Este Capítulo 4 corresponde ao resultado final da pesquisa: o padrão agricultura urbana. Sua construção foi desenvolvida como artigo para ser submetido em periódico técnico-científico do campo da Arquitetura e Urbanismo.
Sua construção inicia com a abordagem da Linguagem de Padrões que permitiu identificar, dentre os padrões de Alexander et al. (1977) o conjunto de padrão para o padrão agricultura urbana. Por constatar que esse conjunto não abordou alguns aspectos relevantes para o modo em que o padrão agricultura urbana deveria introduzir o cultivo de alimentos na cidade, a pesquisa estabeleceu que os artigos anteriores (Capítulos 1 e 2) seriam necessários para abordagem das potencialidades da agricultura urbana junto ao padrão proposto.
A pesquisa, por esse artigo estabelece a junção de todos os estudos anteriores que permitiram chegar à estruturação do resultado como exposto.
O padrão agricultura urbana: uma abordagem da função agrícola no desenho urbano
Natália da Silva Lemos1, Emília Wanda Rutkowski2, Evandro Ziggiatti Monteiro3
1
Mestranda em Arquitetura, Tecnologia e Cidade, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Campinas, SP - Brasil, e-mail: [email protected]
2
Professora Doutora da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Campinas, SP – Brasil, email: [email protected] 3
Professor Doutor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Campinas, SP – Brasil, email: [email protected]
Resumo
Por arranjos coerentes com o desenho urbano, as reflexões da ecologia e do pensamento sistêmico trazem para a agricultura urbana alguns fundamentos compositivos das condições de abastecimento e cultivo de alimentos na cidade. Neste artigo apresenta-se a proposta do padrão agricultura urbana a fim de
dinamizar alguns dos fundamentos compositivos do cultivo na cidade pela agricultura urbana. Como método de pesquisa adota o desenho urbano e a rede técnica para subsidiar o papel da agricultura no meio de vida urbano, o desenho urbano aborda o método que resulta na forma e a rede técnica o método que permite somar a função agrícola ao tecido urbano. Para as potencialidades da agricultura urbana no tecido urbano a pesquisa adota a concepção espacial da permacultura urbana, do transecto rural-urbano e do sistema alimentar urbano. A linguagem de padrões permite o levantamento do conjunto de composição do padrão agricultura urbana. Ao alcance dos resultados, pela abordagem da permacultura urbana levanta-se a concepção espacial do cultivo no espaço urbano por conteúdos e funções restritas ao cultivo, e para essa pesquisa, em especial pelas zonas 1 e 2. Na abordagem dos aspectos socioespaciais da urbanidade foi adotada os atributos das categorias da agricultura urbana, relacionando-os com alguns padrões. A partir da linguagem de padrões foi correlacionado o entendimento das abordagens de elementos que dialogam diretamente com cultivo e com os fluxos dos serviços ambientais urbanos decorrentes ou complementares.
Palavras-chave: agricultura urbana, padrão agricultura urbana, linguagem de padrões, rede técnica, desenho urbano.
Abstract
For arrangements consistent with the urban design, the reflections of ecology and systems thinking bring to urban agriculture some compositional fundamentals of supply conditions and growing food in the city. This paper presents the proposed of urban agriculture pattern in order to stimulate some of the compositional fundamentals of growing in the city through urban agriculture. As a method the research adopts the urban design and technical network to support the role of agriculture in the milieu of urban life, urban design addresses the method that results in the form and technical network as method that allows the agricultural function to the urban woven. For the potential of urban agriculture into the urban woven research adopts the spatial design of urban permaculture, rural-urban transect and urban food system. The pattern language allows the lifting of the whole composition
of the pattern urban agriculture. The achievement of results, the approach to urban permaculture raises the spatial conception of growing in urban space for content and functions restricted to growing, and to this research, especially for zones 1 and 2. In the approach of the social-spatial aspects of urbanity was adopted the attributes of the categories of urban agriculture, relating them to some patterns. From the pattern language correlated the understanding the approaches of the elements which interact directly with growing and deriving or complementary flows of urban environmental services.
