• Aucun résultat trouvé

Battery information

Dans le document User Guide Guide d utilisation (Page 25-69)

Inicialmente questionou-se sobre a composição familiar de cada unidade habitacional. O Gráfico 30 apresenta a relação do número de moradores de cada apartamento com o número total de unidades habitacionais.

Gráfico 30: Composição de moradores das unidades habitacionais

Fonte: autoria própria (2017).

Nota-se que as famílias são muito pequenas, compostas em sua maioria por dois integrantes. Isso deve-se principalmente aos perfis familiares serem formados por casais jovens, fato que é confirmado no Gráfico 31 apresentado a seguir.

Gráfico 31: Faixa etária dos entrevistados

Fonte: autoria própria (2017).

A partir do Gráfico demonstrativo das faixas etárias dos entrevistados confirma- se o discutido anteriormente de que a maioria das famílias que compõe as unidades habitacionais são famílias jovens, em sua maioria sem filhos. É possível constatar que 92% dos entrevistados possuem menos de 35 anos, sendo somente 8% dos entrevistados com idade entre 45 e 55 anos. A respeito do sexo dos entrevistados, verificou-se que

50% foram do sexo masculino e 50% do sexo feminino, conforme o apresentando no Gráfico 32.

Gráfico 32: Sexo dos entrevistados

Fonte: autoria própria (2017).

Também foi questionado o grau de escolaridade dos entrevistados (Gráfico 33), item que pode interferir significativamente no grau de satisfação dos usuários perante os itens questionados pelo entrevistador.

Gráfico 33: Grau de escolaridade

Fonte: autoria própria (2017).

Nota-se um alto grau de instrução dos entrevistados, pois percebe-se que 75% deles possuem ensino superior completo, outros 17% com ensino superior incompleto e 8% com ensino médio completo. Analisando os dados obtidos percebeu-se que os entrevistados com ensino médio completopossuem a faixa etária mais alta. Quanto a renda familiar bruta, os dados obtidos são apresentados em sequência, no Gráfico 34.

Gráfico 34: Renda bruta familiar

Fonte: autoria própria (2017).

É possível observar que não existe uma homogeneidade entre as rendas das famílias. Alguns fatores que podem facilitar isso são: a locação dos imóveis, facilidade dos financiamentos e compra do imóvel pela família de um jovem casal, por exemplo. Levando em consideração que o valor de venda dos apartamentos são elevados.

O próximo item questionado foi a respeito da motivação da família para se mudar para o empreendimento (Gráfico 35). Foram apresentados aos entrevistados motivos como: localização, confiabilidade na construtora, projeto da edificação, possibilidade de adquirir um imóvel próprio e necessidade de um imóvel maior.

Gráfico 35: Motivação para se mudar para o empreendimento

Fonte: autoria própria (2017).

A partir dos dados obtidos foi possível constatar que a localização foi o fator preponderante na escolha da nova moradia (75%), seguido pelo projeto da edificação (17%) e a possibilidade de adquirir um imóvel próprio (8%). Os usuários comentaram sobre a tranquilidade da região, facilidade de acesso e proximidade de mercados, academias e farmácias.

Quanto à localização, solicitou-se para que os moradores a conceituassem em ótima, boa, regular, ruim e péssima. Os resultados são apresentados no Gráfico 36.

Gráfico 36: Conceito da localização da edificação

Fonte: autoria própria (2017).

Nota-se total satisfação dos usuários quanto à localização, onde 83% conceituam como ótima e 17% como boa. Salienta-se que conforme exposto pelos entrevistados a maioria dos mesmos trabalham nos arredores, dois deles são médicos (tendo fácil acesso ao HCI), outra trabalha em clínica nas proximidades do hospital, em academia próxima, escritórios, etc.

Em sequência questionou-se sobre a possibilidade de alterar algo no projeto arquitetônico original do apartamento (Gráfico 37).

Gráfico 37: Possibilidade de alterar algo no projeto original do apartamento

Fonte: autoria própria (2017).

