Diretoria de Educação de Cajamar
Projeto: Implantação Especialista de Arte no Ensino Fundamental
Música
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A música (do grego - musiké téchne, a arte das musas) constitui-se basicamente de uma sucessão de sons e silêncio organizada ao longo do tempo. É considerada por diversos autores como uma prática cultural e humana. Atualmente não se conhece nenhuma civilização ou agrupamento que não possua manifestações musicais próprias. Embora nem sempre seja feita com esse objetivo, a música pode ser considerada como uma forma de arte, considerada por muitos como sua principal função. Também pode ter diversas outras utilidades, tais como a militar ou educacional. Além disso, tem presença central em diversas atividades coletivas, como os rituais religiosos, festas e funerais.
Há evidências de que a música é conhecida e praticada desde a pré-história. Provavelmente a observação dos sons da natureza tenha despertado no homem, através do sentido auditivo, a necessidade ou vontade de uma atividade que se baseasse na organização de sons. Embora nenhum critério científico permita estabelecer seu desenvolvimento de forma precisa, a história da música confunde-se, com a própria história do desenvolvimento da inteligência e da cultura humanas.
Concert 1485-95
Artist: Lorenzo Costa (died 1535) Oil on wood, 95,3 x 75,6 cm
National Gallery, London Para saber...
SOM é tudo que soa! Tudo o que o ouvido percebe sob a forma de movimentos vibratórios.
SILÊNCIO. Entendemos por silêncio a ausência de som, mas na verdade, a ele correspondem os sons que já não podemos ouvir, ou seja, as vibrações que o nosso ouvido não percebe como uma onda, seja porque têm um movimento muito lento, seja porque são muito rápidas.
Qualidades do som (Parâmetros)
ALTURA: refere-se à forma como o ouvido humano percebe a freqüência dos sons. As baixas freqüências são percebidas como sons graves e as mais altas como sons
agudos.
DURAÇÃO: um som pode ser medido pelo tempo de sua ressonância e classificado como curto ou longo.
INTENSIDADE: um som pode ser medido pela amplitude de sua onda e classificado como forte ou fraco.
TIMBRE: de forma simplificada podemos considerar que o timbre é como a impressão digital sonora de um instrumento ou a qualidade de vibração vocal.
Tipos de sons...
TOM: um som com altura determinada, ou seja, com uma afinação precisa. Ex.: o som de uma nota musical (dó, ré, mi, fá, sol, lá, si).
RUÍDO: som sem altura definida, resultante de vibrações irregulares. Ex.: ranger de portas, motores e também os produzidos por alguns instrumentos como reco-reco, castanholas etc.
MESCLA: um som que contém ao mesmo tempo elementos sonoros com altura determinada e frações de ruidosidade; um tom suja. Ex.: o som de um prato, um som produzido na flauta, acompanhado por ruídos vocais etc.
Conteúdos em Música
4. A produção em Arte (fazer artístico): arranjos, improvisações e composições, experimentação e criação de músicas, produção de instrumentos e materiais sonoros, notação musical, uso da voz, criação de letras.
5. Apreciação significativa (artística/estética): interpretações de músicas, utilização d instrumentos e materiais sonoros, leitura de músicas, audição musical, percepção e identificação dos elementos da linguagem musical.
6. Produção cultural e histórica (Conhecer arte): conhecer arranjos, composições e seus compositores, vida de autores, intérpretes, movimentos musicais e obras de diferentes épocas, fontes de registros.
Ler e Escrever em Música
Se dirigirmos nosso olhar para a área de Música, podemos ver que as coisas aqui não são muito diferentes. Quando pensamos no tema “notação musical”, as primeiras imagens podem ser aquelas de símbolos incompreensíveis, destinados a alguns poucos iluminados ou talentosos, enfim, uma coisa de outro mundo, para grandes artistas. É comum as pessoas dizerem: Eu sou musical, mas não sei ler
música. Existe uma outra variante dessa idéia que é: Eu não sei nada de música. Duvidando que alguém não saiba nada de música, ouve-se a seguinte resposta: Eu não
conheço aquelas bolinhas. Ou seja, eu não sei ler música, logo, não sei música. É preciso desconstruir essa representação de saber música que, de uma forma negativa, tem contribuído para que muitos desistam de aprender música. Assim, a leitura e escrita musical têm sido usadas muito mais como instrumento de exclusão do que de acesso a um novo código. Outro ponto que não devemos nos esquecer: muitas tradições musicais neste planeta são aprendidas e transmitidas oralmente, e isso é válido também para o nosso país.
