Chapitre 2 Cadre conceptuel et état de la question
2.1 Leadership
2.1.2 Leadership transformationnel
2.1.2.1 Leadership transformationnel : évolution du concept
“Com a assinatura do contrato, a cidade terá 100% do seu esgoto tratado, devolvendo à bacia do Rio das Velhas água que pode ser utilizada por milhares de pessoas que dependem do rio e seus afluentes.
Será assinado nesta segunda-feira (30), na prefeitura de Sete Lagoas, um dos convênios mais esperados por toda região da bacia do rio das Velhas. Trata-se de contrato que garante recursos na ordem de R$ 70 milhões, via Ministério das Cidades – PAC Saneamento Básico - para a construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) no município. Atualmente Sete Lagoas tem 95% de cobertura de rede coletora de esgoto e 99% de rede de distribuição de água. Com o ato, a cidade terá 100% do seu esgoto tratado, devolvendo à bacia do Rio das Velhas água que pode ser utilizada por milhares de pessoas que dependem do rio e seus afluentes.
A ETE será construída na comunidade de Areias, após o bairro Tamanduá.
12 Notícia Manuelzão: O Projeto Manuelzão é uma iniciativa da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais, onde uma equipe multidisciplinar, composta por professores e estagiários, fomenta e coordena atividades em toda a bacia do rio das Velhas. Disponível em < http://www.manuelzao.ufmg.br/> Acesso em 27 Abr. 2015
Fonte: Jornal Projeto Manuelzão, 2014
O empreendimento será construído em uma área de 111.793 m² e será uma única unidade para atender às duas bacias hidrográficas da sede do município. Haverá transposição de uma bacia para outra através de estação elevatória de esgoto bruto. O início da operação da ETE está previsto para o final de 2015, atendendo uma população de 227 mil habitantes, com o horizonte final para o ano de 2033, quando é estimada uma população de 298 mil habitantes em Sete Lagoas.
O sistema será constituído de tratamento preliminar, reatores UASB, filtros biológicos, de cantadores e desidratação de lodo. A ETE é uma importante obra para a melhoria das condições sanitárias e ambientais do município e consequente melhoria da qualidade de vida da população”.
Os textos motivaram os educandos a apresentar suas opiniões sobre o assunto, foram levantadas questões como a origem da água, a qualidade da água, a taxa de esgoto, a constante falta de água. Foi solicitada aos educandos a elaboração de um relatório dessa discussão, de onde foram extraídos, posteriormente, mais termos geradores.
Após essa problematização, levantei os temas mais comentados pelos educandos tanto na discussão como nos textos do relatório entregue por eles. A partir desses temas, foi pensado todo o caminho que seria percorrido nessa SD.
2º momento: Problematização II
Este segundo momento da problematização teve o intuito de aproximar o tema da discussão do cotidiano dos educandos. Buscamos, para tanto, explicações científicas e tecnológicas empregadas na geração e distribuição da água em outros municípios e
comparamo-las às tecnologias usadas no nosso município. Com isso, discutimos os impactos econômicos e ambientais de cada medida.
Foi apresentado aos educandos um vídeo explicativo13 de como funcionam as estação
de tratamento de água (ETA) e de esgoto (ETE), isso porque, na discussão, surgiu uma dúvida entre os educandos: onde ficaria a barragem de água do nosso município. Era uma dúvida esperada, já que nos últimos noticiários o assunto era comum devido ao pequeno volume de chuva e à baixa nos níveis de água de reservatórios, especialmente na cidade de São Paulo.
Aos educandos, a partir do vídeo, foi mostrado como é feita a captação de água em rios e levada a reservatórios, como a água é tratada e distribuída a população. Como a dúvida era onde ficavam as barragens de Sete Lagoas, comecei a explicar como a água era obtida. Por meio de poços tubulares profundos de até 150 metros, a água é sugada do lençol freático, levada até uma casa de bombeamento, onde passa por um tratamento com pastilhas de cloro e depois para reservatórios, que são caixas d’água enormes, em vários pontos da cidade e distribuídas à população.
