A divulgação de ciência de maneira não formal por vídeo, como no caso da origem e evolução da cratera de impacto de Vista Alegre, em Coronel Vivida (PR), de caráter experimental, pode contribuir para a educação patrimonial, para o geoturismo e para a educação formal.
A descoberta da cratera de Vista Alegre foi divulgada por meio de painéis (Anexo 4), folhetos (Anexos 5 e 6) e publicações específicas pela Mineropar, além de ser difundida por palestras na região pelo professor Alvaro Crósta. Houve um grande investimento em informar a sociedade local sobre o sítio por meio de ações características de educação não formal. Neste trabalho, procurou-se dar maior visibilidade ao tema através de explicações científicas em um vídeo que oferece uma visão mais ampla do possível objeto que formou a cratera, o contexto geológico em que a mesma se formou, sua idade, assim como outras informações que agregam valor às estratégias anteriormente desenvolvidas. A estrutura do vídeo segue um modelo de simples compreensão: a localização da cratera no Paraná e a história, mesmo que ainda incompleta, de sua formação; definição de cratera de impacto; origens dos objetos que podem formá-la; o contexto geológico pré-impacto; a violência do impacto; o contexto pós-impacto; a antropização da área; a importância e raridade para sua preservação (Anexo 1).
O vídeo, em um primeiro momento, foi submetido a um público alvo específico para uma avaliação, antes de ser colocado no youtube (em 4 de fevereiro de 2017 no endereço: https://www.youtube.com/watch?v=U_JW-M3ZR0c).
Para a avaliação do vídeo como forma de convergência entre a educação não formal e a educação patrimonial, utilizou-se de pesquisa qualitativa com aplicação de questionários. A análise dos resultados se deu de maneira informal (interpretativa quanto às respostas descritivas). Optou-se pela aplicação de um questionário simples antes da apresentação do vídeo (Anexo 2) e outro questionário após sua exibição (Anexo 3).
O objetivo deste procedimento foi o de validar o vídeo como uma forma de educação não formal tendo como parâmetro as diferenças entre o “antes” e o “depois” de sua exibição, relativas ao conteúdo geocientífico e valorização patrimonial.
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Participaram desta pesquisa onze professores de Geografia da rede estadual de ensino do Paraná de diferentes municípios, que atuam há mais de doze anos em sala de aula. Este grupo está em processo de formação continuada pelo Programa de Desenvolvimento Educacional (PDE) conduzido pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Também oitenta e seis alunos de graduação em Geografia, sendo nove alunos do 3º ano do Bacharelado; vinte e dois alunos do 6º semestre de Licenciatura; vinte e dois alunos do 4º semestre de Licenciatura e trinta e três alunos do 2º semestre de Licenciatura. Este conjunto de pessoas apresentou diferentes níveis de conhecimento de conteúdos ligados ao tema; oferecendo um universo amplo para a obtenção de informações relativas à avaliação do vídeo.
Cada grupo foi avaliado separadamente e depois em conjunto para uma estimativa do grau de assimilação do conteúdo do vídeo.
7.1- GRUPO A - Professores de Geografia da rede estadual de ensino do Paraná 7.1.1- O primeiro questionário (antes da apresentação do vídeo – Anexo 2)
Dos onze professores que se submeteram ao primeiro questionário, quatro não sabiam o que era uma cratera de impacto (36%), quatro responderam que sabiam, mas não sabiam ou não lembravam de alguma, (36)%, dois citaram uma cratera de impacto conhecida (do Arizona) e um citou uma cratera “genérica” (nos EUA).
Tendo em vista as respostas complementares (citar uma cratera de impacto conhecida), pode-se observar que apenas dois indivíduos conheciam o tema mais profundamente, ou seja, 18%.
Sobre a importância de crateras de impacto na evolução da vida na Terra, apenas dois indivíduos responderam de forma superficial sobre extinções em massa, mas não relacionaram a existência da própria Terra como fruto de múltiplos impactos.
Na questão sobre as crateras de impacto serem consideradas como patrimônio, das sete respostas afirmativas, apenas uma resposta foi considerada “satisfatória”. Das quatro respostas negativas, não houve justificativa.
A conclusão com base nas respostas aferidas é que apenas um individuo sabia do que se tratava uma cratera de impacto e de sua importância para evolução e como patrimônio cultural. Ou seja, 9% do grupo pesquisado.
