La modélisation des phénomènes spatio-temporels
1.1 La modélisation des dimensions temporelle et spatiale
que entregue uma bola com uma determinada cor à professora. Primeiro de mão para mão, seguido de lançamento.
15’ Desenvolver a flexibilidade e mobilização articular. Desenvolver a coordenação.
4. A aluna realiza um conjunto de exercícios, na posição senta ou deitada,
de forma passiva. São realizados alongamentos dos músculos isquiotíbiais, tricípites, bicípites, adutores e glúteos. Como por exemplo:
- Adutores: A aluna encontra-se em decúbito dorsal: a professora agarra
as duas pernas, flecte e empurra-as ao mesmo tempo na direcção da barriga, para que esta fique dobrada;
- Adutores e nadegueiros: A aluna encontra-se em decúbito dorsal: a
professora agarra as duas pernas, flecte e afasta-as até a aluna reagir;
- Adutores: A aluna encontra-se em decúbito dorsal: a professora agarra
as duas pernas, estendidas e coloca-as na vertical. Afasta-as até a aluna reagir;
- Adutores: A aluna encontra-se em decúbito dorsal e mantém um m.i.
estendido e o outro em abertura lateral. O professor tenta fazer chegar o m.i. em abertura lateral até ao solo;
- Gémeos: A aluna encontra-se em decúbito dorsal e com um m.i. estendido e o outro na vertical. O professor agarra no pé no m.i. estendido e empurra-o para a frente;
- Zona lombar/adutores e isquiotibiais: afastar pernas ao máximo e tentar chegar o mais longe possível com ambas as mãos, no plano frontal seguido para o lado esquerdo e direito;
- Adutores: juntar calcanhares junto ao meio das pernas. Afastar os m.i. e manter a coluna direita - olhar um ponto fixo à altura da cabeça;
- Lombares: cambalhota atrás e fica na posição intermédia;
- Abdominais: "foquinha" – em decúbito ventral com uma mão junto à anca;
- Passar da posição de decúbito dorsal para ventral.
Retorno à calma
5. Sessão de relaxamento: massagem corporal, incidindo nos principais
músculos e articulações. 5’
SESSÃO N.º26 HORA:10:00-11:00(45’) DATA:28/02/2005
OBJECTIVOS GERAIS: Desenvolver a locomoção, a coordenação e o equilíbrio. Desenvolver a coordenação óculo-manual e praxia fina.
MATERIAL:Um balão/bola e jogos de associações.
OBJECTIVOS
ESPECÍFICOS
ORGANIZAÇÃO DIDÁCTICO –METODOLÓGICA E
DESCRIÇÃO DO EXERCÍCIO
Predisposição para a aula
1. Conversa com a aluna. Posteriormente a aluna senta-se / levanta-se de
forma a mais autónoma possível. 5’
Desenvolver a locomoção. Desenvolver a
coordenação.
2. Passeio com a aluna pelo espaço interior da escola, com um balão para
a aluna poder pontapear e atirar/receber. Promover situações que gerem as seguintes formas básicas de locomoção:
2.1 - Caminhar de frente; 2.2 - Caminhar de costas;
2.3 - Caminhar de frente, girar e continuar a caminhar de costas; 2.4 - Caminhar de costas, girar e continuar a caminhar de frente; 2.5 - Caminhar de frente, parar e voltar de costas;
2.6 - Caminhar de costas, parar e voltar de frente;
2.7 - Caminhar de frente com os pés em extensão (bicos de pés); 2.8 - Caminhar de costas com os pés em extensão (bicos de pés); 2.9 - Caminhar “pé ante pé” (imitar o passo de formiga);
2.10 - Caminhar o mais depressa possível;
2.11 - Caminhar em passada o mais ampla possível.
20’
Desenvolver o equilíbrio. Desenvolver a
coordenação.
3. Subir e descer dez degraus, com ajuda. Uma mão agarra o corrimão e a
professora segura na outra. 10’
Desenvolver a coordenação óculo-manual e
praxia fina.
4. Exercícios de associações formas-cores: Associar a forma e cor de um
conjunto de objectos e colocá-los num local pré-determinado, onde se encaixam. Repetir várias vezes.