Keywords: urban agriculture, urban agriculture pattern, pattern language, technical network, urban design.
INTRODUÇÃO
A compreensão das cidades como forma de um sistema complexo adaptativo permitiu que urbanistas estabelecessem uma consonância entre os sistemas complexos, como as florestas, o clima, as redes, as cidades e os mercados. Alguns deles poderiam ser compreendidos e adaptados, enquanto outros não.
Na relação da complexidade com o design orgânico, Hemenway (2015) atenta que Christopher Alexander em seu livro Notes on the Synthesis of Form, defendia os modelos do mundo pré-industrial como os melhores para cidades mais vibrantes e que o design essencial seria de baixo para cima. Posterior, em A City Is
Not a Tree, argumenta que as cidades e vilas planejadas falharam por estarem
projetas em hierarquia de organização por gráficos simples de subconjuntos conectados com apenas um ponto de nível superior. Elas precisavam de mais redes para colocar a estrutura de muitos elementos em influência mútua sobre outros elementos em diversos níveis.
Em A Pattern Language, Alexander descreve 253 padrões. Por cada um deles se explicita uma solução para as necessidades comuns do design em escalas de entrada circular por toda a cidade, pelos nós de vilas e pela edificação. A compilação de alguns padrões concebe projetos e resultados denominados lugares vivos. A concepção do padrão trabalha as soluções regulatórias, as necessidades ou
as funções para o design. Assim, eles guiam os projetos dos lugares de vivência por efeito da aparente desordem inserida na própria ordem. Na natureza, a totalidade possui qualidades comuns agrupadas na forma de padrões, os quais resultam de algoritmos e regras simples que fornecem recursos únicos. Portanto, os padrões oferecem o suficiente para projetar uma funcionalidade com inúmeras possibilidades de adaptação, espontaneidade e variação do contexto.
Como forma de mudar a ideologia de produção distante da cidade, Mostafavi e Doherty (2010) elegeram alguns verbos para explicitar blocos de aplicações práticas e um pensamento sobre o urbanismo ecológico. O bloco do verbo produzir apresenta textos que destacam a agricultura urbana como prática de mudança ideológica de produção. Mostafavi e Doherty (2016) destacam que o desenho é uma chave síntese de conexão do urbanismo ao ambiente de inserção.
Por essa razão, pesquisa-se dentre os padrões de Alexander et al. (1977) aqueles que estabelecem um conjunto para o padrão agricultura urbana que trata da função agrícola conectada ao desenho urbano. O padrão é estruturado aos moldes de Alexander et al. (1977), seguindo a direção de padrões maiores e menores, e o encadeamento dos arranjos para a funcionalidade ou problema. Os padrões maiores e menores encadeiam continuidade na escala de conexões possíveis, sendo assim, os maiores expressam os arranjos de análise das relações existentes no contexto, e os menores os arranjos que complementam a solução estipulada.
A interpretação dos arranjos para o cultivo de alimentos conectado com a cidade se restringiu aos aspectos do cultivo que podem ser enraizados pelas correlações ao desenho urbano a partir dos estudos de Lemos e Rutkowski (2015) e Lemos et al. (2016).
O encadeamento da pesquisa se direciona pelo entendimento da linguagem de padrões e abordagem agrícola no contexto com a seleção dos padrões maiores e menores. Na sequência aborda a função agrícola conectada ao desenho pelos arranjos de solução do problema. E conclui com a apresentação do padrão agricultura urbana como a essência descritiva da forma e contexto da produção de alimento inerente a cidade.
DESENVOLVIMENTO
A linguagem de padrões e a abordagem agrícola
A linguagem de padrões estabeleceu um método que permite a estruturação de problemas não visualizáveis no projeto. No planejamento urbano por plano diretor, Andrade (2014) afirma que a linguagem de padrões defende o planejamento de desenvolvimento do lugar pelas conexões com a estrutura imediata e as estruturas abrangentes da vizinhança diante da tomada de decisão.