Essa discussão foi muito interessante, pois por se tratar de pessoas adultas e residentes no município há pelo menos duas décadas, para eles aquilo foi uma informação nova, que despertou o interesse pelo debate sobre o assunto. Ao final dessa aula, solicitei que cada grupo fizesse uma representação (Anexo D, pág.73), em desenho, de como a água era obtida e a maioria desenhou apenas a caixa d’água do reservatório. Podemos inferir, a partir desses desenhos, que para eles a água vem daquilo que eles conseguem ver, que é a caixa d’água. Também consideramos interessante mostrar a eles uma ETA e uma ETE, já que nesse período no município havia obras em andamento de ambas as estações.
3º Momento: Contextualização I
Entendemos que os anseios e as dúvidas dos educandos precisavam estar ainda mais próximos da realidade por eles vivida. Para isso, buscamos contextualizar o termo gerador qualidade da água, que foi levantado na primeira aula de problematização. Levamos, portanto, uma entrevista em vídeo14 com o diretor geral da empresa de abastecimento do
município, na qual abordou questões como a qualidade da água, as taxas cobradas, o
13Aula sobre ETA e ETE: Vídeo disponível em < https://www.youtube.com/watch?v=V80Xees1F9U> Acesso
em 12 Mai 2015
14 Link da entrevista do coordenador da empresa de abastecimento: Canal da TV Sete Lagoas no YouTube disponível em < https://www.youtube.com/watch?v=PzGY4IhSnc8> Acesso em 09 Jun. 2015.
esgotamento sanitário e os projetos em andamento da ETA e da ETE. O vídeo provocou mais um debate entre os educandos: alguns concordavam com o exposto pelo diretor sobre alguns assuntos e outros discordavam em tudo. Os educandos expuseram, pois, suas realidades com relação ao assunto.
Essa aula foi importante, pois a entrevista abordou vários dos temas geradores levantados pelos educandos na primeira aula da problematização. Ao nosso ver, seria ainda mais proveitoso se o entrevistado estivesse presente na escola, pois geraria maior interação, possibilidade de tirar dúvidas recorrentes e até de reclamar ou elogiar os serviços prestados. Porém, é importante ressaltar que insistimos nessa possibilidade de levar um palestrante, porém o que foi o fato de a aula ser à noite e nenhum dos palestrantes se propuser a ir neste horário. Mas o vídeo ajudou bastante e foi uma saída gratuita e eficaz.
No vídeo, o diretor, faz um comentário sobre como é feita a taxação dos serviços prestados. A partir dessa informação, pedi aos educandos que fizessem o cálculo para suas residências, foi uma prática que ajudou a cada um a compreender melhor como ele é cobrado.
4º momento: Contextualização II
Para atender mais um tema gerador ligado à qualidade da água oferecida no município, pedi aos educandos que levassem uma garrafinha com água de sua residência, ou local de trabalho, para que juntos pudéssemos aferir o pH (potencial hidrogeniônico) de cada amostra. Essa aula foi pensada a partir de uma comentário na discussão anterior, tanto no texto inicial quanto na entrevista em vídeo, uma vez que a empresa afirma cumprir rigorosamente essas regras estabelecidas pela OMS; porém, alguns educandos discordaram disso, e levantaram a hipótese de que um teste de pH demonstraria índices diferentes dos demonstrados nas faturas mensais.
Alguns educandos, então, levaram uma amostra de água e eu levei, ainda, uma amostra de água mineral e uma de cisterna (comum na região). Levei também produtos de limpeza, como água sanitária e também levei vinagre, apenas para testar o marcador de pH.
Foi utilizada uma receita caseira de repolho roxo, conforme descrito no estudo de Cardoso et.al (2012), para o marcador de pH e também a escala elaborada por esse mesmo estudo para analisar os resultados obtidos.