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7.1.2- O segundo questionário (depois da apresentação do vídeo – Anexo 3)
Dos onze professores, todos responderam que o vídeo foi importante (100%). Também nota-se na maioria das respostas um maior entendimento sobre o que é uma cratera de impacto, sendo que alguns professores citam a “história geológica”, “divulgação científica” e “didática” sobre o vídeo. Sobre o porquê de a cratera ser considerada um patrimônio, todos os professores responderam satisfatoriamente a questão (100%). Dois indivíduos utilizaram o termo “eu não sabia/ou conhecia” sobre os aspectos do vídeo”. Um dos indivíduos salientou: “Eu não sabia que existia uma cratera de impacto tão próxima, logo ali...”. Apenas um professor ainda não soube explicar a importância de crateras de impacto na evolução da vida na Terra, ou seja, 9% do grupo, mas, este mesmo indivíduo sugeriu mais informações sobre o assunto em suas observações. Houve duas menções nas sugestões para que mais professores e alunos tenham acesso a este tipo de conteúdo (vídeo) e outras duas menções à visitação ao local.
A conclusão sobre a exposição do vídeo ao grupo de professores demonstrou que:
1) O assunto não pertencia ao cotidiano dos professores;
2) Que o entendimento sobre o assunto via recurso visual é mais fácil, porém, não deve ser a única via;
3) Que o vídeo ajuda, mas não resolve de imediato o problema sobre o conhecimento e valorização de um patrimônio;
4) Como recurso da educação não formal e patrimonial, o vídeo é válido, porém, deve estar atrelado ao conhecimento formal para obtenção de um melhor resultado.
7.2- GRUPO B – Alunos do curso de Bacharelado em Geografia da UEPG 7.2.1- O primeiro questionário (antes da apresentação do vídeo – Anexo 2)
Dos nove alunos que se submeteram ao primeiro questionário, todos responderam que sabiam o que era uma cratera de impacto, mas apenas seis
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citaram o nome de uma cratera conhecida, sendo que dois deles compartilharam a informação entre si, o que invalida suas respostas (conclusão com base nas demais respostas), deixando apenas quatro respostas válidas, ou seja, 44% dos indivíduos sabiam o que era uma cratera de impacto. Apenas um individuo soube explicar de maneira simplificada a importância de crateras de impacto na evolução da vida na Terra mencionando extinções (dos dinossauros especificamente), sem levar em conta a formação da Terra (11%).
Um fato interessante: oito dos nove indivíduos responderam que crateras de impacto podem ser consideradas como patrimônio, mas observando-se mais atentamente e sabendo-se que apenas 44% dos mesmos sabia o que era uma cratera de impacto, as informações são incongruentes. Das quatro respostas consideradas válidas, nenhuma fala de “raridade”, apenas mencionam “geologia” e “história do planeta” de forma geral.
A conclusão com base nas respostas aferidas é que apenas quatro indivíduos sabiam do que se tratava uma cratera de impacto mas, de maneira geral, ninguém soube explicar adequadamente a sua importância para evolução e como patrimônio cultural.
7.2.2- O segundo questionário (depois da apresentação do vídeo – Anexo 3)
Do conjunto de nove alunos, todos responderam que o vídeo foi importante (100%). Também nota-se na maioria das respostas o entendimento sobre o que é uma cratera de impacto, porém, na questão sobre o porquê da cratera ser considerada um patrimônio, apenas quatro alunos responderam satisfatoriamente a questão, lembrando a “raridade” do local ou de suas características geológicas (44%). Como exemplo, uma das respostas satisfatórias para a questão foi: “Devido às rochas resultantes do impacto que alcançou o arenito Botucatu, alterando e constituindo materiais únicos”. Sobre as respostas consideradas insatisfatórias para a mesma questão, tem-se como exemplo: “Pois ela mostra características diferentes do seu entorno e foi importante para a formação da cidade, além de ser um lugar muito bonito”. As demais respostas, principalmente sobre a importância de crateras de impacto na evolução da Terra foram irrelevantes para o assunto ou sequer respondidas, sendo que duas respostas foram adequadas (22%) tratando de
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extinções em massa ou água. A totalidade das sugestões quando escritas, foi totalmente irrelevante para o caso.
Com relação ao vídeo, oito dos nove alunos souberam explicar adequadamente porque consideram o mesmo didático e válido no ensino de Geografia (88%).
7.3- GRUPO C – Alunos do curso de Licenciatura em Geografia da UEPG (6º semestre)
7.3.1- O primeiro questionário (antes da apresentação do vídeo – Anexo 2)
Dos vinte e dois alunos que se submeteram ao primeiro questionário, doze responderam que sabiam o que era uma cratera de impacto, mas apenas seis citaram o nome de uma cratera conhecida, ou 27% dos indivíduos sabiam o que era uma cratera de impacto. Apenas cinco indivíduos souberam explicar de maneira simplificada a importância de crateras de impacto na evolução da Terra mencionando extinções (dos dinossauros especificamente), e a formação da própria da Terra (22%).