A partir dos resultados observou-se que pelo menos 67% dos entrevistados alteraria algo no projeto arquitetônico original do apartamento. Os outros 33% que responderam negativamente se contradisseram no decorrer das perguntas, evidenciando

que alterariam a dimensão de pelo menos um dos cômodos do apartamento. Quando questionados a respeito das áreas que priorizariam a ampliação, as respostas foram diversas, conforme pode ser observado no Gráfico 38.

Gráfico 38: Cômodos que os usuários priorizariam a ampliação

Fonte: autoria própria (2017).

A cozinha (42%) e o banheiro (25%) lideram os cômodos que geram maior desagrado quanto as áreas disponíveis, seguidos pela suíte (17%) e sacada e sala de estar (8%). Um dos fatores que podem levar a diminuição excessiva das áreas da cozinha nos projetos atuais é o fato de que as famílias não tenham mais o costume de preparar o almoço e jantar em casa com tanta frequência como em anos atrás, todavia, o descontentamento dos usuários com essa redução das áreas faz com que essa redução seja repensada.

Com relação à existência de closet, 100% dos usuários mostraram-se favoráveis a existência do mesmo nos projetos dos apartamentos. Todavia, quando questionados em relação à existência de banheira nas unidades habitacionais, as respostas divergiram, conforme pode ser observado no Gráfico 39.

Gráfico 39: Existência de banheira no apartamento

Fonte: autoria própria (2017).

Observou-se uma relação dos usuários com maior renda bruta familiar com a vontade de ter uma banheira nos apartamentos do que com os que possuem renda mais baixa. Entretanto, ressalva-se que boa parte dos entrevistados (50%) expôs a vontade de contar com esse equipamento em seus imóveis.

Em sequência são apresentados os conceitos das áreas dos cômodos dos apartamentos sob a perspectiva dos usuários. Inicialmente foi analisada a concepção dos usuários diante das áreas úteis dos dormitórios, conforme o verificado no Gráfico 40.

Gráfico 40: Dimensão dos dormitórios

Fonte: autoria própria (2017).

De um modo geral pode-se considerar satisfatória a dimensão dos dormitórios para os usuários. Levando em consideração que apenas 8% considerou regular o tamanho dos mesmos. Relativo à cozinha e sala que são integradas, os resultados obtidos podem ser verificados no Gráfico 41.

Gráfico 41: Dimensão da cozinha e sala

Fonte: autoria própria (2017).

Considerando que 33% dos usuários conceituaram como regular a dimensão da sala e cozinha (integradas em todos os apartamentos) menciona-se a insatisfação dos usuários quanto ao tamanho da cozinha, "estreitamento" da mesma e a tendência de integração de sala e cozinha nos apartamentos atuais. Os usuários reclamaram do cheiro provindo da preparação dos alimentos que acaba por espalhar-se na sala, como também dos ruídos provindos da cozinha até a sala, por muitas vezes incomodando quem assistetelevisão, por exemplo.

No que diz respeito à área útil da suíte, as respostas podem ser verificadas no Gráfico 42.

Gráfico 42: Dimensão das suítes

Fonte: autoria própria (2017).

A maioria dos entrevistados mostrou-se satisfeitos quanto às dimensões das suítes (totalizando 75%). Os outros 25% que avaliaram como regular as consideraram pequenas. Já em relação à lavanderia, as concepções mostram-se divergentes, conforme apresenta o Gráfico 43.

Gráfico 43: Dimensão da lavanderia

Fonte: autoria própria (2017).

Em relação a lavanderia, somente 18% dos usuários mostraram-se satisfeitos, conceituando como ótima ou boa a dimensão das mesmas. Os outros 82% dos moradores insatisfeitos que julgaram as dimensões como ruim e regular reprovaram as áreas como sendo muito pequenas. Outros sugeriram que a lavanderia poderia ser anexa à sacada ao invés da cozinha facilitando o processo de estender roupas. Relativo ao tamanho dos banheiros pode-se notar um bom percentual satisfeito, de acordo com o verificado no Gráfico 44.