15’
Retorno à calma
5. Sessão de relaxamento: massagem corporal, incidindo nos principais
SESSÃO N.º27 HORA:10:30-11:30(45’) DATA:03/03/2005
OBJECTIVOS GERAIS:
Desenvolver a capacidade de preensão, locomoção e o equilíbrio. Desenvolver a flexibilidade e mobilização articular.
Desenvolver a percepção das cores.
MATERIAL:Cones, bolas de diferentes cores e pesos e um balão.
OBJECTIVOS
ESPECÍFICOS
ORGANIZAÇÃO DIDÁCTICO –METODOLÓGICA E
DESCRIÇÃO DO EXERCÍCIO
Predisposição para a aula Desenvolver o sentar/levantar
1. Conversa com a aluna. Posteriormente a aluna senta-se / levanta-se de
forma a mais autónoma possível. 5’
Desenvolver a coordenação óculo-manual.
2. A aluna senta-se num colchão disposto na sala de aula. Manipular
diferentes bolas, em côr e tamanho, e de seguida atirar para a professora. Realizar várias repetições variando as bolas atiradas, bem como o tipo de lançamentos (recto, “picado”, pelo ar, entre outros).
10’
Desenvolver a locomoção e a coordenação.
2. Passeio com a aluna pelo espaço interior da escola, com um balão para
a aluna poder pontapear e atirar/receber. 20’
Desenvolver o equilíbrio e a coordenação.
3. Subir e descer dez degraus, com ajuda. Uma mão agarra o corrimão e a
professora segura na outra. 10’
Retorno à
calma 5. Sessão de relaxamento: conversa com aluna. 5’
SESSÃO N.º28 HORA:10:00-11:00(45’) DATA:07/03/2005
OBJECTIVOS GERAIS: Desenvolver a coordenação óculo-manual e praxia fina.
MATERIAL:Um balão/bola, jogos de associações e objectos articulados e de cores diferenciadas.
OBJECTIVOS
ESPECÍFICOS
ORGANIZAÇÃO DIDÁCTICO –METODOLÓGICA E
DESCRIÇÃO DO EXERCÍCIO
Predisposição para a aula
1. Conversa com a aluna. Posteriormente a aluna senta-se / levanta-se de
forma a mais autónoma possível. 5’
Desenvolver a praxia fina.
2. Realizar um desenho com canetas de filtro ou com tinta própria para
pintar com as mãos. A professora ajuda a aluna a manter a caneta/dedo na vertical e orienta o seu desenho.
10’
Desenvolver a coordenação óculo-manual e
praxia fina.
3. Exercícios de associações formas-cores: Associar a forma e cor de um
conjunto de objectos e colocá-los num local pré-determinado, onde se encaixam. Repetir várias vezes.
15’
Praxia fina: coordenação
dinâmica manual.
4. Exercícios de preensão e encaixe/desencaixe. A criança compõe e
decompões materiais que se articulam entre si. Repetir várias vezes o exercício. Associar as cores, pedindo à aluna um determinado objecto.
15’
Retorno à calma
5. Sessão de relaxamento: massagem corporal, incidindo nos principais
SESSÃO N.º29 HORA:10:30-11:30(45’) DATA:10/03/2005
OBJECTIVOS GERAIS:
Realizar a Bateria Psicomotora de Fonseca (1975): a tonicidade.
3.1 - Extensibilidade dos membros inferiores: adutores; extensores
da coxa e quadricípete femural
MATERIAL:Colchão e fita métrica.
OBJECTIVOS ORGANIZAÇÃO DIDÁCTICO –METODOLÓGICA E
DESCRIÇÃO DO EXERCÍCIO
Predisposição para a aula
1. Conversa e passeio com a aluna pelo espaço de aula ou pelo espaço
exterior. 5’
2. Adutores
A criança deve manter-se sentada calmamente, após diálogo tónico com o observador, com apoio póstero-lateral das mãos, afastando lateralmente as pernas, estendidas o máximo possível. Deve ser analisada a amplitude do afastamento de ambas as pernas e o grau de resistência por simples e suave palpação.
O observador deve manter-se em permanente diálogo tónico com a criança a fim de detectar a sua realização.