Os padrões são diagramas construtivos que constroem a ponte entre os requisitos e a forma. Segundo Andrade (2014), eles permitem a análise do processo de desenho que cria os artefatos (físicos) propositivos da organização, forma e ordem que responde a função compreendida nos requisitos funcionais e construtivos do contexto. Por consequência, a forma consiste na solução determinada como programa e adequação da problemática como essência da solução possível e aproveitável por diversas formas, logo não é um carimbo.
Ao conjunto de padrões que determina os padrões próprios da comunidade, Andrade (2015) afirma que eles ocorrem por padrões descritivos e específicos dos problemas regulares do meio e das soluções que resultam em locais totalmente conectados. São colocados como as essências descritivas das relações socioespaciais, além de permitem a conexão das ações políticas e dos processos de planejamento regional por hierarquia partindo da comunidade (grupos menores) para os municípios (grupos maiores).
Ao abordar o padrão, para Salíngaros et al. (2010) é preciso mapear a cofiguração das relações que estabelecem o padrão organizacional dos usuários. Em comunidades esse padrão remete a atividade e aos locais de interação das pessoas. Habitualmente, os locais são elementos dos espaços urbanos abertos, projetados adequadamente para que as pessoas conectem com outras e com as plantas em simultâneo. E assim, agregar a coesão social da vizinhança.
Na busca pelo cultivo de alimento na cidade através da agricultura urbana, a pesquisa opta por estabelecer uma relação com A linguagem de Padrões ao considerar que são padrões espaciais para a forma física inserida no ambiente
ecologicamente correto. Isso em razão das combinações de relações de suporte, a partir de outros padrões, os maiores e os menores ou aqueles de abrangência igual. Os padrões revelam passos para que o desenho urbano estabeleça um tecido urbano saudável conforme a escala de interferência. Ao pensar o desenho urbano pela agricultura urbana, a sequência de padrões inicia com aqueles padrões maiores incidentes na estrutura e contexto sobre a qual a agricultura urbana é projetada. Conforme é posto o avanço do projeto, os padrões menores são colocados, pois novas necessidades de desenho são levantadas.
A pesquisa entende que os padrões substâncias que relaciona a dinâmica urbana e o cultivo de alimentos são: (168) connection to the earth - conexão com a terra, (169) terraced slope - terraços em declives, (170) fruit trees – árvores frutíferas, (172) garden growing wild – jardim de crescimento natural, (174) trellised
walk – caminhos demarcados, (175) greenhouse – estufa, (177) vegetable garden –
horta, e (178) compost – adubo. Entende-se que eles constroem a análise, a avaliação e a proposição para o contexto ou problema existente.
A escolha do padrão 168 como padrão maior, se justifica na necessidade de costurar a edificação com o exterior por bordas do entorno. Ele o fundamento dos arranjos para as relações específicas do modo que a edificação assentada no solo e agrega a permeabilidade ao ambiente natural e jardins externos. Essa é a primeira questão de análise, pois permite identificar os arranjos das atividades diárias da relação residir e cultivar.
Esse padrão postula que em termos físicos é o enraizamento por partes circundantes da casa (caminhos, terraços, pavimentos, degraus) que carregam o exterior para o interior como um limite ambíguo. Em suma, apresenta ao método de desenho a conexão com as relações aprofundadas de pertencimento local. E submete o habitante expressar uma necessidade física ou emotiva, afirmar ou recusar, escolher, empenhar, zelar e dedicar ao local que habita para consigo.
Os demais padrões foram selecionados porque agrupam a construção dos arranjos e lugares do jardim em que se insere a função agrícola. Para a relação do terreno com as necessidades de águas e de infraestrutura, selecionou o padrão 169 (terraços em declive) que trata da declividade do terreno e o modo que agrega
sentido ao usuário da edificação e a integração com o ambiente natural através da oferta e distribuição das águas no terreno. Por meio dele, é levantado o contexto do sistema de terraços e bacias de retenção como solução de distribuição uniforme das águas no terreno. Essa solução também estabelece que cada metro quadrado de terra em áreas específicas absorva a quantidade correta de água por períodos de percolação.