Gráfico 44: Dimensão dos banheiros

Fonte: autoria própria (2017).

A respeito dos dados supracitados, 17% dos usuários que consideraram regular às criticaram como sendo áreas muito pequenas, por muitas vezes difícil de alocar determinadas mobílias. Sobre as sacadas, os resultados obtidos podem ser verificados abaixo (Gráfico 45).

Gráfico 45: Dimensão da sacada

Fonte: autoria própria (2017).

Os apartamentos de três dormitórios dispõem de sacadas com área de 14,40m², entretanto, os de dois dormitórios dispõem de sacadas de 5,40m² e 4,60m². Assim, constatou-se a partir do cruzamento de dados que a parcela de 33% que conceituou como regular a dimensão das sacadas é a dos apartamentos de dois dormitórios.

A respeito do número de vagas na garagem disponível para cada apartamento, solicitou-se para que os entrevistados os classificassem conforme os itens já apresentados (Gráfico 46).

Gráfico 46: Número de vagas de veículos disponíveis

Fonte: autoria própria (2017).

Nota-se que apenas 25% dos entrevistados estão satisfeitos com o número de vagas disponíveis. Todavia, salienta-se que a maioria desses são os apartamentos dotados de três dormitórios que possuem duas vagas por unidade. As demais unidades com dois dormitórios contam com apenas uma vaga de garagem, o que os usuários

consideram insuficiente, levando em consideração que por muitas vezes o casal necessita se deslocar para lados opostos da cidade.

Em relação ao conforto acústico da edificação foi aplicado o apresentado no Gráfico 47. Informa-se que a edificação é composta por lajes armadas em uma única direção com preenchimento em EPS (poliestireno expandido).

Gráfico 47: Conforto acústico da edificação

Fonte: autoria própria (2017).

A partir do exposto considera-se que 50% dos usuários demonstraram-se satisfeitos com o conforto acústico da edificação, considerando o mesmo como bom. Os outros 50% dividiram-se, considerando como péssimo (8%), ruim (34%) e regular (8%). Verificou-se que parte da parcela satisfeita com o conforto acústico reside no último andar da edificação, não ficando exposta aos ruídos provindos de andar superior (por meio da laje).

As lajes armadas em uma única direção, apresentando em sua estrutura preenchimento composto por tavelas cerâmicas ou EPS são menos rígidas, tem menor massa e por consequência menor isolamento ao ruído de impacto (PEREYRON, 2008). Alguns benefícios provindos da utilização do EPS na construção devem ser levados em consideração, Soares (2011) indica a leveza do material como um dos principais, o que acaba por diminuir o peso da laje junto a estrutura. Outros aspectos a serem evidenciados são: a redução no esforço na montagem da laje e utilização das sobras do EPS já cortado.

O poliestireno expandido pode ser usado para fins de isolamento acústico conforme Figura 24, desde que aplicado da maneira correta. Santos et al. (2013) apresenta o piso flutuante como uma das alternativas passíveis a serem utilizadas para

tratamento acústico com o EPS. Nesse sistema o EPS é fixado sobre a laje e recoberto com um filme de polietileno, posteriormente é executado o contra piso e em sequência o piso acabado.

Figura 24: Laje com preenchimento de EPS

Fonte: Santos et al.(2017, p. 115).

A satisfação dos usuários quanto ao conforto térmico no inverno (apresentada no Gráfico 48) mostrou-se melhor quando comparada ao conforto térmico no verão (Gráfico 49).

Gráfico 48: Conforto térmico no inverno

Fonte: autoria própria (2017).

Os usuários relataram que os cômodos aonde percebe-se maior conforto térmico no inverno são os dormitórios e sala, queixa que repetiu-se quando analisado o conforto térmico no verão.