10’
3. Extensores da coxa
A criança deita-se dorsalmente e eleve as pernas até flectir as coxas sobre a bacia, ao mesmo tempo que o observador assiste a criança a realizar a extensão máxima das pernas. Deve ser analisada a amplitude da extensão das pernas e de novo o grau de resistência e de consistência dos músculos posteriores da coxa e da perna. 10’ Avaliação da tonicidade: extensibilidade dos membros inferiores 4. Quadricípete femural
A criança deita-se ventralmente e flicta as pernas até à vertical. O observador deve afastar lateralmente e exteriormente ambos os pés, certificando-se a que altura se encontram os bordos externos dos pés do solo e bem assim o afastamento máximo que apresentam entre si e também a distância entre a linha média dos glúteos e calcanhar de cada pé.
10’
COTAÇÃO:
4. Se a criança atinge um afastamento dos segmentos aproximadamente entre 140º e 180º nos adutores e nos extensores da coxa e um afastamento dos calcanhares da linha média dos glúteos superior a 20 – 25 cm nos quadricípetes femurais; a resistência não deve ser máxima, a palpação deve sugerir reserva de extensão
muscular e de flexibilidade ligamentar;
3. Se a criança atinge entre 1OOº e l4Oº de afastamento quer nos adutores e nos extensores da coxa e um
afastamento de 15 a 20 cm nos quadricípetes femurais; a resistência é máxima, não se identificando sinais tónicos disfuncionais;
2. Se a criança atinge entre 60º e l00º de afastamento quer nos adutores e nos extensores da coxa e um
afastamento de 10 a 15 cm nos quadricípetes femurais; a resistência é óbvia e os sinais de contractibilidade e de esforço são visíveis; nesta cotação cabe igualmente a hiperextensibilidade, característica de hipotonia, e o jogo hipoextensibilidade-hipertonia, em todas as manobras efectuadas. Sinais distónicos óbvios;
1. Se a criança revela valores inferiores aos anteriores com a evidência clara e inequívoca de sinais de hipotonia e
hipertonia, de hiper ou hipoextensibilidade, debilidade motora, entre outras. Retorno à
SESSÃO N.º30 HORA:10:00-11:00(45’) DATA:14/03/2005
OBJECTIVOS GERAIS:
Realizar a Bateria Psicomotora de Fonseca (1975): a tonicidade
3. 2 - Extensibilidade dos membros superiores: deltóides anteriores e
posteriores; flexores do antebraço e extensores do punho.
4 - Passividade
MATERIAL:Colchão, cadeira e fita métrica.
OBJECTIVOS ORGANIZAÇÃO DIDÁCTICO –METODOLÓGICA E
DESCRIÇÃO DO EXERCÍCIO
Predisposição para a aula
1. Conversa e passeio com a aluna pelo espaço de aula ou pelo espaço
exterior. 10’
2. Deltóides anteriores e peitorais
A criança mantém-se na posição de pé, com os braços pendentes e descontraídos. O observador deve assistir na aproximação máxima dos cotovelos atrás das costas. Deve ser observado se os cotovelos se tocam ou medir a distância a que ficam um do outro.
5’
3. Flexores do antebraço
A criança mantém-se na posição de pé, com os braços em extensão e mãos em supinação. Avaliar o ângulo formado pelo antebraço e pelo braço após extensão máxima do antebraço (ângulo posterior do cotovelo) e a amplitude de supinação da mão, que deve ser assistida pelo observador.
5’ Avaliação da tonicidade: extensibilidade dos membros superiores 4. Extensores do punho
Avaliar a flexão máxima da mão sobre o antebraço (ângulo do punho). O observador deve assistir na flexão da mão, pressionando suavemente o polegar. Deve verificar-se se o polegar toca no antebraço ou medir a distância a que fica da sua superfície anterior.
5’
COTAÇÃO:
4. Se a criança toca com os cotovelos na exploração dos deltóides anteriores e peitorais, se realiza a
extensão total do antebraço e a máxima supinação da mão nos flexores do antebraço e se toca com o polegar na superfície anterior do antebraço nos extensores do punho; a resistência atingida não deverá ser máxima e a mobilização assistida deve sugerir flexibilidade por um lado e consistência por outro. Nenhuns sinais de esforço devem ser reconhecidos; a realização é feita com disponibilidade e flexibilidade;
3. Se a criança obtém a mesma realização descrita na cotação anterior, mas com uma maior resistência e uma
mobilização mais assistida e forçada. Alguns sinais de esforço devem ser reconhecíveis;
2. Se a criança não toca com os cotovelos nem com o polegar nas respectivas explorações, acusando
resistência e rigidez na mobilização dos segmentos observados. Sinais frequentes de esforço; detectam-se sinais de hipoextensibilidade ou de hiperextensibilidade. Sinais distónicos evidentes;
1. Se a criança revela sinais mais óbviosde resistência ou Iaxidez, com sinais claros de hipertonia ou hipotonia a sugerir um perfil tónico desviante e atípico atinente a uma disfunção.