Essa aula ocorreu na sala de vídeo, que também funciona como laboratório. Para facilitar a visualização, a escala foi projetada em slide, as amostras foram numeradas e uma
educanda anotou a origem de cada uma. Dispus as amostras de água trazidas pelos educandos sobre uma mesa, na frente da sala, diante da projeção do slide.
Com a escala de pH para o marcador de repolho roxo, eu avisei qual amostra seria testada, e coloquei a solução de marcador usando a tampa da garrafa PET como medidor em cada amostra. Logo que a reação ocorre, a cor modifica e os educandos, juntamente comigo, vamos comparando com a escala projetada. Foi uma aula de muita euforia dos educandos e uma ótima participação. Ao final, eles elaboraram, em grupo, um relatório das observações e discussões feitas nessa aula.
Plano de Aula prática: Demonstrativa
Objetivo: Compreender o pH das soluções do nosso cotidiano Introdução: O que é pH?
O pH (potencial hidrogeniônico) é uma escala que varia de 1 a 14. Assim, essa escala é dividida em duas partes: os valores abaixo de 7 são referentes a materiais ácidos e os acima de 7 são alcalinos (básicos). Logo, quanto maior o pH, mais básico é o material. O pH 7 é atribuído a materiais neutros (nem ácidos, nem alcalinos), como a água pura.
Materiais:
10 Béqueres
200 mL de extrato de repolho roxo (previamente preparado) 10 substâncias diferentes (conforme quadro anexo)
A professora fará a manipulação dos materiais e os educandos devem observar e fazer inferências quanto ao pH. Um aluno voluntário deve preencher o quadro abaixo para ser usado nas discussões.
As substancias testadas serão dispostas nos béqueres e numeradas de acordo com o quadro, uma a uma. A professora irá acrescentar uma medida do extrato de repolho roxo, o educando deve observar a cor e anotar, comparando a coloração com a escala de pH projetada no data show.
Resultados esperados:
Espera-se que o educando perceba que as diferentes soluções apresentam pH diferentes e mesmo a água de locais distintos pode apresentar diferente pH.
Preparo do extrato de repolho:
Ralar, ferver, ou bater no liquidificador, coar e armazenar em pote plástico na geladeira.
Por que repolho roxo?
Alguns vegetais possuem em seu metabolismo determinados fito-químicos como, por exemplo, antocianinas, que podem mudar de cor em função do pH disponível na solução. Essa capacidade de alteração de coloração torna estes vegetais indicadores naturais de ácido- base. O extrato do repolho roxo, que é rico em antocianinas, em uma escala crescente de pH varia de 0,1 a 14. Portanto, o extrato de repolho roxo apresenta ampla variação de cor em função do valor de pH.
Escala do repolho roxo:
Fonte: Cardoso et.al (2012)
5º momento: organização do conhecimento
Em um dado momento, os educandos foram impelidos a organizar e apresentar suas ideias até o momento da discussão. Nesta fase da SD, que chamamos de organização do conhecimento, eles elaboraram uma cartilha para as crianças que estudam na escola durante os
turnos diurnos, a fim de expressar até ali suas ideias sobre o tema e ainda debateram entre si, uma questão recorrente com relação à disponibilidade de água na cidade.
Essa cartilha seria exposta em um mural no dia de uma feira sócio cultural, que a escola estava realizando, com a temática água, para os alunos dos turnos matutino e vespertino. Eu orientei que a linguagem da cartilha poderia ser voltada para as crianças e os adolescentes dos turnos descritos.
Ao final da aula, solicitei aos educandos que se preparassem para um debate que seria realizado na semana seguinte, no qual contaríamos com a participação de uma banca avaliadora, composta por professores da escola dos demais turnos e de representantes da direção da escola.