Gráfico 49: Conforto térmico no verão

Fonte: autoria própria (2017).

O preocupante a partir dos dados obtidos diz principalmente em relação aos cômodos. Os domiciliados apontaram os dormitórios e a sala com os maiores problemas relacionados ao desconforto térmico, entretanto, evidencia-se que essas são as áreas onde os usuários passam a maior parte do tempo dentro dos apartamentos. Salienta-se a necessidade de projetar evidenciando a posição solar dos cômodos e pensando no conforto térmico dos usuários, prática que por muitas vezes não ocorre em habitações multifamiliares verticalizadas.

Quanto a ventilação e iluminação dos ambientes foi realizada uma análise a partir do Código de Obras do Município de Ijuí. Foi calculada a área mínima necessária de ventilação e iluminação para cada ambiente e comparados os valores obtidos com as áreas existentes. A sigla A. M. I. significa área mínima de iluminação, A.M.V. - área mínima de ventilação e A.E. - área existente. O Quadro 10 apresenta as áreas existente e as áreas mínimas exigidas para a ventilação.

Quadro 10: Áreas de ventilação - objeto de estudo B

Fonte: autoria própria (2017).

Conforme o apresentado no Quadro referente às áreas de ventilação é possível notar que nem todos os cômodos dos apartamentos atenderam às áreas mínimas

exigidas. O banheiro social e banheiro da suíte (destacados na cor vermelha) dos apartamentos Tipo 2 não atenderam às áreas mínimas previstas pelo Código de Obras Municipal. A seguir, o Gráfico 50 apresenta a percepção dos usuários quanto à ventilação natural.

Gráfico 50: Ventilação natural

Fonte: autoria própria (2017).

Evidencia-se a satisfação dos usuários quanto à ventilação natural dos apartamentos, compatível com os resultados obtidos na tabela referente às áreas de ventilação. Em relação à iluminação natural, o Quadro 11 apresenta as áreas existentes e as áreas mínimas exigidas para a iluminação.

Quadro 11: Áreas de iluminação - objeto de estudo B

Fonte: autoria própria (2017).

A partir da tabela apresentada pode-se notar que nos apartamentos Tipo 1 os banheiros da suíte e social não atenderam às áreas mínimas de iluminação. Já nos apartamentos tipo 2 e 3 além dos banheiros não cumprirem o previsto as suítes também não atenderam ao mínimo necessário. Em sequência, o Gráfico 51 apresenta a percepção dos usuários quanto à iluminação natural dos cômodos.

Gráfico 51: Iluminação natural

Fonte: autoria própria (2017).

Os usuários em sua maioria conceituaram como ótima ou boa a iluminação natural dos cômodos, embora alguns cômodos não atendam às áreas mínimas previstas pelo Código de Obras Municipal da cidade de Ijuí. Levanta-se a hipótese de os usuários não considerarem tão relevante esse aspecto nas edificações construídas.

A respeito dos materiais de acabamento empregados (gesso, porcelanato, piso laminado, rodapés, etc.) apresenta-se o Gráfico 52.

Gráfico 52: Qualidade dos materiais de acabamento

Fonte: autoria própria (2017).

Nesse aspecto também percebe-se grande aceitação por parte dos usuários. Em continuação, questionou-se os moradores quanto à estanqueidade das esquadrias, retorno de cheiro das tubulações, existência de fissuras e infiltrações (apresentados no Quadro 12).

Quadro 12: Patologias encontradas

Estanqueidade das esquadrias (resistência à infiltração da água e vento)

Sim (50%) Não (50%)

Retorno de odor pelas tubulações

Sim (42%) Não (58%)

Existência de fissuras nas paredes ou estrutura da edificação

Sim (50%) Não (50%)

Vazamentos nas tubulações de modo a ocasionar infiltrações

Sim (58%) Não (42%)

Fonte: autoria própria (2017).