Avaliação da tonicidade: passividade
5. Membros Inferiores
A criança deve estar sentada numa cadeira ou mesa, suficientemente alta para que os pés fiquem suspensos, fora do contacto com o solo. Devem-se mobilizar as pernas com apoio no terço inferior da perna de forma que a articulação do pé fique livre. As mobilizações deverão ser efectuadas no sentido antero-posterior, apreciando-se, ao mesmo tempo, a oscilação pendular das pernas. Subsequentemente, deve-se mobilizar o pé até provocar uma rotação
interna assistida e rapidamente interrompida, apreciando, paralelamente, a amplitude e a frequência dos movimentos passivos, a resistência ou rigidez e as contracções ou torções dos pés.
Em ambas as explorações, o observador deve estar atento às reacções emocionais inerentes a estas situações da observação da tonicidade.
6. Membros Superiores
A criança deve manter-se de pé, com os braços pendentes e descontraídos («mortos»), ao mesmo tempo que o observador introduz deslocamentos anteriores, balanços e oscilações em ambos os braços e mãos, por mobilização antero-posterior do terço inferior do antebraço, isto é, ligeiramente acima da articulação do punho.
Devem-se mobilizar pendularmente ambos os braços desde a posição de extensão anterior, simultaneamente e alternadamente, apreciando ao mesmo tempo a amplitude, a frequência, a rigidez e a resistência, as contracções ou torções dos movimentos passivos. Em seguida, mobilizar bruscamente as mãos e apreciar o grau de libertação e abandono das extremidades.
O observador deve estar atento às reacções emocionais inerentes a estas situações da observação da tonicidade.
5’
COTAÇÃO:
4. Se a criança apresenta nos membros e respectivas extremidades distais movimentos passivos, sinérgicos,
harmoniosos e de regular pendularidade, objectivando facilidades de descontracção na musculatura próximal e dístal e sensibilidade do peso dos membros; ausência de quaisquer manifestações emocionais;
3. Se a criança revela descontracção muscular e ligeira insensibilidade no peso dos membros, provocando
pequenos movimentos voluntários de oscilação ou pendularidade; ligeiras manifestações emocionais nas ausências de sinais de resistência ou bloqueio, sem evidência de movimentos coreiformes ou atetotiformes;
2. Se a criança apresenta insensibilidade ao peso dos membros, não os descontraindo nem realizando os
movimentos passivos e pendulares provocados exogenamente; sinais de distonia, movimentos involuntários nas extremidades, movimentos abruptos e dissinergéticos; detecção de movimentos coreiformes (contracções de pequena amplitude) e de movimentos atetotiformes (lentas torções e regulares) nas extremidades; frequentes manifestações emocionais;
1. Se a criança não realiza a prova ou se a realiza de forma incompleta e inadequada; total insensibilidade ao peso
dos membros e dificuldade óbvia de descontracção muscular; para além dos sinais anteriores, revela movimentos abruptos, convulsivos, irregulares e titubeantes; detecção de movimento coreicos ou coreáticos (explosão de movimentos descoordenados) e de movimentos atetóides (movimentos de torção mais amplos e contínuos); presença exagerada de manifestações emocionais atípicas (sorrisos, distonias faciais, gesticulações, actividade caricaturial e lógica, desbloqueios emocionais, disquenesias, agitação, instabilidade, entre outros).
Retorno à
calma 7. Sessão de relaxamento: conversa com aluna. 10’
SESSÃO N.º31 HORA:10:30-11:30(45’) DATA:17/03/2005
OBJECTIVOS GERAIS:
Realizar a Bateria Psicomotora de Fonseca (1975): a tonicidade
5 - Paratonia 6 - Diadococinésias
OBJECTIVOS ORGANIZAÇÃO DIDÁCTICO –METODOLÓGICA E
DESCRIÇÃO DO EXERCÍCIO
Predisposição para a aula
1. Conversa e passeio com a aluna pelo espaço de aula ou pelo espaço
exterior.
