PARAGRAPHE I : La notion d’assistance constitutionnelle
A- Dans les instruments onusiens
Mark Zuckerberg já era conhecido quando estudante universitário como criador de sites para interações sociais. Durante seu curso de Ciências da Computação em Harvard criou vários deles. Alguns de sucesso, mesmo que temporário e outros nem tanto, por violar regras de segurança e ética. Mas foram essas experiências que culminaram no projeto mais popular e rentável de sua vida: o Facebook.
Durante o recesso de fim de ano de 2003, Zuckerberg aprofundou-se na codificação de um projeto que estava particularmente interessado em concluir. Seus amigos por o conhecerem, não deram muito mais atenção ao novo projeto do que a todos os outros sites que ele havia lançado naquele ano (Kirkpatrick, 2010).
Assim, em 11 de janeiro, Zuckerberg entrou na internet e pagou 35 dólares para registrar na “Register.com” o endereço “Thefacebook.com” por um ano. O site tomava emprestadas algumas ideias dos sites criados anteriormente como o Course Match e do Facemash, bem como de um site chamado Friendster do qual Zuckerberg fazia parte. A rede social Friendster como era conhecida convidava as pessoas a criar um perfil próprio, informando dados sobre gostos musicais, hobbys e outras informações pessoais. Nesse site as pessoas relacionavam seus próprios perfis aos dos amigos, identificando assim sua própria “rede social”.
O Friendster, como a maioria das redes de relacionamento até então, destinava-se basicamente a facilitar o contato entre pessoas que queriam namorar. A ideia era fazer com que as pessoas encontrassem interesses românticos entre os amigos de seus amigos (Kirkpatrick, 2010). O Friendster fez muito sucesso em Harvard em 2002, mas foi desconectado depois que seu sucesso, alcançado quase da noite para o dia, levou milhões de usuários ao site. Isso criou dificuldades técnicas que tornaram a navegação lenta e difícil. O MySpace, outra rede social, havia sido lançada no mês de agosto de 2003, em Los Angeles. Estava crescendo rapidamente e já tinha cerca de um milhão de membros, embora
não tivesse causado grande impacto em Harvard. Segundo Kirkpatrick (2010) fazia alguns meses que Harvard anunciava sua intenção de unificar todos os “facebooks” mantidos pelos alojamentos, o mesmo que Zuckerberg havia usado para o Facemash, em um formato que pudesse ser pesquisado online.
Estudar as fotos publicadas no Facemash era uma atividade de lazer muito popular entre os estudantes, diz Kirkpatrick (2010). Mas como funcionava o Facemash? A cada ano a Universidade publicava um livro de fotos (o facebook) impresso chamado Freshman Register, que só continha fotos dos novos alunos. Esses dados eram transportados para o Facemash e de lá os rapazes faziam as fotos das garotas mais bonitas circularem para executarem um jogo de comparação entre elas.
Depois que os alunos viram o que era possível com o Friendster, passaram a querer um “facebook” online. Naquele ano, alunos de muitas faculdades pressionavam as administrações para que pusessem os diretórios de fotos dos estudantes online. O The Harvard Crimson (jornal diário da Instituição) incluiu extensas referências à necessidade de criar um facebook online. Os editores consideravam que, se um aluno podia construir o Facemash, porque não conseguiria construir um facebook online?
Em um editorial de 11 de dezembro de 2003 intitulado “Mostre uma cara feliz online - Um facebook eletrônico de toda a faculdade será útil e divertido para todos”, os editores praticamente descreveram como construir um. O artigo enfatizava a necessidade de que os alunos controlassem suas próprias informações no sistema. E foi assim, que Zuckerberg teve a ideia de desenvolver um facebook online, após as discussões acaloradas em Harvard.
Enquanto a administração de Harvard se preocupava sobre quais seriam as informações e regras que conteria o facebook online e como se posicionar legalmente, Mark Zuckerberg simplesmente percebeu que podia deixar que as pessoas carregassem suas próprias informações (Kirkpatrick, 2010). De fato, mais tarde, Zuckerberg veio a dizer que foram os editoriais do The Harvard Crimson sobre o Facemash que lhe deram a ideia inicial de como construir o “The facebook”. O novo serviço para os estudantes de Harvard não era um site de encontros como o Friendster. Era uma ferramenta de comunicação muito básica, destinada a resolver o problema simples de acompanhar seus colegas da faculdade e o que acontecia com eles.
Inicialmente, a participação no site era restrita para estudantes da Universidade de Harvard. No primeiro mês, mais da metade dos estudantes já estavam cadastrados. Eduardo Saverin (negócios), Dustin Moskovitz (programador), Andrew McCollum (designer gráfico) e Chris Hughes logo se juntaram a Zuckerberg para ajudar na promoção do site. Em março de
2004, o “Facebook” expandiu para Stanford, Columbia, e Yale. Esta expansão continuou quando foi aberto para o público da Ivy League e universidades de Boston. Gradualmente o site alcançou a maioria das universidades no Canadá e nos Estados Unidos.
Em 1 de outubro de 2005, o Facebook se expandiu para 21 universidades no Reino Unido, o ITESM sistema no México (cerca de trinta campi através do país naquela época), a rede das Universidades de Porto Rico e a rede das Universidade das Virgin Islands nos EUA. O Facebook lançou uma versão escolar em setembro de 2005, o que Zuckeberg chamou de próximo passo lógico. Naquele tempo, a rede precisava de um convite para entrar. Depois, o Facebook expandiu a elegibilidade de adesão para trabalhadores de várias companhias, incluindo Apple Inc. e Microsoft.
Em 11 de dezembro de 2005, universidades da Austrália e Nova Zelândia foram adicionadas para a rede do Facebook, aumentando seu tamanho para mais 2000 universidades e 25000 estudantes por todo EUA, Canada, México, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia e Irlanda. Finalmente em 26 de setembro de 2006 o Facebook abriu para todos acima de 13 anos com um email válido.