Esta tese avaliou a influência do pré-sal na política externa brasileira somente até o primeiro mandato de Dilma Rousseff, que terminou em 2014. No período estudado, a descoberta do pré-sal é ainda recente, e a exploração dos primeiros poços não atingiu a plena maturidade. É por isso previsível que a influência do pré-sal venha a aumentar no futuro. A situação desde o início da segunda presidência de Dilma também mudou bastante: o preço do petróleo sofreu uma forte e imprevista queda que terá impacto na viabilidade económica do pré-sal; os Estados-Unidos, graças ao petróleo de xisto, passaram de grandes importadores a autosuficientes em óleo; e a presidência como a Petrobrás encontram-se abalados por contestação social e problemas de corrupção. Seria, por isso, útil realizar um estudo que abrange também o período mais recente (idealmente, o segundo mandato de Dilma, que aínda
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