P ROBLEMATIQUE ET HYPOTHESES
Niveau 3 : Pondération au sein de chaque articulation
III. Impact de la position du tronc lors d’un transfert sur l’Indice d’Inconfort Articulaire
Os desafios ligados à interoperabilidade e em especial a questão de aprisionamento trazem à tona a necessidade de padrões em Cloud Computing. A necessidade de reduzir padrões de implementação e caminhar para a padronização em normas técnicas, APIs comuns e arquiteturas. Tais padrões que podem ser aprovados e mantidos por organizações como International Organization for Standardization19 (ISO) ou American National Standards Institute (ANSI), sendo que sua importância é compreendia pelos usuários de serviços de Cloud Computing para uma adoção mais ágil e bem sucedida. (HOEFER; KARAGIANNIS, 2010; IBM, 2011).
O mesmo ocorreu no inicio da era da Internet quando as organizações tinham sua própria rede e a transferência de dados era algo bastante complicado e padrões não existiam. Esse cenário mudou com a introdução de padrões de internet, no entanto, assim como ocorre no estado atual da Cloud Computing, fazê-los trabalhar em conjunto no desenvolvimento desses padrões é encarado por alguns com muita resistência. (SRIRAM; KHAJEH-HOSSEINI, 2010; O'REILLY, 2012).
Padrões para Cloud Computing se inserem como uma nova camada nesses sistemas altamente distribuídos, uma API para múltiplos fornecedores baseada em padrões abertos oferecendo abstração dos recursos e oportunidades de inovação, em que o trabalho em conjunto, para garantir a interoperabilidade, mostra-se necessário. Mas, em um ambiente puramente de Internet, a desterritorialização enfatiza a demanda de novas formas de subjetividade, de um novo modelo do
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ISO é uma organização que tem por objetivo promover desenvolvimento de normas, testes e certificação, sendo a ANSI seu representante nos Estados Unidos.
sujeito, o autor, em que o produto entra em circulação sob uma licença alternativa ao copyright, a General Public License (GPL), que representa o autor moderno, e o produto e o esforço conjunto passam a ser de domínio público (que tem como uma única restrição não ser usado como proprietário).
Outro ponto interessante nestes projetos, também conhecidos como código aberto, é que eles trabalham com uma filosofia na qual os membros recebem poder no projeto de acordo com o seu mérito, a meritocracia. (FORBES, 2013).
Com base nesse novo modelo algumas organizações têm buscado e produzido resultados interessantes. São alternativas e soluções para os problemas de interoperabilidade, assegurando aos usuários a flexibilidade e abertura para não ficarem aprisionadas a um único fornecedor. (IBM, 2011; NUNES, 2007; OPEN CLOUD MANIFESTO, 2011).
3.1.1.1.1
Organizações tentando definir padrões
Varias organizações estão trabalhando na definição e utilização de padrões abertos para lidar com problemas de interoperabilidade em ambientes de Cloud Computing. O Open Cloud Manifesto tem como objetivo unir empresas que oferecem serviço e tecnologias de Cloud Computing com especificações de padrões abertos mostrando a preocupação do mercado com o risco de aprisionamento a fornecedores. A iniciativa conta com o apoio de mais de 250 organizações na formação de uma declaração de princípios para a manutenção da Cloud Computing como um sistema aberto. (IBM, 2011; OPEN CLOUD MANIFESTO, 2011; O'REILLY, 2012).
O Cloud Computing Interoperability Forum é uma das organizações que tem tentado criar padrões para acelerar a adoção de serviços de Cloud Computing. Que possibilitam a troca de informações. Ela é responsável pela discussão de mecanismos para monitorar a nuvem e os níveis de controle e de permissões de usuário, necessárias para garantir a interoperabilidade. Também pretendem o desenvolvimento de uma estrutura que permita que duas ou mais nuvens troquem informações. (GOELEVEN et al., 2011; HOEFER; KARAGIANNIS, 2010).
A Storage Networking Industry Association (SNIA) define a Cloud Data Management Interface, como uma interface funcional RESTful20 que possibilita que os aplicativos e usuários criem, recuperem, atualizem e excluam elementos de dados em ambiente de Cloud Computing. Essa interface permite que os clientes corporativos visualizem a oferta de armazenamento e gerenciamento de contas de usuários e credenciamento que são referentes ao armazenamento e os recipientes (metadados), bem como monitoramento de informações de faturamento. (HARSH et al., 2012; SNIA, 2013).
Na mesma linha o Distributed Management Task Force (DMTF) trabalha em iniciativas focadas em alcançar o gerenciamento de infraestruturas interoperáveis de Cloud Computing, tendo três importantes iniciativas (CLOUD-STANDARDS, 2011; DMTF, 2013; HARSH et al., 2012; HOEFER; KARAGIANNIS, 2010; SAMPAIO et al., 2010):
A Cloud Infrastructure Management Interface, uma interface de gerenciamento RESTful para os componentes comuns no modelo de entrega IaaS, capaz de abstrair boa parte da complexidade de gerenciamento de sistemas, proporcionando interface de autosserviços em que usuários dinamicamente podem administrar e configurar seu serviço de Cloud Computing.
O Open Virtualization Format (OVF) descreve um padrão aberto para criações de máquinas virtuais portáteis, sendo uma plataforma neutra e extensível pelos usuários quando necessário. Surgiu a partir da colaboração dos principais fornecedores do setor.
O Cloud Standards Wiki reúne em um único lugar, periodicamente, informações recentes sobre as atividades das organizações que trabalham na definição de padrões para Cloud Computing.
O Open Grid Forum (OGF) atua no desenvolvimento de padrões nas áreas de redes, Cloud Computing e outras formas avançadas de computação distribuídas
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RESTful são aplicativos que seguem os princípios arquitetônicos estabelecidos pelo REST (Representational state transfer) pelo qual você pode criar serviços Web.
para negócios e pesquisas em todo o mundo. Liderado pelo OGF, o Open Cloud Computing Interface (OCCI) foi lançado na tentativa de padronizar o protocolo API para RESTful e para as tarefas de gestão. Ele é focado nas tarefas de gestão de serviços Cloud Computing e no modelo de entrega IaaS, porém o padrão mostrou-se bastante extensível dando a possibilidade de utilização em outros modelos de entrega, PaaS e SaaS. (CLOUD-STANDARDS, 2011; HARSH et al., 2012).