fonte: autoria própria (2017).

Os domiciliados que conceituaram como regular justificaram expressando sua vontade em não ter a cozinha integrada com a sala. No caso do projeto em questão esse aspecto poderia ser facilmente resolvido com fechamento em gesso. Todavia, para um melhor relacionamento construtoraversus cliente, a empresa poderia ofertar esse fechamento em conjunto com a venda do imóvel e com um valor adicionar para o cliente. Seria uma solução simples, no qual o investidor ofereceria suporte ao cliente que por sua vez teria seu problema resolvido.

Em relação à sacada dos imóveis, apresenta-se o Gráfico 17. Gráfico 17: Dimensão da sacada

Como a edificação em estudo não dispõe de salão de festas é compreensível a parcela de 33% que considera a dimensão das sacadas pequena, tendo em vista que esse é o único espaço disponível para a realização de churrasco por exemplo. Quanto à lavanderia, além dos domiciliados considerarem a dimensão da mesma pequena, queixaram-se de ser conjugada com a cozinha, como também dos apartamentos não disporem de uma pequena área de serviço para estender roupas. Os percentuais referentes à lavanderia são apresentados no Gráfico 18.

Gráfico 18: Dimensão da lavanderia

Fonte: autoria própria (2017).

Apenas 17% dos usuários consideraram boa a dimensão da lavanderia e um total de 83% não se mostraram satisfeitos com a área disponível disposta. Torna- seimprescindível que esse cômodo seja repensado nos próximos empreendimentos, projetando de modo a acomodar da melhor maneira o mobiliário atual.

Não houve homogeneidade no que diz respeito ao número de vagas das garagens. Esse aspecto é demonstrado no Gráfico 19.

Gráfico 19: Número de vagas disponíveis

Fonte: autoria própria (2017).

Através de um cruzamento de dados é possível observar que a parcela satisfeita (conceituando o item como ótimo ou bom) dispõe de duas vagas de garagem por unidade habitacional e apartamentos com três dormitórios. A parcela insatisfeita dispõe de apenas uma vaga e apartamentos de dois dormitórios. É notória a necessidade de se projetar apartamentos para classe média e alta dispondo de duas vagas de garagem, tendo em vista que mesmo em famílias pequenas (como é o caso da edificação) esse item pode-se tornar um inconveniente para as famílias. Outro aspecto alvo de reclamações foi o tamanho das vagas disponíveis que por muitas vezes não atendem ao tamanho de camionetes por exemplo.

O conforto acústico proporcionado pela edificação é essencial para o bem-estar do usuário. No caso da edificação em estudo não foi empregado nenhum tipo de material isolante tanto nas lajes quanto nas paredes, o que contribuiu com a baixa satisfação apresentada pelos moradores, conforme o verificado no Gráfico 20.

Gráfico 20: Conforto acústico da edificação

Somente 25% dos entrevistados consideraram satisfatório (classificando com ótimo ou bom) o desempenho acústico da edificação. No decorrer da pesquisa foram ouvidas muitas queixas relacionadas ao ruído, essencialmente a respeito da laje que proporciona a passagem de som de um pavimento para o outro, como também a transmissão de ruídos de um apartamento para outro ao lado. No último pavimento dois usuários reclamaram do ruído produzido pela bomba da caixa d‟água.

Quanto ao conforto térmico questionou-se sobre a temperatura dos cômodos tanto no verão como no inverno. Inicialmente apresenta-se o Gráfico 21 trazendo os conceitos do conforto térmico da edificação no verão.

Gráfico 21: Conforto térmico da edificação no verão

Fonte: autoria própria (2017).

Somente 16,67% dos usuários consideraram como regular o conforto térmico, apontando como principais problemas o quarto e sala. Contudo, quando tratou-se de classificar o conforto térmico no inverno as respostas foram um pouco diferentes, conforme apresenta o Gráfico 22.

Gráfico 22: Conforto térmico da edificação no inverno

Percebe-se que aumenta o percentual dos usuários que classificam como ruim o conforto térmico, aumentando de 0% para 16,67%. Os cômodos com maior problema continuam sendo dormitórios e sala, peças aonde os usuários tendem a passar a maior parte do tempo. Assim tornando necessário um maior cuidado quanto à posição solar desses ambientes durante a fase de projeto do empreendimento.

Quanto à ventilação e iluminação dos ambientes foi realizada uma análise a partir do Código de Obras do Município de Ijuí. Foi calculada a área mínima necessária de ventilação e iluminação para cada ambiente, e comparados os valores obtidos com as áreas existentes. A sigla A. M. I. significa área mínima de iluminação, A.M.V. - área mínima de ventilação e A.E - área existente. O Quadro 07 apresenta as áreas existentes e as áreas mínimas exigidas para a ventilação.

Quadro 07: Áreas de ventilação: objeto de estudo A

Fonte: autoria própria (2017).

Conforme o apresentado no quadro referente às áreas de ventilação é possível observar que todos os cômodos dos apartamentos atenderam às áreas mínimas exigidas. O constatado confere com a percepção dos usuários conforme o verificado no Gráfico 23.

Gráfico 23: Ventilação natural

É notória que a maior parte dos usuários encontra-se satisfeito com a ventilação natural proporcionada pelas aberturas. Contudo, relativo à iluminação, constata-se que não foi cumprido o previsto no Código de obras Municipal. O Quadro 08 apresenta as áreas existentese as áreas mínimas exigidas para a iluminação.

Quadro 08: Áreas de iluminação: objeto de estudo A

Fonte: autoria própria (2017).

