Les bactériocines produites par les bactéries à Gram positif Origine, diversité et rôle dans la bioconservation
V. Les applications des bactériocines
V.2. Les applications médicales des bactériocines
Unidade Didática de Badminton Ficha de avaliação diagnóstica de Badminton
A B C D E F G H I J K L Posição base Movimentação de acordo com a trajetória do volante Pega da raquete Amplitude do movimento Punho “solto” Adequação do gesto técnico à situação de jogo Intencionalidade no batimento Escala:
1– Executa Muito mal 2 – Executa mal 3 – Executa 4 – Executa bem 5 – Executa muito bem
Correspondência: 1 – de 0 a 19 2 – de 20 a 49 3 – de 50 a 69 4 – de 70 a 89 5 – de 90 a 100
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Justificação da ficha de observação
A presente ficha de avaliação diagnóstica tem como objetivo avaliar o conhecimento dos alunos a nível tático do jogo para que, durante as aulas sejam introduzidos e aperfeiçoados os gestos técnicos e aprimorado a componente tática.
A seguinte ficha foi baseada numa ficha de observação realizada por Gomes (2012). A ficha de observação realizada por esta autora destinava-se mais especificamente ao ténis de campo mas tendo em consideração as semelhanças existentes entre os vários desportos de raquetes, foi-nos possível adaptar para observar o que pretendíamos no badminton.
Análise dos resultados da avaliação diagnóstica
No geral os alunos apresentam um nível bom no badminton no entanto os gestos técnicos são grosseiros não sendo visível identificar que movimento especifico estão a realizar.
Apesar de alguns dos alunos nunca terem jogado badminton, adotavam no geral uma pega correta com alguma dificuldade na manutenção e mobilidade do punho na realização dos gestos técnicos.
Verificou-se muitas dificuldades em manter a posição fundamental e no deslocamento em geral para o volante em especial quando era definido que tipo de gesto técnico os alunos tinham de realizar. Estes, de forma a não se movimentarem, recorriam a outros.
Identificou-se ainda lacunas na identificação da trajetória do volante e consequente enquadramento com o mesmo. Os alunos não tinham total noção do comprimento do braço e da raquete movimentando-se de forma que o volante entrava em contacto com o seu corpo e não com a raquete, o que posteriormente dificultava toda a execução do movimento.
Contudo, foi visível que os alunos tinham consciência de onde queriam colocar o volante ou seja havia intencionalidade nas suas ações.
De forma a melhorar a sua performance vamos introduzir alguns gestos técnicos: clear, lob e o drive para que em situação de jogo os alunos tenham mais recursos a que recorrer. Iremos também introduzir muitas situações em que os alunos serão obrigados a ser movimentar e a colocar o objeto de jogo em zonas específicas do campo.
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Cronograma
Abril Maio Junho
7 13 20 27 4 18 25 1 8 15 22 Avaliação diagnóstica
Avaliação formativa Avaliação sumativa Principais regras do badminton
Conteúdos Colocação no terreno Movimentação no terreno Intencionalidade no batimento Serviço Drive Clear Lob
Justificação dos conteúdos
Os conteúdos procuram seguir uma lógica progressiva de complexidade iniciando do mais simples para o mais complexo.
Os gestos técnicos serão abordados segundo esta lógica pois os alunos já têm algum domínio sobre o clear apresentando maiores dificuldades a realizar o drive devido à movimentação no terreno. Desta forma incidiremos mais sobre a realização do drive obrigando os alunos a movimentarem-se e enquadrarem com o volante.
O lob será abordado quase em simultâneo com o clear pois, em sequência do trabalho desenvolvido no drive de movimentação no terreno, a preparação para o lob será feita de forma mais natural e espontânea.
As regras serão abordadas ao longo de todo o período para que os alunos as consigam concretizar em situações práticas como por exemplo o serviço na diagonal.
Estratégias a utilizar nas aulas
Para o ensino-aprendizagem da modalidade de badminton realizaremos os exercícios em pares e em situações esporádicas, no caso de exercícios critério, grupos de três elementos.
Utilizamos a competição para incrementar a motivação dos alunos e recorremos o máximo possível ao jogo como ferramenta principal para promover aprendizagem nos alunos. Assim procuraremos realizar numa fase inicial da aula exercícios para trabalhar aspetos específicos de cada gesto técnico e o conhecimento das regras do jogo e, por fim, realizar jogo condicionando as ações dos alunos colocando em prática pormenores anteriormente trabalhados. Nos exercícios critério optamos por colocar os alunos em grupos homogéneos
114 pois, tendo em conta as características da modalidade, consideramos ser mais desafiante e potenciador da aprendizagem.