Vejamos uma exemplar da cartilha criada por um grupo de educandos para expor na feira;
Fonte: Dados da pesquisa
É interessante ressaltar que devido ao trabalho ser baseado em educação ambiental, é impossível não reparar que os educandos usam a frase “Se for desperdiçar água que seja regando os jardins” e analisar que eles usam de forma errônea ou ao menos dúbia a palavra “desperdiçar”, nos parece que eles queriam dizer “Para não desperdiçar água, use a regando os jardins”.
6º momento: Debate
Nesse debate, a turma foi (re)dividida em dois grandes grupos de, aproximadamente, 10 educandos. Um membro de cada grupão deveria se candidatar a ser o relator do debate e os demais seriam debatedores. As regras estão descritas no quadro a seguir e foram elaboradas por mim, com base em debates políticos, e passadas com antecedência, também, junto às explicações de como seria o debate.
Regras do debate
Pergunta (45 segundos) Resposta (2 minutos) Réplica (1 minuto), Tréplica (1 minuto). As perguntas podem ser feitas com antecedência, por escrito, e devem ser lidas em voz alta. Haverá um momento que incluirá todos os presentes, onde eles poderão fazer uma pergunta para cada grupo.
O Moderador deve controlar o tempo dos debatedores, avisando-os quando o tempo estiver se esgotando, podendo inclusive interrompê-los e transferir a fala para outro. Deve também conceder direito de réplica e de tréplica, se tiver sido definido anteriormente, quando um debatedor se opuser às ideias de outro; e também resolver pendências de natureza circunstanciais, durante o debate.
Fonte: Dados da pesquisa, elaboração da autora
O debate foi realizado no auditório da escola, como sugestão da direção, que apoiou bastante a iniciativa diante da temática, também discutida na feira organizada pela escola naquele semestre. O debate contou com a participação voluntária de uma professora de Geografia do matutino, da professora de Matemática da turma EJA, da diretora da escola, de uma estagiária que me acompanhava, sendo que estes compuseram a banca examinadora e eu mesma fui a mediadora do debate. A proposta da banca examinadora foi para fomentar o debate, não necessariamente para que a banca julgasse os posicionamentos dos educandos, o que a nosso ver foi favorável.
7º Momento: Aplicando o conhecimento
Como proposta de finalização da SD, em sala de aula, solicitei aos educandos que, individualmente, escrevessem uma carta direcionada ao presidente do SAAE, usando dos conhecimentos anteriores e dos construídos durante a sequência. Essa carta deveria conter recomendações de melhorias relacionadas ao abastecimento de água e ao esgotamento sanitário do município.
Explicados de que a carta não seria entregue ao destinatário, porém, serviria de avaliação para toda a atividade. Eles deveriam escrever a carta formalmente, como se escreve à autoridade, usando pronome de tratamento, normas padrão da língua portuguesa. Isso tudo foi feito a fim de incentivar a argumentação escrita e a prática da linguagem.
É importante ressaltar que, desde o início, os educandos sabiam que seria uma atividade em sequência, e que as aulas se complementariam e todas atividades seriam avaliativas. Algumas avaliações seriam referentes ao grupo e outras individuais, mas que a participação de todos seria fundamental.
A avaliação da proposta da SD foi contínua, durante todas as atividades, sendo que foi possível avaliar a produção verbal dos educandos através das discussões e dos debates e, ainda, a produção escrita, que muitas vezes revela aprendizados que o educando não expressa oralmente.
Capítulo 3
Fechamento do trabalho
Esse estudo analisou uma sequência didática construída a partir de uma problematização inicial com a temática Água. O objetivo foi promover o engajamento dos educandos com relação ao tema, podendo assim proporcionar uma melhor participação desses em questões similares na sociedade. Buscou, ainda, verificar em suas falas e na escrita termos que demonstram interesse pelo tema e a apropriação do conhecimento.