Existem diferentes maneiras de vivenciar a música. Dançar, ouvir, apreciar, recordar, ver imagens, se emocionar ou relembrar fatos são algumas dessas formas. A experiência de ouvir música é talvez a mais democrática: todos podemos exercê-la, se não com os ouvidos, pelo menos com o corpo e aqui se estabelece uma interessante possibilidade de trabalhar com a área de Educação Física. Todos ouvimos música diariamente e de diversos modos, com diferentes intenções, mesmo que não saibamos
ler e escrever música. Da mesma forma, podemos tocar um instrumento ou cantar sem, necessariamente, utilizarmos a leitura e a escrita. Ou seja, existem outros procedimentos, não menos complexos, que levam à aprendizagem musical, como, por exemplo, em tradições musicais transmitidas oralmente.
Como toda escrita, a notação musical é um sistema de representação convencional. Embora não seja tão antiga como a escrita alfabética e a dos algarismos, ela sofre também transformações ao longo da história. Existem hipóteses de que alguns dos primeiros traços deixados há, pelo menos, 30 mil anos a.C. possam se referir a atividades rítmicas ou melódicas. A história da grafia musical está, portanto, intimamente ligada à dos sistemas de notação.
De maneira semelhante à escrita alfabética e numérica, a escrita musical utiliza símbolos que foram se modificando com o passar do tempo: das representações simbólicas, isto é, o uso de símbolos ou desenhos associados a um fato do mundo exterior, até a escrita tradicional - que hoje conhecemos, o sistema de cinco linhas denominado de pauta ou pentagrama -, o trajeto foi longo.
Existe muita controvérsia a respeito do fato de a leitura e a escrita musical serem temas de estudo na escola de Ensino Fundamental. A discussão remete a uma questão anterior sobre os objetivos do ensino de música em escolas não específicas. Muitos defendem que, para formar ouvintes críticos e conscientes, não seria necessária a leitura musical, ou seja, esta leitura seria destinada apenas àqueles que querem aprender um instrumento, em ensino individual ou em pequenos grupos.
Acreditamos ser possível e conveniente trabalhar os fundamentos básicos da leitura e escrita musical na escola fundamental. É claro que, para ler e escrever música, é necessário um certo aprendizado. Mas, como afirma Reverdy (1997, p.45), esta aprendizagem não é mais penosa do que aquela por que passam as crianças quando
estão aprendendo a ler em sua própria língua. Para que se realize uma aprendizagem efetiva, a metodologia a ser utilizada deve partir da experiência musical cotidiana dos alunos e o programa deve se orientar em duas perguntas básicas:
1. Que música esses sinais gráficos representam? 2. Como decifrá-los?
Se ouvir música é pressuposto para ler música, a recíproca, não é verdadeira, uma vez que ler música é um modo de ouvir música. Por isso, não tem sentido uma leitura musical que seja abstraída de seu conteúdo sonoro-musical. Quem ensina a ler notas musicais com giz e lápis, sem observar uma seqüência de procedimentos metodológicos e sem a experiência sonora, ignora que conhecer apenas as notas não leva a uma educação musical. A idéia de alfabetização musical desvinculada da prática tem contribuído para que muitos alunos desistam de aprender música, tanto em escolas específicas como em escolas do ensino fundamental, muito embora esses alunos continuem com a capacidade para desfrutar da música em geral.
A abordagem dada à leitura e à escrita pelas diferentes áreas aqui tratadas é ilustrativa da importância de ler e escrever na escola. Através dessa atividade, estaremos oportunizando aos estudantes condições mais qualificadas de que eles se assumam como sujeitos do processo de aprendizagem que fazem do e sobre o mundo, adquirindo condições de, autônoma e permanentemente, localizar novas informações, ampliar suas formas de interação com seu próprio corpo, expressar seus saberes, objetivar suas intuições, lendo e escrevendo com autoria para o mundo.
À medida que toda a escola comprometer-se efetivamente com essas práticas, ela constituirá um espaço de mediação de leituras e escritas significativas, promotoras do crescimento pessoal e social de cada aluno, pela ampliação e aprofundamento dos conceitos que possibilitam a intermediação com a realidade.