Seis indivíduos responderam que crateras de impacto podem ser consideradas como patrimônio de maneira satisfatória, atentando para sua raridade e processo de formação (27%).
A conclusão com base nas respostas aferidas é que apenas seis indivíduos, do grupo de vinte e dois, sabiam do que se tratava uma cratera de impacto e esses indivíduos souberam explicar adequadamente a sua importância para evolução e como patrimônio cultural.
7.3.2- O segundo questionário (depois da apresentação do vídeo – Anexo 3)
Deste conjunto, vinte responderam que o vídeo foi importante (90%). Os dois alunos que não consideraram o vídeo importante não justificaram suas posições. Também nota-se na maioria das respostas o entendimento sobre o que é uma cratera de impacto. Na questão sobre o porquê de a cratera ser considerada um patrimônio, apenas nove alunos responderam satisfatoriamente à questão, lembrando a “raridade” do local ou de suas características geológicas (40%). As
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demais respostas neste quesito novamente foram irrelevantes para o assunto. Com relação ao vídeo, dezoito dos vinte e dois alunos souberam explicar adequadamente porque consideram o mesmo didático e válido no ensino de Geografia (81%), sendo que dois deles (do grupo de vinte e dois) não justificaram sua afirmativa (9%).
Sobre a importância de crateras de impacto na evolução na Terra, seis respostas foram adequadas (27%). Aqui temos uma questão interessante: No primeiro questionário seis alunos responderam adequadamente as questões e, depois do vídeo, o número se repetiu. Neste caso não se pode afirmar qual foi o fator de desinteresse pelo assunto já que mais cinco alunos marcaram a questão (com “x” sobre o entendimento) mas não a desenvolveram.
7.4- GRUPO D – Alunos do curso de Licenciatura em Geografia da UEPG (4º semestre)
7.4.1- O primeiro questionário (antes da apresentação do vídeo – Anexo 2)
Dos vinte e dois alunos que se submeteram ao primeiro questionário, treze responderam que sabiam o que era uma cratera de impacto, mas apenas oito citaram o nome de uma cratera conhecida, ou 36% dos indivíduos sabiam o que era uma cratera de impacto. Apenas quatro indivíduos souberam explicar de maneira simplificada a importância de crateras de impacto na evolução da vida na Terra mencionando água, “panspermia” e a formação da própria da Terra (18%).
Quatro indivíduos responderam de maneira satisfatória que crateras de impacto podem ser consideradas como patrimônio, atentando para sua raridade e processo de formação (18%).
A conclusão com base nas respostas aferidas é que apenas quatro indivíduos sabiam do que se tratava uma cratera de impacto e esses souberam explicar adequadamente a importância para evolução e como patrimônio cultural.
7.4.2- O segundo questionário (depois da apresentação do vídeo – Anexo 3)
Deste conjunto, vinte e dois alunos responderam que o vídeo foi importante (100%). Neste caso também nota-se na maioria das respostas o entendimento sobre o que é uma cratera de impacto. Na questão sobre o porquê de a cratera ser
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considerada um patrimônio, apenas oito alunos responderam satisfatoriamente à questão, lembrando principalmente suas características geológicas (36%). As demais respostas neste quesito foram fora do contexto. Com relação ao vídeo, todos os alunos souberam explicar adequadamente porque consideram o mesmo didático e válido no ensino de Geografia (100%).
Sobre a importância de crateras de impacto na evolução na Terra, cinco respostas foram adequadas (22%), as demais não foram respondidas ou foram respondidas de maneira não convincente.
7.5- GRUPO E – Alunos do curso de Licenciatura em Geografia da UEPG (2º semestre)
7.5.1- O primeiro questionário (antes da apresentação do vídeo – Anexo 2)
Dos trinta e três alunos que se submeteram ao primeiro questionário, vinte e três responderam que sabiam o que era uma cratera de impacto, mas apenas dois citaram o nome de uma cratera conhecida, ou 6% dos indivíduos conheciam o que era uma cratera de impacto.
Seis indivíduos souberam explicar de maneira simplificada a importância de crateras de impacto na evolução da vida na Terra mencionando água, extinções e a formação da própria da Terra (18%).
Estes mesmos seis indivíduos responderam que crateras de impacto podem ser consideradas como patrimônio de maneira satisfatória, atentando para sua raridade e processo de formação (18%).
A conclusão com base nas respostas aferidas é que apenas seis indivíduos sabiam do que se tratava uma cratera de impacto e esses souberam explicar adequadamente a sua importância para evolução e como patrimônio cultural.
Observação importante: três dos alunos comentaram que não tinham ideia do que tratava o assunto (9%).