A partir e através da pesquisa (e, consequente aplicação da SD), conseguimos alcançar alguns objetivos que compartilho a seguir:
A SD permitiu uma interação dos educandos entre si, e entre eles e a professora, fato que torna ambos sujeitos de um processo mútuo de aprendizagem
Foi possível detectar uma melhor participação dos educandos nas aulas, em comparação a aulas anteriores, nos moldes tradicionais
Ter iniciado a SD com uma problematização contribuiu para o envolvimento dos educandos. As questões levantadas por eles foram abordadas durante o desenvolvimento das atividades, isso fez com que os sujeitos se tornassem ativos no processo de ensino e avaliação a que estariam submetidos.
Propostas de melhorias nesta SD
O professor (a) pode levar várias possibilidades de temas, a fim de que os educandos expressem qual é o mais relevante ao momento e à comunidade;
Se possível, o professor deve levar alguém para palestrar aos educandos sobre a temática;
O livro didático pode ser usado como auxiliador de várias atividades, inclusive sequências didáticas, que podem usá-lo como referência de consulta para algumas atividades;
Inserir atividades como leitura de artigos científicos relacionados ao tema;
Ao final, pode-se promover uma divulgação dos resultados feitos pelos educandos que pode ser através de um panfleto, um mural, um jornalzinho da escola ou uma revista. Para concluir, é importante dizer que a elaboração dessa prática proporciona um olhar especial sobre o educando, vivências anteriores e leituras como a de Paulo Freire ajudam a expandiram os horizontes no sentido de uma educação problematizadora.
Ressaltamos a importância de se tratar a questão ambiental como algo relevante, que faça o sujeito refletir seus hábitos e desejar mudar, buscando um convívio mais sustentável com a natureza.
A construção dessa prática, da criação à execução, traz - obviamente -desafios, mas, sobretudo, traz à tona a subjetividade enquanto professor, a autonomia tanto buscada e a capacidade de melhorar a cada prática.
Vemos que todo momento é oportuno para trabalhar na educação a criticidade do educando. A educação nunca vai parar de produzir seu papel essencial, que é contribuir com a melhoria da qualidade de vida das pessoas, por isso é tão importante levar para as salas de aula a relação entre vida cotidiana e os estudos.
Oportunamente, tendemos a acrescentar em uma nova edição deste livro outras práticas da própria autora ou de outros educadores da EJA.
REFERÊNCIAS (do caderno de práticas pedagógicas para a EJA)
BRASIL. Constituição (1946) Constituição dos Estados Unidos do Brasil. Rio de Janeiro,
1946. Disponível em
<https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao46.htm > Acesso em 26 Nov. 2016.
BRASIL. (1996). Lei n.º 9394/96, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e
bases da educação nacional. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/tvescola/leis/lein9394.pdf> Acesso em 10 Out. 2015.
BRASIL. (2000). Resolução CNE/CEB Nº 1, DE 5 de Julho de 2000: Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação e Jovens e Adultos. 2000. Disponível em <http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CEB012000.pdf> Acesso em 14 Jun 2015.
CARDOSO, P.H.F. et.al. O extrato de Brassica oleracea var. capitata (repolho roxo) para
substituição dos indicadores convencionais de pH. In: 52º congresso Brasileiro de Química.
2012. Disponível em <http://www.abq.org.br/cbq/2012/trabalhos/7/1276-14534.html> Acesso em 30 Abr. 2015.
FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. 38º ed. São Paulo. Ed. Paz e terra. 2014. 198p.
SANTOS, W. P. Contextualização no Ensino de Ciências por Meio de Temas CTS em
uma Perspectiva Crítica. Rev. Ciência & Ensino, "Educação em Ciência, Tecnologia,
Sociedade e Ambiente" vol. 1, nov. de 2007. Disponível em < http://prc.ifsp.edu.br/ojs/index.php/cienciaeensino/article/view/149/120> Acesso em 24 Jan 2016.