5’
2. Deve-se sugerir à criança que se descontraia ao máximo, à media que o
observador vai adquirindo maior sensibilidade ao peso dos seus membros, mobilizando-os passiva e calmamente. Verificar se a criança abandona (relaxa) parcial ou totalmente os membros e em seguida deixá-los cair no colchão e certificar-se do grau de descontracção atingido nas extremidades.
2.1. Membros Superiores:
A mobilização simultânea e alternada dos braços descontraídos deve ser efectuada até à vertical. Nessa posição, realizar pequenos movimentos à volta da articulação do ombro uni e pluridireccionalmente e certificar-se de resistências ou tensões próximos, distais, globais ou residuais. Após a exploração da articulação do ombro, evoluir para a exploração das quedas dos ombros, observando o grau de abandono e liberdade tónica de cada membro.
Proceder com as mesmas manipulações de peso e relaxamento no antebraço com apoio do cotovelo e na mão descontraidamente apoiada no solo.
Avaliação da paratonia
2.2. Membros Inferiores:
O observador deve realizar a mesma manobra antigravítica e passiva, certificando-se do peso dos membros estendidos e do seu abandono. As explorações de movimentos uni e pluridireccionais de abdução e adução,de exorotação e de endorotação, devem ser realizadas com ambos os membros, quer simultanea, quer alternadamente, devendo o observador certificar-se de resistências, bloqueios ou tensões próximais, distais, globais ou residuais. Após a exploração dos membros em extensão, flectir as pernas pelos joelhos e explorar em seguida a articulação da anca, por meio de abduções, aduções, rotações, etc. Explorar o abandono do pé, contrariando e mobilizando a posição normal de repouso do pé.
20’
COTAÇÃO:
4. Se a criança não revela tensões ou resistências em qualquer das manipulações dos quatro membros;
identificaçãode uma capacidade de abandono, de auto-relaxação e de autodescontracção perfeita, precisa e com
facilidade de controlo; ausência total de manifestações emocionais;
3. Se a criança revela tensões ligeiras e resistências muito fracas em qualquer das manipulações; identificaçãode uma capacidade de abandono, de auto-relaxação e de autodescontracção completa e adequada; ligeiras manifestações emocionais;
2. Se a criança revela tensões, bloqueios, resistências moderadas e frequentes em qualquer das manipulações;
identificaçãoóbvia de paratonias e de contracções próximais e distais; emergência de frequentesmanifestações
emocionais;
1. Se a criança revela tensões, bloqueios e resistências muito fortes; identificaçãode incapacidade e impulsividade de descontracção voluntária; eclosão abrupta e descontrolada de manifestações emocionais; ausência de resposta, recusa por defensividade táctil global; conservação de posições atípicas.
Avaliação da Diadoco-
cinésias
3. A criança deve manter-se sentada confortavelmente,
com os antebraços flectidos sobre o braço, com os cotovelos em apoio em cima da mesa e com os braços em extensão anterior sem apoio. Nessa posição, realiza a prova clássica das marionetas com movimentos rápidos de pronação e supinação, simultâneos e alternados em ambas as mãos. Efectuar várias experiências com e sem apoio dos cotovelos.
COTAÇÃO:
4. Se a criança realiza os movimentos de pronação e supinação correctamente, com precisão e amplitude
adequada, de forma coordenada e harmoniosa; ausência de qualquer reacção tónico-emocional; evidência de diadococinésias integradas inter-hemisfericamente;
3. Se a criança realiza os movimentos de pronação e supinação com ligeiro desvio do eixo do antebraço e com
ligeiro afastamento do cotovelo; se a mão esquerda realiza ligeiros movimentos em espelho quando a mão direita realiza a tarefa ou vice-versa; se surgem ligeiras alterações de ritmo na realização simultânea; presença de algumas reacções tónico-emocionais;
2. Se a criança realiza os movimentos de pronação e supinação descoordenadamente e dismetricamente, sem
amplitude ou arritmicamente, desajeitadamente e embaraçadamente (disdiadococinésias), se a mão esquerda realiza nítidos movimentos em espelho quando a mão direita realiza a tarefa e vice-versa; se surgem reacções tónico-emocionais que interferem com a realização da tarefa;
1. Se a criança não realiza movimentos de pronação e supinação, ou movimentos associados involuntários bem
marcados e nítidos; perda de amplitude e ritmicidade; movimentos em espelho permanentes; reacções tónico- emocionais bem visíveis (sorrisos, tensões proximais, distais, crispação dos dedos e da face, sincinésias, abdução e adução do braço, afastamento do cotovelo, entre outras).