“No princípio, podemos supor, era o silêncio. Havia silêncio porque não havia movimento e, portanto, nenhuma vibração podia agitar o ar – um fenômeno de fundamental importância na produção do som. A criação do mundo, seja qual for a forma como ocorreu, deve ter sido acompanhada de movimento e, portanto, de som.” (O. Karóly, 1990)
Professor
O espaço da sala de aula, em se tratando da linguagem musical, deve garantir espaços para a composição, a interpretação, a improvisação e a audição, ou seja, a apreciação musical. É importante também levar em consideração a enorme diversidade de
manifestações musicais existentes no país e fora dele, proporcionando, acima de tudo, o desenvolvimento dos alunos em sua capacidade de apreciar e produzir música. Para que a aprendizagem seja mais proveitosa, é bom que o professor procure envolver não só toda a turma, mas também pessoas de fora, como compositores, cantores, instrumentistas e promova encontros musicais com grupos de diferentes localidades.
Tema: As muitas músicas do mundo...
Objetivos:
x Desenvolver a percepção auditiva e a memória musical;
x pesquisar, explorar, compor e interpretar sons de diversas naturezas e procedências;
x utilizar e cuidar da voz como meio de expressão e comunicação musical;
x conhecer, apreciar e adotar atitudes de respeito diante da variedade de manifestações musicais do país;
x estabelecer relações entre a música feita na escola, as veiculadas pela mídia e as que são produzidas localmente;
x conhecer usos e funções da música em épocas e sociedades distintas.
Com as mãos na massa... Oficina 2
Atividade 1
Levantamento dos conhecimentos prévios dos alunos sobre o tema.
Mantenha-se de olhos fechados por alguns minutos e “abra os ouvidos”. Tente prestar atenção a tudo o que ouve. Depois de olhos abertos, experimente relacionar os sons que você escutou.
Experimente anotar suas lembranças musicais: jogos, cantigas e brinquedos musicais que fazem parte de sua história.
Então, o que é música?
“a música não é só uma técnica de compor sons (e silêncios), mas um meio de refletir e de abrir a cabeça do ouvinte para o mundo.
(A. de Campos, in J. Cage, 1985 – prefácio)
Atividade 2
“O que já sabemos sobre música” OBJETIVOS:
x Avaliação diagnóstica sobre repertório musical; x apreciação e audição musical;
x conhecendo artistas.
Número de participantes: A classe toda. Material:
Imagens sobre instrumentos musicais, coros, orquestras, shows musicais. CDs com música de um artista brasileiro famoso.
Desenvolvimento:
Primeiramente conversar com os alunos sobre o que é música, o que eles conhecem sobre esse tema. Professor não se esqueça de registrar este diagnóstico. Apresentar aos alunos as imagens que retratam músicas, instrumentos, pessoas cantando, cantores famosos etc., abrir uma roda de conversa sobre o que estão vendo, quem são essas pessoas, que sons produzem estes instrumentos etc.
EX.: Ouvir uma música de uma artista famoso, por exemplo, Elis Regina. Conversar sobre, apresentar a biografia da artista e uma foto dela.
Atividade 3 “Adivinhasons” OBJETIVOS:
x trabalho coletivo; x integração do grupo; x saber ouvir.
Número de participantes: A classe toda dividida em dois grandes grupos.
Material: saco de TNT ou outro tecido (pode ser de retalhos). Fichas de papel cartão com imagens diversificadas (animais, objetos etc.) com a quantidade de alunos da sala. Desenvolvimento:
Um aluno de cada equipe pegará de dentro do saco uma ficha e após observar a imagem irá produzir o som do respectivo objeto para que as equipes descubram o nome da imagem apresentada por meio de seu som. Essa reprodução do som pode ser desenvolvida com a própria voz ou com objetos que tiver a disposição.
A equipe vencedora será a que adivinhar o som ou o maior número de sons produzidos. Atenção:
x Todos os alunos deverão participar pegando fichas.
x Quando adivinhar o som, a equipe deve registrar esse nome por meio de um símbolo. Que pode ser cores ou formas geométricas
x Ao final a equipe deve organizar esses sons numa folha, como se fosse uma pauta sonora e reproduzí-los.
