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Logic as a Function of Delta Time

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[1] Ordem dos Farmacêuticos: Norma geral sobre as infraestruturas e equipamentos. Acessível em: https://www.ordemfarmaceuticos.pt/pt/servicos/qualidade/referenciais-daqualidade/farmacia- comunitaria/ [acedido a 04 de janeiro de 2020].

[2] Ordem dos Farmacêuticos: Norma geral sobre o farmacêutico e pessoal de apoio. Acessível em: https://www.ordemfarmaceuticos.pt/fotos/documentos/norma_geral_sobre_o_farmaceutico_e_o_ pessoal_de_apoio_5695580485ab147f4836e5.pdf [acedido a 04 de janeiro de 2020].

[3] Ordem dos Farmacêuticos: Código deontológico da ordem dos farmacêuticos. Acessível em https://www.ordemfarmaceuticos.pt/fotos/documentos/codigo_deontologico_da_of_44366761759 88472c14020.pdf [acedido a 04 de janeiro de 2020].

[4] Pordata: Base de dados de Portugal contemporâneo. Acessível em: https://www.pordata.pt/Municipios [acedido em 04 de janeiro de 2020].

[5] Ministério da Saúde, Decreto-Lei nº 307/2007, de 31 de agosto. Regime jurídico das farmácias de oficina. Diário da República, nº 168/2007 – 1ª série.

[6] Ministério da Saúde, Decreto-Lei nº 58/2016, de 29 de agosto. Trabalho, Solidariedade e Segurança Social. Diário da República, nº 165/2016 – 1ª série.

[7] Ministério do Ambiente, Despacho nº 9188/2019 de 11 de outubro. Licença atribuída à VALORMED – Sociedade Gestora de Resíduos de Embalagens de Medicamentos, Lda. Diário da República, nº 196/2019 – 2ª série.

[8] Ministério da Saúde, Decreto-Lei nº 20/2013, de 14 de fevereiro. Regime jurídico dos medicamentos de uso humano. Diário da república, nº 32/2013 – 1ª série.

[9] Ministério da Saúde, Despacho nº15700/2012, de 10 de dezembro. Novo paradigma na prescrição, dispensa e monitorização da utilização dos medicamentos. Diário da República, nº 238/2012 – 2ª série.

[10] Ministério da Saúde, Portaria nº 195D/2015, de 30 de junho. Grupos e subgrupos farmacoterapêuticos de medicamentos que podem ser objeto de comparticipação. Diário de república, nº 125/2015 – 1ª série.

[11] Ministério da Saúde, Portaria nº 1319/2010, de 28 de dezembro. Condições de atribuição do regime especial de comparticipação de medicamentos. Diário da república, nº 250/2010 – 1ª série.

[12] Ministério da Justiça, Decreto-Lei nº13/2012 de 26 de março. Regime jurídico ao tráfico e consumo de estupefacientes e de substâncias Psicotrópicas. Diário da república nº 61/2012 – 1ª série.

- 42 - [13] NFARMED: Psicotrópicos e Estupefacientes. Acessível em: http://www.infarmed.pt/documents/15786/1228470/22_Psicotropicos_Estupefacientes.pdf

[acedido em 15 de fevereiro de 2020].

[14] Ministério da Saúde: Serviços Partilhados do Ministério da Saúde - Manual de Relacionamento das Farmácias com o Centro de Controlo e Monitorização do SNS (2020). Acessível em: https://ccmsns.min-saude.pt/wp-content/uploads/2020/02/Manual-de-Relacionamento-de-

Farm%C3%A1cias-v1.27.pdf [Acedido em 7 de março de 2020].

[15] INFARMED: Medicamentos manipulados. Acessível em:

https://www.infarmed.pt/web/infarmed/entidades/medicamentos-uso-humano/inspecao- medicamentos/medicamentos-manipulados. [acedido em: 15 fevereiro de 2020].

[16] INFARMED, Deliberação nº 1985/2015 de 2 de novembro. Conjunto de substâncias cuja utilização na preparação e prescrição de medicamentos manipulados não é permitida. Diário da república nº 214/2015 – 2ª série.