7.5.2- O segundo questionário (depois da apresentação do vídeo – Anexo 3)
Do conjunto de alunos, trinta e um responderam que o vídeo foi importante (93%). Dois alunos disseram que o vídeo não era claro, porém, em suas respostas,
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consideraram o vídeo “didático”. Uma incongruência de 6%. Também se notou na maioria das respostas o entendimento sobre o que é uma cratera de impacto. Na questão sobre o porquê da cratera ser considerada um patrimônio, doze alunos responderam satisfatoriamente a questão, lembrando principalmente suas características geológicas e sua raridade (36%). As demais respostas neste quesito foram irrelevantes para o assunto. Com relação ao vídeo, todos os alunos souberam explicar adequadamente porque consideram o mesmo didático e válido no ensino de Geografia (100%), em sua maioria, tecendo comentários sobre as imagens.
Sobre a importância de crateras de impacto sobre a evolução na Terra, doze respostas foram adequadas (36%).
Este grupo, fora o grupo dos professores, apresentou resultados mais claros, principalmente pelo conteúdo discursivo. Houve um maior interesse em escrever, demonstrando que o grupo não ficou apático ao tema. Houve um aumento sobre o entendimento do que é patrimônio, embora a escrita ainda seja imprecisa. Este fato preocupa, principalmente com relação ao ensino médio onde o tema “crateras de impacto” não é discutido. (Fato mencionado por alguns alunos em suas observações).
7.6- Avaliação geral
Dos noventa e sete indivíduos que se submeteram ao primeiro questionário, sessenta e um responderam que sabiam o que era uma cratera de impacto, mas apenas vinte e dois lembraram o nome de uma cratera conhecida (22%). Dezoito indivíduos souberam explicar de maneira simplificada a importância de crateras de impacto na evolução da Terra (18%).
Vinte e um indivíduos responderam que crateras de impacto podem ser consideradas como patrimônio de maneira satisfatória (21%).
A conclusão com base nas respostas aferidas é que apenas vinte e um indivíduos (21%) sabiam do que se tratava uma cratera de impacto e esses souberam explicar adequadamente a sua importância para evolução e como patrimônio cultural.
Do total de indivíduos que se submeteram ao segundo questionário, noventa e três responderam que o vídeo foi importante (93%). Na maioria das respostas houve um entendimento sobre o que é uma cratera de impacto. Na questão sobre o
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porquê de a cratera ser considerada como um patrimônio, quarenta e quatro indivíduos responderam satisfatoriamente à questão (44%). A tabela 5 apresenta uma visualização dos ganhos, em percentuais por categoria, com a assistência do vídeo, no sentido de valorização patrimonial.
TABELA 5 – Ganho, com assistência do vídeo, para a valorização patrimonial.
Ainda com relação ao vídeo, noventa e dois dos noventa e sete indivíduos souberam explicar adequadamente porque consideram o mesmo didático e válido no ensino de Geografia (92%).
Sobre a importância de crateras de impacto na evolução na Terra, apenas vinte e sete respostas foram adequadas (27%).
A interpretação geral dos resultados desta avaliação indica os seguintes pontos:
1) O assunto não pertencia ao cotidiano dos professores, mas os mesmos demonstraram interesse e até surpresa por existir uma cratera de impacto no Paraná. No caso dos alunos, o tema foi recebido com certa “apatia”, devendo-se a inúmeros fatores conjunturais (tema apresentado antes ou depois de prova, ou em intervalos de aulas). Mesmo neste caso houve certo ganho imediato com a informação apresentada;
2) A “apatia” entre alguns alunos foi bastante marcante, tendo descrições subjetivas fora do contexto como: “A queda do meteorito em Vista Alegre ocasionou a separação da América do Sul da África” ou “Foi criado gelo no
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local de impacto”, temas que não são constituintes do vídeo. A questão da origem da Terra parece ter sido esquecida. Do ponto de vista do conhecimento do patrimônio, poucos fazem relação do mesmo com “pertencimento” e subvertem suas respostas ao simplismo do “porque é bonito...”, porém, ainda assim houve ganho neste aspecto também.
Apesar de respostas desconectadas entre os alunos, há de se considerar que os mesmos foram solicitados a fazer os questionários em ambiente formal, não se tratando de “escolha” dos mesmos.
O experimento não focou em seu público alvo primário (usuários da internet) e tampouco foi por livre escolha, o que pode ter prejudicado sua avaliação.
O público alvo para este vídeo é a população em geral que está interessada no assunto, especialmente as comunidades de Vista Alegre e Coronel Vivida. Talvez este seja o ponto de convergência educativo ao torna-lo público na internet (youtube).
A sua eficiência está diretamente associada ao interesse pelo tema, o que normalmente ocorre na busca proposital por vídeos na internet.
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