Para a relação com a arborização e pomares, selecionou o padrão 170 (árvores frutíferas), que argumenta sobre os arranjos do pomar como um atrativo relevante ao jardim pela atratividade do processo de desenvolvimento do fruto (florescer, frutificar e aromatizar). Por essa razão direciona a construção de pomares em jardins e áreas urbanas comuns (ruas, parques, unidades de vizinhança) que contam com grupos estabelecidos para cuidar das árvores e da colheita de frutos.
Ao desenvolvimento do jardim para com o solo e as plantas, escolheu-se o padrão 172 (jardim de crescimento natural). Em razão de a organização ser dada pelo quanto os processos naturais são mantidos em suas condições iniciais e permitir o cultivo de ervas, musgos, arbustos, flores e frutos, legume e verduras em aproximação ao modo da natureza. Ele engloba os arranjos dessa questão mediante a compatibilidade de técnicas de jardinagem e o entendimento de crescimento do jardim fiel às leis próprias, seja ele artificial ou natural. Esses arranjos permitirão analisar, avaliar e propor uma agricultura de baixo impacto e alto rendimento.
Para a necessidade de caminhos e circulações através das áreas de cultivo, o padrão 175 (caminhos demarcados) é selecionado. Ele apresenta os arranjos de construção dos caminhos abertos e demarcados por pérgolas ao ar livre, complementados por bordas entre as partes requerentes de demarcação sem barreiras à circulação. No jardim, esses caminhos enfatizam caminhos mais longos e definem espaços mais íntimos ao ar livre. Para lugares que os caminhos precisam de proteção especial ou intimidade, esse padrão argumenta que o caminho será demarcado por pérgolas e ornamentação que moldam o espaço ao ar livre. A seleção desse padrão e porque esse tipo de caminhos permite uma análise, avaliação e proposição na escala do pedestre e usuário direto na área de cultivo.
Com o padrão 176 (estufa) se postula a manutenção da vida do jardim por meio de uma estufa, uma vez que representa o meio termo entre a casa o jardim. A sua seleção é dada porque insere os arranjos em que a estufa mantém o ciclo rotativo de cultivo com mudas e o conforto bioclimático aprisionando o calor do sol para aquecimento e energia na edificação e para o desenvolvimento das mudas. Portanto, o padrão determina a construção da estufa configurando-a como parte da habitação.
Na perspectiva do cultivo de alimento, o padrão 177 (horta) coloca que cada família pode cultivar para o autoconsumo. A questão será pensada como a base da vida humana, pois os vegetais e hortaliças são a classe de alimento capaz de suportar a vida humana por si. Para tanto, um décimo de acre é suficiente para uma família de quatro pessoas. Esse padrão é veementemente quanto à necessidade da agricultura urbana inserida no modo de vida urbana. Ele apresenta em que proporções o cultivo é posto para a relação residir e cultivar para as necessidades de uma família. Portanto, a sua escolha como padrão maior.
Por fim, ao considerar o jardim de cultivo, o padrão 178 (adubo) coloca que o cultivo somente será em um jardim nutrido, e que o alimento cultivado também servirá adubo se estiver devidamente descartados. Apresenta a contextualização da relação de produção e descarte, direcionando a perda para a compostagem em um sistema menor, descentralizado, simples, e econômico. A escolha é dada porque permite vislumbrar os arranjos da construção de pequenas unidades por escalas individuais, de modo que as edificações possam estar equipados com estações próprias.
Pelo encadeamento dos padrões apresentados, a pesquisa acredita que o projeto concebido terá uma leitura de todas as necessidades dos arranjos projetuais a considerar. Como correlações possíveis com os fluxos de serviços ambientais urbanos, a pesquisa afirma que os padrões selecionados podem ser postos da seguinte forma:
Padrão 168: o espaço fundamental da introdução da função agrícola – jardim é condicionado para a determinação dos elementos morfológicos que receberam o cultivo, portanto incide na determinação e locação dos objetos.
