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L A CHAINE TECHNIQUE DE DIFFUSION

Dans le document Avis 21-A-17 du 17 décembre 2021 (Page 7-0)

A. LA DIFFUSION TECHNIQUE DE LA TÉLÉVISION NUMERIQUE

1. L A CHAINE TECHNIQUE DE DIFFUSION

A Figura 42 apresenta a estrutura para o capítulo 3 e de forma es- pecífica indica a posição do tema a ser tratado no momento.

Figura 42: Delimitação da Pesquisa Fonte: A Autora

Esse trabalho apresenta uma proposta no sentido de apoiar as or- ganizações no desenvolvimento da atividade a partir da gestão do de- sign, gerenciar os processos em seus diversos setores e direcionar para a obtenção das certificações.

Sua estruturação foi baseada nos aspectos teóricos que permiti- ram uma visão geral da abrangência de cada gestão (design, qualidade, ambiental e saúde e segurança no trabalho).

Na elaboração do modelo foram elencados como itens de motiva- ção: a promoção da Gestão de Design em pequenas e médias empresas do setor moveleiro; a possibilidade da obtenção de certificações (quali- dade, ambiental e saúde e segurança no trabalho); a inserção da inova- ção e a criação de um processo diferenciado para o design de produtos brasileiros do setor de móveis.

Antes de generalizar o modelo para ser aplicado a qualquer tipo de organização, optou-se verificar sua viabilidade de implantação em Arranjos Produtivos Moveleiros pelo potencial que o design tem nesse segmento industrial.

Para a classificação das empresas foi utilizado o critério de núme- ro de pessoas ocupadas, onde se considera até 19 trabalhadores como micro-empresa, de 20 a 99 a pequena; de 100 a 499 a média e acima de 500 as grandes empresas (SEBRAE, sd).

A pesquisa prática, em um primeiro momento, se delimitou ao pólo moveleiro de Arapongas (PR), pelo seu grau de importância no estado do Paraná (1º) e Brasil (2º. Pólo). Explica-se que o pólo movelei- ro abrange várias cidades, como Apucarana, Califórnia, Cambé, Cambi- ra, Jandaia, Londrina, Mandaguari, Marialva, Maringá, Rolândia, Sa- báudia e Sarandi.

Foram utilizados os cadastros das empresas do setor moveleiro junto ao Sindicato do APL de Arapongas – SIMA. A lista contava as empresas associadas ao Sindicato, com data de atualização de 9 de maio de 2011 (esta é a lista mais recente do Sindicato, sendo a mesma comer- cializada de forma on-line).

Para realizar o enquadramento das empresas em pequeno e médio porte, de um total de 62, foram excluídas as 22 micro-empresas e três grandes empresas, obtendo-se um total de 37, classificadas como pe- quenas (21) e médias (16) para a aplicação do questionário. Desse total, obteve-se retorno de 18 empresas (quase 50%).

E num segundo momento, decidiu-se envolver, no processo, es- pecialistas e consultores, além de incluir as indústrias de outros pólos moveleiros do país. Isto porque se percebeu que o modelo proposto deveria ser avaliado por outros pólos moveleiros, de modo a ampliar a abrangência da pesquisa prática. Foi, então, utilizado a listagem constan- te no documento do IEMI, Brasil Móveis 2011, relatório setorial da

indústria de móveis do Brasil. Do cadastro constam 684 empresas con- forme a Tabela 2.

Tabela 2: Distribuição das empresas por Região e Estado e sua classificação - pequena ou média empresa.

Região/ Classificação Total de empresas Micro- empresa (Até 19 trab) Grande Empresa (acima de 500) Núm. empresas (peq e média) Re g ião S u l

Rio Grande do Sul 246 59 08 179

Santa Catarina 61 0 03 58 Paraná 73 0 13 *Arapongas 25 0 07 42 Re g ião S u d este São Paulo 142 0 10 132 Minas Gerais 71 0 07 64 Rio de Janeiro 22 0 0 22 Espírito Santo 12 0 0 12 Re g . Ce n- tro Oe ste Distrito Federal 03 0 0 03 Goiás 12 0 0 12 Mato Grosso 02 0 0 02 Re g . No r- te Amazonas 02 0 0 02 Pará 03 0 02 01 Re g ião No rd este Bahia 08 0 0 08 Ceará 07 0 02 05 Maranhão 03 0 0 03 Paraíba 03 0 01 02 Pernambuco 08 0 0 08 Piauí 03 0 01 02 Rio Grande do Norte 01 0 0 01 Sergipe 02 0 0 02 TOTAL 684 59 40 560

Fonte: baseado na lista de empresas de IEMI, 2011.