Retorno à
calma 4. Sessão de relaxamento: conversa com aluna. 10’
SESSÃO N.º32 HORA:10:00-11:00(45’) DATA:04/04/2005
OBJECTIVOS GERAIS: Realizar a Bateria Psicomotora de Fonseca (1975): a tonicidade
7 - Sincinésia
MATERIAL:Mesa, cadeira e bola de ténis.
OBJECTIVOS ORGANIZAÇÃO DIDÁCTICO –METODOLÓGICA E
DESCRIÇÃO DO EXERCÍCIO
Predisposição para a aula
1. Conversa e passeio com a aluna pelo espaço de aula ou pelo espaço
exterior. Focalizar a exercitação no desenvolvimento das formas básicas de locomoção: novos ritmos e cadências, diferentes sentidos do movimento e alternância de pisos (superiores ou não).
25’
Avaliação da Sincinésias
2. A criança deverá manter-se sentada com ambas as
mãos em cima da mesa realizando uma contracção máxima da mão dominante com uma bola de espuma compacta de 5 cm de diâmetro (uma bola de ténis usada também é adequada). Ao mesmo tempo que a criança realiza a tarefa, observar os movimentos de imitação ou crispação, quer nos membros contralaterais, peribucais, ou mesmo linguais, visando a detecção de sincinésias bucais ou contralaterais.
10’
COTAÇÃO:
4. Se a criança realiza as tarefas sem qualquer vestígio de sincinésias bucais ou contralaterais, movimento de
contracção da mão perfeitamente isolado e controlado, ausência total de movimentos associados;
3. Se a criança realiza as tarefas com sincinésias contralaterais pouco óbvias e discerníveis, quase imperceptíveis;
realização adequada e controlada; detecção de ligeiros movimentos ou contracções tónicas associadas;
2. Se a criança realiza a tarefa com sincinésias bucais e contralaterais marcadas e óbvias; realização com sinais
desviantes; presença de movimentos associados não inibidos;
1. Se a criança realiza a tarefa com sincinésias evidentes, com flexão do cotovelo, crispação dos dedos da mão
contralateral, tensões tónico-faciais e sincinésias linguais; movimentos associados difusos e reacções de sobressalto involuntárias; tremores.
Retorno à
SESSÃO N.º33 HORA:10:00-11:00(45’) DATA:11/04/2005
OBJECTIVOS GERAIS:
Realizar a Bateria Psicomotora de Fonseca (1975): o equilíbrio
1 – Imobilidade 2 – Equilíbrio Estático
MATERIAL:Fio e uma bola.
OBJECTIVOS ORGANIZAÇÃO DIDÁCTICO –METODOLÓGICA E
DESCRIÇÃO DO EXERCÍCIO
Predisposição
para a aula 1. Conversa e passeio com a aluna pelo espaço exterior. 10’
Avaliação da Imobilidade
2. A criança deverá manter-se na posição orto-
estática durante sessenta segundos com os olhos fechados e os braços pendentes ao lado do corpo, com apoio palmar das mãos e dos dedos na face lateral da coxa, pés juntos, simétricos e paralelos.
10’
COTAÇÃO:
4. Se a criança se mantém imóvel durante os 60 segundos, evidenciando um controlo postural perfeito, preciso e
com disponibilidade e segurança gravitacional; nenhuns sinais difusos devem ser identificados;
3. Se a criança se mantém imóvel entre 45-60 segundos, revelando ligeiros movimentos faciais, gesticulações,
sorrisos, oscilações, rigidez corporal, tiques, emotividade, etc.; realização completa, adequada e controlada;
2. Se a criança se mantém imóvel entre 30-45 segundos, revelando sinais disfuncionais vestibulares e cerebelosos
óbvios; insegurança gravitacional;
1. Se a criança se mantém imóvel menos de 30 segundos, com sinais disfuncionais bem marcados,