Atividade 4
“Qual é a música” OBJETIVOS:
x Ampliação de vocabulário e repertório musical; x trabalho coletivo;
x resgate dos conhecimentos musicais.
Número de participantes: Grupos com cinco alunos cada. Material: Letras móveis que formam palavras e envelopes. Desenvolvimento:
Cada grupo receberá letras embaralhadas dentro de um envelope contendo uma palavra, que deverá ser montada. O grupo deverá pensar em uma música que tenha na letra a palavra descoberta, que deve ser registrada em um papel.
Cada grupo canta a música que escolheu, se realmente ela tiver a palavra contida no envelope já marcam um ponto, se for de acordo com a escolhida pelo professor mais um ponto.
Se a palavra descoberta for a que o professor pensou, ganham mais um ponto.
x Após dizerem qual é a palavra e cantarem a música, coloque a música para que ouçam e levante alguns questionamentos a respeito de: Conhecem quem está cantando? Solo? Grupo? Homem? Mulher? Que isntrumentos fazem parte da execução da música? Etc.
ATENÇÃO:
Para o 1º e 2º ano, colar uma imagem da palavra no envelope para saberem o que está escrito dentro do envelope.
Discuta com os alunos a regra do jogo, elabore uma ficha de pontuação, organize as equipes e peça para que escolham um nome para ela.
Atividade 5
“Ampliando repertórios musicais” OBJETIVOS:
x Ampliação de vocabulário e repertório musical; x apreciação e audição musical;
x conhecendo artistas.
Número de participantes: A classe toda.
Material: CDs de músicas eruditas, da MPB e folclóricas. Desenvolvimento:
Propor as crianças que apreciem músicas, levantando pontos relacionados à: - instrumentos;
- uso da voz; - quem canta; - quantas pessoas;
- onde se toca essa música; - de que época ela pode ser. Etc.
Abra uma roda de discussão e apresente aos alunos as diferenças desses estilos músicas.
A MÚSICA ERUDITA (do latim, eruditu, que significa conhecimento, saber, sabedoria) é também mencionada como Música Clássica. Há várias controversas sobre a terminologia mais correta no Brasil, mas até hoje não se chegou a um consenso acadêmico. A divergência é que alguns musicólogos consideram que o termo "música clássica" deva ser reservado à música erudita produzida somente no período da história da música designado por Era Clássica ou Classicismo, que se estende de 1730 a 1809, caracterizado pela busca do equilíbrio das estruturas, da simetria das frases, da lógica dos desenvolvimentos articulados com a concisão do pensamento. Também há quem dê o nome de "música acadêmica" pelo fato de ser rigidamente estudada e possuir regras minunciosamente matemáticas. Outros acham que o termo "erudito" é inadequado, por julgarem que se refere a um tipo de música destinado a ser inacessível às massas, preferindo o uso do termo "clássico", pela mesma razão que se fala em "literatura clássica", sem levar em consideração o período em que foi escrita.
MÚSICA POPULAR BRASILEIRA (MPB) é um gênero musical brasileiro. Apreciado principalmente pelas classes médias urbanas do Brasil, a MPB surgiu a partir de 1966, com a segunda geração da Bossa Nova. Apesar de abrangente, a MPB não deve ser confundida com Música do Brasil, em que esta abarca diversos gêneros da música nacional, entre os quais o Baião, a Bossa Nova, o Choro, o Frevo, o Carimbó, o Forró, o Samba, e a própria MPB. A MPB surgiu exatamente em um momento de declínio da Bossa Nova, gênero renovador na música brasileira surgido na segunda metade da década de 1950. Influenciado pelo jazz norte-americano, a Bossa Nova deu novas marcas ao samba tradicional. Arrastão, Vinícius de Moraes Mas já na primeira metade da década de 1960, a Bossa Nova passaria por transformações e, a partir de uma nova geração de compositores, o movimento chegaria ao fim já na segunda metade daquela década. Uma canção que marca o fim da Bossa Nova e o início daquilo que se passaria a chamar de MPB é Arrastão, de Vinícius de Moraes (um dos percursores da Bossa) e Edu Lobo (músico novato que fazia parte de uma onda de renovação do movimento, marcada notadamente por um nacionalismo e uma reaproximação com o samba tradicional, como de Cartola). Arrastão foi defendida, em 1965, por Elis Regina no I
Festival de Música Popular Brasileira (TV Excelsior, Guarujá-SP). A partir dali, difundiriam-se artistas novatos, filhos da Bossa Nova, como Geraldo Vandré, Taiguara, Edu Lobo e Chico Buarque de Holanda, que apareciam com freqüência em festivais de música popular. Bem-sucedidos como artistas, eles tinham pouco ou quase nada de bossa nova. Vencedoras do II Festival de Música Popular Brasileira, (São Paulo em 1966), Disparada, de Geraldo, e A Banda, de Chico, podem ser consideradas marcos desta ruptura e mutação da Bossa para MPB. Era o início do que se rotularia como MPB, um gênero difuso que abarcaria diversas tendências da música brasileira durante as décadas seguintes. A MPB começou com um perfil marcadamente nacionalista, mas foi mudando e incorporando elementos de procedências várias, até pela pouca resistência, por parte dos músicos, em misturar gêneros musicais. Esta diversidade é até saudada e uma das marcas deste gênero musical. Pela própria hibridez é difícil defini-la.