[17] Ministério da Saúde, portaria nº 594/2004 de 2 de junho. Regime jurídico a que devem obedecer a preparação e a dispensa de medicamentos manipulados. Diário da república nº 129/2004 – 1ª série B.

[18] Ministério da Saúde, despacho nº 18694/2010 de 16 de dezembro. Regime geral das comparticipações do Estado no preço dos medicamentos. Diário da república nº 242/2010 – 2ª série.

[19] Ministério da Saúde, Decreto-Lei nº238/2007 de 19 de junho. Venda de medicamentos não sujeitos a receita médica (MNSRM) fora das farmácias. Diário da república nº 116/2007 – 1ª série.

[20] Ordem dos Farmacêuticos: Norma específica sobre dispensa de medicamentos e produtos de

saúde. Acessível em:

https://www.ordemfarmaceuticos.pt/fotos/documentos/of.c_n004_00_norma_especifica_sobre_dis pensa_de_medicamentos_e_produtos_de_sauyde_5214920525afd9c8445f2c.pdf [acedido em: 15 fevereiro de 2020].

[21] Ministério da agricultura, do desenvolvimento rural e das pescas, Decreto-Lei nº314/2009 de 28 de outubro. código comunitário relativo aos medicamentos veterinários. Diário da república nº 209/2009 – 1ª série.

[22] Ministério da agricultura, do desenvolvimento rural e das pescas, Decreto-Lei nº136/2003 de 28 de junho. Transposição para a ordem jurídica interna da Diretiva nº 2002/46/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 10 de Junho, relativa à aproximação das legislações dos Estados membros respeitantes aos suplementos alimentares. Diário da república nº 147/2003 – 1ª série A.

[23] Ministério da Saúde, Decreto-Lei nº 145/2009 de 17 de junho. regras a que devem obedecer a investigação, o fabrico, a comercialização, a entrada em serviço, a vigilância e a publicidade dos dispositivos médicos e respetivos acessórios, adiante designados por dispositivos, transpondo para a

Relatório de Estágio Profissionalizante – Farmácia Fernandes Lopes

- 43 - ordem jurídica interna a Diretiva n.º 2007/47/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 5 de setembro. Diário da república nº 115/2009 – 1ª série.

[24] Ministério da saúde, Portaria nº 97/2018 de 9 de abril. Os serviços farmacêuticos que podem ser prestados pelas farmácias. Diário da república nº 69/2018 – 1ª série.

[25] SNS24: vacinas. Acessível em: https://www.sns24.gov.pt/guia/vacinas/ [acedido em 13 de outubro de 2019].

[26] Cabral C, Pita J (2015). Cinquenta anos do Programa de Vacinação em Portugal (1965-2015). 1th ed. Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX (CEIS 20) – Grupo de História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia, Coimbra.

[27] Fernandes T, Freitas T (2017). Atualização do Programa Nacional de Vacinação: PNV 2017. 1th ed. Direção geral de Saúde, Lisboa.

[28] Calé M, Leça A, Matos C et al (2016). Programa Nacional de Vacinação 2017. 1th ed. Direção- Geral de Saúde, Lisboa.

[29] Manual MSD: Acessível em: https://www.msdmanuals.com/pt- pt/casa/infec%C3%A7%C3%B5es/imuniza%C3%A7%C3%A3o/vacina-contra-haemophilus-influenzae- tipo-b [acedido em 20 de outubro de 2019].

[30] Varandas L, Moreira D, Prata F et al (2018). Recomendações sobre vacinas extra programa nacional de vacinação – atualização 2018. 1th ed. Sociedade Portuguesa de Pediatria, Lisboa.

[31] MGFamiliar: Vacinas extra-plano 2018 quadro acessível em: https://www.mgfamiliar.net/Default.aspx?SiteSearchID=909&PageID=2821909 [acedido em 20 de outubro de 2019].

[32] Vilaça J, Miranda S (2018). Recomendações sobre vacinas extra programa nacional de vacinação – atualização 2018. 1th ed. Hospital Braga, Braga.

