1.4 Méthodes LPV
1.4.3 Méthodes LPV pour la commande des systèmes non linéaires
Componentes- chave
Questões dos utilizadores
Implicações de sociabilidade Soluções de usabilidade
1. Por que me devo associar a esta comunidade?
Considerar que o título e o conteúdo devem comunicar acerca do propósito da comunidade.
Fornecer um nome claro e
significativo e uma mensagem com a missão da comunidade.
2. Posso fazer o que quero facilmente?
Considerar as necessidades sociais da comunidade. Qual é o propósito da comunidade? Quais são as necessidades de comunicação da comunidade? Necessita de
comunicação síncrona e/ou assíncrona?
Decidir como apoiar as diferentes tarefas de comunicação, por exemplo, providenciar sistema de FAQ e ajuda, ferramentas de comunicação síncrona e assíncrona. Propósito ou objetivo 3. Consigo explicar-me como quero?
Quais são as necessidades de comunicação dos utilizadores? Como é que podem ser suportadas?
Considerar a utilização de ícones de emoção, avatares, ligação para o email, páginas pessoais, etc. 4. Como faço para
entrar e sair da comunidade? Como me torno membro?
A comunidade deve ser aberta ou fechada? Isto poderá depender da sensibilidade dos tópicos de discussão e se a participação necessita de controlo.
Considerar a necessidade de registo. Se necessário, o processo deve ser curto e, dada a garantia de que os dados são privados e nunca revelados a terceiros. Se não houver registo, as instruções devem ser clarificadas.
5. Quais são as regras/políticas da comunidade?
Que tipo de políticas apoiarão o propósito da comunidade? Deve existir um moderador para impor regras ou regular discussões? É necessária a existência de um regulamento de direitos de autor?
Estabelecer de forma clara as políticas de utilização. Se é
necessária a existência de moderador então é importante fornecer
ferramentas e políticas de apoio aos mesmos.
6. Como faço para comunicar com os outros utilizadores da comunidade?
Considerar o que é necessário fazer para que os utilizadores recém- chegados se sintam parte da
comunidade e possam comunicar. Além disso, considerar se as necessidades dos utilizadores se alteram com o tempo e se a comunicação privada é
importante.
Considerar fornecer templates, ícones de emoção, FAQs, mensagens individuais ou focus group, para grupos, ferramenta de procura, envio de mensagens privadas
Políticas
7. Segurança Considerar se é necessário um moderador e regras mais apertadas para garantir um comportamento adequado dos utilizadores e o apoio à comunidade. Perceber se a
confidencialidade, a segurança e a privacidade são importantes. Perceber como se incentiva a confiança.
Encontrar formas de proteger as informações pessoais e os
utilizadores de agressões; fortalecer a confiança, através de evidências de comportamentos passados.
8. Por que devo voltar?
Como manter os utilizadores interessados e fazê-los voltar?
Fornecer conteúdos em atualização, como, por exemplo: notícias, discussões em tempo real; promover a evidência de líderes que estimulem a interação social e manter o grupo concentrado no propósito da comunidade. Propósito e políticas 9. Se eu participar, vou receber resposta?
Como se pode encorajar a reciprocidade?
Reconhecer as respostas às perguntas; oferecer ajuda e apoio.
Comentários Finais ao Capítulo III
A discussão em torno dos conceitos de comunidade e comunidade online não é pacífica, como também não o é a controvérsia entre a coexistência de ambas (Secção 3.1.). Neste estudo, assume-se a definição de Preece (2000) que serve, inclusive, de suporte à criação de uma comunidade, em ambientes quer físicos quer virtuais. Uma comunidade online corresponde a um conjunto de indivíduos que interatua socialmente, partilha finalidades ou objetivos para a satisfação de necessidades, interesses e troca de informações ou serviços e é regida por um código de conduta aceite por todos. Além disso, possui as TIC como suporte à interação e ao sentido de unidade.
A secção 3.2. esclarece-nos o processo de desenvolvimento de uma comunidade online, o participatory community-centered development (PCCD), proposto por Preece e Maloney-Krichmar, em 2003. O PCCD construi-se na base de conceitos e técnicas de desenvolvimento de user- centered design, contextual inquiry e participatory design. Trata-se de um processo iterativo com quatro etapas definidas: avaliação das necessidades e tarefas do público-alvo, elaboração de um modelo conceptual que especifique a estrutura e o software de design, refinar a sociabilidade e a usabilidade e expandir e motivar a comunidade para que se torne autossuficiente. É, então, sustentado em dois conceitos fundamentais: usabilidade e apoio à sociabilidade.
A discussão sobre o envolvimento dos seniores no processo de design, apresentada no tópico 3.2.1., apoia a perspetiva de que os utilizadores devem integrar o grupo de desenvolvimento de produtos tecnológicos. Embora a falta de conhecimentos e a consequente falta de poder crítico possam limitar a participação desses indivíduos, é importante incluí-los, mesmo que apenas nas fases de avaliação.
A secção 3.3., sobre a sociabilidade online, esclarece-nos sobre a interação e a participação dos seniores em comunidades online. Embora os seniores sejam mais cautelosos e menos ativos na participação em comunidades online, uma vez dentro das mesmas mostram-se, normalmente, mais solidários, divertidos, informativos e facilmente emergem líderes e formadores de opinião. Refletindo sobre o que os atrai para as comunidades online ou afasta, percebe-se que os seniores procuram pedir, dar conselhos e discutir sobre os mais variados temas. Ponto fundamental é obter resposta a qualquer questão, não só para a sua permanência como para promover a própria resposta/comentário a outros participantes. Por se sentirem sozinhos, estabelecer novas relações e conhecer pessoas online também é importante.
Problemas sucessivos com a utilização da comunidade ou do próprio computador afastam os seniores da participação. Além disso, também é incomodativo quando se deparam com longos processos de inscrição ou de recuperação de passwords. A incapacidade em perceber a linguagem ou metáforas utilizadas por elementos mais novos potenciam o abandono.
A revisão feita mostra-nos ainda que, devido às características intrínsecas dos modos de comunicação, estes são utilizados pelos seniores para diferentes fins. As mensagens instantâneas são usadas para obter apoio emocional, a sala de conversação por voz solicitada para a procura de companhia e o fórum de discussão para oferecer suporte informacional. Ao nível dos padrões de interação, verifica-se que a conversa factual se liga a um padrão diferente da emocional. As trocas relacionadas com problemas pessoais compreendem uma forte conexão entre os indivíduos, enquanto as conversas factuais parecem associar-se à diminuição do nível de atividade. Além disso, existem diferenças na estrutura da rede, no que se refere à procura e oferta de apoio. Quando procuram apoio, fazem-no através de mensagens para toda a comunidade, quando oferecem apoio, fazem-no de forma direcionada, apenas para um membro.
Na secção 3.4., sobre a influência mútua entre a sociabilidade e a usabilidade, apresenta-se a Tabela 3.2que expõe as nove principais questões levantadas pelos utilizadores de comunidades online. Uma vez corretamente respondidas por soluções de usabilidade e considerando as implicações de sociabilidade, a comunidade online está a manifestar inteira preocupação para com o seu utilizador-alvo.
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