A MÚSICA FOLCLÓRICA, segundo a etimologia do termo adotada no século XIX, era a música feita pela sabedoria popular (folk lore). A denominaço indicava especialmente a música feita pela sociedade pré-industrial, fora dos circuitos da alta cultura urbana. Durante o século XX, o termo folk music recebeu um segundo significado: um tipo específico de música popular que é descendência cultural da música tradicional rural, ou de outro modo influenciada por ela. Entendida na primera significaço, a música folclórica sobrevive melhor em zonas onde a sociedade, geralmente rural, ainda não é afetada pela comunicação de massas e pela comercialização da cultura. Era geralmente partilhada e executada pela comunidade como um todo, sendo muitas vezes transmitida pela tradição não escrita. As canções tradicionais de um povo tratam de quase todos os tipos de atividades humanas. Assim, muitas destas canções expressam crenças religiosas ou políticas de um povo ou descrevem sua história. A melodia e a letra de uma canção popular podem sofrer modificações no decorrer de um tempo, pois normalmente a transmissão é oral e passam de geração em geração. As
canções de dança são um dos tipos mais antigos de música popular. Cantadas como acompanhamento para danças, o nome de seus compositores perdeu-se no tempo. Muitas são ainda associadas ao lugar de origem, como a gavota francesa, a mazurca e a polonesa, da Polônia e a tarantela da Itália.
As canções lendárias são geralmente de origem semi-conhecida, às vezes literária, e têm caráter poético e expressam acontecimentos interpretados pela perspetiva do cantor. São exemplos disso os romances de tema épico ou criminoso. As danças e jogos infantis são transmitidas por uma peculiar camada da sociedade que, no utilizando a escritura como meio de transmisso, assemelha à sociedade rural adulta. No Brasil são geralmente de origem européia e reduzem-se praticamente às danças de roda. Algumas são de criação nacional com influência das modinhas, como Nesta Rua
tem um Bosque; outras têm influência africana como Sambalelê. As danças populares de sociedade podem ser divididas em dramáticas e não dramáticas. As dramáticas compreendem uma parte representada e têm um tema determinado como por exemplo,
Bumba-meu-boi do Norte do Brasil. As não dramáticas não contêm elementos de representação. No Brasil a maior parte delas segue duas espécies de formação: em roda, às vezes com solista no centro de origem africana ou portuguesa ou em fileiras opostas, de origem indígena ou nacional.
http://pt.wikipedia.org
Atividade 6
“Conhecendo instrumentos musicais” OBJETIVOS:
x Conhecer instrumentos musicais. Número de participantes: A classe toda.
Material: CD com o filme Pedro e o Lobo de Sergei Prokofiev.
Imagens sobre instrumentos musicais, divididos em: sopro, percussão, cordas. Desenvolvimento:
Apresentar aos alunos a primeira parte do vídeo “Pedro e o Lobo” de Sergei Prokofiev, onde aparece o maestro apresentando os instrumentos. E propor discussões a partir dele.
Entregar aos alunos fichas que contenham instrumentos musicais e pedir que agrupem por suas características: sopro, percussão, cordas. Apresente aos alunos um painel para que disponham os instrumentos dentro da formação da orquestra.
Você pode propor que desenhem um instrumentos de cada naipe.