[33] Direção Geral de saúde: A gripe acessível em: https://www.dgs.pt/saude-publica1/gripe.aspx [acedido em 27 de outubro de 2019].

[34] Infarmed: Base de dados infomed. Acessível em: http://app7.infarmed.pt/infomed/lista.php [acedido em 20 de outubro de 2019].

[35] Ministério da Saúde, Despacho nº 12434/2019, de 30 de dezembro de 2019. Novo esquema Vacinal do Programa Nacional de Vacinação. Diário de República, nº 250/2019 – 2ª série.

[36] Direção Geral de Saúde: Vacinas para viajantes. Acessível em: https://www.dgs.pt/paginas- de-sistema/saude-de-a-a-z/programa-nacional-de-vacinacao/vacinas-para-viajantes.aspx [acedido em 27 de outubro de 2019].

[37] Levy L, Bertolo H (2012). Manual de Aleitamento Materno. 1th ed. Comité português para a UNICEF, Lisboa.

- 44 - [38] Real H, Bento A (2010). Aleitamento Materno: Promover Saúde! 1th ed. Associação Portuguesa de nutricionistas, Lisboa.

[39] Unidade de Nutrição e Alimentação do Serviço de Pediatria do hospital de Braga: Alimentação no 1º ano de vida: guia de aconselhamento. Acessível em: https://www.hospitaldebraga.pt/storage/files/alimentacao-1o-ano-de-vida-hospital-de-braga.pdf [acedido em 29 de dezembro de 2019].

[40] Carvalho T, Craveiro C (2019). Alimentação nos primeiros 1000 dias de vida: um presente para o futuro. 1th ed. Associação Portuguesa de Nutrição, Porto.

[41] Rêgo C, Lopes C, Durão C (2019). Alimentação Saudável dos 0 aos 6 anos – Linhas De Orientação Para Profissionais E Educadores. 1th ed. Ministério da Saúde direção-Geral de Saúde, Lisboa.

[42] CUF: Aleitamento materno. Acessível em: https://www.saudecuf.pt/aleitamento-materno [acedido em 29 de dezembro de 2019]

[43] Comissão de Nutrição da sociedade Portuguesa de Pediatria (2012). Alimentação e Nutrição no lactente. Acta Pediátrica Portuguesa; 43: 17-36.

[44] PT Medical: Leites adaptados e fórmulas infantis. Acessível em: http://www.ptmedical.pt/leites-adaptados-e-formulas [acedido em 5 de janeiro de 2020].

[45] Tua Saúde: como escolher o melhor leite para o recém-nascido. Acessível em: https://www.tuasaude.com/leite-adaptado-para-recem-nascido/ [acedido em 5 de janeiro de 2020]

[46] Ávila R (2004). Aleitamento da criança no primeiro ano de vida. Revista Portuguesa de clínica Geral; 20: 339-46.

[47] Rêgo C, Teles A, Nazareth M (2013). Leites e fórmulas infantis. Acta Pediátrica Portuguesa; 44 (5):S50-S93.

[48] CUF: Como de deve iniciar a diversificação alimentar? Acessível em: https://www.saudecuf.pt/mais-saude/artigo/como-se-deve-iniciar-a-diversificacao-alimentar

[acedido em 5 de janeiro de 2020].

[49] SCIMED: Desmistificando a diversificação alimentar. Acessível em: https://www.scimed.pt/geral/dietas/desmistificando-a-diversificacao-alimentar-abandonemos-as- normas-da-spp/ [acedido em 5 de janeiro de 2020].

[50] MGfamiliar: Alimentação no 1º ano de vida. Acessível em: https://www.mgfamiliar.net/recursos_educacao_folhetos [acedido em 5 de janeiro de 2020].

[51] ARS Algarve: alimentação a partir dos 4-6 meses. Acessível em: https://www.janela-aberta- familia.org/pt/content/alimentacao-partir-dos-4-6-meses [acedido em 5 de janeiro de 2020].