Os locais de maior ocorrência desses problemas foram nas suítes, banheiros, lavanderia, dormitórios e sacada. Tambémforam relatados problemas relacionados ao desnível da sacada e impermeabilização do banheiro. Todavia, nenhum usuário relatou grande transtorno quanto a essas patologias verificadas.

Quanto à acessibilidade os moradores foram questionados sobre as rampas de acesso, instalações, larguras dos corredores e portas, altura das peças sanitárias, etc. Esse quesito é apresentado pelo Gráfico 53.

Gráfico 53: Acessibilidade da edificação

Fonte: autoria própria (2017).

No objeto de estudo B, a acessibilidade da garagem até a entrada da edificação é prejudicada devido a ter parte do pavimento coberto somente por pedra britada. Isso dificulta, por exemplo, o acesso de um cadeirante ao edifício. Outro item de insatisfação dos usuários foi o tamanho das vagas de garagem, o que impede em alguns locais a entrada de camionete, por exemplo. Foi relatada a falta de cobertura de acesso para os dias de chuva.

A satisfação em relação ao paisagismo, áreas verdes e jardins também foi questionada. O nível de satisfação é apresentado no Gráfico 54 a seguir.

Gráfico 54: Paisagismo da edificação

Fonte: autoria própria (2017).

No objeto de estudo B, o projeto paisagístico e o pergolado de acesso não foram executados conforme apresentado na maquete eletrônica original de projeto. Os usuários relataram insatisfação quanto à esse aspecto, porém, tais detalhes não foram previstos no memorial descritivo do residencial. Não houve a locação de bancos e no lugar de jardim frontal há somente grama.

O Gráfico 55 enfatiza a insatisfação dos usuários quanto a inexistência de um salão de festas na edificação, além de uma área de lazer.

Gráfico 55: Áreas de lazer

A totalidade dos usuários mostraram-se insatisfeitos diante da inexistência do salão de festas, salientaram ainda que a edificação não dispõe de um local para realização das reuniões de condomínio. Ainda, comentaram que a área destinada ao paisagismo inicial do projeto poderia ter bancos para que os moradores usufruíssem do espaço nos fins de tarde.

Quando a construtora responsável não cumpriu com o paisagismo prometido em projeto e o pergolado projetado inicialmente, fez com que o conceito geral da estética da edificação fosse prejudicado, pois, na medida em que os usuários eram questionados sobre a estética externa da edificação, muitos salientaram novamente a respeito da ausência desses itens. A seguir o Gráfico 56, apresenta a concepção dos usuários diante da estética externa.

Gráfico 56: Estética externa da edificação.

Fonte: autoria própria (2017).

Nota-se que 42% dos usuários não se consideram satisfeitos com a estética externa. Além dos elementos já supracitados, é importante salientar ainda que um maior cuidado da construtora com pequenos detalhes de acabamento melhorariam essas concepções. Em sequência, questionou-se os usuários quanto a uma nova compra ou primeira compra (no caso de locatários) com a construtora a responsável (Gráfico 57).

Gráfico 57: O usuário adquiriria outro imóvel da construtora

Fonte: autoria própria (2017).

Por fim constata-se que de um modo geral os usuários (em sua maioria, 58,33%) não estão satisfeitos com o produto final apresentado ao cliente. O que leva o empreendedor a repensar os problemas elencados nessa pesquisa a fim de trazer melhorias aos seus próximos investimentos.

Outro aspecto importante enfatizado na pesquisa diz respeito à orientação da construtora quanto à manutenção do imóvel na entrega da unidade habitacional. Cerca de 66,67% dos usuários mostraram-se satisfeitos quanto a esse atendimento, outros 41,67% disseram que esse foi inexistente na compra do imóvel. Reforça-se aqui a necessidade da boa relação entre construtora e cliente, fortificada pelo bom atendimento e cordialidade, na necessidade da construtora de ir até o empreendimento a fim de explicar e mostrar o realizado e seu funcionamento.

Dans le document User Guide Guide d utilisation (Page 25-69)

Documents relatifs