Conforme o apresentado no quadro referente às áreas de iluminação é possível observar que nem todos os cômodos dos apartamentos atenderam às áreas mínimas exigidas. O banheiro social do apartamento Tipo 1 não atendeu às áreas mínimas previstas pelo Código de Obras Municipal. Nos apartamentos Tipo 2, 3 e 4 os banheiros da suítes e banheiro sociais também não atenderam ao previsto. Apesar do exposto, o Gráfico 24 demonstra que esses aspectos podem passar despercebidos pelos usuários, talvez por serem áreas de pouco uso se comparadas com os outros ambientes.

Gráfico 24: Iluminação Natural

Fonte: autoria própria (2017).

Somente 8,33% dos moradores conceituaram como regular o aspecto questionado, os demais classificaram como ótimo ou bom.

Acerca da qualidade dos materiais de acabamento empregados como piso, forro de gesso, rodapés, etc. O nível de satisfação dos entrevistados é apresentado no Gráfico 25.

Gráfico 25: Qualidade dos materiais de acabamento empregados

Fonte: autoria própria (2017).

Os principais problemas relatados acerca do Gráfico supracitado dizem respeito principalmente a dois itens: ao empenamento de portas e gesso do forro mau acabado. No que diz respeito às patologias verificadas pelos usuários, o Quadro 09 apresenta um resumo do analisado.

Quadro 09: Patologias encontradas

Estanqueidade das esquadrias (resistência à infiltração da água e vento)

Sim (66,67%) Não (33,33%)

Retorno de odor pelas tubulações

Sim (41,67%) Não (58,33%)

Existência de fissuras nas paredes ou estrutura da edificação

Sim (50%) Não (50%)

Existência de infiltrações

Sim (53,85%) Não (46,15%)

Fonte: autoria própria (2017).

Verifica-se a ocorrência de patologias e problemas em grande parte das unidades residenciais. Todavia, salientam-se problemas relacionados à infiltração verificados principalmente no último pavimento, além de goteiras, também relatadas pelos usuários. Um dos moradores do último andar vem enfrentando um problema grave com

infiltrações nas paredes dos dois dormitórios (Figura 18 e 19) e pequenas fissuras nas paredes de todo o apartamento.

Figura 18: Infiltrações Suíte

Fonte: autoria própria (2017). Figura 19: Infiltrações Dormitório

Fonte: autoria própria (2017).

Relativo a esses problemas a moradora relatou que a construtora responsável vem prestando assistência, embora o problema ainda não esteja solucionado definitivamente. Todavia, relata-se a insatisfação com o desconforto principalmente

visual que a patologia vem trazendo. Quanto às fissuras (Figura 20) a construtora ainda não apresentou nenhuma causa.

Figura 20: Tipo de fissura encontrada

Fonte: autoria própria (2017).

Um dos problemas apresentados nas edificações multifamiliares com platibanda é o enaltecimento da estética do edifício sem levar em conta seu desempenho (RAUBER, 2005). Como resultado disso, as unidades habitacionais relativas ao último pavimento da edificação manifestam ao longo de sua vida útil patologias relacionadas ao calor, água, entre outras.

Quanto à acessibilidade da edificação: rampas, acessos, instalações, larguras de portas e corredores e alturas das peças sanitárias, é apresentado o Gráfico 26.

Gráfico 26: Acessibilidade da edificação

Fonte: autoria própria (2017).

Enfatiza-se aqui que apesar da boa conceituação desse item quase que totalidade dos entrevistados relatou insatisfação com o acesso ao prédio, pois o mesmo é descoberto. O grande problema encontra-se na fidelidade da maquete eletrônica apresentada na venda com o projeto entregue. No objeto de estudo A, a maquete eletrônica apresentou cobertura de vidro temperado nos pergolados de acesso o que não foi cumprido pela construtora responsável (conforme Figura 21). Porém, salienta-se que tais detalhes não foram previstos no memorial descritivo do residencial.

Figura 21: Acesso à edificação

Com relação ao paisagismo empregado (Figura 22) a aceitação é considerada boa, conforme o demonstrado pelo Gráfico 27.

Figura 22: Paisagismo empregado

Fonte: autoria própria (2017). Gráfico 27: Paisagismo, áreas verdes e jardins

Fonte: autoria própria (2017).

Constata-se uma boa aceitação dos usuários quanto ao paisagismo empregado. É possível aferir que somente 17% conceituaram como regular essa área. Relativo às áreas de lazer e salão de festas (inexistente no empreendimento) pode-se constatar desagrado por parte dos entrevistados, conforme o apresentado pelo Gráfico 28.

Gráfico 28: Áreas de lazer e salão de festas

Fonte: autoria própria (2017).

Constatou-se unanimidade por parte dos moradores quanto à necessidade da existência de um salão de festas na edificação. Também foi comentado a respeito da instalação de um playground na parte frontal da edificação. Pelos relatos dos usuários foi perceptível a boa aceitação do projetista de prever bancos na parte frontal da edificação (Figura 23).

Figura 23: Bancos instalados na área frontal

Fonte: autoria própria (2017).

Gráfico 29: Estética externa da edificação

Fonte: autoria própria (2017).

Conforme o exposto esse item é bem conceituado pelos usuários. O único problema exposto diz respeito à cobertura do pergolado de acesso, conforme o comentado anteriormente.

Quando questionados sobre a compra de um futuro imóvel da construtora responsável pelo empreendimento, os entrevistados dividiram-se entre sim (50%) e não (50%). Outro item questionado foi quanto à orientação da empresa a respeito da manutenção do imóvel, onde a totalidade dos usuários disse não ter recebido. Alguns complementaram desaprovando a atitude da construtora de entregar os apartamentos sujos com respingos de tinta, por exemplo.

Dans le document User Guide Guide d utilisation (Page 13-25)

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