Padrão 169: os fluxos dos serviços ambientais de provisão das águas no terreno são trabalhados pela declividade e para a percolação da água no solo mediante a permanência nos terraços e bacias de retenção.
Padrão 172: o fluxo dos serviços ambientais de regulação (recursos e energias) dos sistemas naturais é concebido para permitir o crescimento do jardim e dos cultivos pela oferta natural recursos, com baixa interferência e cuidado humano.
Padrão 175: o fluxo de produção de alimentos é retroalimentado pela produção de mudas na estufa e pela substituição contínua daquelas plantas em estado de colheita, portanto permite o fluxo de produção e comércio contínuo dentro da logística estabelecida pela rede da função agrícola na cidade.
Padrão 177: os fluxos dos serviços ambientais de provisão e regulação do alimento são estabelecidos em escala menor para cada residência ou para um grupo pequeno delas, e permite o suprimento necessário para o ambiente e para as pessoas.
Padrão 178: os fluxos de reciclagem de resíduos orgânicos por composteiras e de águas residuais por estações locais na pequena escala permitem que esses recursos sejam reaproveitados na oferta de serviços ambientais de suporte local.
Conforme colocado por Salíngaros et al. (2010), os padrões são componentes do sistema de desenho e a respectiva combinação por princípios que não estão contidos nos padrões. Essa combinação é posta pelo modo como os usuários operam no contexto da integração entre forma construída, valores, práticas sociais, aspirações, etc.
À medida que os aspectos comuns do método de padrões são enfatizados pelos padrões expostos, a questão do cultivo de alimentos ainda requer um padrão de referência do constructo projetual para o modo como inserir os cultivos, quais os parâmetros considerar e que detalhes do grupo local são necessários para o âmbito da cidade, por consequente a pesquisa apresenta uma proposta para o padrão agricultura urbana.
Na agricultura urbana, quando é abordado o coletivo, o entendimento reconhece um processo social colaborativo que é estabelecido na capacidade social
de engajar na construção do espaço. A satisfação é medida pela experimentação local de continuidade na melhoria da qualidade e sustentabilidade da comunidade.
A cidade como um ecossistema humano, na questão do cultivo de alimentos requer outras questões irrestritas ao cultivo, Hemenway (2015) coloca que é necessário compreender não somente o modo que as pessoas se alimentam na cidade, mas também como elas buscam suprir suas necessidades. Uma resposta possível pode ser dada pelas categorias da agricultura urbana propostas por Cohen
et al. (2012).
As categorias abordam contextos socioeconômicos e ambientais voltados à compreensão do local e da flexibilidade necessária, em Cohen et al. (2012) se definem por ecológica, sociabilidade, econômica e saudabilidade. No entanto, as relações entre as quatro categorias não são nem hierárquicas nem sequenciais, são apenas complementares. Elas são como dimensões e faces da concepção projetual que permitirá a operacionalidade das análises de desempenho e desenho para os problemas vinculados aos aspectos socioespacias correlatos ao cultivo na cidade.
A categoria ecológica adota atributos à promoção das condições ambientais e das infraestruturas urbanas que reduzem os impactos do solo por conectar as funções bióticas e abióticas.
Na categoria econômica os atributos estabelecem a valorização equilibrada da terra para com a diversidade social ao minimizar os impactos da circulação de mercadorias alimentícias, pois determina as condições primárias da disposição dos mercados agrícolas locais de comércio restrito à produção local e regional.
A alimentação saudável soma-se ao cultivo pelos atributos da categoria saudabilidade, que propõe às pessoas o cultivo do próprio alimento e o conhecimento da procedência dos alimentos pela oportunidade de compra local.
Para a segurança, os atributos da categoria sociabilidade promove a governança comunitária por espaços de cultivo definidos como espaços seguros à permanência das pessoas e atados à convivência integrada de agricultores e paisagistas em prol das mudanças políticas e sociais. Também corelacionam as interações de grupos etários que permitem a vizinhança conhecer uns aos outros. E
ainda favorece a liderança expositiva das forças presentes no uso do solo, no