Durante as aulas é procurado que os alunos joguem com o maior número de parceiros possíveis para que experienciem diferentes problemáticas e desenvolvam assim a sua compreensão do jogo. Desta forma serão introduzidas regras de rotação dos alunos durante as aulas para que as trocas sejam rápidas e eficientes.
No badminton irá ser utilizado o estilo inclusivo com adaptações para os alunos de acordo com as suas necessidades mas com liberdade para explorarem o jogo.
O professor na sua atuação vai proporcionar feedbacks de caracter mais prescritivo e interrogativo aos alunos como forma de melhorar a sua performance mas também para suscitar a análise e compreensão da sua ação.
Avaliação
Para avaliarmos os alunos, tal como nos períodos anteriores, registamos diariamente as suas ações tanto a nível comportamental como a nível motor.
Também realizamos uma aula mais formal de avaliação pois consideramos que os alunos necessitam de sentir-se pressionados para alcançarem maiores performances. Apesar das pressões colocadas na aula verificou-se já em períodos anteriores que na avaliação formal os alunos superavam-se.
A ficha utilizada para a avaliação sumativa é semelhante à ficha de avaliação diagnóstica com a particularidade de aprofundar um pouco mais os gestos técnicos pois foi das componentes mais insistidas nas aulas.
A escala utilizada para a avaliação continua e sumativa fora diferentes da inicialmente utilizada na avaliação diagnóstica pois já conhecíamos as capacidades dos alunos e a sua evolução sendo assim mais simples avaliar.
Apresentamos de seguida o registo da avaliação contínua e a avaliação sumativa e ficha utilizada.
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Avaliação contínua Componente motora
Abril Maio Junho
B V/B V/B V/B V/B Fit/B V/B V/B V/B V/B 7 13 20 27 4 11 18 25 1 8 2 A 5 B 6 C 7 D 8 E 9 F 12 G 14 H 15 I 16 J 17 K 18 L
Escala: 0 a 19 – Não executa; 20 a 49 – Executa mal; 50 a 69 – Executa; 70 a 89 – Executa
bem; 90 a 100 - Executa muito bem
Componente Comportamental
Abril Maio Junho
B V/B V/B V/B V/B Fit/B V/B V/B V/B V/B 7 13 20 27 4 11 18 25 1 8 2 A 5 B 6 C 7 D 8 E 9 F 12 G 14 H 15 I 16 J 17 K 18 L
Escala: 0 a 19 – Muito mal; 20 a 49 – Mal; 50 a 69 – Razoável; 70 a 89 – bem; 90 a 100 -
116 Avaliação Sumativa A B C D E F G H I J K L Posição base Movimentação de acordo com a trajetória do volante Enquadramento com o volante para
realizar o gesto técnico Adequação do gesto técnico à situação de jogo Intencionalidade no batimento Gestos técnicos Serviço Por baixo Diagonal Clear Trajetória longa Lob Em abaixo e à frente Drive Ao lado Colocação dos apoios
Escala: 0 a 19 – Não executa; 20 a 49 – Executa mal; 50 a 69 – Executa; 70 a 89 – Executa
bem; 90 a 100 - Executa muito bem
Balanço
Verificou-se uma grande evolução nos alunos em especial ao nível do jogo. Com a introdução e trabalho específico dos gestos técnicos os alunos possuíam outros recursos para utilizar em situação de jogo. Este tornou-me mais intenso e mais rápido.
117 Ao desenvolverem os gestos técnicos, a sua capacidade de controlo do batimento melhorou significativamente permitindo que as escolhas táticas e estratégicas fossem também mais ousadas e complexas consequentemente elevando o nível do jogo.
Apesar das diversas tentativas de abordar o gesto técnico do lob tivemos alguma dificuldade em garantir que os alunos assim o realizavam nos exercícios. Durante o jogo, em situação de recurso era utilizado. Contudo sentimos que poderíamos ter melhorado a abordagem neste gesto técnico.
No geral consideramos que a evolução foi positiva mas poderíamos ter desenvolvido exercícios mais lúdicos que permitissem igualmente a exploração dos gestos técnicos. Asism para algumas raparigas, em especial, seria provavelmente uma abordagem mais interessante e possivelmente mais marcante da modalidade.
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