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- 45 - [52] Alkarimi, H., Watt, R., Pikhart, H. et al (2012). Impact of treating dental caries on schoolchildren’s anthropometric, dental, satisfaction and appetite outcomes: a randomized controlled trial. BMC Public Health, 12(1), 706.

[53] Petersen P. (2003). Continuous Improvement of Oral Health in the 21st Century – the Approach of the WHO Global Oral Health Programme. The World Oral Health Report 2003. Geneva, Switzerland.

[54] Ribeiro A (2012). Saúde oral infantil: perceção dos encarregados de educação. Faculdade Medicina Dentária da Universidade do Porto. Porto.

[55] Direção Geral de Saúde: Cheque-dentista. Acessível em: https://www.dgs.pt/paginas-de- sistema/saude-de-a-a-z/cheque-dentista.aspx [acedido em 12 de janeiro de 2020].

[56] Centro de Informação do Medicamento: Saúde Oral na Criança. Acessível em: https://www.ordemfarmaceuticos.pt/fotos/publicacoes/ft101_saude_oral_na_crianca_5251080995 b043049989a1.pdf [acedido em 12 de janeiro de 2020].

[57] Direção-Geral da Saúde: Programa Nacional de Saúde Infantil e Juvenil. Acessível em:http://www.dgs.pt/em-destaque/programa-nacional-para-a-vigilancia-da-gravidez-de-

baixorisco.aspx [acedido em 12 de janeiro de 2020].

[58] Ministério da Saúde, despacho nº153/2005 de 5 de janeiro. Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral. Diário da república nº 3/2005 – 2ª série.

[59] Céu A, Cádima C, Branco L, et al (2011). Programa Nacional de Promoção de Saúde Oral – Plano B. 1th ed. Direção Geral de Saúde. Lisboa.

[60] Ordem dos Médicos: Saúde oral em crianças. Acessível em: https://www.omd.pt/publico/criancas/ [acedido em 12 de janeiro de 2020].

[61] Peterson P, Ogawa H (2016). Prevention of dental caries through the use of fluoride – the WHO approach. Community Dental Health 2016. 33, 66–68.

[62] World Health Organization. (2017). Sugars and dental caries (No. WHO/NMH/NHD/17.12). World Health Organization.

[63] Direção Geral de Saúde. Aplicação de verniz de flúor (soluto de 50 mg/ml) em saúde comunitária. Orientação nº 13/2013 de 24 de outubro.

[64] Calado R, Ferreira C, Nogueira P et al (2015). III Estudo Nacional de Prevalência das Doenças Orais 6, 12, 18, 35‐44 e 65‐74 anos. 1th ed. Direção Geral de Saúde. Lisboa.

[65] Dias H (2011). Workshop: Técnicas Inalatórias. In: Dias H, eds. Workshop: Técnicas Inalatórias; 2011, Lisboa, Portugal. Instituto Politécnico de Lisboa.

[66] Aguiar R, Lopes A, et al (2017). Terapêutica inalatória: Técnicas de inalação e dispositivos inalatórios. Revista Portuguesa de Imunoalegologia; 25: 9-26.

- 46 - [67] Ordem dos Farmacêuticos: Dispositivos de inalação – tipos e seleção. Acessivel em: https://www.ordemfarmaceuticos.pt/fotos/publicacoes/e_publicacao_dispositivos_de_inalacao_i_fi nal_19617646165df0d11248f0e.pdf [acedido em 29 de janeiro de 2020]

[68] Direção geral de Saúde: Ensino e avaliação da técnica inalatória na asma. Acessível em: https://www.dgs.pt/directrizes-da-dgs/orientacoes-e-circulares-informativas/orientacao-n0102017- de-26072017-pdf.aspx [acedido em 29 de janeiro de 2020]

[69] Farmácia portuguesas: Inaladores, o que precisa saber!. Acessível em: https://www.farmaciasportuguesas.pt/menu-principal/doencas-cronicas/inaladores-o-que-precisa- de-saber.html [acedido em 29 de janeiro de 2020]

ANEXOS

ANEXO 1

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