O evento quase embrionário que é a ultrassonografia portátil na saúde pública brasileira, permite vislumbrar inúmeras áreas a serem ainda exploradas. Pesquisas futuras devem incluir um maior número de pesquisadores e incluir centros médicos terciários, pois são estes os responsáveis pela formação médica. Áreas não abrangidas nesta pesquisa devem ser exploradas, tais como a criação de protocolos adequados para a aplicação do ultrassom portátil nas diversas especialidades.
Tecnologias mais modernas que a empregada na pesquisa já estão disponíveis: transdutores que se comunicam através de redes sem fio, diagnóstico remoto e sistemas dedicados de diagnóstico são alguns recursos a serem ainda explorados. Desta forma, sugere-se a utilização de equipamentos com tecnologia diferente da utilizada nesta pesquisa para avaliar sua efetividade.
Também desponta, com alguma urgência, o fato de que a ultrassonografia, tanto a portátil quanto a convencional, deve ser abrangida nas etapas da formação médica; os países europeus vêm dando relevância ao tópico e a adoção de uma visão semelhante no Brasil, fatalmente conduzirá à melhoria da qualidade da saúde prestada no país. Assim, seria importante fomentar a discussão de uma nova política de uso da tecnologia junto às sociedades médicas e órgãos governamentais, sempre visando a oferta de melhores serviços na área de saúde.
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TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO (TCLE)
1 - Título da Pesquisa: “EMPREGO DA ULTRASSONOGRAFIA PORTÁTIL NO
ÂMBITO DA CLÍNICA MÉDICA”
2 - Pesquisador Responsável:
Clayton Moura Belo (Médico, CRM-PR 22.725/CREMESC 18.616) Endereço: Av. Sete de Setembro, 3165 - Bairro Rebouças - Curitiba/PR
Fones (41) 3096-1611 e (41) 9247-5786 (operadora Vivo) // e-mail: [email protected]
3 - Informações ao Participante
3.1 - Justificativa e objetivos da pesquisa
Vossa. Senhoria. está sendo convidado a participar da presente pesquisa. As informações descritas neste termo (TCLE) estão sendo fornecidas para sua participação voluntária neste estudo, o qual tem por objetivo avaliar se a utilização de equipamento portátil de ultrassonografia, por médicos clínicos, com treinamento na técnica do exame, permitirá um aumento na qualidade da assistência à saúde prestada nas áreas da medicina clínica, da clínica ortopédica e de cardiologia.
Essa pesquisa é parte essencial da dissertação do mestrado realizada no Programa de Pós-graduação em Engenharia Biomédica (PPGEB) da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), sob orientação do Profº Dr. Joaquim Miguel Maia, conduzida pelo médico Clayton Moura Belo (CRM 22.725/PR e CREMESC 18.616), com a colaboração dos Médicos Dr. Dimosthenis Eleftherios Papakonstandinou (CRM 12.159/PR - RQE 6.479) e Dra. Clarissa Angélica Cavalcante Batista (CREMESC 22.669 - RQE 13.146).
A avaliação será feita através da seleção de pacientes que buscarem o serviço de saúde pública do SUS, nos municípios de Navegantes-SC e Francisco Beltrão-PR, após o detalhamento de suas respectivas histórias clínicas e exames físicos protocolares. Havendo indicação de exame ultrassonográfico e concordância do paciente em participar da pesquisa, será realizado um exame de ultrassom no próprio consultório. Posteriormente, o paciente será encaminhado, conforme protocolo do SUS, para realização de novo exame de ultrassom em clínica especializada para tal
fim. Finalmente, os resultados obtidos pela realização de ambos os exames serão comparados
A motivação para o presente estudo deve-se ao fato de que a espera para a realização de um exame ultrassonográfico pode demandar tempo considerável de espera, além de exigir, em muitos casos, o deslocamento do paciente para outros serviços, de forma a se ter confirmada a hipótese diagnóstica. Assume-se a hipótese de que a realização de exame ultrassonográfico no próprio consultório, como parte integrante da consulta médica, melhore a qualidade da assistência à saúde pública, permitindo diagnósticos mais precisos em tempo mais hábil.
2.2 - Procedimentos a serem utilizados
Os sujeitos da pesquisa serão submetidos a atendimento clínico, conforme agendamento na Unidade de Saúde Nossa Senhora das Graças (município de Navegantes-SC) ou na Clincardio (município de Francisco Beltrão-PR).
A consulta procederá conforme orientações da propedêutica médica: anamnese, exame físico, exames complementares, possíveis diagnósticos, propostas de tratamento e seguimento/acompanhamento clínico.
Conforme indicação protocolar poderá ser solicitado exame de ultrassom para complementar o raciocínio clínico.
Todos os voluntários selecionados realizarão dois exames ultrassonográficos: (1) O primeiro deles será realizado no momento da consulta utilizado ultrassom portátil (modelo V-Scan®, da marca General Electric). Os achados neste exame deverão ser descritos no prontuário do paciente/voluntário;
(2) O segundo exame será realizado em clínica de ultrassonografia, com aparelho não-portátil. O ultrassonografista irá descrever, mediante laudo, os achados deste segundo exame.
Esta pesquisa pretende comparar os achados de cada um destes exames e avaliar, mediante tabulação de resultados que descrevam: (a) alterações anatômicas, (b) variações anatômicas, (c) alterações fisiológicas e (d) alterações patológicas.
Dentro de tais parâmetros, sempre relacionando os achados à história da doença atual do voluntário, verificar-se-á acréscimo na qualidade da assistência primária à saúde do sujeito da pesquisa.
2.3 - Desconforto e riscos
Durante a realização dos exames de ultrassom, será aplicado gel conservado em temperatura ambiente, o que pode causar sensação de desconforto térmico para o paciente. É possível, embora muito raro, que o paciente apresente reação alérgica ao gel, mesmo sem histórico prévio de sensibilidade. Durante o exame pode ser necessária a excursão do transdutor ao longo de uma área sensível ou dolorosa; o paciente poderá se recusar a realizar tal intervenção caso se sinta desconfortável durante a realização do exame, quaisquer que sejam os motivos. A técnica ultrassônica é considerada uma das mais seguras tanto para tratamentos quanto para diagnóstico e neste estudo todas as medidas para proteção dos voluntários são tomadas, cita-se a calibração, conservação e manutenção adequada dos equipamentos empregados.