*Valor parcial para a Cidade de Arapongas, desconsiderado pelas empresas já terem sido foco na Fase 01.

Para a coleta dos dados foi utilizado o questionário que segundo Gil (1996) constitui-se como o meio rápido de obtenção de informações, é preenchido pelo próprio respondente, além de não exigir treinamento pessoal e garantir o anonimato. Pode ainda ser encaminhado por correio, e-mail, fax, o pesquisado devolve ao autor da pesquisa o questionário respondido pelo próprio punho ou por uso da tecnologia da informação. 124

A partir da tabela 02, foi encaminhado o vídeo (Apêndice D) e o questionário para as 560 empresas classificadas como pequena e média do cadastro do IEMI (2011). Desse universo houve o retorno de 86 em- presas. Somando a fase 01 e fase 02, houve 104 retornos de respostas para o questionário.

Foi encaminhado ainda nessa fase um questionário dirigido aos consultores de centros de design que atuam nos APLs moveleiros em todo o país. Obteve-se os nomes e contatos a partir da relação do SE- BRAE – Inovação e Tecnologia, que disponibiliza informações de todos os núcleos de design. O quadro 14 a seguir, apresenta os núcleos conta- tados. Os mesmos foram selecionados por meio dos serviços oferecidos e relacionados ao setor moveleiro. De um total de 43 núcleos e/ou cen- tros de design, tem-se nove centros que oferecem serviços de design ao setor moveleiro.

Quadro 14: Os Núcleos de Design por Estado e definição dos serviços oferecidos

Estado Denominação Serviços oferecidos relacionados ao design e ao setor moveleiro

Am

az

o

n

as

Núcleo de Inovação e Design – Artesanato

(Centro e Núcleo de Design – Fucapi)

Design de produtos para os setores

de madeira/móveis, artesanato, web design e design gráfico. Núcleo de Inovação e Design –

madeira e móveis (Núcleo de

design – Senai)

Design de produtos para o setor de

madeira/móvel e construção civil.

M

in

as Ge

ra

is

Núcleo de Inovação e Design em mobiliário

Assessoria e consultoria técnica em design; criação de novos pro- dutos; redesenho; desenvolvimen- to de documentação técnica; ade- quação às normas da ABNT; coordenação de eventos técnicos (salão de design, informação tecnológica (IT); cursos e treina- mentos; palestras; oficinas de

design.

P

ará

Centro Paraense de Design Inte- grado – CPDI

Possui 3 núcleos de design, sendo um deles o NID Móveis e Artefa- tos de madeira, oferecem consulto- ria, projetos, cursos, palestras, oficinas e transferência de tecno- logia.

Pa ra ná Centro de Design Paraná Diagnóstico, oportunidade, gestão de compe-identificação da 125

tências, contrato, briefing, start

meeting, desenvolvimento assisti-

do e oficina de ideias. Núcleo de Inovação e Design de

Móveis de Arapongas – SENAI/ Cetman

Soluções específicas de design no setor moveleiro; oferta de treina- mento em gestão de design; servi- ço de apoio ao design; modelagem de laboratórios; banco de dados de informações e imagens do setor moveleiro. Rio Gra n d e d o S u

l Rede Gaúcha de Design Design de mobiliário; atuação em desenvolvimento de mobiliários e componentes; melhoria de proces- so; novos materiais; análise ergo- nômica.

Núcleo de Inovação e Design de Móveis (CETEMO – Centro Tecnológico do Mobiliário SE- NAI)

Prestação de serviço em design, capacitação, consultoria, desen- volvimento de produto. S an ta Ca ta- rin a

Núcleo de Inovação e Design Moveleiro

Consultoria em design de produtos moveleiros.

Fonte: Adaptado a partir de informações do site:

http://www.sebrae.com.br/customizado/inovacao/acesse/rede-de-contatos- sebrae/nucleos-e-centros-de-design. acesso em 15 abr 2012.

Foram encaminhados e-mails para os gestores de cada núcleo e ainda realizados contatos telefônicos. Totalizaram 9 e-mails e 5 ligações concretizadas. Houve o retorno de 4 questionários. Explica-se que no país há somente esses 9 núcleos que desenvolvem atividades diretamen- te com o setor moveleiro, ressalta-se que o retorno de 55% dos gestores dessa pesquisa é uma amostra representativa.

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